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Filmes

Rafiki, 1º filme queniano a ser exibido no Festival de Cannes, chega ao Brasil

O longa estreia nos cinemas brasileiros no dia 8, pela distribuidora maranhense IPECINE

Rafiki, a história de amor e amizade entre duas jovens mulheres que vivem no Quênia, chega ao Brasil nesta quinta-feira (8). O longa acompanha Kena (Samantha Mugatsia) e Ziki (Sheila Munyiva), duas garotas que vivem em um agitado conjunto habitacional em Nairobi e ousam desafiar o status quo em um país que ainda criminaliza a homossexualidade.

A obra será exibida nos cinemas brasileiras por meio da IPECINE, empresa maranhense  que comemora seu primeiro lançamento cinematográfico com este filme, com direção é assinada por Wanuri Kahiu. Este é o segundo longa-metragem da cineasta. Confira o trailer abaixo:

Filhas de políticos locais, a paixão de Kena e Ziki é intensa, quase instantânea e proibida. A direção do filme opta por retratar esse  romance de forma delicada e sutil. Mesmo assim, o filme chegou a ter sua exibição proibida no Quênia. Por se tratar de uma temática LGBTQ, o governo do país alegou que o filme “promovia o lesbianismo”.  O Quênia tem uma legislação extremamente conservadora em relação aos direitos dos homossexuais.

Primeiro longa metragem queniano a ser exibido no Festival de Cannes,  Rafiki integrou a programação da mostra Un Certain Regard em 2018 e foi recebido positivamente pela imprensa internacional,  além de representar um enorme avanço para a cinematografia africana. No Brasil ele estreia comercialmente dia 8 de agosto; em São Luís o filme é exibido no Cinesystem Rio Anil, de 8 a 14 de agosto no horário das 18h50.

Sobre o IPECINE

Fundado pelos cineastas Raffaele Petrini e Marcos Ponts, o Instituto de Pesquisa e Estudos Cinematográficos – IPECINE, foi criado em 2015 em São Luís do Maranhão e desde então já realizou dezenas de cursos gratuitos ministrados por profissionais renomados do cinema nacional e internacional. O IPECINE também realizou duas edições da Mostra Internacional de Cinema de São Luís; cinco curtas-metragens e um longa-metragem com distribuição e coprodução internacional. Desde 2019, distribui filmes adquiridos nas duas últimas edições do Festival de Cannes.

Rafiki no Cinesystem Rio Anil

De 08/08 a 14/08 às 18h50
CineSystem – Rio Anil
Classificação Indicativa – 14 anos

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Crítica

Crítica | Malévola: a Dona do Mal

Com visual bonito, porém rasa e confusa, produção da Disney destoa dos seus últimos live-actions

Quando Tim Burton trouxe a sua versão de Alice no País das Maravilhas, lá em 2010, o sucesso estrondoso de bilheteria reacendeu na Disney aquela chama de transformar seus clássicos em live action, que parecia ter sido apagada nos anos 1990 depois de Mogli (1994) e 101 Dálmatas (1996). E não há como negar: em tempos em que o CGI está bem desenvolvido como tecnologia de entretenimento, dá para fazer qualquer coisa no cinema e, por isso, mesmo que o filme seja um desastre narrativo, é possível que, ainda assim, o público se divirta com os belos cenários criados na pós produção. É exatamente o caso de Malévola: A Dona do Mal, que estreia hoje no Brasil.

Diferente de A Bela e a Fera, Aladdin e O Rei Leão, Malévola (2014) seguiu a linha de recontar a história de A Bela Adormecida, do ponto de vista da vilã, propondo ainda a ela uma certa redenção – ou melhor, uma nova personalidade. Embora a aposta tenha sido certeira e funcionando perfeitamente com o público infantil – bilheteria mundial de mais de US$ 750 milhões – a outra parte da audiência, os mais velhos e fãs tradicionais dos contos, ficaram um tanto quanto reticentes (para ser cuidadoso com o comentário). Logo, a sequência poderia tentar focar em uma dessas duas missões: buscar agradar a turma que não se convenceu no primeiro ou manter atenta a criançada que lotou as salas para ver Angelina Jolie brilhando (literalmente, em verde florescente). Pois acontece que Malévola: A Dona do Mal é tão bagunçado que não consegue fazer nem uma coisa e muito menos a outra.

O filme já começa estranho com uma narração em off, explicando que Malévola voltou a ser vilã aos olhos dos humanos. O propósito, certamente, era mostrar que ela vive isolada na terra de Moors, tendo adotado Aurora. A ex-vilã, ultra protecionista e insegura com o comportamento dos humanos, terá que lidar com a união da moça com o príncipe herdeiro do trono de Ulstead. Daí para frente tudo é apressado e, muitas vezes, até sem sentido, sobretudo ao apresentar as novas características da personagem principal. Essa, aliás, que perde de vez o pouco do interessante ar de mistério que Jolie conseguia lhe dar no primeiro filme. 

E não é só a introdução. Infelizmente, a condução de toda trama é confusa e insere elementos e personagens com propósitos rasos (o subtexto do preconceito às minorias é ínfimo) ou quase inexistentes.  Somam-se ainda todos os tipos possíveis de clichês sobre planos maquiavélicos feitos pela antagonista completamente caricata – mesmo que a atuação de Michelle Pfeiffer ainda seja ligeiramente interessante -, cenas de ação que esbarram em uma tentativa frustrada de criar uma situação angustiante de genocídio, mas caem na galhofa, e uma trilha sonora desequilibrada, que acompanha a edição pouco criativa.  

 O visual até que impressiona mais uma vez. Há um mundo cheio de cores, criaturas engraçadinhas e paisagens deslumbrantes. Contudo, até mesmo essa, que poderia ser a única qualidade real da produção, fica cansativa e exageradamente artificial em certas sequências mais agitadas.

Malévola: a Dona do Mal certamente alcançará bons números em bilheteria, mas que isso não signifique incentivo para insistir em outra história daquela que, nos desenhos animados, foi a melhor vilã da Disney.


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Filmes

Zoe Kravitz será a Mulher-Gato em ‘The Batman’

O próprio Reeves foi quem confirmou a notícia que já havia sido revelada nas redes sociais.

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Meses atrás, Matt Reeves anunciou que já havia encontrado com o astro do filme sobre o Cavaleiro das Trevas:Robert Pattinson. Já com Bruce Wayne a cargo do projeto, o diretor ainda tem o desafio de escolher o resto do elenco.

A história contará com a participação de vários personagens dos quadrinhos, como O Pinguim, Charada, Duas Caras, Firefly e Jim Gordon. Mas, sem dúvida, uma das mais aguardadas será a da Mulher-Gato, e a atriz para o papel já foi escolhida. Após um intenso processo de seleção, com atrizes como Eiza GonzálezZazie Beetz na disputa, finalmente Zoe Kravitz foi escolhida para dar vida à Selina Kyle.

O próprio Reeves foi quem confirmou a notícia que já havia sido revelada nas redes sociais, postando um gif de Zoe no Twitter. Quem mais você imagina no filme?

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Filmes

James Gunn confessa que ‘Esquadrão Suicida’ é o projeto mais divertido que já trabalhou

Através dos seus stories no Instagram, Gunn respondeu algumas perguntas dos fãs.

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Depois que um grupo de excêntricos vilões decide salvar o mundo em 2016, sob a direção de David Ayer em “Esquadrão Suicida” (Suicide Squad), agora alguns deles estarão de volta novamente nas telas do cinema, desta vez sob o comando de James Gunn.

Margot Robbie, Viola Davis, Idris Elba, Peter Capaldi, Taika WaititiJohn Cena, entre outros grandes nomes fazem parte de uma equipe tão particular que dela dependerá o futuro da humanidade. As filmagens começaram dias atrás, antecipando uma aventura épica, divertida e explosiva. E, aparentemente, este projeto é tão especial que o próprio diretor comentou que o processo tem sido a coisa mais divertida que ele já fez ao longo da sua extensa carreira de sucesso.

Através dos seus stories no InstagramGunn respondeu algumas perguntas dos fãs e sobre “The Suicide Squad”disse: “é o mais completo e grande que já fiz, e também o mais divertido”.

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