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CCXP fecha edição de 2018 com mais de 260 mil visitantes

Metade desse público é de São Paulo e o restante está distribuído pelos demais 26 estados e o Distrito Federal.

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Foto: Divulgação/CCXP

A CCXP18 terminou neste domingo, 9, e se reafirmou como o maior festival de cultura pop do mundo ao receber um total de 262 mil visitantes. Deste número, 50% corresponde a São Paulo e o restante está distribuído pelos demais 26 estados e o Distrito Federal. Quem passou pelo evento veio preparado para garantir lançamentos de produtos e itens desejados pelos amantes deste universo, o que trouxe a CCXP um ticket médio de compras de R$300.

Outro dado que chama atenção é a presença feminina no cenário geek. Somente nesta edição, do total de público presente, 55% correspondeu a homens e 45% foi feminino. Sendo que, se analisarmos o fator idade, até os 25 anos as mulheres compareceram em maioria em relação ao sexo oposto.

Falando em conteúdo, a CCXP18 trouxe a meca do cinema internacional, a partir de lançamentos e surpresas promovidas pelos estúdios para quem estava nos Auditórios do evento, com participações internacionais de Jake Gyllenhaal, Sandra Bullock, Zachary Levi, Tom Holland, Brie Larson, Ellen Page, Michael B. Jordan, Sebastian Stan, Ellen Page e Tom Holland, entre outros. Estiveram presentes 42 delegações de Hollywood, um recorde do festival.

“Não foi por acaso que nos tornamos o centro das atenções do mundo quando do estamos falando em lançamentos de cultura pop. A CCXP cresceu e hoje estamos inclusive chegando a outro continente. Queremos que o mundo conheça a qualidade de entrega do Brasil quando o assunto é o universo do entretenimento. Todos os estúdios estão aqui nos prestigiando e trazendo seus conteúdos ainda não vistos por outros países”, afirma Pierre Mantovani, CEO da Omelete Company.

CCXP: um festival de experiências para todas as idades

As 103 marcas presentes na CCXP18 produziram ativações especiais para receber um público bastante exigente. Destas, cinco eram patrocinadoras e oito apoiadoras. Da beleza da cenografia à qualidade da programação, os visitantes tiveram experiências que iam desde uma simulação da série Casa do Papel, de NETFLIX; a fotos em cenografias de filmes da Disney/Pixar como Alladin, Toy Story 4 e Dumbo; até a vivência de realidade virtual para pouso de helicóptero promovida pela Globoplay, que trouxe a série a “Ilha de Ferro” para o seu espaço. O robô Bumblebee, que tem sua estreia na tela grande em 25 de dezembro, marcou presença na área da Hasbro.

O público que buscou produtos exclusivos pode aproveitar os lançamentos dos colecionáveis da Iron Studios e ainda os Fine Arts da Disney também trazidos pela empresa.

Outra área do evento que recebeu inúmeros fãs foi a Artists’ Alley, com um total 530 quadrinistas que levaram sua expressão para a CCXP. Já o Creators Stage, novo espaço do festival foi uma aposta de sucesso. O local surpreendeu os visitantes ao receber mais de 120 nomes entre celebridades da TV e criadores de conteúdo para uma programação diversificada que ia desde aulas de gastronomia, talks show, apresentações musicais e outras atividades.

De acordo com a organização do evento, a estimativa é que, somados, o faturamento das marcas, chegue a R$ 50 milhões. Ainda em números, a CCXP18 gerou um total de 10 mil empregos, entre diretos e indiretos.

“Além da geração de emprego, que é de grande importância para a nossa economia local, trazemos um outro número extremamente relevante, que é o de turistas. O impacto econômico que causamos é estimado em R$ 100 milhões. Para o próximo ano, já estamos trabalhando para ampliarmos ainda mais as entregas tanto para o público quanto para os nossos parceiros nesse evento épico. Todos podem se preparar”, afirma Mantovani contando em primeira mão que a CCXP 2019 acontecerá de 5 a 8 de dezembro.

Transmissão da CCXP18 chega a 55 países

Foram quatro dias de evento, com um total de 41 horas de programação ininterrupta, o que significa que as equipe de redes do Omelete não pararam um segundo sequer. Foram produzidas 120 horas de live para o canal do Youtube Omeleteve, com um alcance potencial de 100 milhões de pessoas.

“Para alcançarmos este número estrondoso, utilizamos a mesma tecnologia de grandes eventos, como Copa do Mundo e Jogos Olímpicos. Uma unidade móvel ficou dedicada ao Omelete para garantir toda a qualidade que precisávamos. Assim, conseguimos levar conteúdo produzido no Brasil, diretamente da CCXP18, para nada menos que 55 países. Estou realmente comemorando este alcance”, garante Roberto Fabri, CCO da Omelete Company.

Último dia da CCXP18, 9, tem Michael B. Jordan, Sandra Bullock e crianças de Stranger Things

A CCXP18 se despede do público em um domingo épico, como os organizadores dizem. O último dia de Auditório Thunder Cinemark XD começou com um verdadeiro espetáculo da Warner, que levou à loucura os fãs de Michael B. Jordan, Tessa Thompson e Florian Munteanu. Os três falaram sobre a continuação da franquia Rocky Balboa, Creed II, cuja pré-estreia aconteceu no festival. Outra estrela do painel foi Zachary Levi, que interpreta Shazam. O ator se diz emocionado por entrar para o universo da DC Comics: “Shazam! é sobre a criança interior, um menino que se descobre um super-herói. É um filme muito divertido, com um protagonista bastante espirituoso”. Já a Netflix brindou o público com a exibição de “Caixa de pássaros”, que estreia na plataforma dia 21 de dezembro. O estúdio trouxe também Sandra Bullock, uma das estrelas mais aguardadas do evento, e parte do elenco da série Stranger Things.

No último dia do festival, o público também pode conhecer o vencedor o melhor Cosplayer do Brasil. Júlio César Shirou, cosplay do personagem Link, da série de games The Legend of Zelda, levou o título e também um Ford Ka Sedan SE Plus 1.0 Zero km.  O Auditório Prime recebeu os consagrados artistas Lee Weeks e Peter Milligan para masterclasses. Mike Deodato Jr. também esteve presente no espaço e se emocionou ao ser questionado por um fã se continuaria a trabalhar com o personagem Flama, criado por ele.

A Game Arena recebeu a final do Torneio Universitário de eSports do jogo CS: GO. O time da PUC-SP enfrentou a equipe da UTFPR, que se consagrou a campeã. Já no Auditório Ultra o painel mais disputado foi a homenagem ao legado de Stan Lee. Os convidados, Marcio Takara, Mike Deodato, Leonardo Romero, RB Silva e Adriano Di Benedetto, contaram sobre os títulos que estão trabalhando atualmente e quais foram seus primeiros contatos com o universo do icônico gênio da Marvel Comics.

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Crítica | O Mensageiro do Último Dia

Disney lança filme às pressas no cinema e história tinha tudo para surpreender.

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É 1995. Quatro amigos se aventuram em um vale nevado no Butão. Um deles ouve um som distante. Na verdade, apenas ele consegue ouvir. Foi escolhido. Escolhido não, amaldiçoado. Desse jeito, sem motivo. Estava na hora errada, no lugar errado. Hipnotizado, ele persegue o som, mas cai em uma fenda em meio à neve. Ao socorrer o amigo, os demais o encontram em um estado catatônico encarando um esqueleto misterioso. Só aí são 22 minutos em um prólogo que introduz a história de “O Mensageiro do Último Dia” (The Empty Man, 2020). Ainda faltam mais 115 minutos.

Filmado originalmente em agosto de 2017, adaptado de um quadrinho homônimo, o longa salta de 1995 para 2020 onde está o verdadeiro protagonista James Badge Dale (James Lasombra), um policial aposentado que investiga o desaparecimento de um grupo de estudantes que conseguiram a proeza de serem amaldiçoados também.

Lançado no final de 2020, “O Mensageiro do Último Dia” é uma produção do 20th Century Fox que estreou às pressas. Sob nova direção (lê-se: Disney), o trailer foi lançado apenas uma semana antes da estreia. Com tudo para ser uma joia injustiçada do terror e, vejamos pelo lado positivo, com a vantagem de não ter criado expectativa, o filme tinha tudo para impressionar. Mas bateu na trave.

Após apresentar a ameaça principal, The Empty Man dá muitas voltas na investigação que carrega a trama principal na tentativa de fazer o suspense crescer. Funciona até o início do segundo ato. Depois o filme segue sem grandes momentos e se rende aos clichês do gênero à meia luz, do clássico policial protagonista à personagens que ignorando convenientemente o perigo.

Mas, vamos lá, a competente execução de “O Mensageiro do Último Dia” só não se destaca mais porque o filme se limita a tornar o sobrenatural mais em uma ideia que em uma presença real ao longo do filme. O terceiro ato, já nos últimos trinta minutos, se enrosca tanto para encontrar um sentido que gostaria, sinceramente, de perguntar aos atores se eles tinham ideia do que estava acontecendo.

Certamente, já vimos filmes piores que “O Mensageiro do Último Dia” nos streamings por aí. Ponto positivo para a experiência com o design de som, com usos finos e perturbadores de espaço e som, que é bastante interessante. Mas, caso você duvide da falta de elementos para uma história mais forte que tentei descrever aqui, é só assistir e reparar que a Disney sequer se deu o trabalho de assinar o filme nos créditos.

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Filmes

Ray Fisher, interprete do Ciborgue, pode ser excluído da DCEU

Segundo o The Wrap, com a saída de Fisher, o Ciborgue não será interpretado por outro ator.

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Foto: Divulgação

De acordo com o site The Wrap, o ator Ray Fisher, que vive o personagem Ciborgue no universo da DC nos cinemas, pode ter sido excluído do roteiro final de The Flash. Segundo o site, a decisão veio logo após o ator ter afirmado, em seu perfil no Twitter, que não iria mais trabalhar em algum projeto envolvendo Walter Hamada, presidente da DC Films.

Outro que confirmou a saída do ator foi o roteirista de The Flash, Mark Hughes. Ele revelou em seu perfil no Twitter que o estúdio confirmou que o personagem Ciborgue não deve mais aparecer no filme.

O The Wrap revelou ainda que, mesmo com a saída de Fisher, o personagem não será vivido por outro ator. Contudo, a DC Films e Warner Bros ainda não confirmaram a saída de Fisher do projeto.

Entenda o caso

O ator Ray Fisher relatou que após denunciar Joss Whedon, diretor do filme A Liga da Justiça, e outros produtores por comportamento abusivo no set de filmagens, o presidente da DC Films pediu que ele omitisse o nome de Whedon das acusações. Em seu Twitter, ele acusou Walter Hamada de “o tipo mais perigoso de facilitador”.

Em entrevista à Forbes, o interprete do Ciborgue contou que Joss Whedon manteve diversas conversas de teor racista com outros produtores e que resultou na redução da participação do seu papel no filme. “Percebi que as orientações que recebi de Joss durante as refilmagens eram apenas uma versão codificada das coisas racistas que ele dizia atrás de portas fechadas a outros executivos”, afirmou.

Além disso, o ator ainda destacou que o comportamento tóxico do diretor se estendeu a todo o elenco e equipe envolvida no longa. “O tratamento que Joss Whedon deu ao elenco e à equipe no set de Liga da Justiça foi nojento, abusivo, antiprofissional e completamente inaceitável”.

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Supernatural | Última temporada é um dos lançamentos de janeiro na Amazon Prime

A terceira temporada da série American Gods também integra a lista de lançamentos do mês de janeiro da plataforma.

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A Amazon Prime Video divulgou a lista dos seus lançamentos no catálogo de streaming durante o mês de janeiro. Com o início do mês e do ano, muitas novidades surgem na plataforma, como a 3ª temporada de American Gods e o lançamento da série La Jauría.

Entretanto, janeiro que é conhecido por ser um mês que representa começos, trouxe dessa vez, o fechamento de um ciclo para a série Supernatural. A última temporada da série foi adicionada ao catálogo.

Confira a lista:

  • Supernatural – 15ª temporada (01/01)
  • The Stand – 1ª temporada (03/01)
  • American Gods – 3ª temporada (11/01)
  • La Jauría – 1ª temporada (29/01)
  • Henry Danger – 2ª e 3ª temporada (15/01)

The Poison Rose (01/01)
Elizabeth (01/01)
Os Segredos que Guardamos (01/01)
A Assistente (07/01)
10 Horas para o Natal (07/01)

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Maranhão

Seminário de arte e cultura aborda práticas coletivas, subjetividade e resistência

O objetivo é fomentar a partilha de experiências e a produção do pensamento crítico acerca da Arte, Educação e Cultura.

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O Centro Cultural Vale Maranhão (CCVM) realizará,  nos dias 21 e 22 de outubro deste ano, das 19h às 21h, o  I Seminário de Arte, Educação e Cultura: Práticas Coletivas – Criação, Subjetividade e Resistência. 

Organizado em duas rodas de conversa, o seminário propõe fomentar a partilha de experiências e a produção do pensamento crítico acerca da Arte, Educação e Cultura, no campo do fazer coletivo. Serão abordados temas e questionamentos acerca dos conceitos de coletividade, experiência e subjetividade, criação e resistência.

O que as experiências coletivas de grupos, tradicionais ou não, podem nos revelar sobre as dinâmicas dos afetos na restauração do sujeito consigo e com o outro? Para que outros horizontes, essas práticas colaborativas podem nos direcionar? São possíveis novas alternativas para as relações sociais? Estas e mais perguntas serão respondidas durante as conversas.

PROGRAMAÇÃO

21/10 – 19h às 21h

Roda de Conversa 1 – Espaços de Restauração e Reinvenção dos Sujeitos

No encontro, os convidados falarão, sob o prisma da experiência, sobre a importância da colaboração como ética social e a urgência desses valores para a nossa formação cidadã

Convidados: Gustavo Silvestre – Designer, Artesão, Professor e idealizador do projeto Ponto Firme (SP), Mônica Nador – Artista Plástica e idealizadora do projeto JAMAC (Jardim Miriam Arte Clube – SP), Jamira Muniz – Pedagoga, Professora e idealizadora da Escola Comunitária Luiza Mahim e do projeto REPROTAI (BA).

22/10 – 19 às 21 h

Roda de Conversa 2 – Tradição e Coletividade: O Terreiro como Espaço de Experiências e Resistências

Referência ao espaço dos terreiros de mina, candomblé, capoeira, dos jongos, dos bumba boi e de toda experiência coletiva popular, o encontro discutirá as produções historicamente marginalizadas pelas noções estruturais de poder, mas que sempre se afirmaram na urgência das possibilidades.

Convidados: Luiz Rufino – Escritor, Pedagogo e Professor da UERJ (RJ), Nadir Cruz – Gestora Cultural, Turismóloga, Conselheira Municipal de Cultura de São Luís, Índia e Presidente do Boi da Floresta (MA), Wanderson Flor – Filósofo e Professor de Filosofia Africana, Bioética e Direitos Humanos na UNB (DF).

Número de vagas: 90

Bate-papo

Após as exposições dos convidados, será aberto o bate papo com a participação do público. O Seminário será transmitido pela Plataforma Zoom. Os interessados em participar, devem enviar nome completo, telefone e nome da roda de conversa que deseja participar para contato@ccv-ma.org.br. Inscrições gratuitas.

Mais sobre os convidados

Gustavo Silvestre

Designer, Artesão, Professor e Pós-Graduado em Artes Manuais para a Educação. É idealizador do Projeto Ponto Firme, que ensina o crochê voluntariamente na penitenciária masculina Adriano Marrey, em São Paulo, desde 2015. Inserindo a técnica no campo da experimentação, o projeto cria transformação social e possibilita a ampliação do sujeito por meio da criação e do fazer manual coletivo. Os trabalhos desenvolvidos pelo projeto já foram expostos em Nova York, SP-Arte, Pinacoteca do Estado de São Paulo e são desfilados regularmente na São Paulo Fashion Week, maior evento de moda do Brasil.

Monica Nador

A Artista Plástica Mônica Nador é fundadora do Jardim Miriam Arte Clube (JAMAC), um espaço cultural criado em 2004, localizado na periferia da cidade de São Paulo para onde se mudou e vive até hoje. O JAMAC atua na intersecção de arte e formação para a cidadania, oferecendo oficinas gratuitas de estêncil, serigrafia e cinema para o público em geral. Diversidade, inclusão, direito à cidade e à memória são a base de trabalho do JAMAC, que realiza atividades junto à comunidades em todo o Brasil e no exterior.

Para conhecer mais sobre as histórias por traz das estampas criadas, o Jamac alimenta um podcast super especial! Ouça aqui: https://bit.ly/podcastjamac

Jamira Muniz

Educadora Social, com especialização em gestão do Terceiro Setor, Jamira Muniz foi coordenadora pedagógica da Escola Comunitária Luiza Mahin e atuou na gestão pedagógica da REPROTAI – Rede de Protagonista em Ação de Itapagipe, ambos em Salvador – BA. Atualmente, é coordenadora do Espaço Cultural Alagados, criado em 1989, na Península de Itapagipe (BA), por artistas e articuladores culturais da localidade para atender suas demandas de apresentações, ensaios e mobilização cultural. O espaço é o único equipamento cultural público de toda a Península de Itapagipe, que inclui dez bairros de Salvador.

Luiz Rufino

Escritor, Pedagogo e Professor da UERJ-RJ, é autor de cinco livros e de diversos artigos publicados em revistas e jornais sobre culturas brasileiras, educação, religiosidades, diáspora africana, filosofias e crítica ao colonialismo. Luiz Rufino propõe uma pedagogia alternativa aos saberes postos como universais e a educação como caminho de reconstrução dos seres, a partir de sabedorias e viveres afro-brasileiros, como a capoeira, a umbanda, o candomblé. A Pedagogia das Encruzilhadas, título de seu último livro, é o “balaio conceitual” criado por Rufino e sobre o qual falará no encontro. O autor abordará conceitos que operam no campo do conhecimento, educação, ética e cultura, comunicando outras possibilidades de entendimento e problematização dos acontecimentos e do mundo.

Nadir Cruz

Gestora Cultural, Turismóloga, Conselheira Municipal de Cultura de São Luís, é também Índia e Presidente do Boi da Floresta, um dos grupos mais antigos de Bumba meu Boi do Maranhão. Nadir pensa a cultura de forma coletiva, com o objetivo de capacitar, preparar profissionais e contribuir para a formação de cidadãos. Localizado no bairro da Liberdade, quilombo urbano de São Luís (MA), o Ponto de Cultura no barracão do Boi da Floresta guarda e transmite sabedoria e ofícios tradicionais do Bumba meu Boi, sotaque da Baixada, além de estimular a leitura e a inclusão digital. Com as atividades de formação e apresentações temporariamente suspensas durante o isolamento social, as ações sociais do grupo continuam com a distribuição de alimentos e de máscaras para a prevenção de contaminação do COVID-19 para a comunidade.

Wanderson Flor

Filósofo e Professor de Filosofia Africana, Bioética e Direitos Humanos na Universidade de Brasília (UnB), membro no Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da UnB (NEAB/UnB) e do Núcleo de Estudos de Filosofia Africana “Exu do Absurdo” (NEFA/UnB). É autor de diversas publicações, entre elas, Entre Apostas e Heranças: Contornos Africanos e Afro-brasileiros na Educação e no Ensino de Filosofia no Brasil (NEFI, 2020), seu mais recente livro e disponível para download gratuito. O professor irá discutir a chamada “cultura de festa”, encontrada nos terreiros e que articula a dimensão da resistência, da criação, da comunitarização, além de ser um dos elementos formativos das comunidades.

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