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Primeiro dia de CCXP19 marcado com muitas novidades

O primeiro dia do CCXP19 começou com força total.

Com os ingressos já esgotados, a fila do lado de fora dos portões do maior festival de cultura pop do mundo, deram a ideia de como será essa sexta edição.

O primeiro dia trouxe painéis, exibições de filmes, experiências sensoriais, sessões de fotos e autógrafos, performances, campeonato de games e várias outras coisas que reuniram diversas áreas da cultura pop.

Palco Creators

Com o humorista Rafa Cortes e Gabi Fernandes, youtuber do canal Depois das Onze, a abertura do palco Creators by Trigg, apresentou um show de ilusionismo com Henry Vargas e Klaus Duraes, que transformam as representações do clássico Houdini em brincadeiras com o público.

Esse é o segundo ano que a CCXP organiza o Creators Stage que tem como objetivo gerar espaço para conteúdos espontâneos de influenciadores e personalidadesde televisivas.

“Neste ano, trouxemos mais conteúdo de bandas que também estão no meio digital e de influendiadores”, é o que explica Roberto Fabri, curador do espaço.

Um ponto muito forte do palco foi a acessibilidade, já que contou com um intérprete para traduzir todo o conteúdo para libras.

Com o palco tomado por youtubers e figuras da internet, o lançamento do clipe Feelings, do feat Zeeba, Le Bid e Pontifexx foi o gatilho para que ocorresse um debate sobre como as redes impactam a vida do jovem, a conexão entre o real e o virtual.

“A letra de feelings, que tem um contexto de amor e boas vibrações, norteou todo o clipe”, comenta Le Dib sobre a produção. O DJ Pontifexx conta que as gravações foram ao encontro da letra, pois eles literalmente se desligaram do universo virtual para se sincronizarem. “Para estar com seus amigos e sua família, você precisa estar presente. É impressionante como as redes sociais te distraem do que é real. No clipe tivemos a oportunidade de ver como estes momentos são necessários”, comenta Pontifexx.

Além das estrelas da internet, o palco contou com outras presenças, como por exemplo, o ator Duda Nagle que bateu um papo com dois dublês famosos: Bobby Holand Hanton – Thor, Capitão América e 007 – e Renan Medeiros, que fez o filme brasileiro Aldo.

“Queremos trazer esta cultura da ação do cinema e promover mais dublês no Brasil”, conta Nagle. Durante o papo, eles explicaram, no entanto, que o grande desafio é tornar a profissão segura mesmo nas cenas mais intensas.

Para animar ainda mais a plateia, uma das atrações mais esperadas da noite foi a presença dos irmãos Castro, do famoso canal do Youtube Castro Brothers. O elenco, com a ajuda da plateia, improvisou a apresentação com palavras aleatórias e fizeram inúmeros trocadilhos, reproduzindo o quadro de maior sucesso do canal.

Para fechar a primeira noite, a banda Far From Alaska deu um show de rock n’ roll com seu repertório mais aclamado.

Auditório Prime

O terceiro maior auditório da CCXP19 recebeu o quadrinista gaúcho Rafael Albuquerque, desenhista exclusivo da DC Comics, para uma masterclass da técnica aguada que possui o mesmo efeito da aquarela, mas a base de água e ensinou a desenhar o Batman, personagem favorito de muitos fãs.

Em seguida, foi a vez de Laerte e Rafael Coutinho, grandes artistas brasileiros que conversaram sobre a relação dos quadrinhos e política, falando sobre o papel do humor como formador de opinião, de como os memes falam sobre política e a participação das redes sociais no processo de inclusão. Papo que fez com que os artistas deixassem o palco sendo aplaudidos de pé pela plateia.

Após, André Dahmer, um dos principais desenhistas do país e criador da tirinha Malvados, teve uma conversa cheia de humor com o público sobre como a internet está interferindo na sociedade. Depois, o músico Chorão foi homenageado em um dos momentos mais esperados, no bate-papo com João Gordo, Sarah Oliveira, Hugo Prata e Felipe Novaes sobre o filme “Chorão – Marginal Alado“. Eles contaram histórias do eterno vocalista da banda Charlie Brown Jr. e falaram sobre as emoções que sentiram durante as gravações.

O dia no Auditório Prime foi fechado com uma conversa entre plateia e Andreza Delgado, Leo Hwan, Jefferson Costa e Debs sobre representatividade em cultura pop. Os convidados falaram e responderam perguntas sobre preconceito contra negros, asiáticos e mulheres no universo geek.

Oi Game Arena

Campeonatos de Clash Royale explodiam na Oi Game Arena. No TUES (Torneio Universitário de E-sports), a AAA Vulcano e a INSPER MadFox tiveram uma disputa individual. O representante da AAA Vulcano, Randall, e o da INSPER MadFox, Hindenburg, fizeram um belíssimo confronto. Com uma disputa acirrada do começo ao fim, Randall se sagrou bicampeão de Clash Royale no TUES, por 2×1.

As disputas entre equipes começaram com o embate entre TECMACK – Universidade Presbiteriana Mackenze e a Universidade Positivo CAPYBARAS. Com a vitória do TecMack por 7×5 e 7×1, o grupo se sagrou campeão do Rainbow Six Siege no TUES.

Na última competição da noite, League of Legends, o Falkol Storm, da UFABC, derrotou por 2×1 o DAEG Mackenzie e sagrou-se tricampeão da CCXP e hexacampeão da TUES.

Auditório Ultra

Recebendo os quadrinistas do Stout Club que falaram sobre a trajetória do selo e a importância da HQ Mondo Estranho para eles, o grupo falou sobre os próximos projetos que está com uma parceria com a plataforma de streaming ComiXology para a produção de quatro títulos 100% feitos por brasileiros.

Trabalhando com grandes nomes do cenário mundial como Grant Morrison e Mark Millar, o segundo a subir no palco foi Frank Quitely. Ele revisitou suas principais obras e comentou sobre a oportunidade de desenhar personagens da DC Comics. O artista ainda falou sobre sua nova série na Netflix, Jupiter’s Legacy.

Fechando o dia, a Iron Studios, a dona das estátuas e colecionáveis mais cobiçadas da CCXP, mostrou dioramas e comentou o processo de criação de peças que envolvem personagens da Marvel, Thundercats e Harry Potter. Em uma votação com o público para escolher qual será o colecionável produzido pela Iron Studios para a próxima edição da CCXP, os argumentos de um menino de nove anos definiram que Killer Croc, o Crocodilo inimigo do universo Batman da DC Comics, será o personagem trabalhado. A empresa apresentou ainda projetos envolvendo Mortal Kombat, God of War e Stan Lee.

Auditório Cinemark XD

A abertura do auditório Cinemark aconteceu de modo especial com a presença de Cao Hamburger falando sobre os 25 anos do Castelo Rá-Tim-Bum, como dito nessa matéria AQUI no site Volts. Cao contou que foram produzidos dois programas antes de chegar ao formato final apresentado. Na época da estreia, houve a procura por canais internacionais querendo comprar os direitos globais da história criada, porém não houve negociação. Marcelo Forlani conduziu o painel resgatando vários momentos marcantes do programa, que faz parte da cultura pop nacional. O momento mais emocionante foi o clipe da música do banho, cantada pelo ratinho de stop-motion e acompanhada por todos os presentes.

Em um segundo momento, André Marques foi chamado para trocar de lugar com Forlani e apresentar o novo projeto de Cao Hamburger, a série A5 five – spin-off da temporada de 2017 de Malhação Viva as Diferenças, que estreará pela plataforma de streaming Globoplay. As protagonistas se juntaram aos dois no palco para explicar as diferenças entre os formatos de série e novela. A nova história se passa com um salto de seis anos na história original e já conta com 12 episódios gravados, com estreia para 2020 e uma segunda temporada já confirmada.

Os painéis Rei Leão: Dando Vida à Savana e Homem-Aranha: Desbravando o Aranhaverso trouxeram os incríveis Julien Bolbach e Pav Grochola, respectivamente, para falar sobre os efeitos visuais para a criação dessas duas superproduções. Mostrando várias etapas da animação dos personagens, do cenário, bem como várias técnicas que foram criadas ao longo do processo, para a finalização dos filmes.

Outro painel recebeu a presença de Takashi Shimizu, diretor de filme de terror, fazendo sucesso com O Grito. Shimizu dirigiu as versões originais japonesas do filme Ju-On (1 e 2), e contou que foi uma surpresa quando os produtores americanos o chamaram para dirigir a versão que fez sucesso mundial em 2004, ficando em primeiro lugar por duas semanas nos EUA. Quando perguntado sobre como é seu processo criativo, Shimizu explicou que usa muito de seus medos de criança para se inspirar. Explicou que foi uma criança muito medrosa e começou a usar, em seus filmes, todas os pensamentos que o assustavam no seu imaginário.

A Riot Games também não ficou de fora e seu painel trouxe muitas novidades para os fãs de League of Legends, como a Riot Forge, nova vertente do jogo original, mostrando que, em parceria com vários produtores a Riot, está criando novos modos de jogar e explorar a aventura do universo do jogo. O foco agora é lançar mais jogos single player e aumentar o storytelling para várias plataformas e contar a sequência da história, após todos esses anos.

Um dos painéis mais esperados do primeiro dia foi o Batman 80 anos. A abertura da Banda Leela contou com as músicas tema do personagem por toda a história, enquanto imagens dos filmes, séries e desenhos mais marcantes passavam na tela. Rafael Grampá, que está produzindo uma nova história do Batman junto com o gênio Frank Miller, faz parte da atual geração de quadrinistas brasileiros que estão ganhando o cenário internacional. Mikel Janín, conhecido pela controversa história onde Batman “se casa” com Mulher-Gato, tentou definir o famoso herói como uma pessoa comprometida com sua promessa.

E para finalizar, de todos os painéis, o mais animado foi sem dúvidas o da Warner. Aves de Rapina juntou as protagonistas e a diretora em uma conversa animada com Marimoon. A primeira frase que Margot Robbie resumiu o painel inteiro: “You guys are insane!” ou “Vocês são insanos!”, já que a animação demonstrada por todos, mesmo no fim do dia, foi enorme. A gritaria atingiu altos níveis quando a cena de abertura e um teaser exclusivos foram apresentados para o auditório lotado.

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Billie Eilish aparece em sua forma “anime” em novo clipe

My Future é o novo single da cantora.

Billie Eilish, vencedora do Grammy 2020, está sempre inovando em suas músicas. Dessa vez a cantora lançou um single recentemente. A música já possui um clipe e ele é totalmente animado, com traços semelhantes às animações japonesas. 

“My Future” segue o último single de Eilish, “Eveeything I Wanted” e “No Time to die”, faixa que foi escrita para o próximo filme de James Bond, 007: Sem Tempo Para Morrer. 

Antes, a cantora lançou seu álbum de estreia, intitulado When We All Asleep, Where Do We Go? 

O clipe inicia mostrando traços de melancolia, apresentando a própria cantora em sua versão animada caminhando na chuva. Na metade do vídeo, o clima de tristeza abre espaço, tanto na musicalidade quanto nas imagens, para um toque mais animado e otimista. 

Recentemente Eilish se tornou a primeira mulher a levar as categorias de Álbum do Ano, Artista Revelação, Canção do Ano e Gravação do Ano numa mesma edição do Grammy, mostrando o quão bem vindo foi o trabalho da artista. 

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Cine CPFL estreia programação de agosto em formato digital

Mostra Cinema e Reflexão terá cinco filmes aclamados pela crítica disponibilizados com acesso gratuito.

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Los Silencios, de Beatriz Seigner (Foto: divulgação)

Paralisado desde março, em razão da pandemia de coronavírus, o Cine CPFL retoma com a mostra Cinema e Reflexão, a partir de agosto, em versão digital. A programação, disponível entre os dias 4 e 31 de agosto, reúne filmes aclamados pela crítica, além de dois debates com cineastas de longas apresentados na mostra. Os filmes ficarão hospedados na Looke, serviço de streaming brasileiro, e o acesso será gratuito através do site.

Com o tema “Relações Pessoais no Século 21”, a seleção de agosto traz cinco longas-metragens recentes que colheram premiações e elogios da crítica especializada. A exibição dos filmes é precedida de uma breve apresentação feita pelos curadores do projeto, Francisco Cesar Filho e Lucas Reitano, contextualizando cada obra. “As discussões sobre relações pessoais são questões presentes na cinematografia internacional contemporânea e, nas mais elogiadas produções recentes, esta temática se desdobra em outros subtemas, como família, trabalho e sociedade”, explica Francisco Cesar Filho.

Para os debates, os cineastas Marcelo Gomes e Beatriz Seigner participam de lives sobre seus filmes nos dias 21 e 28 de agosto, respectivamente, às 16 horas. A transmissão ao vivo ocorrerá pelo perfil Mostra Cinema e Reflexão no Facebook.

Selecionado para o Festival de Cannes, “A Nossa Espera” (“Nos Bataille”, Bélgica/França, 2018, 99 min, 12 anos) tem como destaque a atuação do premiado ator francês Romain Duris, que interpreta Olivier. O personagem faz o melhor que pode para combater as injustiças em seu trabalho. Mas de um dia para o outro, sua esposa Laura inesperadamente abandona a família, e ele se vê sozinho tendo que lidar com as necessidades de seus filhos pequenos, os desafios do cotidiano e as demandas de seu trabalho. No elenco estão ainda Laure Calamy e Laetitia Dosch. O diretor belga Guillaume Senez assina aqui seu segundo longa-metragem que, assim como em sua estreia, “9 Meses”, tem como temática central a paternidade. Trailer aqui

Em “Estou me Guardando para Quando o Carnaval Chegar” (Brasil, 2019, 86 min, 10 anos) o diretor pernambucano Marcelo Gomes volta suas câmeras para a cidade de Toritama, no interior nordestino. A localidade é um microcosmo do capitalismo implacável: a cada ano, mais de 20 milhões de jeans são produzidos em fábricas de fundo de quintal.  Os moradores trabalham sem parar, orgulhosos de serem os donos do seu próprio tempo. Durante o Carnaval – o único momento de lazer do ano – eles transgridem a lógica da acumulação de bens, vendem seus pertences sem arrependimentos e fogem para as praias em busca de uma felicidade efêmera. O filme foi selecionado para o Festival de Berlim, mereceu menção especial no Festival de Chicago e venceu o prêmio da crítica, além de receber duas menções honrosas (do júri oficial e do Prêmio ABD), no festival É Tudo Verdade. Trailer aqui

Também selecionado para o Festival de Cannes, dentro da Quinzena dos Realizadores, a coprodução Brasil/Colômbia/França, “Los Silencios” (2018, 86 min, 12 anos), focaliza três integrantes de uma família – Nuria, Fábio e sua mãe Amparo –  que chegam a uma pequena ilha no meio da Amazônia. Eles fugiram do conflito armado colombiano, onde o pai desapareceu. Certo dia, ele reaparece na nova casa de palafitas. A família é assombrada por esse estranho segredo e descobre que a ilha é povoada por fantasmas. Enrique Diaz é destaque no elenco, ao lado de Marleyda Soto e María Paula Tabares Peña. Com este seu segundo longa-metragem, a cineasta brasileira Beatriz Seigner (de “Bollywood Dream – O Sonho Bollywoodiano”) conquistou o prêmio de melhor direção e o prêmio da crítica no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, o prêmio especial do júri nos festivais de Lima, Kerala (Índia) e de Natal, melhor filme de estreia no Festival de Havana e o Prêmio ICFT Unesco – Ghandi no Festival Internacional da Índia. Já no Festival de Estocolmo, venceu o Prêmio Impacto por apresentar, segundo os jurados do evento, “personagens fortes e a maneira como lida com grandes problemas em um país em mudança, com uma abordagem íntima”. Trailer aqui.

“Elegia de Um Crime” (Brasil, 2018, 92 min, 14 anos), do diretor Cristiano Burlan, revisita um fato ocorrido na cidade de Uberlândia, Minas Gerais, em 24 de fevereiro de 2011. Foi quando Isabel Burlan da Silva, mãe do realizador, foi assassinada pelo parceiro. Diante da impunidade do crime, o filme mergulha numa viagem vertiginosa para reconstruir a imagem e a vida de Isabel. A obra encerra a “Trilogia do Luto”, com filmes que abordam a trágica história da família do cineasta, incluindo as mortes do pai e de um irmão. No festival É Tudo Verdade, foi o vencedor dos prêmios ABC-SP e EDT de documentário. No mesmo evento, em 2013, “Mataram Meu Irmão”, parte da trilogia, foi o grande vencedor da competição brasileira, tendo recebido o Prêmio CPFL Energia/É Tudo Verdade “Janelas para o Contemporâneo”. Trailer aqui

“Temporada” (Brasil, 2018, 113 min, 14 anos), do diretor mineiro André Novais Oliveira, foi selecionado para o prestigioso Festival de Locarno, na Suíça, e no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, venceu os prêmios de melhor filme, atriz, ator coadjuvante, fotografia e direção de arte. No enredo, a personagem Juliana está se mudando de Itaúna, no interior de Minas Gerais, para a periferia industrial de Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte. Lá, vai trabalhar no combate às endemias e neste seu novo trabalho conhece pessoas e vive situações pouco usuais que começam a mudar sua vida. Ao mesmo tempo, ela enfrenta as dificuldades no relacionamento com seu marido, que também está prestes a se mudar para a cidade grande. Interpretando a protagonista está a atriz, diretora, curadora e dramaturga mineira Grace Passô. Completam o elenco: Russo Apr, Rejane Faria, Hélio Ricardo e Ju Abreu. Trailer aqui

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Free Fire apresenta Plano Bermuda, evento inspirado em La Casa de Papel

Parceria entre Garena e Netflix trará novo modo de jogo.

Foto: Divulgação

Free Fire, o famoso jogo da Garena é conhecido por seus eventos. O próximo que foi divulgado recentemente será um evento temático com a série da Netflix La Casa de Papel, onde a empresa promete trazer novidades como roupas e equipamentos exclusivos. 

O evento tem data para novembro, embora sem um dia definido ainda, e será chamado de Plano Bermuda. Uma das atrações será o modo Cada da Moeda, onde os jogadores formarão equipes de 4 pessoas com a intenção de encontrar impressoras de dinheiro no mapa e emitir o maior número possível de notas. O grupo que conseguir um determinado valor no tempo estipulado, vencerá. 

O evento, como em todos os outros, trará paraquedas temáticos e equipará os personagens com o famoso macacão vermelho e as máscaras de Salvador Dalí que vemos os atores da série usando. Além dos objetos para os personagens, o lobby contará com decorações temáticas. 

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