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Programa da Maísa: estamos assistindo a formação de uma lenda da TV?

Surgir na telinha aos três anos e aos 16 já conquistar um programa com o próprio nome aponta caminhos promissores.

Ainda que não tenha sido a única a ganhar oportunidades na televisão desde muito pequena, temos aqui um caso de real destaque. Desde que surgiu no Programa Raul Gil (Band) com apenas três anos, Maísa Silva já despertava um encantamento coletivo e a cada programa despontava como promessa para o futuro da TV – não só por ser falante e carismática, como pelas sacadas e linhas de raciocínio que pareciam impossíveis para qualquer outra criança. Corta para 2019 com Maísa com programa solo no SBT.

Maísa é a cria da televisão que mais soube se desenvolver fora dela. A presença na internet a fez não só conquistar o posto de adolescente mais seguida no planeta quanto ser um ícone híbrido com altíssima aceitação tanto na televisão quanto nas redes sociais. Um perfil que tem sido aposta em alguns canais fechados e, recentemente, como tentativa no “Vídeo Show” (Globo).

Antenado nas tendências online, o SBT sabe da joia raríssima que tem. Inicialmente, planejou com que seria o “Maisa Digital” ou “Maiseira” como programa apenas para a internet. Mas viu potencial para a grade da TV aberta e apostou. Resultado: um programa jovem, moderno, colorido e dinâmico que tem tudo a ver com o perfil da apresentadora.

O “Programa da Maísa” também consegue ser coerente com a identidade pública que Maísa tem construído ao longo dos anos como uma figura que tem representado, na prática, o que o senso comum espera de um bom futuro: pessoas com pensamentos mais empáticos, abertos, sensíveis e inclusivos. Propositalmente ou não, músicas de Pabllo Vittar foram usadas na abertura e encerramento do programa, logo antes de uma mensagem gravada posteriormente como símbolo de solidariedade aos atingidos pelo atentado em Suzano.

O conteúdo deve sofrer naturais modificações ao longo das edições, tempo de entrevistas e brincadeiras podem variar. Como bom jornalista, torço para que as entrevistas ganhem espaço, visto que trazer dois convidados para dividir atenção no já escasso tempo para conversas foi o ponto mais frágil da estreia.

Diante dessa estreia, ficou ainda mais fácil entender a diferença de Maísa para as outras dezenas de crianças que já pintaram na telinha, mas não conseguiram conquistar a projeção e respeito que a ex-menina dos cachinhos possui hoje. Um mistura de espontaneidade, autenticidade, sagacidade e, sem dúvidas, dedicação que não só a apontam como uma figura que tem absolutamente tudo para ser um grande nome da TV no futuro quanto por, arrisco dizer, estarmos presenciando a formação de uma lenda da nova televisão ou de consumir mídia.

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Vinicius de Moraes: o “Poetinha” e os maiores parceiros nas músicas

O dia 9 de julho de 2020 marca 40 anos da morte de Vinicius de Moraes; veja quais foram suas músicas mais tocadas.

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(Foto: reprodução).

Vinicius de Moraes nos deixou há 40 anos, no dia 9 de julho de 1980. Em homenagem ao “Poetinha”, o Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição) fez um levantamento sobre as suas obras musicais e quais foram os seus parceiros mais constantes nas 20 canções de sua autoria mais tocadas nos últimos cinco anos.

Três parceiros se destacaram no ranking: Tom Jobim, Toquinho e Baden Powell. Tom Jobim foi um dos grandes amigos e parceiros de Vinicius de Moraes e quem lhe concedeu o apelido carinhoso de Poetinha. Com Tom, constam 10 músicas nesse ranking do Ecad. Entre elas, clássicos como “Garota de Ipanema”, um dos ícones da Bossa Nova, “Chega de saudade” e “Eu sei que vou te amar”, que são, inclusive, as três primeiras colocadas.

Ainda nesse ranking, Toquinho e Baden Powell fizeram parceria em três canções cada um, apesar da lista ter sido maior do que isso ao longo da carreira deles. Com Toquinho, Vinicius de Moraes escreveu músicas de sucesso como “Aquarela”, “Tarde em Itapoã” e “Regra três”. Já com Powell, os destaques do levantamento do Ecad foram “Berimbau”, “Samba da benção” e “Pra que chorar”. Vinicius de Moraes tem 599 canções e 484 gravações cadastradas no banco de dados do Ecad.

Nos últimos cinco anos, quase 80% dos rendimentos em direitos autorais pela execução pública de música destinados a ele foram referentes aos segmentos de Shows, Música ao Vivo e TVs. É importante ressaltar que seus herdeiros continuam recebendo os direitos autorais pela execução pública de suas músicas.

Esse pagamento é assegurado por 70 anos após a morte do autor (ou do último autor, em caso de parcerias), conforme determina a lei do direito autoral (9.610/98). Confira o ranking das 20 músicas de autoria de Vinicius de Moraes mais tocadas nos últimos cinco anos nos principais segmentos de execução pública (Rádio, Sonorização Ambiental, Casas de Festas e de Diversão, Carnaval, Festa Junina, Show e Música ao Vivo) – de 2015 a 2019   

PosiçãoMúsicaAutores 
1Garota de IpanemaTom Jobim/Vinicius de Moraes 
2Chega de saudadeTom Jobim/Vinicius de Moraes 
3Eu sei que vou te amarTom Jobim/Vinicius de Moraes 
4AquarelaToquinho/Vinicius de Moraes/Mushi/Guido Morra 
5Tarde em ItapoãToquinho/Vinicius de Moraes 
6Água de beberTom Jobim/Vinicius de Moraes 
7BerimbauBaden Powell/Vinicius de Moraes 
8Regra trêsToquinho/Vinicius de Moraes 
9O morro não tem vezTom Jobim/Vinicius de Moraes 
10InsensatezTom Jobim/Vinicius de Moraes 
11Onde anda vocêHermano Thomas da Silva/Vinicius de Moraes 
12Só danço sambaTom Jobim/Vinicius de Moraes 
13Samba da bençãoBaden Powell/Vinicius de Moraes 
14LamentosVinicius de Moraes/Pixinguinha 
15Pra que chorarBaden Powell/Vinicius de Moraes 
16Pela luz dos olhos teusVinicius de Moraes 
17Ela é cariocaTom Jobim/Vinicius de Moraes 
18Gente humildeGaroto/Vinicius de Moraes/Chico Buarque 
19A felicidadeTom Jobim/Vinicius de Moraes 
20Se todos fossem iguais a vocêTom Jobim/Vinicius de Moraes 
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Scooby! O Filme lançará em plataforma digital no Brasil dia 23 de julho

Versão brasileira contará com dubladores de peso, incluindo entre eles, Guilher Briggs.

Foto: Divulgação

Com as mudanças por conta do COVID-19 e o fechamento dos cinemas, alguns filmes têm sido lançados digitalmente antes mesmo de irem para as telonas. SCOOBY! O Filme, a nova animação do desenho famoso Scooby-Doo, chegará em breve no Brasil.

Antes, o filme tinha a estreia nos cinemas brasileiros confirmada para o dia 14 de maio, mas por conta da pandemia, o filme estreará em plataformas on demand e estará disponível para compra e aluguel a partir do dia 23 de julho.

O mesmo ocorreu nos Estados Unidos, o filme foi retirado do calendário de estreias no cinema e estreou nas plataformas digitais em 15 de maio.

O longa é dirigido por Tony Cervone (O Show dos Looney Tunes). E nas vozes orignais, Zac Efron interpreta a voz de Fred, Amanda Seyfried da Daphne, Gina Rodriguez da Velma, Will Forte faz o Salsicha e Frank Welker dubla Scooby-Doo.

Na dublagem nacional, Guilherme Briggs será Scooby, Fernando Mendonça o Salsicha, além das vozes de Flávia Saddy como Daphne, Fernanda Barone como Velma, que também são vozes originais dos desenhos animados recentes. Alexandre Drummond e Victor Hugo farão as vozes do Jovem Scooby e do Jovem Salsicha, respectivamente.

Briggs e Fernando Mendonça

Segundo sinopse oficial, o filme, além de mostrar as origens da Mistério S/A e a forma que Scooby e Salsicha se conheceram, também mostrará que o cachorro detetive possui um destino maior do que os amigos imaginam.

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Cinema

Projeto “Juntos Pelo Cinema” prepara campanha para a retomada do cinema no Brasil

A campanha visa a retomada segura das atividades da indústria cinematográfica seguindo todos os protocolos de segurança e higiene estabelecidos pelas autoridades.

(Foto: Reprodução/JuntosPeloCinema)

Desde o início da pandemia pelo novo coronavírus, no início do ano, várias empresas e negócios que dependiam diretamente de participação presencial do público foram sendo fechados, como bares, restaurantes, hotéis, entre outros. Um dos principais segmentos afetados pelo isolamento social foi o Cinema, que precisou ser interrompido e sem data definida para ser retomado. No entanto, o projeto Juntos Pelo Cinema vem pensando em estratégias para relembrar a experiência da exibição dos filmes nas salas de cinema, de agora até o momento em que forem reabertas pelas autoridades.

O projeto nasceu da ideia de vários profissionais que atuam no meio audiovisual no país, que, além de terem a intenção de preservar milhares de empregos ligados à indústria cinematográfica, pretendem retomar o diálogo entre o público, seguindo os protocolos de segurança e bem-estar determinados pelos governos locais.

Para isso, o projeto foi pensado em duas etapas. A primeira consiste em uma ampla campanha de comunicação que tem como objetivo fortalecer os laços entre o cinema e o público, sendo divulgada por centenas de veículos de comunicação nacionais em meio à sua programação por meio de um vídeo, lançado no dia 7 de julho e que segue pelas próximas semanas. Confira:

A segunda etapa do projeto, que será realizada um pouco antes da data de abertura das salas ao público, inicia com o oferecimento de materiais explicando os protocolos de segurança elaborados pelos governos locais a cada estabelecimento de cinema das cidades.

Além disso, será lançado o festival De Volta Para o Cinema, idealizado pelo crítico, curador e apresentador Érico Borgo, em parceria com distribuidores e exibidores, que pretende exibir filmes clássicos do cinema mundial nas duas primeiras semanas após a reabertura das salas.

Para mais informações sobre o projeto, confira o site do Juntos Pelo Cinema clicando AQUI.

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