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WhatsApp | Saiba como não ser adicionado em grupos que você não quer

Dica de amigo para você espalhar para todos os seus contatos, hein.

Atualmente, o WhastApp é o aplicativo de mensagens mais utilizado do mundo (Foto: Divulgação/WhatsApp)

Quem nunca foi adicionado num grupo de repente com pessoas que você não tem tanta intimidade ou não gosta tanto assim? Bem, não sei vocês, mas aqui na redação todo mundo já passou por isso. Então, indo direto ao ponto, que tal aprender duas formas de não ser adicionado em grupos indesejados? Vai que você precisa um dia.

A primeira forma é bloqueando o administrador. Você sabe que quem toma a iniciativa para criar um grupo no WhatsApp é proclamado o administrador do grupo. Bloqueando essa pessoa, ela fica impedida de adicionar você. Uma medida útil para quando insistem em colocar você em um grupo do qual já tentou sair outras vezes.

No entanto, se o grupo possuir mais de um administrador, você sabe… Vai ser o jeito bloquear todos. Lembrando que, ao bloquear os contatos, você também não poderá mais entrar em contato com eles.

A gente sabe que dar aquele block é uma medida radical para a maioria de nós. É considerada uma medida extrema, uma ofensa em muitos casos. Por isso, a segunda dica talvez caiba melhor no seu contexto.

A segunda forma de não ser adicionado em um grupo indesejado no WhatsApp é usando as configurações de privacidade. Em celulares Android e iOS, é possível impedir todos ou apenas pessoas que você não possui o contato telefônico, de adicionar você em grupos. Há, ainda, a possibilidade de fazer restrições específicas com base nos seus contatos.

O caminho é simples: Configurações > Contas > Privacidade. As opções que aparecem para você selecionar são as seguintes:

  • Todos (qualquer pessoa pode adicionar você a um grupo sem convite);
  • Meus contatos (apenas seus contatos podem adicionar você a um grupo, e antes é preciso mandar um convite);
  • Meus contatos, exceto (opção similar a anterior, mas impede que pessoas selecionadas adicione você em grupos).

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Dados apontam mudanças no consumo de vídeos e seus impactos para anunciantes durante a pandemia

Os dados são da pesquisa da empresa Kantar, especialista em medição de audiência televisiva.

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Que o coronavírus mudou diversos hábitos no dia a dia da população mundial, já sabendo. A principal mudança, claro, foi no que diz respeito aos hábitos de higiene, que estão agora redobrados como forma de prevenção à contaminação pelo novo vírus.

Contudo, outro hábito que sofreu mudanças, por consequência da pandemia, foi o de consumo de produtos audiovisuais. Além de ter impacto em plataformas que comercializam produtos de vídeo, também impacta em alguns pontos para os anunciantes.

Sobre isso, a Kantar Ibope Midia apontou quais mudanças de curto prazo nos hábitos de mídia e no consumo de vídeo foram essas, que se desencadearam em diversos mercados .

1. Mais pessoas assistindo TV, especialmente durante a semana

“Na Espanha, quando o governo espanhol anunciou um bloqueio nacional no sábado, 14 de março, os telespectadores passaram 100 minutos a mais assistindo TV em comparação com o sábado anterior (326 x 225 min). Temos visto aumentos significativos, em regiões diferentes. Na América Latina (+9% na semana passada) e Filipinas (+ 19%), enquanto na Noruega houve um aumento de 26% na visualização nos dois primeiros dias úteis após o bloqueio nacional”, revela a pesquisa da Kantar.

Para os anunciantes, esse fato representa um grande valor, já que a entrega da publicidade para o público-alvo tem seu custo por mil reduzido, em especial nos horários durante o dia ao longo da semana.

2. Públicos mais jovens impulsionando aumento de audiência

Com escolas e universidades paralisadas, essa faixa etária mais baixa ganhou mais tempo dentro de casa procurando distrações.

“Entre jovens de 15 e 34 anos o aumento foi de 27%. Para os maiores de 65 anos, o aumento foi de 9% – ainda quase duas horas a mais de exibição de TV do que entre os menores de 35 anos. Enquanto isso, na Espanha, os minutos médios vistos na semana passada aumentaram 80% entre o público de 13 e 24 anos em março, em comparação com 23% entre maiores de 65 anos. No Brasil, quando analisamos os dados de 18 de março, o crescimento do público de 12-17 anos na audiência é de 30%, e podemos observar, também, aumentos consistentes em todas as faixas etárias”.

3. Recordes de audiência dos programas jornalísticos

Tratando-se de uma pandemia, há também o público que deseja frequentemente acompanhar os noticiários para saber da evolução do novo coronavírus e, também, ter acesso às recomendações das autoridades.

“Na China, o tempo gasto assistindo aos noticiários mais do que dobrou até agora (18,5 horas por semana em 2020 contra 9 horas no ano passado). Na Espanha vimos um aumento de 3,6x na exibição de notícias na TV no sábado, 14 de março, quando o governo anunciou o bloqueio nacional. Na Dinamarca, 3,3 milhões de pessoas assistiram a discursos do primeiro-ministro e da rainha anunciando o bloqueio nacional – um recorde em 28 anos, com uma audiência de 59,3%”.

A pesquisa acrescenta: “No Brasil, comparando a média de segunda e terça-feira (16 e 17 de março), com a média das outras segundas e terças-feiras do ano, a audiência dos programas jornalísticos cresceu 17%. Na PayTV o crescimento é ainda maior e a audiência dos programas jornalísticos quase dobrou quando comparados com a média destes programas no mês de março”.

4. O crescimento é identificado em plataformas lineares e não lineares, sendo compartilhado

Grande parte do aumento dessa audiência foi canalizada para as plataformas de streaming como Netflx, Amazon Prime Video, Telecine, HBO MAX, etc. “Vimos como a demanda pela Netflix levou a remoção do HD para manter a banda larga europeia, e a Disney fazendo um anúncio semelhante antes do lançamento do Disney + em muitos mercados no final deste mês”, destacaram.

“Nossos dados na Noruega sugerem que o aumento da visualização nas plataformas não aconteceu somente para os serviços de streaming. O aumento do tempo foi compartilhado nos primeiros dias úteis do bloqueio. A visualização linear – que representa cerca de 70% de todas as visualizações – aumentou 22%, em comparação com 29% para a Netflix, 30% para canais sob demanda e 39% para o YouTube”.

5. Setores econômicos que foram mais impactados reduziram publicidade na TV

“Na França, houve uma queda de 10% no número de anunciantes diferentes com atividade publicitária na TV ao longo de março. Automóveis, alimentos e lazer foram os três setores que apresentaram a maior redução. Isso também aconteceu quando observamos o online, com uma queda de 50% na atividade de “paid search” entre o setor de companhias aéreas”, aponta a pesquisa da Kantar.

“Em outras regiões, como nos EUA, vimos que restaurantes fast food e anunciantes de viagens  reduziram em dois dígitos a sua presença na TV. No Vietnã, os gastos do setor de viagens e turismo caíram 50% nas últimas cinco semanas, enquanto na China, nosso parceiro CTR observou reduções na publicidade no setor automotivo e de comércio eletrônico, mas, por outro lado, aumentos nos produtos de limpeza e produtos farmacêuticos. Nesse novo ambiente, com restrições de viagens, não é surpresa que esta categoria esteja reagindo rapidamente e diminuindo sua atividade publicitária. Precisamos, no entanto, observar que a atividade publicitária de outros produtos, como bens não duráveis (FMCG) ainda não apresenta um declínio consistente; de toda forma pode ser um problema anunciar produtos que não estejam mais disponíveis nas lojas (produtos que enfrentam problemas na cadeia de distribuição, por conta de restrições de locomoção)”, finaliza.

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Jornalista usa inteligência artificial para ‘restaurar’ imagem de Chaves

Bruno Sartori publicou diferença entre original e restaurado no Twitter.

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O jornalista Bruno Sartori usou inteligência artificial para conseguir ‘restaurar’ a imagem de uma cena clássica do Chaves, gravado originalmente em 1970. Através da tecnologia, Sartori conseguiu elevar a quantidade de quadros por segundo da cena e, consequentemente, tornar a imagem mais nítida.

“Há algum tempo falei sobre minha vontade de melhorar a qualidade episódios de Chaves utilizando inteligencia artificial. Nesse trabalho, partir de em um vídeo em 640×484 com 30 fps e cheguei em outro em tamanho 1280×976 com 120fps. São 90 quadros inéditos por segundo de vídeo”, publicou o jornalista no Twitter.

Sartori lamentou que não encontrou um site que pudesse hospedar vídeos com 120 fps online e, por isso, disponibilizou o arquivo para ser baixado. Para ajudar os internautas a perceberem a diferença, Sartori mostrou o frame original de Chaves (veja abaixo).

Abertura de Bob

O jornalista aproveitou a repercussão para publicar um vídeo da abertura de O Fantástico Mundo de Bob, também restaurada, que também parece ter uma melhor qualidade que a normal. Veja abaixo:

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Serviço de streaming HBO Max ganha trailer e anuncia data de lançamento

Plataforma deve chegar aos Estados Unidos em maio. No Brasil, a data de lançamento não foi divulgada.

A Warner Media divulgou nesta terça-feira (21) a data de lançamento e mais um trailer do HBO Max, seu novo serviço de streaming, que vai disponibilizar grandes produções cinematográficas. A data de lançamento para os Estados Unidos será no dia 27 de maio. O lançamento da plataforma no Brasil ainda não foi anunciado.

O serviço deve continuar oferecendo os mesmos serviços da HBO e séries originais do canal, incluindo Os Sopranos, A Escuta e Game of Thrones e também, clássicos da Warner Bros. como Nasce uma Estrela, Coringa, O Mágico de Oz, Podres de Ricos, Casablanca e Cidadão Kane. As séries de comédia Friends e The Big Bang Theory também serão destaques da plataforma.

Serão exibidos na plataforma o conteúdo das emissoras HBO, TNT, TBS, Turner Classic Movies (TCM), CW, Cartoon NetworkRooster TeethAdult Swim e Crunchyroll, e também todas as produções da Warner Bros., como New LineLooney TunesCNN e DC.

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