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Filmes

Covid-19: séries, filmes e eventos suspensos por causa da pandemia

Como forma de prevenção contra a pandemia, grande aglomerações tem sido canceladas, junto delas séries, shows e estreias de filmes

The Witcher está entre as séries que tiveram gravações suspensas (Foto: Divulgação/Netflix)

Como precaução e preocupados com a saúde de profissionais e atores, diversas séries foram canceladas por conta da pandemia do Coronavírus que vem afetando vários mercados no mundo. Tanto emissoras quanto plataformas de streaming sofreram mudanças em suas agendas quanto ao lançamento de novas temporadas ou até mesmo suas estreias.

Foram gravações, reuniões e eventos cancelados com objetivo de evitar o risco nos funcionários, evitando assim qualquer aglomeração de pessoas.

Portanto, anúncios oficiais têm enchido as redes sociais de diversas séries e levado tristeza aos fãs.A CBS TV Studios declarou, por meio de nota oficial, que suas séries mais importantes estarão com as produções paradas, assim como todas as franquias NCIS, Dynasty e The Good Fight.

“No momento, estamos avaliando situações caso a caso, com as melhores informações de especialistas em saúde e funcionários do governo. Algumas produções podem continuar, desde que não envolvam plateia ao vivo e/ou ambientes considerados de risco. A segurança e o bem-estar de nossa equipe de produção são nossa principal prioridade”, relatou a nota.

A NBCUniversal foi uma das produtoras que também paralisou suas produções de séries altamente conhecidas, como Law & Order: SVU, Chicago Med, Chicago Fire e Chicago P.D. “Quando possível, estamos interrompendo a produção durante duas semanas como medida de precaução. Após esse período iremos reavaliar e determinar uma data de início apropriada. Em alguns casos, estamos acelerando os planos para encerrar a produção física”, disse a NBCUniversal por via nota.

A Netflix, maior streaming de séries do mundo, também teve gravações adiadas. Stranger Things terá estreia de sua quarta temporada apenas em 2021. Grace and Frankie, Lucifer e Russian Doll foram séries que pararam.

A ABC, um dos principais canais americanos, suspendeu suas produções temporariamente. Entre estas está Grey’s Anatomy, que terá uma pausa de, no mínimo, duas semanas. A série grabou recentemente o 21º episódio da 16ª temporada, que terá 25 episódios no total. A revista Hollywood Reporter relatou que ainda não é possível saber se essa pausa afetará a programação da série em sua exibição na TV.

A Disney Television Studios anunciou que pararia a produção do piloto de 16 novas séries, enquanto o estúdio Warner Bros. Television Group tomou uma decisão mais pesada, suspendendo o desenvolvimento de todas suas mais de 70 séries, inclusive The Flash, baseada nos quadrinhos da DC Comics.

Abaixo a lista com séries paradas por conta do Coronavírus:

The Amazing Race (CBS)

American Ninja Warrior (NBC)

Angelyne (Peacock, plataforma de streaming da NBC)

Atlanta (FX)

The Bachelorette (ABC)

Batwoman (CW)

The Blacklist (NBC)

Card Sharks (ABC)

Carnival Row (Amazon Prime Video)

Chicago Fire (NBC)

Chicago Med (NBC)

Chicago P.D. (NBC)

The Daily Show With Trevor Noah (Comedy Central)

Dynasty (The CW)

The Ellen DeGeneres Show

Euphoria (HBO)

The Falcon and the Winter Soldier (Disney+; plataforma de streaming da Disney)

Fargo (FX)

FBI (CBS)

Fear the Walking Dead (AMC)

The Flash (The CW)

For All Mankind (Apple TV+)

Foundation (Apple TV+)

Full Frontal With Samantha Bee (TBS)

General Hospital (ABC)

Genius: Aretha (NatGeo)

God Friended Me (CBS)

The Good Fight (CBS All Access, plataforma de streaming da CBS)

Grace and Frankie (Netflix)

Grey’s Anatomy (ABC)

Jimmy Kimmel Live (ABC)

The Kelly Clarkson Show

Last Week Tonight With John Oliver (HBO)

Late Night With Seth Meyers (NBC)

The Late Show With Stephen Colbert (CBS)

Law & Order: Special Victims Unit (NBC)

Lights Out With David Spade (Comedy Central)

Lisey’s Story (Apple TV+)

Little America (Apple TV+)

Lucifer (Netflix)

The Mel Robbins Show

The Morning Show (Apple TV+)

Mythic Quest: Raven’s Banquet (Apple TV+)

NCIS (CBS)

NCIS: Los Angeles (CBS)

NCIS: New Orleans (CBS)

New Amsterdam (NBC)

NeXt (Fox)

The Price Is Right (CBS)

Real Time With Bill Maher (HBO)

Riverdale (The CW)

Russian Doll (Netflix)

Rutherford Falls (Peacock)

See (Apple TV+)

Servant (Apple TV+)

Sex/Life (Netflix)

Snowfall (FX)

Snowpiercer (TNT)

Stranger Things (Netflix)

Supergirl (The CW)

Supernatural (The CW)

Survivor (CBS)

The Tamron Hall Show

The Tonight Show Starring Jimmy Fallon (NBC)

Varsity Blues (Quibi, plataforma de streaming)

The Walking Dead (AMC)

Watch What Happens Live! With Andy Cohen (Bravo)

The Wendy Williams Show (syndicated)

Wheel of Time (Amazon Prime Video)

Y: The Last Man (FX)

Young Sheldon (CBS)

Eventos cancelados

Mas não apenas as séries foram prejudicadas por conta do vírus. Shows, festivais e estreias de filmes fecharam suas portas por conta da pandemia. Desde o começo de março vários eventos foram cancelados por conta da aglomeração de pessoas. Até mesmo visitações a museus ganharam restrições seguindo medidas de segurança.

Entre os festivais, o tão aguardado Lollapalooza em suas versões Brasil, Chile e Argentina foram adiados para o fim do ano, assim como o Coachella, SXSW e E3 que também tiveram suas datas alteradas. O Coachella, que aconteceria entre os dias 10, 11, 12, 17, 18 e 19 de abril desse ano, na Califórnia, deve ter sido adiado para outubro, assim como suas versões chilena e argentina que também tem previsão para o segundo semestre, porém, o SXSW, um dos mais importantes festivais de cultura e tecnologia, e a E3, maior feira de games do mundo, foram cancelados definitivamente em 2020 sem previsão para quando ocorrerão.

A ComicCon de Seattle, prevista para acontecer em março, adiou sua edição para os próximos meses. Pouco antes do adiamento oficial, várias editoras cancelaram suas participações no evento. O mesmo ocorreu com a WonderCon que aconteceria em Anaheim, na Califórnia, entre 10 e 12 de abril, mas teve sua edição adiada sem previsão de data.

Filmes como “007 – Sem tempo pra morrer”, “Velozes e Furiosos 9” e “Um lugar silencioso – Parte 2” também tiveram suas estreias adiadas mundialmente. Entretanto o filme “Missão Impossível 7” foi interrompido.

E os shows também estão sendo cancelados. Grandes nomes como Avril Lavigne, Green Day e Miley Cyrus cancelaram os eventos programados para a Ásia. Já The Who e a Madonna cencelaram suas apresentações na Europa. Maroon 5, que terminaria sua turnê na América do Sul, cancelou os show respeitando as normas de segurança dos governos locais. Aqui no Brasil, shows como as bandas Tokio Hotel e Converge foram adiados. Até o BTS cancelou seus shows na Coreia do Sul que seria realizado no início do ano. A banda de k-pop realizaria quatro shows em abril.

Abaixo lista de eventos cancelados:

Lollapalooza Brasil

Lollapalooza Argentina

Lollapalooza Chile

Festival de Cannes

Festival Coachella, na Califórnia (EUA)

Festival de Glastonbury, na Inglaterra

Festival Internacional de Quadrinhos (FIQ), em Belo Horizonte

Festival de Bonnaroo, no Tennessee (EUA)

Festival Tomorrowland na França

Ultra Music Festival em Miami (EUA)

Festival SXSW em Austin (EUA)

E3, maior feira de games do mundo

‘Oscar’ de Bollywood

Shows de Madonna em Paris

Show de Miley Cyrus na Austrália

Shows de Maroon 5 na Argentina e na Colômbia

Shows de Alok nos Estados Unidos e na China

Show dos Backstreet Boys em São Paulo

Shows do Il Divo no Brasil

Shows do Renaissence no Brasil

Shows de Billie Eilish no mês de março nos Estados Unidos e no resto do mundo

Além da cantora, outras turnês promovidas pela Live Nation e pela AEG, como Cher,

Kiss, Post Malone, Tool, Lynyrd Skynyrd e Chris Stapleton

Turnê do McFly no Brasil

Turnê de Roberto Carlos no Brasil

Turnê de Pearl Jam na América do Norte

Turnê de Tokio Hotel na América Latina

Turnê de Green Day na Ásia

Turnê de Avril Lavigne na Ásia

Turnê de The Who no Reino Unido

Turnê de Jota Quest na Europa

Turnê do Foo Fighters nos Estados Unidos

Turnê de Elton John nos Estados Unidos

Turnê do humorista Whindersson Nunes nos EUA

Lançamento do filme ‘007 – Sem tempo para morrer’

Lançamento do filme ‘Velozes e furiosos 9’

Lançamento dos filmes sobre Suzane von Richthofen

Lançamento do filme ‘Um lugar silencioso – Parte 2’

Lançamento dos filmes ‘Mulan’, ‘Novos mutantes’ e ‘Espíritos obscuros’

Gravações suspensas de ‘Matrix 4’

Gravação do episódio especial de reunião de ‘Friends’

PerifaCon, em São Paulo, adiada para dias 6 e 7 de junho

CinemaCon em Las Vegas

Feira do Livro de Paris

Torre Eiffel e Museu do Louvre fechados

Museu do Prado e outros espaços de arte na Espanha

Instituto Inhotim, em Minas Gerais

Met Gala, baile anual em Nova York

Bienal de Arquitetura de Veneza

Desfiles de abril da São Paulo Fashion Week

Desfiles de Giorgio Armani e Versace

Filmes

5 filmes e séries na Netflix para você refletir sobre racismo

O assunto é grave e, como precisa ser discutido. A ficção ajuda.

Por

Get Out é um filme de terror escrito e dirigido por Jordan Peele (Foto: Divulgação/Universal Pictures)

O reflexo da evolução da humanidade é sentida nos cinemas, nos quadrinhos, no teatro e também na televisão. Personagens refletem os grandes dilemas, esperanças e medos que a sociedade sentia na época em que cada obra foi escrita. O racismo, no entanto, infelizmente faz parte das grandes feridas abertas que a humanidade tem dificuldade em cicatrizar.

O assunto é grave e, como precisa ser discutido, listamos cinco filmes e séries da Netflix para fazer você refletir um pouco mais sobre o tema:

Olhos que Condenam (2019)

Cinco jovens negros do Harlem foram injustamente acusados de estuprarem uma mulher no Central Park.
Eles só foram inocentados em 2014, depois que evidências de DNA comprovaram que o grupo não estava conectado ao brutal crime contra Trisha Meili.

Histórias Cruzadas (2011)

Nos anos 60, no Mississippi, Skeeter é uma garota da sociedade que retorna determinada a se tornar escritora. Ela começa a entrevistar as mulheres negras da cidade, que deixaram suas vidas para trabalhar na criação dos filhos da elite branca, da qual a própria Skeeter faz parte. Aibileen Clark, a emprega da melhor amiga de Skeeter, é a primeira a conceder uma entrevista. Apesar das críticas, Skeeter e Aibileen continuam trabalhando juntas e, aos poucos, conseguem novas adesões.

Corra! (2017)

Chris (Daniel Kaluuya) é jovem negro que está prestes a conhecer a família de sua namorada caucasiana Rose (Allison Williams). A princípio, ele acredita que o comportamento excessivamente amoroso por parte da família dela é uma tentativa de lidar com o relacionamento de Rose com um rapaz negro, mas, com o tempo, Chris percebe que a família esconde algo muito mais perturbador.

Cara Gente Branca (2017)

Uma guerra cultural entre negros e brancos vem à tona em uma universidade predominantemente branca quando uma revista de humor organiza uma polêmica festa de Halloween.

Cidade de Deus (2002)

Nas favelas do Rio de Janeiro dos anos 1970, dois rapazes seguem caminhos diferentes. Buscapé é um fotógrafo que registra o cotidiano violento do lugar, e Zé Pequeno é um ambicioso traficante que usa as fotos de Buscapé para provar como é durão.

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Força do Snyder Cut é resultado de crise mal gerida pela Warner

Companhia fez anúncios, criou expectativa e desistiu do DCEU no meio do caminho. Foi quando a fanbase entrou em ação.

Tons escuros sempre foram um dilema no universo Snyder (Foto: Reprodução)

Era maio de 2017, quando a substituição de Zack Snyder por Joss Whedon (“Os Vingadores” e “Vingadores: Era de Ultron”) na direção de Liga da Justiça começava a levantar debates entre fãs da DC a respeito da identidade criativa do projeto. Na época com o DCEU marcado pela frieza no tom, coube a Whedon, por pressão da Warner, aproveitar a saída do então mentor do universo DC para tornar a produção mais agradável aos olhos dos público que recebera tão bem o colorido do Universo Cinematográfico Marvel. Literalmente, esses foram momentos antes da desgraça acontecer.

Em 16 de novembro de 2017, entrava em cartaz uma Liga da Justiça bem diferente do que se esperava e não empolgou tanto — mesmo com o alerta que a troca de diretores já tinha ligado. Com a fanbase insatisfeita, logo surgiu o desejo de que a Warner lançasse a versão planejada por originalmente por Zack Snyder, que, diferente do filme exibido, tinha como diferenças:

  • A presença de Darkseid como o grande vilão
  • Cyborg guiaria a trama em busca das Caixas Maternas
  • Superman com uniforma preto, em referência à HQ “A Morte do Superman”
  • Mulher-Maravilha mataria o Lobo da Estepe
  • Participação de novos heróis como Caçador de Marte, Ryan Choi (Eléktron) e, segundo rumores, algum membro da Tropa dos Lanternas
  • Amazonas teriam mais tempo de tela
  • Elenco de apoio de Aquaman e Flash também teriam mais espaço
  • Ganchos no final do filme para linkar com uma trilogia

Passados dois anos e meio da campanha pelo Snyder Cut, a Warner, interessada em bombar o novo serviço de streaming, HBO Max, resolveu aproveitar a repercussão como um “click bait” da plataforma para obter assinantes e aprovou a tão comentada versão do diretor, com estreia previsa já para 2021. A versão, que recebeu um investimento adicional de US$ 30 milhões, por enquanto, não é tratada como um grande lançamento da casa, mas para os fãs trata-se de um verdadeiro marco. Vamos lá.

Ben Affleck agradece aos fãs pela Snyder Cut de Justice League ...

Reparação e riscos futuros

Quando o assunto são os heróis no cinema, tudo depende de como as histórias envelhecem. O que foi bem avaliado logo de cara, tende a virar um grande ícone no futuro. Quem tem uma recepção ruim, não demora muito para ser tratado como um grande lixo. Dentro dessa lógica leviana, os fãs não mentem ao tratar o Snyder Cut como um grande marco. Afinal, dentro dessa novela existe uma mágoa do público com a Warner, pelo fato da companhia ter negado a versão de Snyder aos fãs, por mais questionável que fosse. A liberação soa, então, também como um pedido de desculpas. Uma reparação histórica com o público, talvez.

A violência com que a Warner geriu essa crise em 2017, reforçou tanto o status de Snyder como o grande líder incompreendido do universo DC, quanto desmanchou, de maneira pouco cuidadosa, o laço que a companhia criava com o público que tanto abraçou a tentativa de construção de universo compartilhado, tão desejado desde Homem de Aço (2013).

Há quem diga que o Snyder Cut é um desrespeito com os demais diretores, como Patty Jenkins, David F. Sandberg, Cathy Yan e James Wan, que dificilmente receberiam esse tratamento. Há, ainda, quem diga que isso abre um precedente perigoso na Warner. Diretores insatisfeitos vão querer um Snyder Cut para chamar de seu. De fato. Mas o contexto, nesse caso, também pode apontar uma outra leitura.

This is why the Justice League trailer gives us hope that the ...

Ignorando completamente os bastidores que não temos acesso e tendo na mesa apenas a ideia acima, podemos refutar o argumento lembrando: Zack Snyder, presente há muito mais tempo que os outros, foi desrespeitado publicamente primeiro. Em seguida, a descontinuidade do DCEU só inflamou ainda mais as coisas. Outra decisão apressada de uma gestão de crise cheia de equivocos. E a gente colhe o que planta. A liberação do Snyder Cut, nesse sentido, também pode servir para que a companhia seja menos insensível ao clamor de diretores por liberdade criativa. Já serviu, na verdade.

No ano seguinte, o diretor James Wan gritava para quem quisesse ouvir que teve toda liberdade do mundo para criar Aquaman. “É muito louco. Com um filme tão grande quanto Aquaman, eu tive o máximo de liberdade possível. Eu tive à minha disposição todas as ferramentas e orçamento para pintar em uma tela enorme”, disse ao The New York Times, em 2018.

A própria Patty Jenkins, de Mulher-Maravilha, já comemorou o fato de poder criar um universo próprio para a personagem. “Acho que foi essa independência que contribuiu com o sucesso de Coringa, Aquaman e Mulher-Maravilha. Apesar de todos serem adaptações da DC, eles não se relacionam em nada e foi por isso que deram certo”, disse a diretora para a revista Total Film, em 2020.

Claro que em entrevistas de divulgação os diretores não reclamarão dos patrões, mas, como dizem, onde há fumaça, há fogo. De 2017 até a liberação do Snyder Cut, então, temos, independente das intenções de ambos os lados, o fechamento de um parêntese importante na história da DC nos cinemas. Talvez, a maior preocupação seja do Snyder Cut para frente. Se a fanbase barulhenta, aparentemente, tornou a versão do diretor uma realidade, imagina se ela cai no gosto popular… Espero que Matt Reeves e Robert Pattinson estejam preparados.

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Netflix divulga data de estreia da ‘A Barraca do Beijo 2’

Data de lançamento foi revelada por Joey King, protagonista do filme.

O filme ‘A Barraca do Beijo 2‘, sequência do filme de grande sucesso da Netflix, ganhou uma data e deve chegar a plataforma de streaming no dia 24 de julho. A informação foi confirmada por Joey King, protagonista do filme, durante uma live na quinta-feira (21). Veja o vídeo do anúncio abaixo.

A sequência do filme mostra Elle Evans (Joey King) e Noah Flynn (Jacob Elordi), que depois de terem um verão super romântico, vão seguir caminhos diferentes. Dessa vez, Elle vai estudar em Harvard e Noah volta para o último ano do ensino médio. Com isso, ela vai precisar lidar com o relacionamento à longa distância e com alguns problemas causados pela situação.

Dirigido por Vince Marcello, o filme também conta no elenco com Joel Courtney, Maisie Richardson-Sellers, Meganne Yong e Molly Ringwald.

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