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Maranhão

Tulipa Ruiz se apresenta no Jazz & Blues Festival neste sábado (11)

Show ocorre na Concha Acústica da Lagoa da Jansen.

Foto: Divulgação.

Muita música e talento na nona edição do Jazz & Blues Festival que acontece em São Luís nos dias 9, 10 e 11 de novembro, com grandes nomes maranhenses, nacionais e a atração internacional Andrea Dawson (USA).

A cantora e compositora paulistana, Tulipa Ruiz, encerra a programação do Festival na Concha Acústica da Lagoa da Jansen, no sábado (11), a partir das 22h30. 

A Orquestra Filarmônica de Sopros Sesc Musicar se apresenta no Jazz & Blues Festival nesta sexta, dia 10 de novembro, às 19h30, na Concha Acústica da Lagoa Jansen, com muito talento e um tocante repertório. O grupo é fruto da ampliação do trabalho de musicalização desenvolvido pelo Sesc com adolescentes e jovens nos bairros Maiobão e Divinéia  e sua proposta é o aprimoramento de músicos oriundos de bandas e fanfarras por meio de cursos de aperfeiçoamento em trompa, trombone, trompete, tuba, saxofone e percussão.

Sobre Tulipa

Tulipa Ruiz coleciona sucessos e traz na bagagem três discos. Nascida em Santos, criada na mineira São Lourenço, ela e o irmão, Gustavo, têm berço musical: o pai, Luiz Chagas, é guitarrista da vanguardista Isca de Polícia, banda que acompanhou Itamar Assumpção. Em 2010, estreou no mercado independente com Efêmera, lhe rendendo citações de disco do ano por publicações especializadas como a Rolling Stone Brasil e os jornais britânicos The Guardian e The Independent. Emplacou também música em novela e foi trilha sonora do videogame Fifa.

Dois anos depois, em 2012, lançou o álbum Tudo Tanto, com uma pegada pop rock, e em 2015 a cantora e compositora paulista surpreende e se reinventa com Dancê, seu terceiro álbum de estúdio produzido por Gustavo Ruiz, parceiro em dez das 11 novas composições e produtor de todos os seus trabalhos. O álbum foi indicado ao Grammy Latino e saiu vencedor na categoria de Melhor Álbum de Pop Contemporâneo Brasileiro.

Tu, o seu mais recente disco, que tem previsão de lançamento para 10 de novembro, é o sucessor de Dancê, de 2015, e apresenta o material gravado em Nova York, no estúdio de Scotty Hard. O público maranhense terá a honra de apreciar no Jazz & Blues Festival pela primeira vez as canções que fazem parte desse novo trabalho da cantora.

*Com informações da assessoria.

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Maranhão

Divulgada lista de classificados do festival de música ‘Canta São Luís’

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Foi divulgada, neste sábado (7), a lista dos candidatos classificados para o Canta São Luís, I Festival Ludovicense de Intérpretes da Música. No total, 120 participantes, dos 446 inscritos, foram selecionados e terão a oportunidade de se apresentarem ao público nas próximas etapas do concurso.

A antecipação do resultado, que seria divulgado somente na próxima semana, pretende possibilitar mais tempo para a preparação dos candidatos e para a organização dos arranjos dos maestros.

Após a divulgação da lista de classificados, os maestros entrarão em contato com todos os 120 participantes para agendar a data do primeiro ensaio, que vai acontecer nos dias 16 e 17 deste mês. Já a 1ª eliminatória, está com a data mantida para os dias 18, 19 e 20, assim como todas as outras datas previstas no regulamento.

O festival disponibilizará arranjador, banda base, palco, som e iluminação para todos os 120 selecionados, que se apresentarão, em público, na Praça Maria Aragão, localizada no Centro da cidade. Aos participantes da final, que ocuparem as primeiras cinco posições, serão oferecidas as seguintes premiações:

  • 1º lugar – R$ 60 mil
  • 2º lugar – R$ 40 mil
  • 3º lugar – R$ 30 mil
  • 4º lugar – R$ 20 mil
  • 5º lugar – R$ 10 mil

O festival, que acontecerá entre 18 de novembro e 4 de dezembro, visa divulgar, incentivar a criação musical, revelar talentos, promover intercâmbio cultural entre artistas do município, proporcionar o fortalecimento da cultura ludovicense e oferecer lazer cultural gratuito para o município de São Luís e toda a região metropolitana, sendo um atrativo, também, para os turistas que estejam de passagem pela capital.

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Listas

5 álbuns maranhenses para você ouvir durante a quarentena

O atual cenário da música maranhense traz trabalhos que aliam o pop aos ritmos regionais.

A nova safra de artistas maranhenses é marcada por um importante elemento no processo de produção: a criatividade. São nomes que buscam no dialogo entre as referências locais e do mundo as bases que alimentam o seu som, dando vida a registros marcados pelo que há de melhor na música pop atual, sem deixar de transmitir a regionalidade típica do estado. E esse dialogo assertivo reflete em cada minuto de audição dos discos e EPs lançados por eles e, também, em cada componente visual presente em seus videoclipes.

Em um momento que o distanciamento social é recomendação vital para assegurar a não proliferação do coronavírus, a falta daquele abraço e calor humano parece triplicar a cada segundo de isolamento. Para amenizar essa sensação, uma boa recomendação é ouvir música e melhor ainda é ouvir a música da nossa gente.

Elementos e Hortelã na Terra dos Eucaliptos; Vinaa

O mais recente álbum de inéditas de Vinaa é um passeio pelos ritmos latinos. É um catálogo de canções que trilha por gêneros com salsa, tango, cumbia e muitos outros, criando pequenos experimentos que apontam para clássicos do ritmo. Além disso, o maranhense não deixa de exaltar a própria terra ao trazer faixas que recorrem ao cacuriá e tambor de crioula para dá bases à estética sonora proposta em seu disco.

Já o trabalho visual dessa obra é lapidado por pinceladas de tons quentes, uma clara alusão aos gêneros que alimentam às canções, completa oposição ao seu disco anterior, que mergulha em tonalidades mais frias. Vinaa ainda conduz a sua narrativa lírica para identidade visual, que leva o ouvinte para as conexões com as divindades dos mares e a exploração do estrangeiro.

Special Power; Paulão

Após três anos de lançamento do Faz Escuro Mas Eu Canto (2016), Paulão retornou com o ótimo EP Special Power (2019), trabalho em que ele assina a produção das faixas, além da composição das letras. São cinco canções que crescem de forma gradativa, detalhando cada componente instrumental de forma democrática. Beats eletrônicos, acordes tênues e, por vezes, festivos do teclado, além de uma percussão que vai desde os tambores maranhenses a música jamaicana, dão contornos de malemolência às faixas, e que facilmente colocam qualquer um para dançar.

O mesmo detalhamento é visto nos registros visuais que acompanham o EP, caso dos videoclipes para as faixas “Special Power” e “TQT”. Trabalhos que se instalam no cotidiano e na cultura maranhense para realçar o som carregado pela regionalidade de Paulão. São instantes em que festas, frutas, legumes e o vai e vem e das feiras estampam o vídeo de forma aparentemente aleatória, mas com um carga narrativa visual que por si só fala do povo maranhense e seus costumes.

Preta Velha; Camila Reis

Em seu primeiro álbum de inéditas, Camila Reis traz um importante elemento para a construção lírica e sonora de sua obra: a espiritualidade. Desde o nome do disco ao arsenal de instrumentos, Reis deixa evidente sua forte ligação com as religiões de matrizes africanas. As sete faixas que compõem o disco, todas de autoria da cantora, facilmente provocam no ouvinte o resgate do imaginário dos terreiros e celebrações religiosas.

Além disso, cada verso entoado pela maranhense retrata a força da mulher por meio da saudação às divindades femininas afro-brasileiras. E tal proposta ganha ainda mais vida graças aos nomes que colaboram nas faixas do álbum, como Ana Regina Arcanjo e Rosa Reis. Um completo retrato das personagens e narrativas da cultura local enraizada nos costumes africanos, que continuam vivos nas manifestações culturais maranhenses.

Pandú; Enme

Destaque na Vogue Itália, videoclipe premiado, mais de 100 mil plays no Spotify e shows pelo Brasil. Esses são só alguns dos grandes feitos advindos com o lançamento de Pandú (2019), primeiro EP de Enme. A drag queen se tornou um dos nomes mais fortes da música atual maranhense não foi por acaso. O primeiro EP veio anos depois da maranhense despontar no meio musical e revela o refinamento artístico de Enme ao longo desses anos.

Ao lado do Dj Brunoso, a cantora construiu um pequeno catálogo que se apropria de fórmulas conhecidas pelo público de forma criativa e completamente autêntica. O R&B, hip-hop, rap, reggae, cacuriá e tambor de criola se unem para dar forma a um ótimo exemplar da música pop, aliando as rimas ágeis e sorrateiras de Enme às batidas que dominam cada instante de audição do EP.

Meio Amargo; Yhago Sebaz

O maranhense Yhago Sebaz recolheu as desilusões amorosas, suas fragilidades e dores oriundas do fim de seu relacionamento para dar forma ao seu primeiro álbum de inéditas. Meio Amargo (2019) é um registro confessional de um artista negro e gay, que usou a arte para emoldurar seu processo de emancipação amorosa e regaste do controle sentimental.

Toda lírica marcada pela melancolia chega ao pública dentro dos caminhos traçados pela música pop. São canções que, mesmo fruto de um momento delicado, não deixam de trazer melodias acessíveis e versos chicletes. Além disso, Sebaz alia essa roupagem tão atual a boas doses de reggae, blues, soul, ritmos latinos e afros.

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8 quadrinistas maranhenses incríveis para você conhecer e valorizar

Do mangá aos Comics, os artistas mesclam os vários estilos dentro do mundo dos quadrinhos

Quadrinhos de Wagner Elias, Ronilson Freire e Zilson Costa (Foto: Reprodução)

Quando se pensa no Maranhão, automaticamente somos levados às belezas naturais, comida típica, atrações culturais da região e acervo arquitetônico histórico. O que muitos não sabem é que nossa terra também guarda muitos talentos em diversas áreas que, normalmente, têm destaque em outros estados e países, mas que merecem grande visibilidade aqui, como é o caso dos artistas que produzem histórias em quadrinhos. Por isso, trouxemos uma lista com alguns talentosos quadrinistas das terras maranhenses.

Wagner Elias

(Foto: Arquivo Pessoal/Reprodução)

Wagner é professor de desenho e quadrinista desde 2009, quando começou a publicar seus trabalhos em plataformas digitais. Seu interesse pelo desenho veio desde a infância por influência do pai, que também desenhava. O primeiro contato que teve com os quadrinhos foi com as histórias clássicas do Pato Donald e Zé Carioca, conhecendo em seguida os super heróis na adolescência e depois desenvolvendo a paixão pelos mangás, que são a principal influência em seu trabalho. Em 2015 ganhou dois concursos de mangás nacionais, o Brazil Mangá Awards, promovido pela editora JBC, e o Dracomics Shonen, realizado pela editora Draco, com o mangá Divisão 5, que está com seu segundo volume em produção.

Entre 2016 e 2019 foi destaque no Silent Mangá, seletivo realizado pela editora japonesa Comix Corp of Japan, dirigida pelo ex-diretor chefe da revista Weekly Shonen Jump, Nobuhiko Horie. Atualmente Wagner trabalha em alguns títulos publicados online, como Kenzo, na plataforam Shanda Comics; Metal Riders, publicado pela Shonen Comics; e Divisão 5, pela editora Draco.

Clique AQUI para conferir mais trabalhos do artista.

Rom Freire

(Foto: Arquivo Pessoal/Reprodução)

Rom Freire desenha de forma autodidata desde a infância, mas, antes de seu trabalho profissional, publicava em fanzines e revistas amadoras. Foi ilustrador e diagramador em uma agência de publicidade durante 17 anos, entrando para o mercado profissional de quadrinhos em 2009, fazendo seu primeiro trabalho para a editora norte americana 12 COMICS. Em 2013, quadrinizou a obra Fausto, de Göethe, adaptada por Leonardo Santana e colorida por Dinei Ribeiro. Publicada pela editora Peirópolis em 2017, recebeu no ano seguinte, do Instituto Interdisciplinar de Leitura da PUC-RIO e da Cátedra Unesco de Leitura, o Selo Seleção Cátedra 10 pelo seu valor literário, plástico e editoral, que se tornou um artefato indispensável para a arte-educação.

Ele criou os personagens Guerreiros de Glaatu, Khronos, Loonar e Grimorium, que foi lançado em revista própria em 2016. Atualmente desenha a revista Dreadlocks para a Urban Style Comics, de Detroit, além de várias outras revistas de autores independentes brasileiros.

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Iramir Araújo

(Foto: Imirante/Divulgação)

A trajetória artística de Iramir iniciou desde a infância, quando começou a aprender a ler e fazendo da leitura o centro da sua vida. Aos 8 anos teve contato com os primeiros quadrinhos, ajudando ainda mais no processo de aprendizagem. A partir daí, começou também a desenhar, copiando os desenhos das revistas que lia na época, como Tio Patinhas, Tarzan e Batman. Iniciou o trabalho com os desenhos e quadrinhos fazendo fanzines, transformados depois em quadrinhos mais compatíveis com o que era visto no mercado da época.

Ao lado de amigos e também quadrinistas, como Rom Freire, Beto Nicácio e Ronilson Freire, formaram o grupo Singular Plural, criando a revista com o mesmo nome derivada dos fanzines que eram feitos nos anos 90. Além dela, criaram a Revista Fusão, em que Iramir atuou como editor e escritor, dando vida ao delegado Augusto dos Anjos na revista Corpo de Delito, que trazia crônicas policiais da cidade.

Como fazia o curso de História na Universidade Federal do Maranhão, iniciou um projeto baseado nas histórias e aspectos da cultura maranhense. Depois de um grande processo de pesquisa, lançou o álbum em quadrinhos “Balaiada, a guerra do Maranhão”, no ano de 2010, em parceria com Beto Nicácio e Ronilson Freire. Ainda ligado ao elo da cultura maranhense no seu trabalho, Iramir lançou no ano de 2012, em parceria com Ronilson Freire, o álbum “Ajurujuba – a fundação da cidade de São Luís”. Em 2019, também ao lado de Ronilson Freire, lançou a quadrinização de uma das obras máximas da literatura brasileira: O Mulato, de Aluízio Azevedo.

Zilson Costa

(Foto: Arquivo Pessoal/Reprodução)

Como um dos fundadores do grupo Fator RHQ, Zilson começou a produzir quadrinhos no Maranhão em 1999. Com seu grupo, produziu o fanzine Área de Mancha até a edição 4, ganhando o prêmio de Melhor Revista Estrangeira em Língua Portuguesa no Festival de Amadora, em Portugal, no ano de 2003. Entre 2007 e 2009 publicaram a revista Comicstation até o número 8, sendo a revista em quadrinhos maranhense a durar mais tempo nas bancas.

Em 2012, Zilson começou a trabalhar para o mercado americano e permanece até hoje com editoras como Argo Comics, Grayhaven, Isle Squared Comis e Dojo Kun Comics. Também publica materiais autorais, como as revistas do Homem Caveira e a Evil Machines, revista inspirada na banda, de mesmo nome, em que é guitarrista e vocalista.

Clique AQUI para conferir mais trabalhos do artista.

Dreyce Lima

(Foto: Arquivo Pessoal/Reprodução)

Apaixonada pelo desenho logo na infância, começou a desenhar desde que aprendeu a pegar em um lápis, assim como os quadrinistas e ilustradores que admira, como diz. Tendo base os saudosos animes da Tv Manchete e Tv Globo, como Shurato, Dragon Ball, Sailor Moon e, sobretudo, Cavaleiros do Zodíaco, Dreyce tem como grande influência em seus traços Shingo Araki, responsável pelo design dos personagens da adaptação para anime do mangá de Masami Kurumada. Atualmente está focando em dois projetos autorais: As Crônicas de Elderland e The Bodyguards, ambos em fase de finalização dos scripts, conciliando seu trabalho artístico com a faculdade, estudo de design gráfico e pintura digital.

Clique AQUI para conferir mais trabalhos da artista.

Ronilson Freire

(Foto: CCXP /Reprodução)

Iniciando seu trabalho como ilustrador de peças publicitárias no início dos anos 2000, Ronilson é hoje uma das maiores referências em quadrinhos do Maranhão e do Brasil. Participou da criação de fanzines junto de outros quadrinistas da região, como Beto Nicácio, Rom Freire, Iramir Araújo e Joacy James. Também com alguns deles trabalhou em projetos que retratavam histórias da cultura maranhense, como “Balaiada, a guerra do Maranhão” e “Ajurujuba – a fundação da cidade de São Luís”. A trajetória de Ronilson no mundo dos quadrinhos é extensa, passando por editoras como Dynamite, Titan Comics e Marvel Comics. Com 10 anos de carreira no mercado internacional, já trabalhou com personagens como Vampirella, Green Hornet, Justice INC- The Avenger, Swords of Sorrow: Miss Fury & Lady Rawhide.

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Osmael Santos

(Foto: Arquivo Pessoal/Reprodução)

Designer de formação, Osmael tem a paixão pelo desenho e pelos quadrinhos desde os 4 anos de idade, mas foi a partir dos 12 que começou a imaginar a possibilidade de ter o desenho como algo profissional para sua vida. A partir desse pensamento, começou os estudos mais profundos sobre a arte, sempre de maneira autodidata, reproduzindo seus desenhos preferidos da época, como Dragon Ball, Street Fighter e Yu Yu Hakusho.

Com o tempo passou a criar seus próprios personagens baseados em outros de que era fã, como Spawn, Superboy e Impulso, produzindo histórias ao redor das suas criações. Uma das suas maiores influência nos quadrinhos é o autor Joe Madureira, quadrinista americano que tem como característica a união de elementos dos comics e mangás em seus traços.

O primeiro projeto profissional de Osmael foi ORB: Evolução Final, uma história de ficção científica, que sempre foi seu tema de maior interesse. Atualmente está trabalhando no segundo capítulo de ORB, estando já em desenvolvimento outras duas histórias: Ilha da Lenda, mangá que vai abordar as lendas de São Luís, e Últimas Sombras, história que vai se passar durante o apocalipse.

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Beto Nicácio

(Foto: Imirante/Reprodução)

Professor, artista plástico, animador e quadrinista, Beto é outra grande referência dos quadrinhos maranhenses. Entre seus vários trabalhos, podemos destacar a participação na coletânea MSP+ 50, projeto realizado em 2010 que buscava recriar as clássicas histórias de Maurício de Sousa a partir da visão e arte de vários artistas de todo o Brasil. No projeto, Beto produziu uma história com a releitura do personagem pré-histórico Piteco.

Em 2013 lançou o álbum Proscritos, história típica brasileira com toques de horror. Além disso, em parceria com Iramir Araújo, lançou o álbum Jurados de Morte em 2017 e participou da revista Corpo de Delito. Beto também foi premiado três vezes em salões de Humor e quadrinhos do Brasil, em Volta Redonda, São Paulo e Pará. Além de três vezes nas Mostras Maranhenses de Humor-DAC/PROEX/UFMA, de 2004 a 2006.

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Cinema

Filme maranhense é destaque na Mostra Nacional de Cinema de São Paulo 2020

Este filme é a terceira parte da “Trilogia Dantesca”, cuja produção é baseada nas obras de Nauro Machado.

O longa “As órbitas da água”, do cineasta maranhense Frederico Machado, foi selecionado para a Mostra Nacional de Cinema de São Paulo 2020. Este filme é a terceira parte da “Trilogia Dantesca”, cuja produção é baseada nas obras de Nauro Machado, um dos maiores poetas do Brasil e pai do cineasta.

O evento começa nesta quinta-feira (22), segue até o dia 4 de novembro e é aberto à votação popular. Além de “As órbitas da água”, também fazem parte da trilogia “O exercício do caos” e “O signo das Tetas”. Com o objetivo de serem obras abertas, os filmes privilegiam a poesia e buscam por novas possibilidades subjetivas.

Sobre “As órbitas da água”, o cineasta destacou que se trata de um filme feito inteiramente com recursos próprios da Lume Filmes, co-produzido por um pool de outras quatro produtoras do Maranhão, Guarnicê Produções, Freela Conteúdos, Ruido Filmes e JF Serviços.

Ainda de acordo com o cineasta, o custo final da produção foi de R$ 150mil, grande parte do elenco e da equipe entrou no filme como produtores associados, por acreditarem no caráter autoral da obra e na trajetória dele.

O filme tem no elenco Antonio Saboia (“Bacurau”), Rejane Arruda (“O Veneno da Madrugada”), Auro Juricie (“O Exercício do Caos”), Flavia Bittencourt (cantora maranhense fazendo sua estreia no cinema) e Tácito Borralho, o grande nome do teatro maranhense.

A mostra vai ser disponível para todo o Brasil, de forma online. É composta de cinco seções: Apresentação Especial, Competição Novos Diretores, Mostra Brasil, Mostra Brasil – Competição e Perspectiva Internacional. O festival também reflete a pandemia e o futuro do audiovisual no IV Fórum Mostra.

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