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Otaku

CCXP 2018 | Panini anuncia edição colorida de Dragon Ball e outras novidades

Editora realizou palestra nesta sexta-feira e divulgou alguns de seus novos títulos para o ano que vem.

Em sua palestra na Comic-Con Experience 2018, a Editora Panini anunciou algumas das novidades do selo Planet Manga para 2019. O principal destaque do segmento é o anúncio da reedição do mangá Dragon Ball de Akira Toriyama com uma edição de luxo.

Denominada “Ultimate” a reedição, a novidade é a impressão em fullcolor. A editora, no entanto, não confirmou a organização dos volumes (se compilados de 2×1 ou 3×1, ou unitários) e nem a data de lançamento. Dragon Ball possui 42 volumes e já foi publicado no Brasil pela Panini e pela Conrad, na época no formato meio-tanko com 83 edições.

Inspirado no kazenban, a versão Ultimate do mangá de Dragon Ball promete ser o item final de colecionador.

 

Entre os demais anúncios feitos chamam a atenção os mangás Wotaku ni koi wa Muzukashii (também conhecido como Wotakoi ou Otaku ♀ Otaku ♂) de autoria de Fujita, que teve animação sendo destaque na Primavera Japonesa em 2018. O mangá é um josei que conta as reviravoltas entre um casal de namorados otaku com muita comédia e easter eggs à Cultura Pop Japonesa. Contando com 06 volumes até o momentos, a previsão é que o lançamento aconteça em fevereiro de 2019.

 

Wotakoi foi um dos fenômenos da Primavera Japonesa em 2018 e conseguiu expandir seus horizontes para o Brasil.

 

Outra novidade que vem no embalo da animação é Golden Kamuy. O seinei mangá de Satoru Noda não tem data de lançamento definida ainda no Brasil. Em Golden Kamuy acompanhamos as aventuras de Saichi Sugimoto, o “Sugimoto Imortal”, que após deixar o Exército Japonês que lutou na Guerra Russo-Japonesa, se envolve com a jovem ainu Asirpa em busca de um tesouro lendário de seu povo. No caminho deles mercenários, ladrões e soldados em busca de recompensas depois do sofrimento do campo de batalha. Com muita comédia, drama e cenas de ação esse é um dos títulos mais aguardados. Golden Kamuy está em andamento no Japão com 15 edições.

 

Sugimoto e Asirpa são a dupla mais badalada do seinen mangá da atualidade.

 

Também foi anunciado o mangá Omoi, Omoware, Furi, Furare (Love, Be Loved, Leave, Be Left, no ocidente), de Io Sakisaka – autora de Aoharaido – o mangá é um shoujo com foco nos romances das jovens Yuna Ichihara e Akari Yamamoto. Yuna é a apaixonada pelo irmão de Akari, que é apaixonada pelo amigo de infância de Yuna. Com 10 volumes já publicados por lá, o mangá ainda não tem data de lançamento confirmada.

Por fim, a editora anunciou mais um seinen mangá: Funouhan (Perfect Crime, no ocidente) de autoria Arata Miyatsuki e Yuuya Kanzaki focado no suspense policial envolvendo Tadashi Usuboki e os supostos assassinatos cometidos por ele e nunca provados. Com 8 volumes até o momento, o mangá está previsto para o terceiro trimestre de 2019.

Vale destacar que a editora aproveitou a CCXP 2018 para realizar os lançamentos do mangá Bungo Stray Dogs e a light novel Sword Art Online.

Filmes

Pokémon terá 16 filmes no Telecine e maratona de 24h na televisão – veja lista

Produções lançadas ao longo de 18 anos de sucesso serão disponibilizadas no catálogo.

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Streaming do Telecine vai ganhar mais 16 filmes de franquia Pokémon (Foto: Reprodução/Pokémon Company)

Lá vai um prato cheio para quem gosta de maratonar: a partir de sábado (29), o serviço de streaming Telecine vai disponibilizar 16 filmes da franquia Pokémon e, na mesma data, das 20h15 em diante, o canal Telecine Fun exibirá uma maratona de mais de 24 horas com os mesmos títulos.

Os filmes vão desde o clássico Pokémon: O Filme – Mewtwo Contra-Ataca (1998) e segue até os mais recentes títulos da franquia, como “Pokémon o Filme: Volcanion e a Maravilha Mecânica”, de 2016. Embora este tenha sido o 19º título da franquia, ele fechará a lista de 16 filmes elaborada pelo Telecine.

Veja, abaixo, a lista de filmes disponibilizados no Telecine na internet e que serão exibidos em maratona na televisão:

  • Pokémon: O Filme – Mewtwo Contra-Ataca
  • Pokémon: O Filme 2000
  • Pokémon 3: O Feitiço dos Unown
  • Pokémon : Lucario e o Mistério de Mew
  • Pokémon : Pokémon Ranger e o Lendário Templo do Mar
  • Pokémon : O Pesadelo de Darkrai
  • Pokémon : Giratina e o Cavaleiro do Céu
  • Pokémon : Arceus e a Jóia da Vida
  • Pokémon : Zoroark: Mestre das Ilusões
  • Pokémon O Filme: Branco Victini e Zekrom
  • Pokémon O Filme: Preto Victini e Reshiram
  • Pokémon O Filme: Kyurem contra a Espada da Justiça
  • Pokémon O Filme: Genesect e a Lenda Revelada
  • Pokémon O Filme: Diancie e o Casulo da Destruição
  • Pokémon O Filme: Hoopa e o Duelo Lendário
  • Pokémon O Filme: Volcanion e a Maravilha Mecânica

Falando nisso…

Marcando o fim da 1ª Temporada do Podcast Otaku, Saylon Sousa, Lucas Nash e Otávio de Moraes se reúnem para debater a cerca do sucesso de mercado que é a franquia Pokémon. Avaliando os números recentes divulgados pela The Pokémon Company, nossos podcasters comentam o fenômeno de entretenimento mundial e seus desdobramentos cross-midiáticos e a recepção do público. Ouça:

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Crítica

Review | 2020 – Japão Submerso

Acho que todo mundo que consome obras sobre desastres naturais já deve ter se perguntando se suas habilidades de sobrevivências são eficazes caso tudo aquilo fosse real. Falo habilidades porque instinto é algo tão natural, tão primitivo e internalizado na essência de quem somos que seria tolice tentar me basear por eles. Instintos falham. Habilidades também (mas pelo menos com elas já temos uma nossa do nosso potencial).

Em meio a uma narrativa que tem como pano de fundo o desastre em larga escala é até incomum o espectador não se apoderar de sensações como pavor, angústia, ansiedade e sentir seus níveis de adrenalina subir espontaneamente. Seja em narrativas do gênero de ação ou no suspense, se a obra te permitiu viver isso ela obteve êxito. Depois disso é o processo catártico de cada um e nosso poder de síntese para nos lembrar que ali reside uma trama, mas não a realidade e assim nos permitir seguir resolvidos com o que consumimos.

Todo esse prelúdio é para desabafar alguns pensamentos que construí durante minha rápida maratona de “2020 – Japão Submerso”, animação do estúdio Science Saru que estreou recentemente na Netflix. Em 10 episódios somos apresentados a um cataclisma de proporções absurdas que superam em muito a realidade vivenciada em 2011, por exemplo, quando do Grande Terremoto do Leste do Japão (aquele que destruiu a Central Nuclear de Fukushima I).

A geologia moderna nem de longe defende a hipótese de que o que o animê relata seja sério, mas a trama dirigida por Masaaki Yuasa (Devilman Crybaby e Keep Your Hands of Eizouken!!) nos relata como seria se as placas tectônicas das Filipinas e a Euroasiática promovessem uma série de sismos classificados como encontros convergentes do tipo oceano-oceano. Em linhas gerais, a placa menos densa se dobra e a mais densa a sobrepõe criando bolsões de magma que sob pressão entram em erupção. No animê, isso acontece e tem um efeito contrário, ao invés de fazer com que os vulcões subaquáticos formados pelo encontro avancem em direção à superfície, o fenômeno tratou de engolir o arquipélago japonês, que originalmente havia sido formado dessa forma.

Geologia a parte, a trama foca na família Mutoh e a partir da vivência deles é que vamos descobrir o que vai acontecer ao país chamado Japão. E é bem aí que a trama tem muito a oferecer. Só acompanhando para você perceber a densidade do texto preparado para a série ao destacar discursos bem emblemáticos sobre a constituição antropológica dos japoneses, seus comportantes e atos sociais, suas observações a respeitos do mundo exterior (Episódios 03 a 05), conservadorismo nacionalista (questionado de forma sutil em diversos momentos), raízes culturais e representatividade política.

Temas como a credibilidade da mídia para com a sociedade e o ufanismo descabido de alguns que provoca atos xenófobos (Episódio 07) estão sempre presente desde o primeiro episódio e marcam a construção da nossa relação com os protagonistas, que são japoneses com ascendência filipina. Ayumu e Go tem diálogos bem formados sobre sociabilidade e família, outro ponto bastante retomado na série (Episódio 08).

É importante lembrar que “2020 – Japão Submerso” é uma releitura atual de um clássico da literatura japonesa dos anos 1970, Nihon Chibotsu de Sakyo Komatsu, uma obra premiada de ficção científica que à época tinha como plot uma discussão a respeito do crescimento populacional japonês no pós-Segunda Guerra. Agora o foco não é mais no número de pessoas, mas sim no comportamento delas. No fim, a mensagem da série é cheia de simbologia ao reafirmar a paixão pelo país e sua cultura, seu estilo de vida, suas particularidades em detrimento aos demais países (Episódio 10).

Esse homenagem carregada de semântica toma contornos bem interessantes se lembrarmos que o filme tem como uma de suas protagonistas uma aspirante a atleta que se prepara para o cenário internacional e que oito anos depois da tragédia vai representar seu país – que se reconstrói do zero – nos Jogos Paralímpicos numa clara mensagem de superação, persistência esforço recompensado , como se estivesse emergindo tal qual a nação que afundou nas águas do Pacífico.

Tenho certeza que se não pela pandemia a animação seria um ótimo esquenta ao Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Tóquio, adiados para o ano que vem, por trazer uma mensagem bem oportunista de que o Japão é único e todos devemos nos alegrar de sua existência. Sejamos nós japoneses ou não.

Até a próxima e… Sayonara!

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Artigo Otaku

Artigo Otaku | Webtoon: deixa eu te explicar o que é

Com duas animações adaptadas na Crunchyroll é importante falar sobre esse fenômeno.

A estreia de God of High School nessa semana no serviço de streaming Crunchyroll marca mais um momento do serviço especializado em conteúdo animado oriental e suas produções de animês originais. Tal estreia é mais especial ainda por se tratar da segunda animação baseada em uma webtoon. Ainda na temporada passada tivemos Tower of God, que foi fenômeno de aceitação e mobilizou o fandom diversas vezes nas redes sociais.

Mas se você viu Tower of God e vai começar a ver God of High School e ainda se impressiona com o ar de novidade que essas obras trazem imagino que muito se dá ao fato de você provavelmente não saber do que se trata uma webtoon. Falando bem sério, a verdade é que recentemente uma aura muito boa vem surgindo em torno desse formato de mídia que não é novo e tem certa popularidade entre usuários da internet. Se você não é um desses acostumados não tem problema, pois vamos falar um pouco sobre isso agora!

Web o quê?

Webtoon é um termo popularizado pela internet coreana para se referir a um formato de quadrinhos. Formado pela aglutinação entre “web” e “cartoon”, a palavra surge como uma forma de classificar os quadrinhos coreanos publicados exclusivamente de maneira digital numa clara proposta de diferenciação ao manhwa (termo coreano sinônimo ao “comic/HQ” que ficou conhecido por definir todo quadrinho publicado na Coreia do Sul aqui no Ocidente).

Uma das principais características das webtoon, além do digital, é o seu formato de reprodução/consumo. As páginas dos quadrinhos são estilizadas na vertical proporcionando uma leitura scroll-up/scroll-down no computador ou em dispositivos móveis como smartphones e tablets. Outra característica muito presente são os quadrinhos coloridos e diagramados de maneira que a leitura siga um fluxo contínuo com poucas ocasiões para a construção visual de sarjetas verticais com requadros paralelos (salvo em enquadramento de detalhes) e estilo de leitura que para nós é tido como convencional: da esquerda para a direita.

Em boa parte dos casos as plataformas de webtoons são de acesso gratuito e atualizadas sazonalmente.
Fonte: WEBTOON/Reprodução
Entre as características das webtoons a mais marcante é a leitura scroll-up/scroll-down. Além disso, como comics de qualquer parte do mundo contém obras de diferentes gênero como thriller, romance e fantasia (da esquerda para a direita).
Fonte: WEBTOON/Reprodução.

Obviamente nada disso é uma regra oficializada ou determinante para a classificação do formato midiático e narrativo adotado nas webtoons, que tem como um de seus atrativos a distribuição gratuita em muitos serviços e aplicativos especializados. Entre os mais populares estão o NAVER WEBTOON e LINE WEBTOON (ambos da NAVER Corp.) e DAUM WEBTOON (da kakao Corp., conhecido como um dos mais antigos no segmento). Além desses, outros tantos serviços estão entre os mais conhecidos especializados na publicação das webtoons (principalmente dentro da Coreia do Sul).

A popularização do formato a partir de versão traduzida para o inglês – principalmente com o LINE WEBTOON de 2014 com versões oficiais – fez com que muitos passassem a considerar as webtoon parte da Onda Hallyu junto com o já badalado K-Pop. O certo é que no geral, webtoon é um formato de quadrinho que tem como marca principal a publicação digital em orientação vertical de leitura. De resto é como qualquer outra narrativa que obedeça os padrões imagético-textuais das HQs.

WEBTOON e Crunchyroll

Estamos na segunda metade de um ano difícil por causa da pandemia de Covid-19, além dos muitos outros dilemas que vivemos. Mesmo assim, a indústria de entretenimento segue firme (afinal ela é um dos baluartes para a manutenção da nossa sanidade) e concretizando o anúncio da parceria entre a WEBTOON e a Crunchyroll feitoem 2019 ,o selo Crunchyroll Originals já apresentou a adaotação de Tower of God e agora God of High School.

De forma divertida, animação God of High School celebra a parceria entre Crunchyroll e WEBTOON.
Fonte: God of High School / Reprodução (MAPPA, Crunchyroll/WEBTOON, 2020)

Fora à parte a aparente obsessão por deus nos nomes, elas inicialmente não tem muita coisa em comum. O primeiro se passa num mundo bem diferente da nossa realidade, enquanto o outro tem como plano de fundo a capital Seul. Para além disso, a convergência pode ser percebida também no apelo narrativo a elementos místicos e as cenas de ação.

Tower of God é uma webtoon muito aclamada e com versões traduzidas em diversos idiomas de forma não-oficial. Publicada desde 2010 pelo artista SIU, a obra ganhou adaptação em animê e foi exibida em 13 episódios durante a Temporada de Primavera 2020. Os fãs agora aguardam o anúncio da sequência do animê devido ao sucesso obtido.

God of High School estreou na Temporada de Verão de 2020 com a promessa de apresentar uma compilação de ação e aventura. Essa é a segunda webtoon de Park Yong-Je que a publica desde 2011 no WEBTOON (e desde 2014 em versão traduzida) sendo considerada a primeira publicação da Naver Corp. oficialmente reproduzida em inglês.

A aposta da Crunchyroll para essas narrativas é claramente uma proposta de ampliação de mercado ao mesmo tempo em que também busca dialogar de forma mais próxima ao público de um nicho particular (o dos fãs dos quadrinhos coreanos), além de apresentar aos demais mercados e segmentos culturais onde já atua as possibilidades de produção disponíveis no setor de animação.

Cena que mexeu com o público na reta final de Tower of God durante a Temporada de Primavera 2020.
Fonte: Tower of God / Reprodução (Telecom Animation, Crunchyroll/WEBTOON, 2020)
Começo de apresentações em God of High School antes da porrada rolar.
Fonte: God of High School / Reprodução (MAPPA, Crunchyroll/WEBTOON, 2020)

É óbvio que a aproximação com os quadrinhos coreanos não significa uma falta de confiança na indústria japonesa. Pelo contrário! Essa é uma alternativa para fugir de licenciamentos ou mesmo de flexibilizar a cena. Se tivéssemos mesmo um distanciamento ocorrendo em relação ao Japão, estúdios como Telecom Animation Film (Tower of God) e MAPPA (God of High School) não estariam envolvidos no projeto perdendo espaço para estúdio também coreanos (ou mesmo chineses!) na condução das produções. O discurso aqui é um só: fomentar a própria indústria com novidades.

Não sabemos até quando vai a parceria entre as duas empresas e nem quantos títulos estão envolvidos, o certo é que ao que parece o público gostou muito da fórmula Webtoon + Crunchyoll = Animê de Sucesso. As reações dos espectadores não me deixa mentir.

Concluíndo…

Webtoon é um formato que deve render bastante nos próximos anos. Além dos animês que chegam por aqui, recentemente a NewPOP Editora publicou a versão encadernada de Solo Leveling, outra webtoon que tem boa recepção entre o público ocidental. A editora já havia feito experiência com manhwa tempos atrás e agora investe nesse hibridismo possibilitado pelas versões físicas dos quadrinhos digitais coreanos.

Vale lembrar, no entanto, que Solo Leveling começou como web novel em 2016 e somente em 2018 ganhou sua versão em webtoon. Essa já foi compilada em versão física e conta atualmente com dois volumes. E que venha a era dos “Animes Coreanos da Crunchyroll”

Até a próxima e… Sayonara!

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Funimation confirma chegada de seu serviço de streaming ao Brasil e México ainda em 2020

Nesta sexta-feira (3) a Funimation confirmou que seu serviço de streaming chegará ao Brasil e México até o final de 2020. O anúncio foi feito durante a FunimationCon, realizada de forma virtual.

O catálogo da Funimation, tanto no Brasil quanto no México, contará com produções legendadas. Contudo, alguns títulos já possuem dublagens confirmadas para os dois países.

Para o Brasil, títulos como Fire Force e Fuits Basket já serão disponibilizados com o recurso de dublagem, enquanto outros como Attack on Titan, Tokyo Ghoul, My Hero Academia e Steins, por exemplo, estão sendo dublados pelo estúdio DuBrasil.

https://twitter.com/FUNimation/status/1279079734991863808

Com a chegada do serviço de streaming à América Latina, a Funimation passa a concorrer diretamente com o Crunchyroll, que também oferece um catálogo voltado à cultura japonesa.

Para o público que consome mangás e animes, a novidade representa a expansão de possibilidades de acesso aos lançamentos e títulos já consolidados no segmento, com uma plataforma segura e em transmissão simultânea.

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