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Séries

‘Sessão de Terapia’ chega no Globoplay com Morena Baccarin e Selton Mello

Quarta temporada da produção nacional chega ao streaming em 2019.

O Globoplay terá exclusividade da quarta temporada de ‘Sessão de Terapia‘, produzida em parceria com o GNT e com a Moonshot Pictures. A série, prevista para 2019, contará com 35 episódios e trará novidades em seu elenco. A atriz Morena Baccarin, famosa por atuar em produções internacionais como ‘Homeland’, integrará o elenco desta temporada ao lado de Selton Mello, que além de dirigir a série vai interpretar o protagonista Caio.

Ambientada num consultório de psicanálise, a série de ficção acompanhará o dia a dia profissional e pessoal do terapeuta Caio (Selton Mello), e cada episódio da trama será marcado pela história de um de seus pacientes. Nesta temporada, Caio terá como nova terapeuta Sofia, que será interpretada por Morena Baccarin. Zécarlos Machado voltará a viver Theo, protagonista da série durante as três temporadas anteriores, em uma participação especial.

Radicada nos EUA desde os sete anos, esta será a primeira vez que a atriz Morena Baccarin vai trabalhar em uma produção nacional. O elenco contará também com as atrizes Fabíula Nascimento e Cecília Homem de Mello. A primeira temporada de ‘Sessão de Terapia’ estreou em 2012 no GNT, baseada na série israelense ‘BeTipul’. A quarta temporada, primeira parceria do Globoplay e do GNT, será exibida no linear em 2020.

‘Sessão de Terapia‘ estreia em 2019 com exclusividade no Globoplay e vem para ampliar o catálogo, que já conta com vários títulos exclusivos, como ‘Killing Eve’, ‘Assédio’ e ‘Ilha de Ferro’. Em breve, novos conteúdos exclusivos chegam à plataforma, além de mais séries de sucesso e filmes nacionais e internacionais para os assinantes assistirem a qualquer hora.

Críticas de Séries

Crítica | Love, Death + Robots

Além dos temas centrais, a diversidade, o senso de descoberta e a surpresa são as únicas características imutáveis do show.

Foto: Divulgação/Netflix

Para o diretor Tim Miller (Deadpool), a série Love, Death + Robots, que ele comandou ao lado do renomado cineasta David Fincher (Clube da Luta, Se7en, O Curioso Caso de Benjamin Button), é nada mais que “uma carta de amor aos nerds”. E ele não poderia estar mais correto.

Do passado ao futuro, entre a guerra e a extinção, os 18 contos animados apresentados na série exploram todos os temas de fascínio ao jovem geek fanático. Aliás, como uma produção antológica, que funciona de maneira semelhante a Black Mirror, cada história é marcada por sua particularidade, tendo consigo, tramas e universos muito mais do que distintos.

O que pode ser observado também nos traços das animações. Enquanto alguns episódios bebem de fontes japonesas ou poderiam facilmente ocupar a grade da TV aberta americana (se não fosse a sua classificação para maiores), outros parecem sair diretamente do mundo dos quadrinhos ou das telas do Playstation 4.

Como nota-se, as inspirações e técnicas vêm de toda a parte do globo. Fato atestado por sua produção mundial, que teve como berço os Estados Unidos, França, Hungria, Polônia, entre outros países.

Por tais razões, as tramas também variam e transitam entre o complexo e o simplório. Quando não surpreendem por suas reviravoltas impactantes e inesperadas, causam impacto com uma narrativa simples, mas intensa e eficiente.

Dito isso, prepare-se para encontrar, aqui, histórias psicodélicas, de drama, horror e sobrevivência, oras triunfadas sobre as verossimilhanças visuais, ora abstratas e cartunistas, seja em 2D ou em 3D. O steampunk e o gênero heist também fazem à festa em alguns episódios divertidos e muito bem executados. E o humor, ainda que breve e amargo, também garante um espaço tímido e satisfatório entre algumas animações.

Outro ponto importante é que apesar de curtos, com durações variando entre 6 e 17 minutos, os episódios nos fisgam quase que de imediato. São, em geral, intuitivos, e nos guiam com facilidade entre mundos fantásticos e repletos de detalhes a cada canto da tela. Enquanto os personagens, além de (quase sempre) fugirem dos estereótipos padrões da sociedade, são carismáticos e fáceis de serem interpretados, desde as suas motivações pessoais até os objetivos dentro de suas mini-histórias. Não a ponto de decidirmos decorar os seus nomes para todo o sempre, mas eles cumprem o seu papel e conseguem nos fazer sentir na pele as suas experiências nada usuais.

Por outro lado, o problema de uma série antológica, que abarca contos e estilos distintos em cada episódio, é que algumas coisas podem funcionar e outras não. Além disso, as três palavras-chaves da série (Amor, Morte e Robôs) sugerem e possibilitam uma infinidade de histórias. Por esta razão, os temas explorados nos episódios variam, indo de um ponto a outro em poucos instantes. Consequentemente, nem todas as histórias irão agradá-los. Não que isso seja necessariamente uma regra, isto dependerá do ponto de vista de cada espectador.

Aliás, Love, Death + Robots reúne propositalmente diferentes tribos em uma só produção. Aqui, gamers, otakus, nerds e cinéfilos terão a chance de aproveitar o deleite visual que os contos proporcionam em um curto período de tempo. Para as mentes mais abertas, a série é um convite para uma viagem transcendental entre o amor e a morte (e a robótica) em universos ricos e singulares.

Por outro lado, certos episódios (para alguns) podem facilmente serem resetados da mente logo após serem executados. E parte da culpa é da própria produção. Aliás, a sucessão e a transição entre jornadas intensas e poéticas para outras que são nada mais que narrativas visuais muito bem construídas, fazem as expectativas dos espectadores irem por água abaixo.

No final, a principal dica para navegar pela série é manter-se aberto às experiências e ter em mente que cada uma das animações o guiará por um mundo espetacular de maneira totalmente adversa as aventuras anteriores. Quase nada, digo com tranquilidade, se repete ou torna-se habitual aqui.

Assim, além dos temas centrais, a diversidade, o senso da descoberta e a surpresa são as únicas variáveis imutáveis do show e cabe somente a você decidir o quão positivo ou negativo isto é.

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Livros

O thriller ‘Caixa de Pássaros’, de Josh Malerman, terá sequência em novo livro

Josh Malerman está escrevendo “Malorie”, sequência com previsão de lançamento para outubro.

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Lançado em 2015 pela Intrínseca, Caixa de Pássaros já vendeu mais de 200 mil exemplares no Brasil e virou um fenômeno quando a trama ganhou adaptação para a Netflix. Estrelado por Sandra Bullock, Bird Box foivisto por mais de 45 milhões de usuários em apenas uma semana. A trama, que se passa em um cenário pós-apocalíptico, vai ganhar mais um livro. 

Josh Malerman está escrevendo Malorie, sequência com previsão de lançamento em 1º de outubro nos Estados Unidos. No Brasil, o livro será publicado pela Intrínseca, ainda sem data definida.

Em uma narrativa cheia de mistério e suspense, Caixa de pássaros conta a história assustadora de um mundo infestado por misteriosas criaturas. Em um surto inexplicável, todos que olham para elas se suicidam. Para sobreviver, Malorie e os dois filhos pequenos vivem escondidos. Quando surge a notícia de um lugar seguro longe dali, a família precisa remar por dias em um rio perigoso, de olhos vendados. 

Quando surgiu a pergunta se a origem das criaturas seria revelada, Josh não quis revelar muito, mas respondeu que serão dados mais detalhes tanto da protagonista quanto das criaturas.

JOSH MALERMAN também é autor de Uma casa no fundo de um lago e Piano vermelho. O último está com uma adaptação cinematográfica em desenvolvimento com produção a cargo da Scott Free, empresa do renomado diretor Ridley Scott. Ainda não há previsão de estreia para o filme.


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Séries

NCIS | 16ª temporada da série ganha data de estreia no Brasil

A tensão aumenta com a chegada de novos casos.

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Na 16º temporada da aclamada série policial NCIS, a equipe de investigação da agência federal de Washington continua investigando os principais crimes envolvendo a Marinha dos Estados Unidos e o Corpo de Fuzileiros Navais. Agora, com o agente especial supervisor, Leroy Jethro Gibbs (Mark Harmon), em nova posição, a equipe do NCIS investiga até a pista mais insignificante em busca de soluções para casos antigos e novos da trama, que está de volta ao AXN, a partir do dia 26 de março, às 22h.

Após o sequestro do Diretor Leon Vance (Rocky Carroll) no final da temporada anterior, Gibbs assume provisoriamente o cargo de diretor interino do NCIS, ao mesmo tempo que precisa conduzir seus agentes nas novas missões. Logo no primeiro episódio, Gibbs e sua equipe reúnem todas as habilidades numa busca incansável por Vance em todas as partes do mundo.

O 16º ano de NCIS ainda traz revelações surpreendentes sobre a morte de Ziva David (Cote de Pablo) e os casos que estavam sendo investigados pela agente especial na 13ª temporada. Outra novidade é que com a saída da excêntrica personagem Abby Sciuto (interpretada por Pauley Perrette nas 15 temporadas anteriores), a atriz Diona Reasonover, que já havia feito participações na série como a cientista forense, Kasie Hines, passa para o elenco regular.

A tensão aumenta com a chegada de novos casos, entre eles, o de um criminoso que busca vingança e ameaça acabar com os Estados Unidos, o de vizinhos peculiares de um tenente da Marinha que são os principais suspeitos de um assassinato e o de Washington sendo tomada por uma onda de ataques explosivos. Caberá somente a equipe do NCIS desvendar todos os crimes e impedir que mais mortes ocorram na cidade.

Na nova temporada apenas dois dos cinco membros originais, Mark Harmon e David  McCallum, permanecem no elenco. Juntam-se a eles: Sean Murray, Emily Wickersham, Brian Dietzen, Wilmer Valderrama e Maria Bello.

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