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Filmes

Sony anuncia calendário de filmes após adiamento por conta do coronavírus

Adiamentos contam de 2020 até 2022

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Alguns projetos da Sony foram adiados por conta da pandemia do covid-19, porém, essa semana (31) a empresa anunciou novas datas de estreias no Brasil para seus trabalhos a partir de setembro de 2020, que acompanham os lançamentos internacionais das produções.

Alguns longa-metragens foram anunciados e entre eles estão o mais esperados Morbius, Ghostbusters: Mais Além e Uncharted.

Há também alguns projetos misteriosos para a Marvel para o dia 1 de outubro de 2020 e 15 de julho de 2021.

Morbius, o longa com o vilão do Homem-Aranha vivido por Jared Leto, tinha data para 31 de julho, agora está marcado para ser lançado em 18 de março de 2021. Ghostbusters: Mais Além teve sua mudança de 10 de julho de 2020 para 4 de março de 2021.

Pedro Coelho 2: O Fugitivo, animação infantil, que teria seu lançamento próximo a páscoa foi adiado para o dia 11 de fevereiro de 2021, enquanto Uncharted, adaptação do videogame com Tom Holland e Mark Wahlberg irá para as telas dos cinemas em 7 de outubro de 2021.

Para nós, a experiência de assistir a um filme na sala de cinema lotada é a melhor maneira de vivenciar essas histórias. Após uma cuidadosa análise do momento atual, reorganizamos as datas de lançamento mantendo algumas das nossas maiores apostas em 2020, como Monster Hunter, Super Conectados e um projeto Sony/ Marvel. Antecipamos também a estreia de Fatherhood, estrelado por Kevin Hart, para outubro deste ano, com a confiança de que o hábito de ir ao cinema vai voltar com força total, e estaremos lá para apoiá-lo com grandes filmes”, afirma André Sala, diretor-geral da Sony Pictures Brasil e VP sênior de distribuição na América Latina.

Dois projetos da lista, Venom 2 e Homem-aranha 3, continuam com suas datas anteriores mantidas.

Morbius

2020

  • Monster Hunter – 3 de setembro de 2020
  • Projeto Sony/ Marvel – 1 de outubro de 2020
  • Super Conectados – 8 de outubro de 2020
  • Fatherhood – 29 de outubro de 2020

2021

  • Escape Room 2 – 7 de janeiro de 2021
  • Happiest Season – 14 de janeiro de 2021
  • Projeto Cinderella – 4 de fevereiro de 2021
  • Peter Rabbit 2 – O Fugitivo – 11 de fevereiro de 2021
  • Ghostbusters – Mais Além – 4 de março de 2021
  • Morbius – 18 de março de 2021
  • Vivo – 15 de abril de 2021
  • Projeto Sony/ Marvel – 15 de julho de 2021
  • Uncharted – 7 de outubro de 2021

2022

  • Sequência Sony Animation – 6 de janeiro de 2022

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Crítica de Filme

Crítica | Bridgerton – 1ª temporada

Cativante, a série ambientada no século 19, se desvia um pouco dos padrões de narrativas de época ao apresentar reflexões profundas sobre amor, feminismo e sociedade.

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Às vezes, um romance aristocrata tradicional bem água com açúcar, ajuda a deixar bem mais leve o fim de um ano complicado como foi 2020. A série Bridgerton, lançada pela Netflix no fim de dezembro, fez com nos últimos minutos do ano, que o público mergulhasse em uma realidade totalmente diferente da qual vivemos e nos permitiu, em meio ao caos, a entrar de cabeça em um universo de castelos, bailes, casamentos e romances inesperados.

Bridgerton é uma adaptação da série literária de Julia Quinn, publicada em 2000, que conta com nove livros. A trama foi roteirizada por Chris Van Dusen (Grey’s Anatomy) tem como produtora executiva, ninguém menos que Shonda Rimes (Grey’s Anatomy), deixando o título bem atraente e a sensação de: o que será que vem por ai? E acreditem, veio muita coisa interessante.

A série gira em torno da família Bridgerton, em especial, a jovem Daphne (Phoebe Dynevor), que após debutar na alta sociedade, começa a incessante busca de encontrar um marido para se casar e ter filhos. Entretanto, o que parecia bem fácil para os moldes da época, se torna um verdadeiro tormento para ela, que se apaixona pelo duque Simon Basset (Regé-Jean Page), que diferente dela, não pensa em nada disso.

O enredo é impulsionado pela misteriosa personagem Lady Whistledown, narrada por Julie Andrews, e que, no maior estilo Gossip Girl do século 19, faz comentários em um jornal sobre a movimentada vida da aristocracia britânica e acaba influenciando a vida dos personagens. A narração é repleta de muito humor, leveza e principalmente, pelo mistério que envolve a identidade secreta da personagem. Sem dúvidas, um selo de qualidade de Shonda Rimes.

Uma das características marcantes, são as diferentes camadas que acompanham a jovem Daphne durante o enredo. No início, ela se apresenta como uma jovem sonhadora, romântica, prestes a alcançar um grande feito na vida. Com os passar dos episódios e os problemas que envolvem o romance, Daphne se mostra frágil, confusa e por fim, mais madura, confrontando situações nas quais ela jamais imaginou que pudesse viver, principalmente por se tratar de algo tão simples, aos olhos dela.

Destaque também para o personagem do Duque, que assim como a jovem, tem nuances interessantes. Por trás de um charme e carisma irresistível, há um homem frágil, traumatizado pelo seu passado com o pai e que ao se ver apaixonado pela jovem, fica dividido em permanecer firme às promessas que fez a si mesmo ou a ceder a elas em nome do amor, sentimento esse que até pouco tempo, não fazia parte da sua vida.

Entretanto, por outro lado, Bridgerton traz olhares distintos, causando ao público reflexão sobre temas mais atuais do que nunca, como o machismo e o feminismo. A exemplo disso, a personagem de Marina Thompson (Ruby Barker), uma jovem negra recém-apresentada à sociedade e que descobre uma gravidez na juventude.

As mulheres, sem dúvidas, são os destaques da série, principalmente pela força e vitalidade, algo não muito comum para produções de época. Uma dessas mulheres, é a jovem Eliose Bridgerton (Claudia Jessie), que diferente da sua irmã Daphne, não vê o casamento como o grande ideal da sua vida. Destemida, sua maior vontade é estudar e conseguir ocupar lugares que, até naquele momento, não eram ocupados por mulheres, já que apenas os homens tinham acesso à educação. De forma bem leve, os desejos de Eloise nos levam a refletir o quão foi importante a luta do movimento feminista, para que hoje, nós mulheres pudéssemos ocupar espaços, expandir nossas ideias e mostrar que a capacidade e competência não tem nada a ver com sexo.

A diversidade de abordagens não é exclusiva somente para os assuntos nos quais a série retrata. Um dos pontos que Bridgerton acerta, é levar um pouco da diversidade para o elenco, quando acrescenta minorias para a alta sociedade, algo muito fora da realidade. Além do Duque, há também a personagem da Rainha Charlotte, vivida por Golda Rosheuvel, que também é negra. Algo muito interessante é que a rainha existiu na vida real, entretanto, não chegou a ser retratada pela série de livros de Julia Quinn.

O romance que a série possui é incontestável, entretanto, a sensualidade é algo que chama bastante atenção, também pelo fato de se tratar de uma trama de época. Sensualidade essa que causou uma polêmica entre os espectadores, por conta da riqueza de detalhes nos momentos mais íntimos.

O enredo finaliza, com muita maestria, arcos importantes, mas deixando em aberto, o gostinho de segunda temporada, ainda não foi confirmada pela Netflix. Caso aconteça, Bridgerton precisa continuar trazendo, à sua maneira, o debate para temas importante somado a profundidade de seus personagens, para que o passado retratado por ela, continue trazendo reflexões e mudanças mais positivas para o presente.

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Filmes

Kevin Feige: Deadpool 3 fará parte do MCU e será para maiores

Chefão da Marvel confirmou, ainda, que filmagens não acontecerão este ano.

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Deadpool 3 fará parte do Universo Cinematográfico Marvel (MCU, em inglês) e será voltado para o público maior de idade, segundo informou o presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, ao site Collider. O filme, que ainda não tem previsão de estreia, será o primeiro do Mercenário Tagarela após a fusão entre Fox e Disney.

“Será para maiores e estamos trabalhando em um roteiro neste momento”, disse Feige. “Ryan [Reynolds] está supervisionando o roteiro agora. Não será filmado este ano”, completou.

A curiosidade sobre classificação indicativa do filme surgiu da comparação com os demais blockbusters da Disney, que, até então, receberam recomendação de 12 anos. Feige, no entanto, garantiu que a Disney não fará alterações nessa característica do filme.”

Será um tipo de personagem bem diferente para o MCU, e Ryan é uma força da natureza, é incrível vê-lo trazer este personagem à vida”, disse Feige.

O primeiro filme de Deadpool arrecadou um total de US$ 783,1 milhões, sendo US$ 132 milhões apenas em território norte-americano. Com essa bilheteria, tornou-se o filme para maiores 18 anos de maior estreia na história ao superar os US$ 91 milhões do filme Matrix Reloaded, que carregava o recorde antes de Deadpool.

Já o segundo filme arrecadou US$ 741,54 milhões mundialmente, tornando-se o oitavo filme mais rentável de 2018. Mantém-se mundialmente a terceira posição na categoria R – Restricted, ficando atrás apenas de Deadpool e The Matrix Reloaded.

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Crítica de Filme

Crítica | Soul

Delicadeza que inspira e representa um novo nível na expansão do realismo da Pixar.

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Atire a primeira pedra quem nunca, num momento de reflexão breve ou profundo, não questionou a si mesmo sobre os propósitos que fazem você estar onde está. Se você atirou, recomendo que procure ajuda profissional. Mas, certamente, quem não atiraria essa pedra seria Joe Gardner, protagonista de Soul (2020), que busca fortemente os propósitos nos quais acredita em um filme sobre morte, jazz, saudade e limitação.

Em cerca de 100 minutos alegres e comoventes, “Soul” conta a história de Joe, um professor de música do ensino médio que sonhava em ser um músico de jazz, e finalmente teve a chance depois de impressionar outros músicos durante um ensaio aberto no Half Note Club, em Nova York.

No entanto, um acidente faz com que sua alma seja separada de seu corpo e transportada para o “Seminário Você”, um centro no qual as almas se desenvolvem e ganham paixões antes de serem transportadas para um recém-nascido. Joe deve trabalhar com almas em treinamento, como 22, uma alma com uma visão obscura da vida depois de ficar presa por anos no “Seminário Você”, com objetivo de retornar à Terra.

Assim como em “Coco”, a Pixar se arriscou novamente a trabalhar em uma visão detalhada da vida após a morte – e também, neste caso, da “pré-vida”. Assim como em “Divertida Mente”, transformou conceitos abstratos em personagens engraçados e paisagens vivas. E assim como em ambos, o didatismo do filme foi sincero e necessário ao roteiro, que ganhou muito em delicadeza ao trazer o jazz como composição viva da história, já que a música acaba funcionando como uma ponte sônica entre o real e o metafísico.

Perto do universo metálico de “Carros” e das peles disformes de “Monstros S.A.”, “Soul” é uma animação esteticamente mais sutil. Com, novamente, o pretexto do personagem que precisa encontrar seu caminho de volta para casa, o filme também fala sobre o perigo emocional de levar a ambição muito a sério, embora a gasolina da história seja, do começo ao fim, a busca pelo propósito de existir.

Mais do que sensível e bonito, “Soul” representa um novo nível na expansão do realismo da Pixar. E, por isso, vale muito. É pequeno, delicado, não atinge todas as notas com perfeição, mas é imbatível na combinação de excelência técnica, sentimento e inspiração que muito bem se resume em seu título.

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Crítica de Filme

Crítica | Mulher-Maravilha 1984

A sequência do sucesso de 2017 traz Diana Prince reencontrando o amor num filme indigno dela.

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Foram 76 anos sem um blockbuster para chamar de seu, até que em 2017 a princesa de Themyscira finalmente conseguiu se tornar uma sensação de bilheteria. Naquele primeiro filme solo, o cenário para Mulher-Maravilha acontecer foi, em grande parte, durante a Primeira Guerra Mundial. Já na sequência, intitulada “Mulher-Maravilha 1984”, Diana Prince (Gal Gadot) estaria disposta a enfrentar o totalitarismo típico da época? Que nada…

Em “Mulher-Maravilha 1984”, a história acompanha Diana no ano de 1984, durante a Guerra Fria, entrando em conflito com dois grande inimigos: o ganancioso empresário de mídia Maxwell Lord (Pedro Pascal) e a amiga, que virou inimiga, Barbara Minerva/Cheetah (Kristen Wiig). Tudo isso enquanto se reencontra com seu interesse amoroso Steve Trevor (Chris Pine).

Dessa vez, o evento histórico da década não fez diferença na jornada de Diana. A ambientação oitentista contribuiu basicamente para a estética colorida e nostálgica do filme. Comparado ao primeiro longa, a diretora Patty Jenkins trouxe um filme com investimento visivelmente maior e assumiu riscos proporcionalmente grandes. Resultado: WW84 acaba sendo mais bonito, mas se arrisca em combates grandes demais para o CGI conseguir acompanhar sem que o espectador repare na falta de peso e elasticidade dos bonecos digitais usados como dublês.

De qualquer forma, “Mulher-Maravilha 1984” vai bem no caos coreografado em que aposta. O que demora a se desenvolver é o senso de urgência do perigo a ser combatido. Uma sensação que é estimulada por um roteiro pouco invetnivo que entrega tudo logo na primeira meia hora de filme: uma pedra que realiza desejos, um empresário ganancioso e uma mulher insegura em busca de aprovação. Desse cenário previsível até a resolução de tudo, muito falatório e algumas cenas de ação.

O grande amor da Mulher-Maravilha, Steve (Chris Pine), “inexplicavelmente” também se materializa e a gente compra a ideia, embora os detalhes permaneçam confusos até o fim. Uma aparição arriscada que poderia dar muito errado se Steve não acrescentasse mais coração e ritmo à história.

No final das contas, nessa nova aventura, Diana parece enfrentar muito mais um “vilão da semana” que do que um capítulo que expandisse os horizontes e até a própria mitologia da personagem. Estamos falando, afinal, da Mulher-Maravilha.

Para quem começou essa jornada com o pé direito em 2017, o segundo filme tinha tudo para ser mais forte. Não foi ruim, vale deixar claro. Mas não esperava que a próxima grande batalha da princesa de Themyscira, depois de derrotar Ares, fosse no terceiro piso de um shopping qualquer.

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