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Na Ilha

Vitrola Junina no Flor de Vinagreira

A iniciativa já criou um público cativo, apreciador da boa música e do charme retrô do LP.

Neste mês de junho haverá edições especiais do “Expoentes da Música – 100% vinil”, às quintas-feiras, a partir de 19h, no Restaurante Flor de Vinagreira – Praia Grande. A DJ residente, jornalista, Vanessa Serra vai apresentar um repertório repleto de clássicos do cancioneiro maranhense e regionalidades nordestinas como o xote e o forró, faixa a faixa, de sua coleção pessoal de discos, diretamente da vitrola.

Raridades como toadas de bumba-meu-boi como Boi da Maioba, Madre Deus e Maracanã, sotaque da Ilha; Boi de Guimarães e Fé em Deus, sotaque de zabumba; Boi de Pindaré, sotaque da baixada; Boi de Morros e Axixá, sotaque de orquestra; assim como Boi Barrica, Tambor de Crioula de Felipe e de Leonardo não faltarão no repertório. Além de grandes sucessos maranhenses na voz de Papete, César Nascimento, Betto Pereira, Josias Sobrinho, João do Vale e Dicy. Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Jackson do Pandeiro, Geraldo Azevedo, Zé Ramalho, Alceu Valença e Elba Ramalho entre outros expoentes da Música Brasileira completam a viagem sonora da noite.

Muitos maranhenses e turistas que se surpreendem ao se depararem com essa proposta diferente, e ao mesmo tempo, tão próxima da memória afetiva de cada um. Convidados especiais e performances poéticas inusitadas completam, eventualmente, o cardápio de cada noite. Já passaram por lá, o ator Hélio Martins em performance poética, o DJ e produtor Joaquim Zion (Rádio Zion) e a professora de música Gabriela Flor, em edições anteriores.

Eis uma excelente oportunidade para aproveitar o clima junino e fazer um passeio ao Centro Histórico, que está magnificamente colorido e vibrante nesta época do ano.

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Na Ilha

‘Sinto Falta da Gente’ é o novo single do cantor maranhense Ed Neto

Compositor e integrante do grupo “@e3hit”, Ed tem músicas gravadas por artistas nacionais.

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O mercado da música no Brasil tem apresentado novos artistas vindos dos mais variados estilos musicais. No Maranhão não tem sido diferente. E é nesse cenário que surge o cantor Ed Neto, que está lançando sua nova música de trabalho: “Sinto falta da gente”. Vem ouvir clicando aqui.

Ed Neto é um jovem artista de 22 anos, que desde bem cedo descobriu na música um caminho pra espalhar sua arte. Compositor e integrante do grupo “@e3hit”, tem músicas gravadas por artistas nacionais e agora vem ganhando destaque no cenário musical depois de suas parcerias com cantores já consolidados no mercado local como Israel Costa.

Nessa quarta-feira (18), ele lançou a música “Sinto falta da gente” em todas as plataformas digitais. Produzida por Sandoval Bimbo, escrita em parceria com Edimar Filho e Eli Ribeiro, carrega um estilo musical variado, diferente, contendo influencias da música romântica. O single “Sinto falta da gente”, como o próprio nome já sugere, fala sobre a relação de duas pessoas que não estão mais juntas e mostra como isso afeta o dia a dia do personagem da música, a falta que a outra pessoa faz, como o próprio cantor explica.

“Esse é o segundo single da minha carreira e ele carrega dois lados na sua produção. A letra mais romântica com o instrumental, mais pra cima. Trazendo contraste à música”, explica Ed Neto.

O artista adota diversos estilos para compor as suas músicas. Para isso, tem influências que vão do MPB e até mesmo artistas e grupos do pop/rock e pop atual, e também tem influências da música cristã. Essas influências musicais marcaram tanto a produção da primeira música de sua carreira, “Avesso”, como a nova produção.

“Mesmo sendo lançada exclusivamente nas plataformas digitais, também valorizo a divulgação da música nas rádios porque é um meio que está presente no cotidiano das pessoas e ajuda a mais pessoas a conhecerem o meu trabalho”, diz o cantor.

A produção do cantor planeja uma apresentação em janeiro, mas sem data definida.

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Na Ilha

Festival de hip-hop KEBRADA começa nessa sexta-feira (6)

A programação conta com show do rapper Rincon Sapiência

A 2ª edição do festival KEBRADA, que celebra a cultura urbana e o hip-hop, já tem data marcada. Durante essa sexta-feira (6) até o dia 21 de dezembro, a partir das 14h, no Centro de Cultura da Vale (CCVM), na Praia Grande, vai rolar uma programação totalmente gratuita dedicada à arte das quebradas. Serão promovidas oficinas, mostras, batalhas de rima e dança, shows e rodas de conversa durante as sextas-feiras e sábados. O evento vai reunir 48 artistas e profissionais de rima, break, graffiti e djs, locais e nacionais.

No dia 6, a programação será aberta com a Oficina Produção Musical: Arte do Rap, ministrada pelo rapper e produtor Jonny São, que já abriu shows de nomes como Racionais MC e M.V. Bill. Durante a oficina serão abordadas os elementos técnicos necessários para a produção independente de música, sua divulgação e a gestão de carreira de rappers e MCs, além de trabalhar também as técnicas de rimas, flow, métrica e batidas instrumentais. Para se inscrever, gratuitamente, basta enviar enviar nome, telefone e oficina desejada para o e-mail contato@ccv-ma.org.br.

Outras atividades que irão rolar durante a programação serão as batalhas. Ainda no dia 6, às 19h, também no CCVM, ocorre a primeira a seletiva nas modalidades rima e passinho. Na primeira, os jurados serão MC Alcino e Preto Fiel. Já na segunda, a decisão ficará por conta de Victor SLZ, Glede A e David Maloca. A final será no dia 20 e os vencedores ganharão medalhas e um prêmio em dinheiro. Para participar, é só enviar nome e telefone para o e-mail contato@ccv-ma.org.br, com o nome da batalha que quer concorrer no assunto do e-mail.

O KEBRADA também traz diversos shows na programação. No sábado (7), às 19h30, a noite vai ferver ao som do DJ ASTRO, MC Alcino e outros nomes. O último dia de festival será fechado com chave de ouro com a apresentação do rapper e poeta brasileiro Rincon Sapiência.

Para mais informações, acesse o site da CCVM.

Confira a programação.

06/12 sexta
14h às 18h OFICINA DE PRODUÇÃO MUSICAL, com JHONNY SÃO
DJ WEX
19h BATALHA DE PASSINHO, organização Glauciane Pires
20h BATALHA DE RIMA (SELETIVA 1), organização MC Alcino e Cadete

07/12 sábado
14h às 18h OFICINA DE PRODUÇÃO MUSICAL, com JHONNY SÃO
14h às 18h OFICINA DE GRAFFITI, com EDI BRUZACA
18h MOSTRA DANÇA AQUI: KRUMP SLZ + JUÇARA SQUAD + REVOLUÇÃO DAS RUAS
+ PLANO B CREW + LION HEARTED FAM + CRUSHES + OS MENOR DO FUNK
19h30 SHOW : DJ ASTRO +QG NORDESTINO + CARLIM CLH +OVNI + BANCA CDL+ MC ALCINO

13/12 sexta
14h às 18h OFICINA DE DJ, com ERICK JAY
14h às 18h OFICINA COMO MONTAR O ÁUDIO DE UM PEQUENO SHOW, com GRUPO ZONA
DJ NANNY RIBEIRO
19h BATALHA DE DANÇA ALL STYLE, organização André Dumará
20h BATALHA DE RIMA (SELETIVA 2), organização MC Alcino e Cadete

14/12 sábado
14h às 18h OFICINA DE DJ, com ERICK JAY
14h às 18h OFICINA COMO MONTAR O ÁUDIO DE UM PEQUENO SHOW, com GRUPO ZONA
17h30 TROCA DE IDEIA, com THIAGO ELNIÑO e ERICK JAY
19h SHOW: DJ JOHNNY JAY + CFN + BIG BOY + CONTRABANDO LÍRICO
20h30 SHOW: ERICK JAY
21h SHOW: THIAGO ELNIÑO

20/12 sexta
14h às 18h OFICINA PRIDE: PRODUÇÃO INDEPENDENTE E DESAFIOS ENFRENTADOS, com ENME PAIXÃO
14h às 18h OFICINA DE BBOY, com PYTUYBA
14h GRAFFITI (criação do painel): BNK + CAJU + EDUARDO INKE + NEGONICA +
NSW NASCIMENTO + RICARDO KDIN
DJ CAIO OIK
19h BATALHA DE BBOY, organização Elias de Castro
20h BATALHA DE RIMA (FINAL), organização MC Alcino e Cadete

21/12 sábado
14h às 18h OFICINA PRIDE: PRODUÇÃO INDEPENDENTE E DESAFIOS ENFRENTADOS, com ENME PAIXÃO
14h às 18h OFICINA DE BBOY, com Elias de Castro
14h GRAFFITI (criação do painel): BNK + CAJU + EDUARDO INKE + NEGONICA +
NSW NASCIMENTO + RICARDO KDIN
17h30 TROCA DE IDEIA com RINCON SAPIÊNCIA
19h30 SHOW: DJ JUAREZ + RAFIZA + CONDE
21h SHOW: RINCON SAPIÊNCIA

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Eventos

Lista de Cinco | BR 135 e pontos positivos e negativos do festival

A 8ª edição do BR 135 consagrou o festival musical como o maior do estado.

Foto: Laila Razzo

A última semana de novembro marcou o ano dos maranhenses e o Festival BR 135 é o responsável. Os dias 28, 29 e 30 foram aguardados com muita expectativa e cumpriram com êxito o quê haviam prometido. Pela tarde, o Conecta Música, que abriu as programações dos três dias de festival, promoveu uma série de palestras, rodas de conversas e workshops em pontos específicos da Praia Grande. Já no período da noite, os vocais dos artistas se uniram como com os do público e tornaram as noites de São Luís ainda mais quentes. Um verdadeiro ritual de celebração e amor à cultura.

Com prós e contras, o festival saiu com saldo positivo e, com certeza, ampliou o leque de eventos anuais para por no calendário, principalmente do público que experimentou pela primeira vez o quê a festa teve a oferecer. Saca só alguns pontos positivos e negativos da 8ª edição do BR 135.

1. Espaço

Quando divulgado o local que receberia o BR deste ano, alguns não receberam a notícia da melhor forma. Parte do público afirmou que a escolha foi fruto de um processo de higienização.

E essa afirmação não foi necessariamente vazia. Nos últimos meses, o Centro Histórico de São Luís, antiga sede do festival, e ponto de realização de eventos populares e gratuitos, vem recebendo cada vez menos a programação que há anos dava vida ao local.

Contudo, é inegável que o novo espaço do BR foi um dos pontos mais fortes desta edição. A Praça Maria Aragão e a Praça Gonçalves Dias trataram de consolidar o BR como o maior festival de música do Estado. Foram dois espaços destinados à música eletrônica e às atrações principais. Além disso, por ser mais amplo, o local permitiu que o público pudesse transitar por todo o evento sem dificuldades, se deslocar até a praça de alimentação e voltar para acompanhar os shows tranquilamente e ainda tirar boas fotos para publicar no Instagram (A decoração estava massa).

2. Localização e Mobilidade

A Praça Maria Aragão foi uma ótima escolha para quem quis transitar pelo festival sem ter que enfrentar muita muvuca. Por outro lado, para aqueles que dependiam do transporte público, foi uma faca de dois gumes.

Boa parte da galera que vai ao BR 135 é composta por jovens e universitários, oriundos de bairros distantes do centro de São Luís. Infelizmente, a capital ainda não possui uma logística de transporte eficiente que atenda às necessidades de eventos noturnos. Com a certeza de que várias linhas não iriam mais rodar em determinado período da noite, muitos tiveram que abrir mão de assistir os headliners para que pudessem chegar em casa.

E esse não é o único fato a se destacar. Além dessa problemática, a galera ainda enfrentou os ônibus que não paravam nos pontos da Rua Rio Branco e da Praça Maria Aragão, mesmo ao sinalizarem parada. No começo da noite também, por conta das ruas estreitas próximas das Praças, o vai e vem de quem estava no evento ocasionou trânsito lento naquela região, principalmente no sentido Centro/Beira-Mar.

3. Lineup

O BR 135 tem a proposta de trazer artista que, dificilmente, desembarcariam em São Luís para trazer seu show. A 8ª edição do festival não foi diferente, mas caprichou ao trazer uma lineup bem diversificada.

Funk carioca, MPB, ritmos baianos, música eletrônica, reggae e outros gêneros rechearam a programação dos três dias. Foi uma variedade de ritmos que atendeu a todos os gostos. Não foi difícil ouvir dos seus amigos o nome de apenas uma atração que eles estavam a fim de assistir. E, para quem não conhecia nenhuma, com certeza, deve ter saído apaixonado pelo som de algum artista/banda que subiu no palco principal ou, até mesmo, da vibe inclusiva e democrática transmitida pelo evento.

Foto: Laila Razzo

4. Público da quinta-feira

O festival foi esperado com muita expectativa por muitos, mas, infelizmente, isso não se refletiu no número de pessoas presentes no primeiro dia. Além disso, pelo tamanho da praça, a sensação se ampliou ainda mais.

Foi um tanto constrangedor presenciar as atrações da quinta-feira (28) se apresentarem para um pequeno aglomerado de pessoas próximas da grade. O pior foi ver alguns que estavam perto do palco de costas para os artistas (E isso não foi só na quinta). Mesmo assim, a situação não foi motivo para desanimar os nomes da noite, que entregaram apresentações fortes e marcantes.

5. Cidade Alta e muita música eletrônica

A Praça Goncalves Dias, que leva o nome de um dos principais poetas maranhenses, tornou-se num saral de beats e arranjos sintéticos. A Praça, batizada de Cidade Alta pelos três dias do festival, foi a principal porta de entrada para o novo público.

Vários Djs maranhenses e de outros estados trouxeram um set bem trabalhado, com remixes de músicas da cultura popular, do cenário pop e autorais, que colocou muito marmanjo duro para dançar. O resultado? Bem, teve gente que nem se quer pensou em sair do Cidade Alta enquanto grandes nomes subiam no palco principal.

Além disso, durante o intervalo das atrações na Maria Aragão, um dj comandava o palco para manter o ânimo e a empolgação da galera. A sexta-feira teve o melhor setlist da noite, que energizou ainda mais o público ansioso para ver a Potyguara Bardo e Atoxxa.

Foto: Laila Razzo
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