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Filmes

Veja a lista completa dos vencedores no Golden Globe 2019

Os longas Bohemian Rhapsody e Green Book foram destaques na noite.

Foto: Paul Drinkwater/NBC

O ano definitivamente começou, e já demos largada na fase das premiações. O domingo (6) foi marcado pela 76ª edição do Golden Globe Awards. O evento, transmitido diretamente de Los Angeles, é marcado por reunir categorias do cinema e da televisão no mesmo local.

Em uma belíssima noite, tivemos alguns momentos lindos, como a aclamação do júri pela cinebiografia do Freddie Mercury, Bohemian Rhapsody, Netflix mostrando para o que veio com o longa Roma, além de Lady Gaga se destacando na categoria musical, com a música Shallow, trilha de A Star Is Born.

Sem mais delongas, veja os vencedores em todas as categorias do Golden Globe abaixo:

Melhor série limitada ou filme para TV

The Alienist
The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story
Escape at Dannemora
Sharp Objects
A Very Englisch Scandal

Melhor ator em série (Musical ou Comédia)

Sascha Baron Cohen, This is America
Michael Douglas, The Kominsky Method
Donald Glover, Atlanta
Bill Hader, Barry

Melhor atriz em série (Musical ou Comédia)

Kristen Bell, The Good Place
Candice Bergen, Murphy Brown
Alison Brie, Glow
Rachel Broshnahan, The Marvelous Mrs. Maisel
Debra Messing, Will & Grace

Melhor atriz em série (Drama)

Caitriona Balfe, Outlander
Elisabeth Moss, The Handmaid’s Tale
Sandra Oh, Killing Eve
Julia Roberts, Homecoming
Keri Russell, The Americans

Melhor ator em série (Drama)

Jason Bateman, Ozark
Stephan James, Homecoming
Billy Porter, Pose
Richard Madden, Bodyguard
Matthew Rhys, The Americans

Melhor ator em série limitada ou filme para TV

Antonio Banderas, “Genius: Picasso”
Daniel Bruhl, “The Alieniest”
Darren Criss, “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story”
Benedict Cumberbatch, “Patrick Melrose”
Hugh Grant, “A Very English Scandal”

Melhor atriz em série limitada ou filme para TV

Amy Adams, “Sharp Objects”
Patricia Arquette, “Escape at Dannemora”
Connie Britton, “Dirty John”
Laura Dern, “The Tale”
Regina King, “Seven Seconds”

Melhor ator coadjuvante em série, série limitada ou filme para TV

Alan Arkin, “Kominsky Method”
Kieran Culkin, “Succession”
Edgar Ramirez, “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story”
Ben Whishaw, A Very English Scandal
Henry Winkler, Barry

Melhor atriz coadjuvante em série, série limitada ou filme para TV

Alex Bornstein, The Marvelous Mrs.Maisel
Patricia Clarkson, Sharp Objects
Penelope Cruz, The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story
Thandie Newton, Westworld
Yvonne Strahovski, O conto de Aia

Melhor atriz em filme (Musical ou Comédia)

Emily Blunt, “O Retorno de Mary Poppins”
Olivia Colman, “A favorita”
Elsie Fisher, “Eighth Grade”
Charlize Theron, “Tully”
Constance Wu, “Podres de Ricos”

Melhor ator em filme (Musical ou Comédia)

Christian Bale, “Vice”
Lin-Manuel Miranda, “O Retorno de Mary Poppins”
Viggo Mortensen, “Green Book: O Guia”
Robert Redford, “The Old Man and the Gun”
John C. Reilly, “Stan & Ollie”

Melhor diretor de filmes

Bradley Cooper, “Nasce uma estrela”
Alfonso Cuaron, “Roma”
Peter Farrelly, “Green Book: O Guia”
Spike Lee, “Infiltrado na Klan”
Adam McKay, “Vice”

Melhor atriz coadjuvante em filmes

Amy Adams, Vice”
Claire Foy, “First Man”
Regina King, “If Beale Street Could Talk”
Emma Stone, “A Favorita”
Rachel Weisz, A Favorita

Melhor ator coadjuvante em filmes

Mahershala Ali, Green Book: O Guia
Timothee Chalamet, Beautiful Boy
Adam Driver, Infiltrado na Klan
Richard E. Grant, Can You Ever Forgive Me?
Sam Rockwell, Vice

Melhor roteiro para filme

Barry Jenkins, If Beale Street Could Talk
Adam McKay, Vice
Alfonso Cuaron, Roma
Deborah Davis and Tony McNamara, The Favourite
Peter Farrelly, Nick Vallelonga, Brian Currie, Green Book: O Guia

Melhor filme em língua estrangeira

Capernaum
Girl
Never Look Away
Roma
Shoplifters

Melhor animação

“Os Incríveis 2”
“Ilha dos Cachorros”
“Mirai”
“WiFi Ralph: Quebrando a Internet”
“Homem-Aranha no Aranhaverso”

Melhor trilha original para filmes

Marco Beltrami, “Um lugar silencioso”
Alexandre Desplat, “Ilha de cachorros”
Ludwig Göransson, “Pantera Negra”
Justin Hurwitz, “O primeiro homem”
Marc Shaiman, “O retorno de Mary Poppins”

Melhor música para filmes

All the Stars, Pantera Negra
Revelation, Boy Erased
Girl in the Movies, Dumplin
Shallow, Nasce uma estrela
Requiem for a Private War, A Private War

Melhor série (Drama)

The Americans
Bodyguard
Homecoming
Killing Eve
Pose

Melhor série (Musical ou Comédia)

Barry
Kidding
The Good Place
The Kominsky Method
Marvelous Mrs. Maisel

Melhor filme (Drama)

Infiltrado na Klan
Pantera Negra
Bohemian Rhapsody
If Beale Street Could Talk
Nasce Uma Estrela

Melhor Filme (Musical ou Comédia)

Podres de ricos
A Favorita
Green Book: O Guia
O Retorno de Mary Poppins
Vice

Melhor atriz de filme (Drama)

Glenn Close, The Wife
Lady Gaga, Nasce uma estrela
Nicole Kidman, Destroyer
Melissa McCarthy, Can You Ever Forgive Me?
Rosamund Pike, A Private War

Melhor ator de filme (Drama)

Bradley Cooper, Nasce uma estrela
Willem Dafoe, At Eternity’s Gate
Lucas Hedges, Boy Erased
Rami Malek, Bohemian Rhapsody
John David Washington, Infiltrado na Klan

Filmes

Novas imagens do set de Black Widow confirmam personagem de Florence Pugh

A confirmação da personagem pode ser indício de que uma nova Viúva entrará no MCU

Ainda que não anunciado oficialmente pela Marvel, o filme solo da personagem de Scarlet Johansson, Viúva Negra, está sendo filmado e não é segredo para ninguém (Justice for Scarlet).

Pois novas imagens com o logo do filme “Black Widow” e um vídeo apareceram na internet. Para quem está “escondendo” o filme, as filmagens estão sendo feitas nas ruas da Noruega, como aquela em que Natasha aparece saindo de um supermercado chamado Joker.

Em uma das caixas de manequim aparece a confirmação da personagem de Florence Pugh, ela interpretará Yelena Belova no filme dirigido por Cate Shortland.

Belova, nos quadrinhos, é a segunda mulher a tomar o título de Viúva Negra, após treinar por uma década com o Red Room, as mesmas pessoas que Natasha Romanoff. Durante o treinamento Yelena começa a achar que ela merecia mais que Natasha o título e isso cria animosidade entre elas.

A confirmação da personagem pode ser indício de que uma nova Viúva entrará no MCU, uma vez que Natasha – spoilers – morreu em Vingadores: End Game.

Além de Pugh, estão ainda no elenco David Harbour (Stranger Things, Hellboy) e Rachel Weisz (Disobedience).

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Críticas

Crítica | Democracia em Vertigem

Um documentário sobre lembrança e reavaliação no país da memória-curta

Uma impressão arriscada sobre esse doc: embora Democracia em Vertigem (2019) responda a uma perspectiva igualitária e progressista, não se trata de um documentário “de esquerda”. Dependendo das convicções políticas de quem assiste, ele pode soar como uma ode ao triunfo ou um canto triste de derrota. E é justamente aí que mora a beleza desse trabalho dirigido, roteirizado e narrado pela cineasta Petra Costa e disponível agora na Netflix para mais de 190 países. Vai vendo.

Ao longo de seus 120 minutos, o filme vai desfiando os últimos anos da política brasileira a fim de entender como a nação da cordialidade e da hospitalidade se transformou no irreconciliável Fla x Flu ideológico que não se via há tempos. E a Esplanada dos Ministérios dividida em barricadas na decisão sobre o impeachment de Dilma Rousseff é o quadro que Pedro Américo pintaria nesses tempos loucos.

E tome lá o sinuoso dessa retrospectiva, catalogada com esmero pela montagem que recorre a imagens ainda muito frescas na lembrança dos brasileiros. A cadência dá espaço suficiente a cada evento, respira entre o alvoroço, passeia pelos salões vazios do Palácio da Alvorada numa quase-poesia que permite um tempinho para refletir (o tom de voz de Petra também contribui para esse efeito). E envolve toda essa linha do tempo com um ponto de vista muito particular: a relação pessoal da cineasta com a política e como sua família fez parte desse processo.

Ao misturar as esferas pública e privada na narrativa, Democracia em Vertigem abre o precedente para que o próprio espectador também o faça. E é só lembrar os núcleos familiares que começaram a ruir nas eleições de 2014 e vieram abismo abaixo na última visita às urnas – a identificação é imediata, afinal, em maior ou menor escala, todo mundo viu rachaduras nas paredes de casa.

Além disso, ao arrastar o discurso para a prerrogativa pessoal, Petra Costa evita o veredito, deixando as conclusões para o público. E o material é abundante entre entrevistas e discursos históricos . No país da memória-curta, Democracia em Vertigem surge como um documento poderoso de lembrança e reavaliação. Um tratado que tenta entender as polaridades que, vá lá, sempre existiram. Ao final, o texto aponta para o futuro sem fazer ideia do que vem de lá. Alguém faz?

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Críticas

Crítica | X-Men: Fênix Negra

Ainda que abordasse um dos arcos mais grandiosos do universo de super-heróis, X-Men: Fênix Negra consegue a proeza de ser superficial.

Um desfecho à altura do carinho que os fãs têm pela franquia X-Men era tudo que o público esperava. Não importa quantos filmes dividam opiniões, sempre houve uma multidão a espera de um impacto de verdade quando o assunto era um novo filme dos mutantes. Logan (2017) até deu esperanças e tudo que X-Men: Fênix Negra não podia fazer era decepcionar. E decepcionou.

Veja bem, toda impressão é relativa. A palavra decepção é forte e nós sabemos, até evito usar, mas em relação a esse arco tão marcante da história dos alunos de Xavier, já tivemos outras experiências bem-sucedidas em animações e quadrinhos. Agora, com todo suporte tecnológico, de mídia e com a Disney na cola, a Fox parecia estar com a faca e o queijo na mão para entregar um filme com uma linha de raciocínio muito mais poderosa.

X-Men: Fênix Negra é ambientado em 1992, os mutantes já eram considerados heróis nacionais e, durante uma missão espacial, Jean Grey (Sophie Turner) é atingida por uma poderosa força cósmica, que acaba absorvida em seu corpo. Após ser resgatada e retornar à Terra, aos poucos ela percebe que há algo bem estranho dentro de si, o que desperta lembranças de um passado sombrio e, também, o interesse de seres extra-terrestres.

A estética e a técnica de efeitos do filme estão impressionantes, questionável, mesmo, só as decisões de Simon Kinberg em – sem querer, acredito – acabar diluindo a força do arco da Fênix em cenas menos intensas do que o pretendido e com a inserção desnecessária de Jessica Chastain no elenco. O drama de Jean Grey não precisava dividir atenção com mais ninguém e tinha potência o suficiente para ser muito mais ameaçadora.

Ao tentar ser original, Kinberg desperdiça o argumento da força cósmica que habita Jean, que nos quadrinhos até funcionou como uma metáfora ao abuso de drogas. O poder Fênix, que se torna parte da intimidade da personagem, faz com que ela perca a noção de poder e acabe machucando todos ao redor. Esse sub-texto não consegue se desenvolver porque há uma alienígena desviando o rumo da trama, reduzindo ao argumento aos traumas da infância de Jean. Xavier, e até Magneto, poderiam ter sido melhor aproveitados neste conflito, visto que ambos lidam com poder, vaidade e raiva.

Essa despedida dos X-Men da Fox, depois de 11 filmes, não foi das piores, claro, mas falhou no objetivo de ser grande e de dar argumentos que dessem sentido proporcional ao surto da protagonista. A partir de agora, o bastão está com a Disney e o futuro dos mutantes a ela pertence. X-Men: Fênix Negra ficará no passado como uma relíquia. Só nos resta esperar.

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