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Lista de Cinco | Músicas para se preparar para a volta de My Chemical Romance

A banda se prepara para novos shows. Que tal matar a saudade?

A banda norte-americana My Chemical Romance foi formada em 2001 e é composta pelo vocalista Gerard Way, o baixista Mikey Way e os guitarristas Ray Toro e Frank Iero. Classificada como banda de rock alternativo e emocore, MCR fez um grande passeio entre estilos musicais ao longo da sua trajetória, nos apresentando um punk melodioso em I Brought You My Bullets, You Brought Me Your Love, o álbum de estreia, e um hard rock oitentista com um quê de ópera em The Black Parade, terceiro disco do grupo.

No segundo lançamento, Three Cheers for Sweet Revenge, talvez seja possível encontrar alguns resquícios sonoros de Misfits, em um álbum gótico-punk, com letras sobre amores condenados e muitas referências ao horror. O quarto e último álbum de estúdio lançado foi Danger Days: The True Lives of the Fabulous Killjoys. Ele tem uma pegada mais despojada, com músicas mais pop e com sintetizadores e bipes eletrônicos.

Em março de 2013, MCR anuncia seu fim por meio de comunicado no site oficial. Para os fãs, foi um momento de dor. Para os integrantes, um momento para seguir projetos pessoais ou lançar alguns conteúdos especiais da banda. Mas 2019 chegou com uma surpresa: por meio das redes sociais, a banda anunciou o primeiro show do grupo em sete anos. A apresentação acontece no dia 20 de dezembro, em Los Angeles. O ano de 2020 também vai contar com shows no Japão, Austrália e Nova Zelândia. Os ensaios começaram, e a prova é uma foto publicada no Instagram do grupo, que mostra os quatro músicos reunidos em um estúdio.

Ainda sem uma confirmação se vão ser lançadas novas músicas ou até um novo álbum, nos resta matar a saudade de My Chemical Romance por meio de algumas canções.

1 – Mama

Essa música é uma carta e nela, filho conta para a mãe que, adivinha só, nós todos somos cheios de mentiras e vamos para o inferno. O assombro por ter ido a uma guerra acompanha o resto da vida deste filho. Ele sofre pelas decisões que tomou, pelos companheiros de batalha que perdeu, e se sente completamente condenado. A carta em sua maior parte é escrita por Gerard Way. Com essa música, podemos sentir o quão bom compositor é o vocalista.

2 – Drowning Lessons

Diretamente do primeiro álbum, essa canção traz em suas letras temas como insanidade, morte e celebração do fim. Temáticas mórbidas, com guitarras e vocais que não são tão darkness, mas reforçam um pouco da agonia das lições de afogamento.

3 – To the End

Aqui, os solos de guitarra de Ray Toro são o ponto alto, que criam uma identidade única ao My Chemical Romance. Misture o talento de Toro com a bem composta letra de Gerard Way e o resultado é To the End, do segundo álbum do grupo.

4 – Skylines and Turnstiles

Essa talvez possa ser chamada de primeira canção do My Chemical Romance. Gerard Way presenciou os ataques de 11 de setembro, a principal referência para essa música. Compôs a música e logo depois criou a banda ao lado do irmão e mais dois amigos.

5 – Welcome to The Black Parade

Welcome to the Black Parade é um espetáculo. A introdução da música é digna de uma apresentação com performances e muita teatralidade. Ela não precisava nem mesmo de um videoclipe para mostrar sua grandiosidade, mas ainda bem que teve um. A canção pode ser considerada o coração do álbum The Black Parade e convida o público a cantar e, quem sabe, desfilar junto.

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5 álbuns maranhenses para você ouvir durante a quarentena

O atual cenário da música maranhense traz trabalhos que aliam o pop aos ritmos regionais.

A nova safra de artistas maranhenses é marcada por um importante elemento no processo de produção: a criatividade. São nomes que buscam no dialogo entre as referências locais e do mundo as bases que alimentam o seu som, dando vida a registros marcados pelo que há de melhor na música pop atual, sem deixar de transmitir a regionalidade típica do estado. E esse dialogo assertivo reflete em cada minuto de audição dos discos e EPs lançados por eles e, também, em cada componente visual presente em seus videoclipes.

Em um momento que o distanciamento social é recomendação vital para assegurar a não proliferação do coronavírus, a falta daquele abraço e calor humano parece triplicar a cada segundo de isolamento. Para amenizar essa sensação, uma boa recomendação é ouvir música e melhor ainda é ouvir a música da nossa gente.

Elementos e Hortelã na Terra dos Eucaliptos; Vinaa

O mais recente álbum de inéditas de Vinaa é um passeio pelos ritmos latinos. É um catálogo de canções que trilha por gêneros com salsa, tango, cumbia e muitos outros, criando pequenos experimentos que apontam para clássicos do ritmo. Além disso, o maranhense não deixa de exaltar a própria terra ao trazer faixas que recorrem ao cacuriá e tambor de crioula para dá bases à estética sonora proposta em seu disco.

Já o trabalho visual dessa obra é lapidado por pinceladas de tons quentes, uma clara alusão aos gêneros que alimentam às canções, completa oposição ao seu disco anterior, que mergulha em tonalidades mais frias. Vinaa ainda conduz a sua narrativa lírica para identidade visual, que leva o ouvinte para as conexões com as divindades dos mares e a exploração do estrangeiro.

Special Power; Paulão

Após três anos de lançamento do Faz Escuro Mas Eu Canto (2016), Paulão retornou com o ótimo EP Special Power (2019), trabalho em que ele assina a produção das faixas, além da composição das letras. São cinco canções que crescem de forma gradativa, detalhando cada componente instrumental de forma democrática. Beats eletrônicos, acordes tênues e, por vezes, festivos do teclado, além de uma percussão que vai desde os tambores maranhenses a música jamaicana, dão contornos de malemolência às faixas, e que facilmente colocam qualquer um para dançar.

O mesmo detalhamento é visto nos registros visuais que acompanham o EP, caso dos videoclipes para as faixas “Special Power” e “TQT”. Trabalhos que se instalam no cotidiano e na cultura maranhense para realçar o som carregado pela regionalidade de Paulão. São instantes em que festas, frutas, legumes e o vai e vem e das feiras estampam o vídeo de forma aparentemente aleatória, mas com um carga narrativa visual que por si só fala do povo maranhense e seus costumes.

Preta Velha; Camila Reis

Em seu primeiro álbum de inéditas, Camila Reis traz um importante elemento para a construção lírica e sonora de sua obra: a espiritualidade. Desde o nome do disco ao arsenal de instrumentos, Reis deixa evidente sua forte ligação com as religiões de matrizes africanas. As sete faixas que compõem o disco, todas de autoria da cantora, facilmente provocam no ouvinte o resgate do imaginário dos terreiros e celebrações religiosas.

Além disso, cada verso entoado pela maranhense retrata a força da mulher por meio da saudação às divindades femininas afro-brasileiras. E tal proposta ganha ainda mais vida graças aos nomes que colaboram nas faixas do álbum, como Ana Regina Arcanjo e Rosa Reis. Um completo retrato das personagens e narrativas da cultura local enraizada nos costumes africanos, que continuam vivos nas manifestações culturais maranhenses.

Pandú; Enme

Destaque na Vogue Itália, videoclipe premiado, mais de 100 mil plays no Spotify e shows pelo Brasil. Esses são só alguns dos grandes feitos advindos com o lançamento de Pandú (2019), primeiro EP de Enme. A drag queen se tornou um dos nomes mais fortes da música atual maranhense não foi por acaso. O primeiro EP veio anos depois da maranhense despontar no meio musical e revela o refinamento artístico de Enme ao longo desses anos.

Ao lado do Dj Brunoso, a cantora construiu um pequeno catálogo que se apropria de fórmulas conhecidas pelo público de forma criativa e completamente autêntica. O R&B, hip-hop, rap, reggae, cacuriá e tambor de criola se unem para dar forma a um ótimo exemplar da música pop, aliando as rimas ágeis e sorrateiras de Enme às batidas que dominam cada instante de audição do EP.

Meio Amargo; Yhago Sebaz

O maranhense Yhago Sebaz recolheu as desilusões amorosas, suas fragilidades e dores oriundas do fim de seu relacionamento para dar forma ao seu primeiro álbum de inéditas. Meio Amargo (2019) é um registro confessional de um artista negro e gay, que usou a arte para emoldurar seu processo de emancipação amorosa e regaste do controle sentimental.

Toda lírica marcada pela melancolia chega ao pública dentro dos caminhos traçados pela música pop. São canções que, mesmo fruto de um momento delicado, não deixam de trazer melodias acessíveis e versos chicletes. Além disso, Sebaz alia essa roupagem tão atual a boas doses de reggae, blues, soul, ritmos latinos e afros.

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8 quadrinistas maranhenses incríveis para você conhecer e valorizar

Do mangá aos Comics, os artistas mesclam os vários estilos dentro do mundo dos quadrinhos

Quadrinhos de Wagner Elias, Ronilson Freire e Zilson Costa (Foto: Reprodução)

Quando se pensa no Maranhão, automaticamente somos levados às belezas naturais, comida típica, atrações culturais da região e acervo arquitetônico histórico. O que muitos não sabem é que nossa terra também guarda muitos talentos em diversas áreas que, normalmente, têm destaque em outros estados e países, mas que merecem grande visibilidade aqui, como é o caso dos artistas que produzem histórias em quadrinhos. Por isso, trouxemos uma lista com alguns talentosos quadrinistas das terras maranhenses.

Wagner Elias

(Foto: Arquivo Pessoal/Reprodução)

Wagner é professor de desenho e quadrinista desde 2009, quando começou a publicar seus trabalhos em plataformas digitais. Seu interesse pelo desenho veio desde a infância por influência do pai, que também desenhava. O primeiro contato que teve com os quadrinhos foi com as histórias clássicas do Pato Donald e Zé Carioca, conhecendo em seguida os super heróis na adolescência e depois desenvolvendo a paixão pelos mangás, que são a principal influência em seu trabalho. Em 2015 ganhou dois concursos de mangás nacionais, o Brazil Mangá Awards, promovido pela editora JBC, e o Dracomics Shonen, realizado pela editora Draco, com o mangá Divisão 5, que está com seu segundo volume em produção.

Entre 2016 e 2019 foi destaque no Silent Mangá, seletivo realizado pela editora japonesa Comix Corp of Japan, dirigida pelo ex-diretor chefe da revista Weekly Shonen Jump, Nobuhiko Horie. Atualmente Wagner trabalha em alguns títulos publicados online, como Kenzo, na plataforam Shanda Comics; Metal Riders, publicado pela Shonen Comics; e Divisão 5, pela editora Draco.

Clique AQUI para conferir mais trabalhos do artista.

Rom Freire

(Foto: Arquivo Pessoal/Reprodução)

Rom Freire desenha de forma autodidata desde a infância, mas, antes de seu trabalho profissional, publicava em fanzines e revistas amadoras. Foi ilustrador e diagramador em uma agência de publicidade durante 17 anos, entrando para o mercado profissional de quadrinhos em 2009, fazendo seu primeiro trabalho para a editora norte americana 12 COMICS. Em 2013, quadrinizou a obra Fausto, de Göethe, adaptada por Leonardo Santana e colorida por Dinei Ribeiro. Publicada pela editora Peirópolis em 2017, recebeu no ano seguinte, do Instituto Interdisciplinar de Leitura da PUC-RIO e da Cátedra Unesco de Leitura, o Selo Seleção Cátedra 10 pelo seu valor literário, plástico e editoral, que se tornou um artefato indispensável para a arte-educação.

Ele criou os personagens Guerreiros de Glaatu, Khronos, Loonar e Grimorium, que foi lançado em revista própria em 2016. Atualmente desenha a revista Dreadlocks para a Urban Style Comics, de Detroit, além de várias outras revistas de autores independentes brasileiros.

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Iramir Araújo

(Foto: Imirante/Divulgação)

A trajetória artística de Iramir iniciou desde a infância, quando começou a aprender a ler e fazendo da leitura o centro da sua vida. Aos 8 anos teve contato com os primeiros quadrinhos, ajudando ainda mais no processo de aprendizagem. A partir daí, começou também a desenhar, copiando os desenhos das revistas que lia na época, como Tio Patinhas, Tarzan e Batman. Iniciou o trabalho com os desenhos e quadrinhos fazendo fanzines, transformados depois em quadrinhos mais compatíveis com o que era visto no mercado da época.

Ao lado de amigos e também quadrinistas, como Rom Freire, Beto Nicácio e Ronilson Freire, formaram o grupo Singular Plural, criando a revista com o mesmo nome derivada dos fanzines que eram feitos nos anos 90. Além dela, criaram a Revista Fusão, em que Iramir atuou como editor e escritor, dando vida ao delegado Augusto dos Anjos na revista Corpo de Delito, que trazia crônicas policiais da cidade.

Como fazia o curso de História na Universidade Federal do Maranhão, iniciou um projeto baseado nas histórias e aspectos da cultura maranhense. Depois de um grande processo de pesquisa, lançou o álbum em quadrinhos “Balaiada, a guerra do Maranhão”, no ano de 2010, em parceria com Beto Nicácio e Ronilson Freire. Ainda ligado ao elo da cultura maranhense no seu trabalho, Iramir lançou no ano de 2012, em parceria com Ronilson Freire, o álbum “Ajurujuba – a fundação da cidade de São Luís”. Em 2019, também ao lado de Ronilson Freire, lançou a quadrinização de uma das obras máximas da literatura brasileira: O Mulato, de Aluízio Azevedo.

Zilson Costa

(Foto: Arquivo Pessoal/Reprodução)

Como um dos fundadores do grupo Fator RHQ, Zilson começou a produzir quadrinhos no Maranhão em 1999. Com seu grupo, produziu o fanzine Área de Mancha até a edição 4, ganhando o prêmio de Melhor Revista Estrangeira em Língua Portuguesa no Festival de Amadora, em Portugal, no ano de 2003. Entre 2007 e 2009 publicaram a revista Comicstation até o número 8, sendo a revista em quadrinhos maranhense a durar mais tempo nas bancas.

Em 2012, Zilson começou a trabalhar para o mercado americano e permanece até hoje com editoras como Argo Comics, Grayhaven, Isle Squared Comis e Dojo Kun Comics. Também publica materiais autorais, como as revistas do Homem Caveira e a Evil Machines, revista inspirada na banda, de mesmo nome, em que é guitarrista e vocalista.

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Dreyce Lima

(Foto: Arquivo Pessoal/Reprodução)

Apaixonada pelo desenho logo na infância, começou a desenhar desde que aprendeu a pegar em um lápis, assim como os quadrinistas e ilustradores que admira, como diz. Tendo base os saudosos animes da Tv Manchete e Tv Globo, como Shurato, Dragon Ball, Sailor Moon e, sobretudo, Cavaleiros do Zodíaco, Dreyce tem como grande influência em seus traços Shingo Araki, responsável pelo design dos personagens da adaptação para anime do mangá de Masami Kurumada. Atualmente está focando em dois projetos autorais: As Crônicas de Elderland e The Bodyguards, ambos em fase de finalização dos scripts, conciliando seu trabalho artístico com a faculdade, estudo de design gráfico e pintura digital.

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Ronilson Freire

(Foto: CCXP /Reprodução)

Iniciando seu trabalho como ilustrador de peças publicitárias no início dos anos 2000, Ronilson é hoje uma das maiores referências em quadrinhos do Maranhão e do Brasil. Participou da criação de fanzines junto de outros quadrinistas da região, como Beto Nicácio, Rom Freire, Iramir Araújo e Joacy James. Também com alguns deles trabalhou em projetos que retratavam histórias da cultura maranhense, como “Balaiada, a guerra do Maranhão” e “Ajurujuba – a fundação da cidade de São Luís”. A trajetória de Ronilson no mundo dos quadrinhos é extensa, passando por editoras como Dynamite, Titan Comics e Marvel Comics. Com 10 anos de carreira no mercado internacional, já trabalhou com personagens como Vampirella, Green Hornet, Justice INC- The Avenger, Swords of Sorrow: Miss Fury & Lady Rawhide.

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Osmael Santos

(Foto: Arquivo Pessoal/Reprodução)

Designer de formação, Osmael tem a paixão pelo desenho e pelos quadrinhos desde os 4 anos de idade, mas foi a partir dos 12 que começou a imaginar a possibilidade de ter o desenho como algo profissional para sua vida. A partir desse pensamento, começou os estudos mais profundos sobre a arte, sempre de maneira autodidata, reproduzindo seus desenhos preferidos da época, como Dragon Ball, Street Fighter e Yu Yu Hakusho.

Com o tempo passou a criar seus próprios personagens baseados em outros de que era fã, como Spawn, Superboy e Impulso, produzindo histórias ao redor das suas criações. Uma das suas maiores influência nos quadrinhos é o autor Joe Madureira, quadrinista americano que tem como característica a união de elementos dos comics e mangás em seus traços.

O primeiro projeto profissional de Osmael foi ORB: Evolução Final, uma história de ficção científica, que sempre foi seu tema de maior interesse. Atualmente está trabalhando no segundo capítulo de ORB, estando já em desenvolvimento outras duas histórias: Ilha da Lenda, mangá que vai abordar as lendas de São Luís, e Últimas Sombras, história que vai se passar durante o apocalipse.

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Beto Nicácio

(Foto: Imirante/Reprodução)

Professor, artista plástico, animador e quadrinista, Beto é outra grande referência dos quadrinhos maranhenses. Entre seus vários trabalhos, podemos destacar a participação na coletânea MSP+ 50, projeto realizado em 2010 que buscava recriar as clássicas histórias de Maurício de Sousa a partir da visão e arte de vários artistas de todo o Brasil. No projeto, Beto produziu uma história com a releitura do personagem pré-histórico Piteco.

Em 2013 lançou o álbum Proscritos, história típica brasileira com toques de horror. Além disso, em parceria com Iramir Araújo, lançou o álbum Jurados de Morte em 2017 e participou da revista Corpo de Delito. Beto também foi premiado três vezes em salões de Humor e quadrinhos do Brasil, em Volta Redonda, São Paulo e Pará. Além de três vezes nas Mostras Maranhenses de Humor-DAC/PROEX/UFMA, de 2004 a 2006.

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Filmes

Veja os títulos natalinos da Netflix em 2020

Vamos celebrar juntos esta que é uma das melhores épocas do ano?

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Uma Invenção de Natal

Ho, ho, ho! O Natal está chegando e, com ele, um montão de filmes e séries natalinos para todos os gostos – seja uma comédia musical ou um romance mágico. Nesta Newsletter Especial de Natal, você vai encontrar as datas de estreia, primeiras imagens, pôsteres e trailers desses lançamentos festivos. 

Vamos celebrar juntos esta que é uma das melhores épocas do ano?

28 de outubro

🎬 Amor com Hora Marcada

10 de novembro

📺 Dash & Lily

05 de novembro

🎬 Missão Presente de Natal

13 de novembro

🎬 Uma Invenção de Natal

18 de novembro

📺 Holiday Home Makeover with Mr. Christmas

19 de novembro

🎬 A Princesa e a Plebeia – Nova Aventura

20 de novembro

🎬 O X do Natal

22 de novembro

🎬 Natal com Dolly Parton

24 de novembro

📺 Dragões: Equipe de Resgate: Dia de festa em Huttsgalor

25 de novembro

🎬 Crônicas de Natal 2

27 de novembro

📺 A Go! Go! Cory Carson Christmas

🎬 Dance Dreams: Hot Chocolate Nutcracker

📺 Sugar Rush Natal: 2ª temporada

29 de novembro

📺 Criaturinhas: É Tempo de Festa!

Chega em dezembro 

📺 Namorado de Natal: 2ª temporada

📺 How to Ruin Christmas: The Wedding

01 de dezembro

🎬 O Natal de Angela

📺 The Holiday Movies That Made Us

03 de dezembro

📺 Chico Bon Bon and the Very Berry Holiday

🎬 Tudo Bem No Natal Que Vem

04 de dezembro

📺 Capitão Cueca – Feliz Meganatal

05 de dezembro

📺 Mighty Express: A Mighty Christmas

08 de dezembro

📺 Super Monstros: Ajudando o Papai Noel

09 de dezembro

📺 Ashley Garcia: Genius in Love: Christmas

📺 The Big Show Show: Christmas 

11 de dezembro

📺 A Trash Truck Christmas

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Filmes

5 ótimos documentários para você assistir na Netflix

Política, história do mundo, bastidores de filmes. Tem documentário para todos os gostos.

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Listas são traiçoeiras, a gente sabe. Nunca são unanimidade e, por isso, quase sempre são diferentes (mas aqui você vê as melhores, rs). Já falamos várias vezes de filmes, de séries, de animes e agora é a vez dos documentários, quase sempre tão construtivos, indo desde os bastidores de histórias famosas até explicando sobre da extinção do partido comunista indonésio…

Separamos, então, uma lista rápida com 5 documentários que assistimos e sugerimos que você possa dar uma olhada assim que tiver um tempo livre:

Filmes que Marcaram Época (2019)

Série documental de quatro episódios que mostram os bastidores de blockbusters que uniram e divertiram gerações. Nele, você pode conhecer melhor os atores, diretores e outros profissionais do cinema que tornaram tudo possível.

Dont F**k With Cats trailer (2019)

Série documental pesada de três longos episódios que mostram quando um homem misterioso publica um vídeo em que mata dois gatinhos, usuários de internet do mundo todo entram em ação para tentar encontrar o culpado. Sentindo-se encorajado pela atenção recebida, o matador passa a postar vídeos cada vez mais perturbadores, até que comete homicídio.

Minha História (2020)

Esse filme documental é a segunda parceria dos Obamas com a Netflix e acompanha os bastidores da turnê de Michelle para seu livro em 34 cidades diferentes. Destacando o poder da união entre a comunidade durante os 8 anos de seu mandato e o de seu marido e o poder da conexão quando ouvimos histórias, o longa conta uma parte da jornada da advogada, escritora e ex-primeira-dama dos Estados Unidos.

História: Direto ao Assunto (2020)

Esse série documental funciona como aulas curtas, de 20 minutos, sobre a história do mundo. Cheia de infográficos e imagens de arquivo, esse excelente documentário fala sobre avanços da ciência, movimentos sociais e descobertas que mudaram o mundo.

Bandidos na TV (2020)

Uma série documental de sete episódios sobre assassinato, poder, uma celebridade e um império do crime. Conheça a história real do apresentador de TV acusado de literalmente matar para ganhar audiência e usar seu programa para esconder a verdade. Pode parecer um pouco arrastado na metade, mas termina com uma mensagem poderosa.

Bastidores de filmes, história do mundo, crimes bárbaros e política. Tem documentário para todos os gostos.

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