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Grupo feminino está na final para escolha do samba-enredo da Turma do Quinto

Representando a força e profissionalismo feminino, grupo é destaque na área da composição maranhense.

Na última sexta-feira (29), no palco da Madre de Deus, as compositoras Carol Cunha, Selma Delago, Wanda Cunha e Isabel Cunha conquistaram uma vaga na final do concurso para a escolha do samba-enredo da Turma do Quinto, que em 2020, homenageará os cem anos de Bacabal.

“Virou o rio Mearim o meu coração, e o Quinto na Avenida, na Ribeira da emoção, é Madre Divina, é minha paixão, é branco, é azul-poesia na batida da Explosão!”. Com essas palavras no refrão tocante, em sua última apresentação, o grupo foi calorosamente aplaudido pela comunidade da Madre Divina.

No palco, as compositoras também contaram com a participação das cantoras Andrea Frazão e Mazé Veras (do Grupo As Sirigaitas); da cavaquinhista Lia Lobato (do Grupo As Brasileirinhas); do baixista Caio César e também da participação especial do cavaco de Philippe Sapuca.

A final será realizada na sede da escola na próxima sexta-feira (06), a partir das 23 horas e para o dia, elas levarão ainda o cavaquinhista Márcio Guimarães e a violonista Loren Correa.

“A participação feminina no concurso para escolha do samba-enredo da Turma do Quinto contribui para o fortalecimento do segmento das escolas de samba. Justamente a Turma do Quinto que já nos anos setenta apresentou a intérprete Maria Diniz, a primeira mulher que puxou o samba de uma Escola em nosso Carnaval.  A ousadia das meninas Cunha e de Selma Delago junta-se ao belo canto de Maria Diniz e faz história no carnaval maranhense “. É o que afirma o Presidente do Conselho Fiscal da Turma do Quinto, Gersinho Silva, que admira o grupo e se empolga com a história que todas estão construindo na área.

Quebrando os padrões de um espaço outrora predominantemente masculino, o grupo de compositoras têm recebido um tratamento de gentileza e companheirismo tanto pela diretoria da TQ quanto pelos seus concorrentes, mostrando o espírito receptivo e aceitação pelo trabalho das mulheres. “O samba delas cresceu muito no palco”, comentou o compositor e cavaquinhista Philippe Sapuca sobre a classificação das compositoras.

O bloqueiro e compositor Zé Lopes deixa bem claro que não há prefêrencia de melhor samba, afirmando que todos têm a mesma chance de ganhar. O compositor também afirma que as compositoras quebraram tabus, pois estão em uma disputa com a mais fina estirpe de compositores e cantores do samba. “Independente do resultado, elas são as maiores vencedoras desse concurso e são as grandes responsáveis pela renovação da nossa tão sofrida Música Popular produzida no Maranhão”, concluiu Lopes.

Os finalistas – Pela ordem de apresentação, as cinco propostas para a final são:

1. Zé Lopes, Walasse Godinho, Gilvan Mocidade e Manu Lopes;

2. Manoel Henrique, Carlos Boni, Cecel Mix, João Eudes e Mikael Prata;

3. Silvio Rayol, Philippe Sapuca, Valmir Sales e Camarão Mendes;

4. Alysson Ribeiro, Dominguinhos Lopes, Eulálio Figueiredo e Renato Guimarães;

5. Carol Cunha, Wanda Cunha, Selma Delago e Isabel Cunha.

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Billie Eilish aparece em sua forma “anime” em novo clipe

My Future é o novo single da cantora.

Billie Eilish, vencedora do Grammy 2020, está sempre inovando em suas músicas. Dessa vez a cantora lançou um single recentemente. A música já possui um clipe e ele é totalmente animado, com traços semelhantes às animações japonesas. 

“My Future” segue o último single de Eilish, “Eveeything I Wanted” e “No Time to die”, faixa que foi escrita para o próximo filme de James Bond, 007: Sem Tempo Para Morrer. 

Antes, a cantora lançou seu álbum de estreia, intitulado When We All Asleep, Where Do We Go? 

O clipe inicia mostrando traços de melancolia, apresentando a própria cantora em sua versão animada caminhando na chuva. Na metade do vídeo, o clima de tristeza abre espaço, tanto na musicalidade quanto nas imagens, para um toque mais animado e otimista. 

Recentemente Eilish se tornou a primeira mulher a levar as categorias de Álbum do Ano, Artista Revelação, Canção do Ano e Gravação do Ano numa mesma edição do Grammy, mostrando o quão bem vindo foi o trabalho da artista. 

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Cine CPFL estreia programação de agosto em formato digital

Mostra Cinema e Reflexão terá cinco filmes aclamados pela crítica disponibilizados com acesso gratuito.

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Los Silencios, de Beatriz Seigner (Foto: divulgação)

Paralisado desde março, em razão da pandemia de coronavírus, o Cine CPFL retoma com a mostra Cinema e Reflexão, a partir de agosto, em versão digital. A programação, disponível entre os dias 4 e 31 de agosto, reúne filmes aclamados pela crítica, além de dois debates com cineastas de longas apresentados na mostra. Os filmes ficarão hospedados na Looke, serviço de streaming brasileiro, e o acesso será gratuito através do site.

Com o tema “Relações Pessoais no Século 21”, a seleção de agosto traz cinco longas-metragens recentes que colheram premiações e elogios da crítica especializada. A exibição dos filmes é precedida de uma breve apresentação feita pelos curadores do projeto, Francisco Cesar Filho e Lucas Reitano, contextualizando cada obra. “As discussões sobre relações pessoais são questões presentes na cinematografia internacional contemporânea e, nas mais elogiadas produções recentes, esta temática se desdobra em outros subtemas, como família, trabalho e sociedade”, explica Francisco Cesar Filho.

Para os debates, os cineastas Marcelo Gomes e Beatriz Seigner participam de lives sobre seus filmes nos dias 21 e 28 de agosto, respectivamente, às 16 horas. A transmissão ao vivo ocorrerá pelo perfil Mostra Cinema e Reflexão no Facebook.

Selecionado para o Festival de Cannes, “A Nossa Espera” (“Nos Bataille”, Bélgica/França, 2018, 99 min, 12 anos) tem como destaque a atuação do premiado ator francês Romain Duris, que interpreta Olivier. O personagem faz o melhor que pode para combater as injustiças em seu trabalho. Mas de um dia para o outro, sua esposa Laura inesperadamente abandona a família, e ele se vê sozinho tendo que lidar com as necessidades de seus filhos pequenos, os desafios do cotidiano e as demandas de seu trabalho. No elenco estão ainda Laure Calamy e Laetitia Dosch. O diretor belga Guillaume Senez assina aqui seu segundo longa-metragem que, assim como em sua estreia, “9 Meses”, tem como temática central a paternidade. Trailer aqui

Em “Estou me Guardando para Quando o Carnaval Chegar” (Brasil, 2019, 86 min, 10 anos) o diretor pernambucano Marcelo Gomes volta suas câmeras para a cidade de Toritama, no interior nordestino. A localidade é um microcosmo do capitalismo implacável: a cada ano, mais de 20 milhões de jeans são produzidos em fábricas de fundo de quintal.  Os moradores trabalham sem parar, orgulhosos de serem os donos do seu próprio tempo. Durante o Carnaval – o único momento de lazer do ano – eles transgridem a lógica da acumulação de bens, vendem seus pertences sem arrependimentos e fogem para as praias em busca de uma felicidade efêmera. O filme foi selecionado para o Festival de Berlim, mereceu menção especial no Festival de Chicago e venceu o prêmio da crítica, além de receber duas menções honrosas (do júri oficial e do Prêmio ABD), no festival É Tudo Verdade. Trailer aqui

Também selecionado para o Festival de Cannes, dentro da Quinzena dos Realizadores, a coprodução Brasil/Colômbia/França, “Los Silencios” (2018, 86 min, 12 anos), focaliza três integrantes de uma família – Nuria, Fábio e sua mãe Amparo –  que chegam a uma pequena ilha no meio da Amazônia. Eles fugiram do conflito armado colombiano, onde o pai desapareceu. Certo dia, ele reaparece na nova casa de palafitas. A família é assombrada por esse estranho segredo e descobre que a ilha é povoada por fantasmas. Enrique Diaz é destaque no elenco, ao lado de Marleyda Soto e María Paula Tabares Peña. Com este seu segundo longa-metragem, a cineasta brasileira Beatriz Seigner (de “Bollywood Dream – O Sonho Bollywoodiano”) conquistou o prêmio de melhor direção e o prêmio da crítica no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, o prêmio especial do júri nos festivais de Lima, Kerala (Índia) e de Natal, melhor filme de estreia no Festival de Havana e o Prêmio ICFT Unesco – Ghandi no Festival Internacional da Índia. Já no Festival de Estocolmo, venceu o Prêmio Impacto por apresentar, segundo os jurados do evento, “personagens fortes e a maneira como lida com grandes problemas em um país em mudança, com uma abordagem íntima”. Trailer aqui.

“Elegia de Um Crime” (Brasil, 2018, 92 min, 14 anos), do diretor Cristiano Burlan, revisita um fato ocorrido na cidade de Uberlândia, Minas Gerais, em 24 de fevereiro de 2011. Foi quando Isabel Burlan da Silva, mãe do realizador, foi assassinada pelo parceiro. Diante da impunidade do crime, o filme mergulha numa viagem vertiginosa para reconstruir a imagem e a vida de Isabel. A obra encerra a “Trilogia do Luto”, com filmes que abordam a trágica história da família do cineasta, incluindo as mortes do pai e de um irmão. No festival É Tudo Verdade, foi o vencedor dos prêmios ABC-SP e EDT de documentário. No mesmo evento, em 2013, “Mataram Meu Irmão”, parte da trilogia, foi o grande vencedor da competição brasileira, tendo recebido o Prêmio CPFL Energia/É Tudo Verdade “Janelas para o Contemporâneo”. Trailer aqui

“Temporada” (Brasil, 2018, 113 min, 14 anos), do diretor mineiro André Novais Oliveira, foi selecionado para o prestigioso Festival de Locarno, na Suíça, e no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, venceu os prêmios de melhor filme, atriz, ator coadjuvante, fotografia e direção de arte. No enredo, a personagem Juliana está se mudando de Itaúna, no interior de Minas Gerais, para a periferia industrial de Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte. Lá, vai trabalhar no combate às endemias e neste seu novo trabalho conhece pessoas e vive situações pouco usuais que começam a mudar sua vida. Ao mesmo tempo, ela enfrenta as dificuldades no relacionamento com seu marido, que também está prestes a se mudar para a cidade grande. Interpretando a protagonista está a atriz, diretora, curadora e dramaturga mineira Grace Passô. Completam o elenco: Russo Apr, Rejane Faria, Hélio Ricardo e Ju Abreu. Trailer aqui

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Free Fire apresenta Plano Bermuda, evento inspirado em La Casa de Papel

Parceria entre Garena e Netflix trará novo modo de jogo.

Foto: Divulgação

Free Fire, o famoso jogo da Garena é conhecido por seus eventos. O próximo que foi divulgado recentemente será um evento temático com a série da Netflix La Casa de Papel, onde a empresa promete trazer novidades como roupas e equipamentos exclusivos. 

O evento tem data para novembro, embora sem um dia definido ainda, e será chamado de Plano Bermuda. Uma das atrações será o modo Cada da Moeda, onde os jogadores formarão equipes de 4 pessoas com a intenção de encontrar impressoras de dinheiro no mapa e emitir o maior número possível de notas. O grupo que conseguir um determinado valor no tempo estipulado, vencerá. 

O evento, como em todos os outros, trará paraquedas temáticos e equipará os personagens com o famoso macacão vermelho e as máscaras de Salvador Dalí que vemos os atores da série usando. Além dos objetos para os personagens, o lobby contará com decorações temáticas. 

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