Morre, aos 43 anos, Chadwick Boseman, astro do Pantera Negra

Ator tornou-se um dos principais rostos da cultura negra americana nos últimos tempos.

Morreu, aos 43 anos, em Los Angeles, na Califórnia, o ator Chadwick Boseman, o astro de “Pantera Negra” nos cinemas.

“É com imensurável pesar que confirmamos a morte de Chadwick Boseman. Chadwick foi diagnosticado com câncer de cólon de estágio 3 em 2016, e lutou contra ele nestes últimos quatro anos conforme progrediu para estágio 4”, afirmou a família do ator em seu perfil no Twitter.

Em 2016, Boseman foi diagnosticado com câncer de cólon no estágio 3, uma das fases mais avançadas da doença. Por acaso, foi em meio a internações para cirurgias e quimioterapia, que a carreira de Boseman decolou ao ser escolhido pela Marvel como o Pantera Negra no filme “Capitão América: Guerra Civil”.

Em 2018, o personagem ganhou seu próprio filme, “Pantera Negra”, um grande sucesso no mundo todo, que faturou mais de US$ 1 bilhão. No filme, Boseman é T’challa, o rei de Wakanda, um país fictício na África. Em outro trecho da nota de falecimento, a família do ator fala sobre a honra de ter interpretado um personagem tão importante para a cultura negra americana.

“Um verdadeiro lutador, Chadwick perseverou por tudo, e trouxe a vocês muitos dos filmes que tanto amam. De ‘Marshall: Igualdade e Justiça’ a ‘Destacamento Blood’, ‘Ma Rainey’s Black Bottom’ de August Wilson e muitos mais, todos foram gravados durante e entre incontáveis cirurgias e quimioterapia. Foi a honra de sua carreira trazer à vida o rei T’Challa em ‘Pantera Negra’.”

Carreira

O ator se destacou com o primeiro jogador de beisebol negro, Jackie Robinson, no filme “42, A História de uma Lenda”. Este ano, Boseman criou o programa “Operação 42” para ajudar hospitais que servem à comunidade negra na pandemia.

Nos cinemas, o ator também representou o cantor James Brown, no filme de mesmo nome, e Thurgood Marshall, o primeiro juiz negro na Suprema Corte, em “Marshall: Igualdade e Justiça”.

Como saudação, Boseman deixa eternizado os braços cruzados no peito que criou para o Pantera Negra.

“Wakanda para sempre”.

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