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Será que um apocalipse zumbi pode acontecer na vida real?

Sei que este site está atrasado uns cinco anos, mas depois de assistir a excelente 1ª temporada da série americana The Walking Dead, que estreou em 2010 (e por isso o atraso) é inevitável fazer certos questionamentos. Ela conta a história de um policial que tenta salvar sua família e liderar um grupo de sobreviventes em um mundo pós-apocalíptico dominado por mortos-vivos. A série é um sucesso de público e crítica, e está indo para sua sexta temporada. Dito isso, antes de falarmos sobre a série, faço o questionamento: será que é possível acontecer um apocalipse zumbi de verdade? Para a alegria de uns e infelicidade de outros, a resposta é sim!

Segundo a revista Mundo Estranho, é possível, sim, acontecer um apocalipse zumbi no mundo real, mas nada como em The Walking Dead, onde os mortos perseguem os vivos para se “alimentarem”. Ou, pelo menos, isso é muito menos provável do que a epidemia de uma doença ou moléstia, de acordo com cientistas. Mesmo assim, não necessariamente o comportamento seria como nos filmes (o que não significa que seria menos assustador).

Vírus, nanorrobôs e até drogas podem levar nossa humanidade à um processo de zumbificação. Parece loucura, não é? Mas, olha só, existe um protozoário conhecido como Toxoplasma gonddi que consegue controlar o cérebro dos ratos e, segundo os cientistas, basta uma mutação desse protozoário para que os humanos pudessem ser afetados. Segundo pesquisas recentes, o Toxoplasma (sem essa mutação) já está no corpo de meta de população mundial.

Os zumbis também podem ser legais, né? Pelo menos nos bastidores de TWD, sim! (Foto: Divulgação)

Sem medo do perigo, cientistas da Universidade do Novo México, EUA, criaram uma célula zumbi, ou seja, que mesmo após a morte, ela seguiu com suas funções. Detalhe: depois de virar zumbi, ela ficou mais forte e realizou todas as atividades com mais eficiência. Não satisfeitos, os cientistas pretendem usar a experiência em nanotecnologia, o que é meio caminho andado para uma mistura de apocalipse zumbi e rebelião das máquinas. Já pensou?

Dentre tantas outras hipóteses, essa da nanotecnologia é forte, também. Isso porque já é uma realidade na medicina! Esses robozinhos já ajudam na recuperação de algumas doenças e permanecem ativos até um mês após a morte da pessoa. Agora, cientistas querem utilizar nanorrobôs para regenerar o cérebro de pacientes. Com o avanço da inteligência artificial, não seria impossível que eles tomassem conta do cérebro e comandassem o morto por aí. Mas as teorias não param por aqui e você pode pesquisar a vontade na internet, porque vai encontrar dezenas delas.

Confesso que tomei bons sustos assistindo a primeira temporada de The Walking Dead. Como imaginava, os conflitos pessoais entre os sobreviventes protagonizam a série, que tem os zumbis lentos e letárgicos como um elemento “secundário”, embora seja o grande atrativo da série. Não esperava gostar da série, até porque sou um medroso assumido, mas gostei tanto que pretendo continuar assistindo às próximas temporadas. Portanto, vida longa aos zumbis…