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The Walking Dead: The Final Season é removido de lojas digitais

A própria Telltale Games pediu para que o jogo fosse retirado dos catálogos.

Foto: Divulgação/Telltale Games

Vivendo uma história de terror que envolve desde o provável fechamento da empresa até a demissão massiva de vários funcionários, a Telltale Games coloca mais um capítulo nessa triste história.

Dessa vez, a empresa que tem jogos como Batman: The Telltale Series, Game of Thrones e The Wolf Amog Us, está pedindo a retirada de um dos seus maiores jogos das lojas digitais. The Walking Dead: The Final Season já foi removido de lojas digitais como Steam, GOG, Playstation Store e Xbox Game Store.

A confirmação de que o jogo foi retirado à pedido da grande empresa de jogos veio na página do game no GOG.com, com a seguinte mensagem:

A Telltale pediu uma pausa temporária de vendas para The Walking Dead – Final Season. Para todas as notícias sobre a Telltale, por favor confira sua página oficial no Twitter.

Tal situação desfavorável ao jogo fez com que crescessem rumores de que a última temporada do game, que deveria concluir o arco da jornada de Clementine, ficará inacabada, fechando a season com apenas 2 dos 4 episódios planejados para serem lançados.

A Telltale Games já mostrou sua intenção de terminar a temporada conforme o cronograma ao dizer que está procurando “parceiros em potencial” para concluir o projeto.

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Games

Volts acompanha final do Campeonato Mundial de LoL em cinema de São Luís

A competição foi, pelo segundo ano seguido, entre times da China e da Europa.

Realizado no dia 10 de novembro, transmitido diretamente de Paris (França), a Final tão aguardada do Mundial de LoL 2019 recebeu esse ano, transmissão ao vivo não apenas pelos canais da Riot Games na Twitch e no Youtube, mas também nas telonas dos cinemas brasileiros.

Em parceria com o Esporte do Grupo Globo e a Cinecolor, a empresa americana Riot, responsável pelo jogo League of Legends, criou o Pipoca LoL, que levou em 23 cidades do Brasil por via de 44 salas de cinema, a Final da competição entre os times FunPlus Phoenix e G2 Esports.

Em São Luís, a transmissão foi realizada pelo Cinépolis no São Luís Shopping, onde as equipes disputaram uma série melhor de cinco (MD5) pelo título do Mundial. O evento também foi transmitido pelo SportTV 3, SporTV.com e pelos canais da desenvolvedora do jogo.

A competição foi, pelo segundo ano seguido, entre times da China e da Europa. Sendo, em 2018, a final entre o time chinês Invictus Gaming que competiu contra o europeu Fnatic. Contra a Fnatic, a Invictus foi vitoriosa, fazendo os chineses conquistarem o troféu inédito para a região e um prêmio de US$ 2,4 milhões. Em 2019 a FunPlus Phoenix representou a China enquanto a G2 Esports representa a Europa.

Na G2 Esports, representante européia, essa será a segunda final seguida com o jogador dinamarquês Rasmus “Caps” como mid laner. Em 2018 o jogador estava no vice-campeonato da Fnatic, sendo o único jogador europeu da história a realizar a dobradinha e sendo eleito o MVP da temporada regular da LEC (League of Legends European Championship) no primeiro semestre.

O quarto e último jogo da G2 Esports contra a SK Telecom T1, válido pelas semifinais do campeonato bateu o recorde de estatística como a partida mais assistida na história dos E-sports. Segundo o portal Esports Charts, referência em análise de audiência, foram cerca de 3,9 milhões de espectadores simultâneos assistindo o confronto. O número quebrou o recorde que pertencia à Copa do Mundo de Fortnite, realizada em julho de 2019 que havia acumulado 1,9 milhões de espectadores. Sendo esse recorde atual agora do League of Legends mesmo sem contar plataformas de streaming chinesas e o player interno da Riot.

A FunPlus Phoenix também deixou sua marca na competição esse ano. O time chinês chegou a final com cinco vitórias e apenas duas derrotas, tendo o mesmo desempenho do time Splyce da Europa, quebrando o desempate após vencê-los em partida. Dois jogadores do FPX foram destaque esse ano. Lin “Lwx”, atirador titular conquistou a melhor média de abates por partida (5.93) e Liu “Crisp” alcançou a melhor média de assistência por jogo (12).

Titulares da G2 Esports:

– Topo: Martin “Wunder” Hansen
– Caçador: Marcin “Jankos” Jankowski
– Meio: Rasmus “Caps” Winther
– Atirador: Luka “Perkz” Perkovic
– Suporte: Mihael “Mikyx” Mehle
– Reserva – Suporte: Hampus “Promisq” Abrahamsson

Titulares da FunPlus Phoenix:

– Topo: Hansaem “Gimgoon” Kim
– Caçador: Tian-Liang “Tian” Gao
– Meio: Tae-Sang “Doing” Kim
– Atirador: Weixiang “LWX” Lin
– Suporte: Qingsong “Crisp” Liu
– Reserva – Caçador: Ping “Xinyi” Chang

O evento que teve início às 9 hrs, horário de Brasíli, teve em sua abertura de cerimônia, como tradicionalmente, o show que apresenta a música tema do Mundial.

Em 2018 o grupo de K-pop KD/A foi apresentado com toda uma nova tecnologia de hologramas, colocando a banda real de interpretes junto a personagem que formam a banda na história do jogo. Nesse ano não foi diferente. Foi apresentada ao público a banda de Hip-Hop True Damage que, além de oferecer sua música principal e inédita, apresentou também a nova personagem que fará parte do LoL, Senna.

Formado pela rapper Soyeon of (G)I-dle, intérprete da personagem Akali, Thutmose Duckwrth vocalista e intérprete do personagem Ekko, Becky G como Qiyana (que receberá uma skin edição prestígio desenhada pela grife francesa Louis Vuitton) e Keke Palmer como a nova personagem Senna, o grupo apresentou a canção Giants, que possui sua letra em inglês, com detalhes no rap em coreano pela personagem Akali e frases em espanhol pela personagem Qiyana.

A música Phoenix, apresentada no canal do League of Legends no Youtube mês passado, também teve sua apresentação com Cailin Russo e Chrissy Costanza como cantoras principais.

Após a apresentação de abertura e seus shows, os jogos da Final tiveram início.

Na primeira partida da melhor de cinco o time chinês FunPlus Phoenix pressionou a rota topo e com o primeiro abate, do personagem Gangplank do jogador Gimgoon contra o Ryze do jogador Wunder, mostrou para o que veio. Foi um jogo pesado para o time europeu, que em seus 5 minutos já perdia com dois abates, novamente pelo Ryze. Embora o G2 Esports tenha mantido o equilibro no meio do jogo não foi suficiente. Mesmo com o Varus do adc Perkz jogando muito bem, o Wunder não conseguiu crescer pela pressão de jogo, dando vantagem para o time chinês que levou a primeira vitória.

A segunda partida foi tão ruim para o time europeu como a primeira. Foi necessário uma pausa no meio da partida para que o time pudesse conversar com seu coach e mudar a estratégia. Mas mesmo com a mudança na forma de jogo não foi suficiente para o time, dando outra vitória para o time chinês. Nessa partida o destaque foi para o jogador LWXque conquistou o único triple kill da final com a personagem adc Kai’sa.

A terceira partida, decisiva para o time europeu, foi de igual vitória para o FunPlus Phoenix que com um bom domínio de tempo e melhor escolhas de jogadas colocou pressão sobre o G2 Esports, que já parecia um pouco abalado. O MVP da última partida foi eleito o jogador Doing, que com o personagem Galio no mid, manteve a resistência do time chinês, garantindo assim a terceira vitória do time que lhes proporcionando a taça do mundial 2019.

Muita emoção enquanto o time agradecia e levantava a taça que continua sendo da China por dois anos consecutivos, sendo esse anoum grande feito por conta do time ser formado apenas com jogadores novatos no mundial.

No final da transmissão, Ming Zong, Vice-Prefeita de Xangai dá boas-vindas ao décimo Campeonato Mundial que será realizado em 2020 na cidade chinesa.

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Crítica

Crítica | Watchmen (piloto da série)

Derivado da famosa HQ, o piloto de Watchmen vai na onda de Coringa e entrega uma obra intensa e realista

Watchmen

O piloto de Watchmen termina e você entende exatamente qual é a proposta de Damon Lindelof: a fidelidade pelo conceito criado no universo da clássica HQ de Alan Moore e Dave Gibbons e promover uma trama envolta no mistério característico, marca registrada do diretor e roteirista, criador de Lost e The Leftovers.

De cara, vai chamar a atenção também o visual arrojado e a edição ousada, mas será na atualização relevante da narrativa – com comentários políticos e sociais diretos que podem ser lidos como críticas ao ultaconservadorismo atual – e a abordagem bastante realista a chave que atingirá mentes e corações. E, mesmo que a série se passe em uma realidade alternativa, assim como no filme de Zack Snyder, ela é muito mais semelhante à nossa.

Trinta anos após os eventos finais da HQ (e do filme), os vigilantes mascarados ainda estão nas ruas e ajudam a polícia. Eles são heróis anônimos, mas agora são pessoas comuns, que tem vidas normais, sem o culto de personalidade que outrora tinham Coruja, Comediante e Spectral. Os fãs certamente irão vibrar com a precisão dos detalhes e as referências – um tanto diferente da opção pela estilização do longa assinado por Snyder – onde está explícita a paixão de Lindelof pela obra de Alan Moore. Porém, aos não iniciados no universo da HQ, Watchmen também funciona muito bem como uma série derivada e independe, ainda que possam se sentir interessados a entender certas excentricidades.

Em um momento em que, as obras baseadas em quadrinhos podem entreter a partir de um novo conceito, embaladas pela visceralidade real de Coringa, Watchmen é brilhante na medida em que entrega uma experiência nessa mesma intensidade. Com momentos impactantes, ótimas atuações (Regina King, Jeremy Irons e Don Johnson excelentes) e elementos técnicos irrepreensíveis, a série da HBO sustenta uma história promissora cujo caminho ninguém faz ideia onde vai dar mas, de forma inteligente, instiga a pensar, mantendo a audiência interessada e atenta. 

Expectativa altíssima para os próximos 8 episódios.


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Crítica

Crítica | Malévola: a Dona do Mal

Com visual bonito, porém rasa e confusa, produção da Disney destoa dos seus últimos live-actions

Quando Tim Burton trouxe a sua versão de Alice no País das Maravilhas, lá em 2010, o sucesso estrondoso de bilheteria reacendeu na Disney aquela chama de transformar seus clássicos em live action, que parecia ter sido apagada nos anos 1990 depois de Mogli (1994) e 101 Dálmatas (1996). E não há como negar: em tempos em que o CGI está bem desenvolvido como tecnologia de entretenimento, dá para fazer qualquer coisa no cinema e, por isso, mesmo que o filme seja um desastre narrativo, é possível que, ainda assim, o público se divirta com os belos cenários criados na pós produção. É exatamente o caso de Malévola: A Dona do Mal, que estreia hoje no Brasil.

Diferente de A Bela e a Fera, Aladdin e O Rei Leão, Malévola (2014) seguiu a linha de recontar a história de A Bela Adormecida, do ponto de vista da vilã, propondo ainda a ela uma certa redenção – ou melhor, uma nova personalidade. Embora a aposta tenha sido certeira e funcionando perfeitamente com o público infantil – bilheteria mundial de mais de US$ 750 milhões – a outra parte da audiência, os mais velhos e fãs tradicionais dos contos, ficaram um tanto quanto reticentes (para ser cuidadoso com o comentário). Logo, a sequência poderia tentar focar em uma dessas duas missões: buscar agradar a turma que não se convenceu no primeiro ou manter atenta a criançada que lotou as salas para ver Angelina Jolie brilhando (literalmente, em verde florescente). Pois acontece que Malévola: A Dona do Mal é tão bagunçado que não consegue fazer nem uma coisa e muito menos a outra.

O filme já começa estranho com uma narração em off, explicando que Malévola voltou a ser vilã aos olhos dos humanos. O propósito, certamente, era mostrar que ela vive isolada na terra de Moors, tendo adotado Aurora. A ex-vilã, ultra protecionista e insegura com o comportamento dos humanos, terá que lidar com a união da moça com o príncipe herdeiro do trono de Ulstead. Daí para frente tudo é apressado e, muitas vezes, até sem sentido, sobretudo ao apresentar as novas características da personagem principal. Essa, aliás, que perde de vez o pouco do interessante ar de mistério que Jolie conseguia lhe dar no primeiro filme. 

E não é só a introdução. Infelizmente, a condução de toda trama é confusa e insere elementos e personagens com propósitos rasos (o subtexto do preconceito às minorias é ínfimo) ou quase inexistentes.  Somam-se ainda todos os tipos possíveis de clichês sobre planos maquiavélicos feitos pela antagonista completamente caricata – mesmo que a atuação de Michelle Pfeiffer ainda seja ligeiramente interessante -, cenas de ação que esbarram em uma tentativa frustrada de criar uma situação angustiante de genocídio, mas caem na galhofa, e uma trilha sonora desequilibrada, que acompanha a edição pouco criativa.  

 O visual até que impressiona mais uma vez. Há um mundo cheio de cores, criaturas engraçadinhas e paisagens deslumbrantes. Contudo, até mesmo essa, que poderia ser a única qualidade real da produção, fica cansativa e exageradamente artificial em certas sequências mais agitadas.

Malévola: a Dona do Mal certamente alcançará bons números em bilheteria, mas que isso não signifique incentivo para insistir em outra história daquela que, nos desenhos animados, foi a melhor vilã da Disney.


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