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Coberturas

Veja os destaques da programação do primeiro dia de SDCC 2018

Programação reúne conteúdos sobre Punho de Ferro, Star Wars e muito mais.

Foto: Divulgação/Netflix

A San Diego Comic-Con é uma das principais convenções de cultura pop do planeta e a edição 2018 ocorrerá entre os dias 19 e 22 de julho na Califórnia, nos Estados Unidos. O festival sempre reúne atrações dos principais estúdios de TV e cinema para apresentar novidades a respeito de séries, filmes e jogos. Veja, abaixo, os destaques da programação do primeiro dia de SDCC 2018:

PROGRAMAÇÃO – SDCC DIA 1 – 19 DE JULHO
10h – Transformers: Unicron and Beyond Os criadores do sucesso da franquia Transformers – John Barber, editor-chefe do IDW; David Hedgecock, editor associado; David Mariotte, editor; e Michael Kelly, diretor de edição global da Hasbro – conversam sobre o que está por vir.
10h30 – 20th Century Fox: O Predador O diretor Shane Black e os atores Olivia Munn, Sterling K. Brown, Keegan-Michael Key, Trevante Rhodes, Jake Busey, Yvonne Strahovski, Thomas Jane e Augusto Aguiliera conversam sobre a nova produção da Fox, em um painel dedicado exclusivamente ao filme.
11h30 – DC Encontra os Editores Dan DiDio e Jim Lee – os grandes nomes por trás da DC Publishing, incluindo DC Vertigo, MAD, DC Black Label e DC New Age of Heroes – comandam um painel que dará acesso exclusivo a informações sobre os quadrinhos DC e seus protagonistas.
11h45 – Celebração dos 10 anos de Star Wars: A Guerra dos Clones O produtor executivo Dave Filoni e outros convidados falam sobre os dez anos da premiada série que expandiu o universo de Star Wars e apresentou alguns dos personagens mais queridos da franquia.
11h45 – Doctor Who: Painel Oficial da BBC America A BBC America apresenta oficialmente o 13º Doctor, interpretado pela atriz Jodie Whittaker, marcando uma nova era do legendário Lorde do Tempo. Participarão também do painel os atores Tosin Cole e Mandip Gill, marcando a primeira aparição do novo elenco. O premiado showrunner Chris Chibnall e o produtor executivo Matt Strevens também estarão presentes.
13h – Call of Duty: Black Ops 4 Zombies Jason Blundell e Craig Houston celebram o aniversário de 10 anos de Call of Duty’s Zombies e discutem o que vem a seguir com Call of Duty: Black Ops 4. O painel promete imagens de cenas nunca vistas e anúncios especiais.
13h – Painel Marvel Games Informações exclusivas, anúncio surpresa e sneak peeks de games como Marvel’s Spiderman, Marvel Power United VR e Marvel Battle Lines. Com certeza é um painel cujas novidades vamos querer acompanhar.
14h – Painel Sonic the Hedgehog Joe Hughes, David Mariotte e Evan Stanley, da IDW; Michael Cisneros, Austin Keys e Takashi Iizuka, da Sega, reúnem-se para discutir os quadrinhos e os games do personagem, bem como fazer alguns anúncios surpresas.
14h15 – Dragon Ball Super Sean Schemmel e Christopher Sabat, atores que dublam Goku e Vegeta em inglês, vão conversar sobre o universo de Dragon Ball e revelar conteúdo nunca visto do novo filme. O painel vai ter ainda participações especiais surpresas.
15h – Painel Nightflyers O elenco e os criadores da nova série do SYFY, baseada na obra homônima de George R. R. Martin, convidam os participantes deste painel a conhecer os mistérios da trama e conferir conteúdos exclusivos.
15h15 – Marvel Animation: Marvel Rising A Marvel Rising traz a próxima geração de super heróis Marvel, proporcionando um sneak peek no grupo de adolescentes que viverá aventuras cheias de ação, comédia e mensagens poderosas. Na ocasião, os participantes poderão conferir material exclusivo de animações, além de anúncios especiais.
15h30 – Pokemon GO, Ingress e os próximos planos da Niantic Além de conversar sobre Ingress e Pokemon GO, John Hanke, Kento Suga e Andrew Macintosh vão falar sobre os próximos planos da Niantic, de eventos a novos jogos, do anime de Ingress a outras novidades.
18h – Painel Netflix: Punho de Ferro Marvel A Netflix vai trazer informações exclusivas sobre a segunda temporada de Punho de Ferro. Além do produtor executivo e chefe de televisão da Marvel Jeph Loeb, o painel contará com convidados surpresas.

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA CLICANDO AQUI.

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Coberturas

#VoltsNaMSDC Confira a programação completa da Mostra Sesc de Cinema em São Luís

Evento acontece de 19 a 28 de Novembro e exibe 70 produções brasileiras

Além da seleção lançada em Paraty, com 42 filmes das cinco regiões do Brasil, a MSDC conta com o Panorama Maranhão que traz 28 produções locais. O evento está agora em seu terceiro ano de existência, mas ao funcionar como uma plataforma de facilitação de acesso do público a um rico material cinematográfico que é a cara do Brasil, a Mostra prova sua importância e relevância para o cenário cultural do nosso país.

No Maranhão, a MSDC acontece de 19 a 27 de novembro no Cine Praia Grande com os Panoramas Brasil e Maranhão. E de 26 a 28 de novembro no Teatro Sesc Napoleão Ewerton com o Panorama Infanto Juvenil. Lembrando que toda a programação é gratuita.

Além das exibições, a MSDC também vai oferecer a Oficina de Criação e Desenvolvimento de Séries de Animação, com Otoniel Oliveira do Iluminuras Estúdio de Animação (PA).

Para ficar por dentro da MSDC, acompanhe a cobertura pelas redes sociais do Volts – e clicando AQUI você tem acesso a grade com todos os horários.

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Coberturas

#VoltsNaMSDC – Confira aqui as críticas do Panorama Brasil – Filmes da Região Sudeste

Os filmes selecionados vêm dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais

Ao todo, a Mostra Sesc de Cinema 2019 conta com 42 filmes e aqui no Volts você confere nossos comentários sobre todos eles. Nesse post, as produções da Região Sudeste são as estrelas. Vai vendo.

Fabiana (São Paulo, São Paulo) 89min, longa-metragem, documentário, 2018

‘Fabiana’ é o longa dirigido e escrito pela goiana Brunna Laboissière cuja proposta interessa de cara: pegar carona no caminhão da mulher trans e também lésbica que dá título ao filme. Uma figura poderosa, despachada e cheia de bagagem que segue baforando seu cigarrinho pela janela enquanto compartilha vivências.

O universo da estrada é por si só uma fonte infinita de histórias, mas Fabiana é um ponto de resistência numa profissão dominada por homens – não meramente por ser mulher e caminhoneira, mas também por sua orientação sexual. Porém, infelizmente o potencial fica perdido na estrada. A condução do filme é surpreendentemente passiva, desperdiçando a oportunidade de explorar a evidente riqueza do material.

E dá pra entender a intenção de Laboissière de não interferir, por exemplo, numa passagem em que Fabiana atende uma ligação e aparentemente recebe uma notícia ruim, desliga a chamada e fica em silêncio por longos minutos, balbucia algo e segue em silêncio até que a diretora pergunta “O que houve?” e aí ela finalmente conta. Outras sequências se limitam a contemplação pura e simples. Ou seja, a fartura do material exige mais intervenções e ao público resta sair da sessão como quem esperava uma viagem memorável e pegou apenas uma caroninha curta.

Plano Controle (Belo Horizonte, Minas Gerais)16min, curta-metragem, ficção, 2018

Se a turma do Twitter produzisse um filme, seria esse Plano Controle. Um flerte divertido com a ficção científica ensaia um Brasil onde o teletransporte é uma realidade e pode ser acionado como quem ativa um pacote de dados de internet móvel.

Escrito e dirigido por Juliana Antunes, o curta brinca com viagens no tempo pra fugir da realidade dura de 2016 com o golpe que tirou Dilma da presidência. Pra ilustrar os deslocamentos no espaço-tempo, o filme investe numa bricolagem de cenas icônicas da cultura pop nacional que vão de Van Damme dançando com a Gretchen no palco do Gugu a clássicos musicais dos anos 90. Sendo assim, onde “Plano Controle” falta em fazer sentido, sobra no senso de humor. 16 minutos bem aproveitados.

Navios de Terra (Belo Horizonte, Minas Gerais) 70min, longa-metragem, ficção, 2018

Esse longa de ficção dirigido por Simone Cortezão é um investimento pesado na estética do marasmo. Conceitual e visualmente promissor, o filme pensa a exploração de minério como o “deslocamento de montanhas” do Brasil a China e vice-versa. Seu protagonista (Rômulo Braga) sai de Minas e vai de navio ao outro continente em busca desses encontros muito subjetivos que ninguém sabe direito explicar. Nesse meio tempo o que se vê é um filme lentíssimo e frequentemente até arrastado onde quase nada acontece.

Jéssika (Rio de Janeiro, Rio de Janeiro) 19min, curta-metragem, ficção, 2018

Jéssika, filme de Galba Gogóia, propõe uma discussão pertinente sobre a importância do acolhimento familiar em diversos níveis ao trazer a travesti do título de volta a casa onde cresceu como menino, pra reencontrar a mãe.

Pouco criativo na direção, o filme gira em torno de um diálogo na mesa do café (em plano e contraplano) onde muitos “não-ditos” e mágoas ficam evidentes assim como o amor entre as duas personagens, que é o que acaba gritando mais alto no fim das contas, mas tanto na vida quanto no filme, não é só o que importa. Infelizmente para Jéssika, como para tantas outras, apenas ser chamada pelo nome, já é uma imensa prova de aceitação pra quem cresceu acostumada a viver na defensiva.

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Coberturas

#VoltsNaMSDC Confira aqui as críticas do Panorama Brasil – Filmes da Região Nordeste

Os filmes selecionados vêm dos estados da Bahia, Ceará, Sergipe, Paraíba e Pernambuco

Ao todo, a Mostra Sesc de Cinema 2019 conta com 42 filmes e aqui no Volts você confere nossos comentários sobre todos eles. Nesse post, as produções da Região Nordeste são as estrelas. Vai vendo.

Mateus (Recife, Pernambuco) 80min, longa-metragem, documentário, 2017

Essa doçura de documentário em formato road-movie é um breve passeio pela cultura popular pernambucana que só prova quão vastas e ricas são as tradições culturais do nosso país. Os palhaços Jurema e Bandeira vão rasgando a estrada a bordo de um fusquinha azul 78 em busca dos veteranos ‘brincadores’, palhaços que são chamados de ‘Mateus’ na região da Zona da Mata norte-pernambucana.

O doc. dispensa o didatismo que até poderia esclarecer os termos “Loa”, “Cavalo Marinho” entre tantos outros e prefere focar nos personagens como seu Zé de Bibi e o Mateus Martelo que, já idosos, seguem como guardiões de um saber popular tão belo e puro. “Pessoas assim enchem a minha alma de alegria”, diz Jurema em certo trecho – e assim também é o filme que emociona e diverte na mesma intensidade.

Ilha (Salvador, Bahia) 92min, longa-metragem, ficção, 2018

O que o Cinema quer da gente é coragem” … “Vocês vão ter que engolir a seco a minha subjetividade”… “O amor ensina e mata aqueles que não tem imaginação”. Assim é o longa-metragem de Ary Rosa e Glenda Nicácio, cheio dessas frases de efeito e citações, nunca dispensa a oportunidade de ser viajativo, às vezes é cafonaço, mas sempre muito consciente do próprio conceito de ser um filme provocativo e intrigante sobre a arte de fazer filmes.

Em Ilha o uso da quebra da quarta parede ganha um contorno diferente já que quem olha para a lente não encara exatamente o público e sim Thacle, o personagem que opera a câmera. E enquanto o filme dentro do filme vai sendo feito, as barreiras entre realidade e ficção vão se estreitando e memória e Cinema se misturam pra terminar no abraço. O abraço que Emerson dá em seus pais da ficção é também um acerto de contas com os pais da vida real e por isso a cena cresce tanto. Já o abraço final pode até ter lá a sua dose de cafonice, mas é marcante como é também o filme inteiro. Os dois.

Orin: Música para os Orixás (Salvador, Bahia) 73min, longa-metragem, documentário, 2018

Esse documentário em longa-metragem dirigido por Henrique Duarte parte da interessante premissa de que os cânticos e ritmos do candomblé tiveram papel determinante na construção de diversos gêneros musicais brasileiros, do samba ao funk. Dessa forma, o texto vai evoluindo e faz perceber que a música está relacionada a uma ancestralidade que chega até mesmo a extrapolar o território da religião.

O filme também é hábil em explorar detalhes que vão desde a feitura dos atabaques até a curiosa hierarquia dos instrumentos. Nesse sentido, as diferentes danças de cada orixá rendem um dos momentos mais belos do longa. Por fim, a simbiose entre fé e som revela uma forma de arte que flui para além dos terreiros e vai parar, como o doc. explica, na pauta da Rumpilezz Orquestra em Salvador até virar referência central para um grupo de rap.

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