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CCXP anuncia a quadrinista Joëlle Jones para o Artists’ Alley

Ela foi a primeira mulher a desenhar duas edições inteiras seguidas de Batman.

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A CCXP acaba de confirmar mais um nome de peso para o Artists’ Alley. Pela primeira vez no Brasil, a norte-americana Joëlle Jones estará no festival para as celebrações dos 80 anos do Batman. A artista foi a primeira mulher a desenhar capas e páginas internas de duas edições consecutivas de revistas do herói, desde sua primeira aparição em 1939.

A atual escritora da revista Mulher-Gato estará em todos os dias da CCXP para vender seus trabalhos, autografar, conversar com o público e participar de painéis. A 6ª edição do maior festival de cultura pop do planeta acontece entre 5 e 8 de dezembro, no São Paulo Expo.  

O respeitado portfólio da quadrinista inclui capas e artes internas para muitas revistas da Marvel, roteiro e arte para “Lady Killer”, publicado pela Dark Horse Comics, além de projetos em editoras como BOOM!, Vertigo, Oni Press e New York Times. Seu trabalho também conquistou a atenção da grife de luxo Prada, que a contratou para fazer artes exclusivas da marca.  Recentemente, criou o design do vestido de casamento da Mulher-Gato, história que saiu pela Panini no Brasil em maio. Clique aqui para download do material de divulgação da artista.  

Além de Joëlle Jones, a CCXP já anunciou grandes nomes para o Artists’ Alley. Entre os artistas já confirmados estão os internacionais John Romita Jr., Frank Quitely, Eduardo Risso, Lee Bermejo, Alex Maleev, Keith Giffen e Charlie Adlard. Brasileiros como Germana Viana, Rebeca Prado, Ju Loyola, André Dahmer, Robson Rocha, Jun Sugiyama e Alexandre Carvalho também estarão presentes.  

Volts na CCXP

Todos os anos, o Volts prepara uma mega cobertura da CCXP nas redes sociais, com entrevistas, entradas ao vivo, vídeos, fotos e podcasts de tudo o que rola no maior festival de cultura pop do mundo. Em 2019, o Volts já está confirmado nos quatro dias do evento.

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Crítica | O Mensageiro do Último Dia

Disney lança filme às pressas no cinema e história tinha tudo para surpreender.

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É 1995. Quatro amigos se aventuram em um vale nevado no Butão. Um deles ouve um som distante. Na verdade, apenas ele consegue ouvir. Foi escolhido. Escolhido não, amaldiçoado. Desse jeito, sem motivo. Estava na hora errada, no lugar errado. Hipnotizado, ele persegue o som, mas cai em uma fenda em meio à neve. Ao socorrer o amigo, os demais o encontram em um estado catatônico encarando um esqueleto misterioso. Só aí são 22 minutos em um prólogo que introduz a história de “O Mensageiro do Último Dia” (The Empty Man, 2020). Ainda faltam mais 115 minutos.

Filmado originalmente em agosto de 2017, adaptado de um quadrinho homônimo, o longa salta de 1995 para 2020 onde está o verdadeiro protagonista James Badge Dale (James Lasombra), um policial aposentado que investiga o desaparecimento de um grupo de estudantes que conseguiram a proeza de serem amaldiçoados também.

Lançado no final de 2020, “O Mensageiro do Último Dia” é uma produção do 20th Century Fox que estreou às pressas. Sob nova direção (lê-se: Disney), o trailer foi lançado apenas uma semana antes da estreia. Com tudo para ser uma joia injustiçada do terror e, vejamos pelo lado positivo, com a vantagem de não ter criado expectativa, o filme tinha tudo para impressionar. Mas bateu na trave.

Após apresentar a ameaça principal, The Empty Man dá muitas voltas na investigação que carrega a trama principal na tentativa de fazer o suspense crescer. Funciona até o início do segundo ato. Depois o filme segue sem grandes momentos e se rende aos clichês do gênero à meia luz, do clássico policial protagonista à personagens que ignorando convenientemente o perigo.

Mas, vamos lá, a competente execução de “O Mensageiro do Último Dia” só não se destaca mais porque o filme se limita a tornar o sobrenatural mais em uma ideia que em uma presença real ao longo do filme. O terceiro ato, já nos últimos trinta minutos, se enrosca tanto para encontrar um sentido que gostaria, sinceramente, de perguntar aos atores se eles tinham ideia do que estava acontecendo.

Certamente, já vimos filmes piores que “O Mensageiro do Último Dia” nos streamings por aí. Ponto positivo para a experiência com o design de som, com usos finos e perturbadores de espaço e som, que é bastante interessante. Mas, caso você duvide da falta de elementos para uma história mais forte que tentei descrever aqui, é só assistir e reparar que a Disney sequer se deu o trabalho de assinar o filme nos créditos.

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Filmes

Ray Fisher, interprete do Ciborgue, pode ser excluído da DCEU

Segundo o The Wrap, com a saída de Fisher, o Ciborgue não será interpretado por outro ator.

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Foto: Divulgação

De acordo com o site The Wrap, o ator Ray Fisher, que vive o personagem Ciborgue no universo da DC nos cinemas, pode ter sido excluído do roteiro final de The Flash. Segundo o site, a decisão veio logo após o ator ter afirmado, em seu perfil no Twitter, que não iria mais trabalhar em algum projeto envolvendo Walter Hamada, presidente da DC Films.

Outro que confirmou a saída do ator foi o roteirista de The Flash, Mark Hughes. Ele revelou em seu perfil no Twitter que o estúdio confirmou que o personagem Ciborgue não deve mais aparecer no filme.

O The Wrap revelou ainda que, mesmo com a saída de Fisher, o personagem não será vivido por outro ator. Contudo, a DC Films e Warner Bros ainda não confirmaram a saída de Fisher do projeto.

Entenda o caso

O ator Ray Fisher relatou que após denunciar Joss Whedon, diretor do filme A Liga da Justiça, e outros produtores por comportamento abusivo no set de filmagens, o presidente da DC Films pediu que ele omitisse o nome de Whedon das acusações. Em seu Twitter, ele acusou Walter Hamada de “o tipo mais perigoso de facilitador”.

Em entrevista à Forbes, o interprete do Ciborgue contou que Joss Whedon manteve diversas conversas de teor racista com outros produtores e que resultou na redução da participação do seu papel no filme. “Percebi que as orientações que recebi de Joss durante as refilmagens eram apenas uma versão codificada das coisas racistas que ele dizia atrás de portas fechadas a outros executivos”, afirmou.

Além disso, o ator ainda destacou que o comportamento tóxico do diretor se estendeu a todo o elenco e equipe envolvida no longa. “O tratamento que Joss Whedon deu ao elenco e à equipe no set de Liga da Justiça foi nojento, abusivo, antiprofissional e completamente inaceitável”.

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Supernatural | Última temporada é um dos lançamentos de janeiro na Amazon Prime

A terceira temporada da série American Gods também integra a lista de lançamentos do mês de janeiro da plataforma.

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A Amazon Prime Video divulgou a lista dos seus lançamentos no catálogo de streaming durante o mês de janeiro. Com o início do mês e do ano, muitas novidades surgem na plataforma, como a 3ª temporada de American Gods e o lançamento da série La Jauría.

Entretanto, janeiro que é conhecido por ser um mês que representa começos, trouxe dessa vez, o fechamento de um ciclo para a série Supernatural. A última temporada da série foi adicionada ao catálogo.

Confira a lista:

  • Supernatural – 15ª temporada (01/01)
  • The Stand – 1ª temporada (03/01)
  • American Gods – 3ª temporada (11/01)
  • La Jauría – 1ª temporada (29/01)
  • Henry Danger – 2ª e 3ª temporada (15/01)

The Poison Rose (01/01)
Elizabeth (01/01)
Os Segredos que Guardamos (01/01)
A Assistente (07/01)
10 Horas para o Natal (07/01)

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Maranhão

Seminário de arte e cultura aborda práticas coletivas, subjetividade e resistência

O objetivo é fomentar a partilha de experiências e a produção do pensamento crítico acerca da Arte, Educação e Cultura.

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O Centro Cultural Vale Maranhão (CCVM) realizará,  nos dias 21 e 22 de outubro deste ano, das 19h às 21h, o  I Seminário de Arte, Educação e Cultura: Práticas Coletivas – Criação, Subjetividade e Resistência. 

Organizado em duas rodas de conversa, o seminário propõe fomentar a partilha de experiências e a produção do pensamento crítico acerca da Arte, Educação e Cultura, no campo do fazer coletivo. Serão abordados temas e questionamentos acerca dos conceitos de coletividade, experiência e subjetividade, criação e resistência.

O que as experiências coletivas de grupos, tradicionais ou não, podem nos revelar sobre as dinâmicas dos afetos na restauração do sujeito consigo e com o outro? Para que outros horizontes, essas práticas colaborativas podem nos direcionar? São possíveis novas alternativas para as relações sociais? Estas e mais perguntas serão respondidas durante as conversas.

PROGRAMAÇÃO

21/10 – 19h às 21h

Roda de Conversa 1 – Espaços de Restauração e Reinvenção dos Sujeitos

No encontro, os convidados falarão, sob o prisma da experiência, sobre a importância da colaboração como ética social e a urgência desses valores para a nossa formação cidadã

Convidados: Gustavo Silvestre – Designer, Artesão, Professor e idealizador do projeto Ponto Firme (SP), Mônica Nador – Artista Plástica e idealizadora do projeto JAMAC (Jardim Miriam Arte Clube – SP), Jamira Muniz – Pedagoga, Professora e idealizadora da Escola Comunitária Luiza Mahim e do projeto REPROTAI (BA).

22/10 – 19 às 21 h

Roda de Conversa 2 – Tradição e Coletividade: O Terreiro como Espaço de Experiências e Resistências

Referência ao espaço dos terreiros de mina, candomblé, capoeira, dos jongos, dos bumba boi e de toda experiência coletiva popular, o encontro discutirá as produções historicamente marginalizadas pelas noções estruturais de poder, mas que sempre se afirmaram na urgência das possibilidades.

Convidados: Luiz Rufino – Escritor, Pedagogo e Professor da UERJ (RJ), Nadir Cruz – Gestora Cultural, Turismóloga, Conselheira Municipal de Cultura de São Luís, Índia e Presidente do Boi da Floresta (MA), Wanderson Flor – Filósofo e Professor de Filosofia Africana, Bioética e Direitos Humanos na UNB (DF).

Número de vagas: 90

Bate-papo

Após as exposições dos convidados, será aberto o bate papo com a participação do público. O Seminário será transmitido pela Plataforma Zoom. Os interessados em participar, devem enviar nome completo, telefone e nome da roda de conversa que deseja participar para contato@ccv-ma.org.br. Inscrições gratuitas.

Mais sobre os convidados

Gustavo Silvestre

Designer, Artesão, Professor e Pós-Graduado em Artes Manuais para a Educação. É idealizador do Projeto Ponto Firme, que ensina o crochê voluntariamente na penitenciária masculina Adriano Marrey, em São Paulo, desde 2015. Inserindo a técnica no campo da experimentação, o projeto cria transformação social e possibilita a ampliação do sujeito por meio da criação e do fazer manual coletivo. Os trabalhos desenvolvidos pelo projeto já foram expostos em Nova York, SP-Arte, Pinacoteca do Estado de São Paulo e são desfilados regularmente na São Paulo Fashion Week, maior evento de moda do Brasil.

Monica Nador

A Artista Plástica Mônica Nador é fundadora do Jardim Miriam Arte Clube (JAMAC), um espaço cultural criado em 2004, localizado na periferia da cidade de São Paulo para onde se mudou e vive até hoje. O JAMAC atua na intersecção de arte e formação para a cidadania, oferecendo oficinas gratuitas de estêncil, serigrafia e cinema para o público em geral. Diversidade, inclusão, direito à cidade e à memória são a base de trabalho do JAMAC, que realiza atividades junto à comunidades em todo o Brasil e no exterior.

Para conhecer mais sobre as histórias por traz das estampas criadas, o Jamac alimenta um podcast super especial! Ouça aqui: https://bit.ly/podcastjamac

Jamira Muniz

Educadora Social, com especialização em gestão do Terceiro Setor, Jamira Muniz foi coordenadora pedagógica da Escola Comunitária Luiza Mahin e atuou na gestão pedagógica da REPROTAI – Rede de Protagonista em Ação de Itapagipe, ambos em Salvador – BA. Atualmente, é coordenadora do Espaço Cultural Alagados, criado em 1989, na Península de Itapagipe (BA), por artistas e articuladores culturais da localidade para atender suas demandas de apresentações, ensaios e mobilização cultural. O espaço é o único equipamento cultural público de toda a Península de Itapagipe, que inclui dez bairros de Salvador.

Luiz Rufino

Escritor, Pedagogo e Professor da UERJ-RJ, é autor de cinco livros e de diversos artigos publicados em revistas e jornais sobre culturas brasileiras, educação, religiosidades, diáspora africana, filosofias e crítica ao colonialismo. Luiz Rufino propõe uma pedagogia alternativa aos saberes postos como universais e a educação como caminho de reconstrução dos seres, a partir de sabedorias e viveres afro-brasileiros, como a capoeira, a umbanda, o candomblé. A Pedagogia das Encruzilhadas, título de seu último livro, é o “balaio conceitual” criado por Rufino e sobre o qual falará no encontro. O autor abordará conceitos que operam no campo do conhecimento, educação, ética e cultura, comunicando outras possibilidades de entendimento e problematização dos acontecimentos e do mundo.

Nadir Cruz

Gestora Cultural, Turismóloga, Conselheira Municipal de Cultura de São Luís, é também Índia e Presidente do Boi da Floresta, um dos grupos mais antigos de Bumba meu Boi do Maranhão. Nadir pensa a cultura de forma coletiva, com o objetivo de capacitar, preparar profissionais e contribuir para a formação de cidadãos. Localizado no bairro da Liberdade, quilombo urbano de São Luís (MA), o Ponto de Cultura no barracão do Boi da Floresta guarda e transmite sabedoria e ofícios tradicionais do Bumba meu Boi, sotaque da Baixada, além de estimular a leitura e a inclusão digital. Com as atividades de formação e apresentações temporariamente suspensas durante o isolamento social, as ações sociais do grupo continuam com a distribuição de alimentos e de máscaras para a prevenção de contaminação do COVID-19 para a comunidade.

Wanderson Flor

Filósofo e Professor de Filosofia Africana, Bioética e Direitos Humanos na Universidade de Brasília (UnB), membro no Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da UnB (NEAB/UnB) e do Núcleo de Estudos de Filosofia Africana “Exu do Absurdo” (NEFA/UnB). É autor de diversas publicações, entre elas, Entre Apostas e Heranças: Contornos Africanos e Afro-brasileiros na Educação e no Ensino de Filosofia no Brasil (NEFI, 2020), seu mais recente livro e disponível para download gratuito. O professor irá discutir a chamada “cultura de festa”, encontrada nos terreiros e que articula a dimensão da resistência, da criação, da comunitarização, além de ser um dos elementos formativos das comunidades.

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