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Séries

Série estrelada por Lauren Cohan, de The Walking Dead, ganha trailer

Lauren assinou com ABC após disputa salarial nos bastidores da AMC.

O conflito nos bastidores de The Walking Dead por questões salariais levou Lauren Cohan, uma das estrelas da trama pós-apocalíptica, a procurar novos lugares para amarrar seu burro.

Não demorou muito para a atriz ser a nova contratada da ABC, que a ofereceu um bom salário e o protagonismo da série ‘Whiskey Cavalier’, que teve um novo trailer divulgado nesta quinta-feira (27). Assista clicando no vídeo acima.

Na série, Will Chase é um agente do FBI que após passar por um rompimento doloroso é designado para trabalhar com a intimidadora Francesca. Juntos, eles irão liderar uma equipe de espiões que tem nas mãos o futuro de toda a humanidade.

O primeiro ano de ‘Whiskey Cavalier’ estreia em fevereiro de 2019.

Treta em The Walking Dead

Depois do choque causado pela notícia da possível saída de Andrew Lincoln do elenco de The Walking Dead, uma reportagem do The Holywood Reporter revelou que Lauren Cohan, que interpreta a protagonista Maggie, deve, mesmo, deixar a série.

No início do ano, a atriz estava em um empasse com o canal AMC por questões salariais. A permanência dela no elenco foi seriamente ameaçada, mas, aparentemente, notícias apontavam um acordo entre as partes. No entanto, segundo a recente publicação do THR, o fato de Lauren Cohan ter assinado para fazer outra série fora do canal complicou a situação. Relembre mais clicando aqui.

Críticas de Séries

Crítica | Love, Death + Robots

Além dos temas centrais, a diversidade, o senso de descoberta e a surpresa são as únicas características imutáveis do show.

Foto: Divulgação/Netflix

Para o diretor Tim Miller (Deadpool), a série Love, Death + Robots, que ele comandou ao lado do renomado cineasta David Fincher (Clube da Luta, Se7en, O Curioso Caso de Benjamin Button), é nada mais que “uma carta de amor aos nerds”. E ele não poderia estar mais correto.

Do passado ao futuro, entre a guerra e a extinção, os 18 contos animados apresentados na série exploram todos os temas de fascínio ao jovem geek fanático. Aliás, como uma produção antológica, que funciona de maneira semelhante a Black Mirror, cada história é marcada por sua particularidade, tendo consigo, tramas e universos muito mais do que distintos.

O que pode ser observado também nos traços das animações. Enquanto alguns episódios bebem de fontes japonesas ou poderiam facilmente ocupar a grade da TV aberta americana (se não fosse a sua classificação para maiores), outros parecem sair diretamente do mundo dos quadrinhos ou das telas do Playstation 4.

Como nota-se, as inspirações e técnicas vêm de toda a parte do globo. Fato atestado por sua produção mundial, que teve como berço os Estados Unidos, França, Hungria, Polônia, entre outros países.

Por tais razões, as tramas também variam e transitam entre o complexo e o simplório. Quando não surpreendem por suas reviravoltas impactantes e inesperadas, causam impacto com uma narrativa simples, mas intensa e eficiente.

Dito isso, prepare-se para encontrar, aqui, histórias psicodélicas, de drama, horror e sobrevivência, oras triunfadas sobre as verossimilhanças visuais, ora abstratas e cartunistas, seja em 2D ou em 3D. O steampunk e o gênero heist também fazem à festa em alguns episódios divertidos e muito bem executados. E o humor, ainda que breve e amargo, também garante um espaço tímido e satisfatório entre algumas animações.

Outro ponto importante é que apesar de curtos, com durações variando entre 6 e 17 minutos, os episódios nos fisgam quase que de imediato. São, em geral, intuitivos, e nos guiam com facilidade entre mundos fantásticos e repletos de detalhes a cada canto da tela. Enquanto os personagens, além de (quase sempre) fugirem dos estereótipos padrões da sociedade, são carismáticos e fáceis de serem interpretados, desde as suas motivações pessoais até os objetivos dentro de suas mini-histórias. Não a ponto de decidirmos decorar os seus nomes para todo o sempre, mas eles cumprem o seu papel e conseguem nos fazer sentir na pele as suas experiências nada usuais.

Por outro lado, o problema de uma série antológica, que abarca contos e estilos distintos em cada episódio, é que algumas coisas podem funcionar e outras não. Além disso, as três palavras-chaves da série (Amor, Morte e Robôs) sugerem e possibilitam uma infinidade de histórias. Por esta razão, os temas explorados nos episódios variam, indo de um ponto a outro em poucos instantes. Consequentemente, nem todas as histórias irão agradá-los. Não que isso seja necessariamente uma regra, isto dependerá do ponto de vista de cada espectador.

Aliás, Love, Death + Robots reúne propositalmente diferentes tribos em uma só produção. Aqui, gamers, otakus, nerds e cinéfilos terão a chance de aproveitar o deleite visual que os contos proporcionam em um curto período de tempo. Para as mentes mais abertas, a série é um convite para uma viagem transcendental entre o amor e a morte (e a robótica) em universos ricos e singulares.

Por outro lado, certos episódios (para alguns) podem facilmente serem resetados da mente logo após serem executados. E parte da culpa é da própria produção. Aliás, a sucessão e a transição entre jornadas intensas e poéticas para outras que são nada mais que narrativas visuais muito bem construídas, fazem as expectativas dos espectadores irem por água abaixo.

No final, a principal dica para navegar pela série é manter-se aberto às experiências e ter em mente que cada uma das animações o guiará por um mundo espetacular de maneira totalmente adversa as aventuras anteriores. Quase nada, digo com tranquilidade, se repete ou torna-se habitual aqui.

Assim, além dos temas centrais, a diversidade, o senso da descoberta e a surpresa são as únicas variáveis imutáveis do show e cabe somente a você decidir o quão positivo ou negativo isto é.

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Livros

O thriller ‘Caixa de Pássaros’, de Josh Malerman, terá sequência em novo livro

Josh Malerman está escrevendo “Malorie”, sequência com previsão de lançamento para outubro.

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Lançado em 2015 pela Intrínseca, Caixa de Pássaros já vendeu mais de 200 mil exemplares no Brasil e virou um fenômeno quando a trama ganhou adaptação para a Netflix. Estrelado por Sandra Bullock, Bird Box foivisto por mais de 45 milhões de usuários em apenas uma semana. A trama, que se passa em um cenário pós-apocalíptico, vai ganhar mais um livro. 

Josh Malerman está escrevendo Malorie, sequência com previsão de lançamento em 1º de outubro nos Estados Unidos. No Brasil, o livro será publicado pela Intrínseca, ainda sem data definida.

Em uma narrativa cheia de mistério e suspense, Caixa de pássaros conta a história assustadora de um mundo infestado por misteriosas criaturas. Em um surto inexplicável, todos que olham para elas se suicidam. Para sobreviver, Malorie e os dois filhos pequenos vivem escondidos. Quando surge a notícia de um lugar seguro longe dali, a família precisa remar por dias em um rio perigoso, de olhos vendados. 

Quando surgiu a pergunta se a origem das criaturas seria revelada, Josh não quis revelar muito, mas respondeu que serão dados mais detalhes tanto da protagonista quanto das criaturas.

JOSH MALERMAN também é autor de Uma casa no fundo de um lago e Piano vermelho. O último está com uma adaptação cinematográfica em desenvolvimento com produção a cargo da Scott Free, empresa do renomado diretor Ridley Scott. Ainda não há previsão de estreia para o filme.


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Séries

NCIS | 16ª temporada da série ganha data de estreia no Brasil

A tensão aumenta com a chegada de novos casos.

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Na 16º temporada da aclamada série policial NCIS, a equipe de investigação da agência federal de Washington continua investigando os principais crimes envolvendo a Marinha dos Estados Unidos e o Corpo de Fuzileiros Navais. Agora, com o agente especial supervisor, Leroy Jethro Gibbs (Mark Harmon), em nova posição, a equipe do NCIS investiga até a pista mais insignificante em busca de soluções para casos antigos e novos da trama, que está de volta ao AXN, a partir do dia 26 de março, às 22h.

Após o sequestro do Diretor Leon Vance (Rocky Carroll) no final da temporada anterior, Gibbs assume provisoriamente o cargo de diretor interino do NCIS, ao mesmo tempo que precisa conduzir seus agentes nas novas missões. Logo no primeiro episódio, Gibbs e sua equipe reúnem todas as habilidades numa busca incansável por Vance em todas as partes do mundo.

O 16º ano de NCIS ainda traz revelações surpreendentes sobre a morte de Ziva David (Cote de Pablo) e os casos que estavam sendo investigados pela agente especial na 13ª temporada. Outra novidade é que com a saída da excêntrica personagem Abby Sciuto (interpretada por Pauley Perrette nas 15 temporadas anteriores), a atriz Diona Reasonover, que já havia feito participações na série como a cientista forense, Kasie Hines, passa para o elenco regular.

A tensão aumenta com a chegada de novos casos, entre eles, o de um criminoso que busca vingança e ameaça acabar com os Estados Unidos, o de vizinhos peculiares de um tenente da Marinha que são os principais suspeitos de um assassinato e o de Washington sendo tomada por uma onda de ataques explosivos. Caberá somente a equipe do NCIS desvendar todos os crimes e impedir que mais mortes ocorram na cidade.

Na nova temporada apenas dois dos cinco membros originais, Mark Harmon e David  McCallum, permanecem no elenco. Juntam-se a eles: Sean Murray, Emily Wickersham, Brian Dietzen, Wilmer Valderrama e Maria Bello.

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