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Na Ilha

Ouça ‘I wish you the best’, novo single de Milena Mourão

A cantora maranhense volta ao cenário musical com o lançamento

Milena Mourão (Foto: Arquivo Pessoal)

Passar por uma ilusão amorosa é doloroso e complicado. Desejar o melhor para a outra pessoa é uma ótima de forma de se libertar, e é esse o conselho que a cantora e compositora maranhense Milena Mourão segue em seu novo singe, I wish you the best. O lançamento é o primeiro em inglês da artista, e é uma extensão do primeiro EP, Sublime (2017).

Composta em 2016 e produzida no final de 2019, ao lado do produtor musical Memel Nogueira, I wish you the best tem uma sonoridade suave, acompanhada da voz aconchegante de Milena. A música entra em harmonia com as outras canções que compõem o EP: Sublime, Rótulos, Cante os Olhos e Mistérios.

O single está disponível nas plataformas digitais. Ouça:

A artista

Milena Mourão é artista independente e autodidata. Aprendeu a tocar violão aos 12 anos. Aos 18, começou a escrever poesias, que logo caminharam para a criação das primeiras canções.Entres as influências musicais, a cantora tem por referência pop light, rock alternativo e a MPB.
Em 2016, trabalhou na produção do seu EP e o lançou no início de 2017, sob o nome Sublime, contendo 4 faixas originais disponibilizada em todas plataformas digitais.
Em 2019 lançou dois videoclipes de músicas autorais, roteirizados e editadas pela própria artista, com as gravações feitas por meio da câmera do celular. Além de cantar, é aprendiz e amante da dança.

Os vídeos de Milena Mourão estão disponíveis no canal da cantora, no YouTube.

Games

Conheça Lunar Axe, jogo point-and-click de aventura inspirado em São Luís

Versão de demonstração do jogo Lunar Axe está disponível gratuitamente na steam.

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Após um grande terremoto no centro da cidade, ruínas de um prédio antigo desabam e você acaba dentro de um casarão abandonado. Encontre uma saída e desvende o mistério dos inexplicáveis tremores. Você conhecerá o espírito guardião de um poderoso artefato místico e sua relação com os recentes acontecimentos, antes que seja tarde demais.

Lunar Axe é um jogo point-and-click de aventura com objetos escondidos que possui locais e enredo inspirados em histórias reais com uma incrível arte feita à mão. Casarões e ruas do centro histórico de São Luís, capital maranhense, são o palco do mistério, além de lendas e histórias da fundação da cidade fazem parte do enredo.

Você deve mostrar suas habilidades de solucionar quebra-cabeças e desvendar a trama antes que a cidade seja destruída. Atualmente o jogo Lunar Axe está em desenvolvimento e pode ser jogado na Steam.

A versão completa do jogo tem previsão de lançamento para o primeiro semestre de 2021, até lá você pode acompanhar as novidades nas redes sociais do estúdio e adicionar na lista de desejos da Steam.

A desenvolvedora do jogo é a Ops Game Studio, uma empresa de desenvolvimento de jogos independentes de São Luís que atua desde 2018 desenvolvendo jogos para mercado e projetos autorais.

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Na Ilha

Exposição mostra desenhos produzidos por crianças, em Centro Cultural de São Luís

A exposição contempla um painel onde os visitantes podem fazer desenhos ou deixar uma mensagem sobre o universo infantil.

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(Foto: divulgação)

O Ministério Público do Maranhão inaugurou, durante a semana do Dia das Crianças, a exposição “Arte Livre”, com 101 obras de crianças que participaram da oficina de desenho com giz de cera, ministrada no Centro Cultural, em São Luís. As obras permanecem em cartaz até o final de outubro.

Fruto da oficina ministrada, em abril do ano passado, pelo artista plástico Fábio Vidotti a estudantes do 4º e 5º anos do ensino fundamental, os desenhos contemplam diversas expressões do universo infantil e da imaginação dos alunos de 9 a 10 anos de idade. Todos são da rede pública municipal de educação de São Luís.

“A ideia da gente foi retratar a infância e resgatar a criança que existe dentro de cada adulto”, explicou a organizadora da exposição, Dulce Serra. Os desenhos estão expostos no Espaço de Artes Ilzé Cordeiro e em frente ao Memorial do MP.

A exposição contempla um painel onde os visitantes podem fazer desenhos ou deixar uma mensagem sobre o universo infantil. Os servidores Elizabeth Bezerra, Mayara Lina e Jodelmo Pereira também são colaboradores da exposição.

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Na Ilha

Seminário de arte e cultura aborda práticas coletivas, subjetividade e resistência

O objetivo é fomentar a partilha de experiências e a produção do pensamento crítico acerca da Arte, Educação e Cultura.

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O Centro Cultural Vale Maranhão (CCVM) realizará,  nos dias 21 e 22 de outubro deste ano, das 19h às 21h, o  I Seminário de Arte, Educação e Cultura: Práticas Coletivas – Criação, Subjetividade e Resistência. 

Organizado em duas rodas de conversa, o seminário propõe fomentar a partilha de experiências e a produção do pensamento crítico acerca da Arte, Educação e Cultura, no campo do fazer coletivo. Serão abordados temas e questionamentos acerca dos conceitos de coletividade, experiência e subjetividade, criação e resistência.

O que as experiências coletivas de grupos, tradicionais ou não, podem nos revelar sobre as dinâmicas dos afetos na restauração do sujeito consigo e com o outro? Para que outros horizontes, essas práticas colaborativas podem nos direcionar? São possíveis novas alternativas para as relações sociais? Estas e mais perguntas serão respondidas durante as conversas.

PROGRAMAÇÃO

21/10 – 19h às 21h

Roda de Conversa 1 – Espaços de Restauração e Reinvenção dos Sujeitos

No encontro, os convidados falarão, sob o prisma da experiência, sobre a importância da colaboração como ética social e a urgência desses valores para a nossa formação cidadã

Convidados: Gustavo Silvestre – Designer, Artesão, Professor e idealizador do projeto Ponto Firme (SP), Mônica Nador – Artista Plástica e idealizadora do projeto JAMAC (Jardim Miriam Arte Clube – SP), Jamira Muniz – Pedagoga, Professora e idealizadora da Escola Comunitária Luiza Mahim e do projeto REPROTAI (BA).

22/10 – 19 às 21 h

Roda de Conversa 2 – Tradição e Coletividade: O Terreiro como Espaço de Experiências e Resistências

Referência ao espaço dos terreiros de mina, candomblé, capoeira, dos jongos, dos bumba boi e de toda experiência coletiva popular, o encontro discutirá as produções historicamente marginalizadas pelas noções estruturais de poder, mas que sempre se afirmaram na urgência das possibilidades.

Convidados: Luiz Rufino – Escritor, Pedagogo e Professor da UERJ (RJ), Nadir Cruz – Gestora Cultural, Turismóloga, Conselheira Municipal de Cultura de São Luís, Índia e Presidente do Boi da Floresta (MA), Wanderson Flor – Filósofo e Professor de Filosofia Africana, Bioética e Direitos Humanos na UNB (DF).

Número de vagas: 90

Bate-papo

Após as exposições dos convidados, será aberto o bate papo com a participação do público. O Seminário será transmitido pela Plataforma Zoom. Os interessados em participar, devem enviar nome completo, telefone e nome da roda de conversa que deseja participar para contato@ccv-ma.org.br. Inscrições gratuitas.

Mais sobre os convidados

Gustavo Silvestre

Designer, Artesão, Professor e Pós-Graduado em Artes Manuais para a Educação. É idealizador do Projeto Ponto Firme, que ensina o crochê voluntariamente na penitenciária masculina Adriano Marrey, em São Paulo, desde 2015. Inserindo a técnica no campo da experimentação, o projeto cria transformação social e possibilita a ampliação do sujeito por meio da criação e do fazer manual coletivo. Os trabalhos desenvolvidos pelo projeto já foram expostos em Nova York, SP-Arte, Pinacoteca do Estado de São Paulo e são desfilados regularmente na São Paulo Fashion Week, maior evento de moda do Brasil.

Monica Nador

A Artista Plástica Mônica Nador é fundadora do Jardim Miriam Arte Clube (JAMAC), um espaço cultural criado em 2004, localizado na periferia da cidade de São Paulo para onde se mudou e vive até hoje. O JAMAC atua na intersecção de arte e formação para a cidadania, oferecendo oficinas gratuitas de estêncil, serigrafia e cinema para o público em geral. Diversidade, inclusão, direito à cidade e à memória são a base de trabalho do JAMAC, que realiza atividades junto à comunidades em todo o Brasil e no exterior.

Para conhecer mais sobre as histórias por traz das estampas criadas, o Jamac alimenta um podcast super especial! Ouça aqui: https://bit.ly/podcastjamac

Jamira Muniz

Educadora Social, com especialização em gestão do Terceiro Setor, Jamira Muniz foi coordenadora pedagógica da Escola Comunitária Luiza Mahin e atuou na gestão pedagógica da REPROTAI – Rede de Protagonista em Ação de Itapagipe, ambos em Salvador – BA. Atualmente, é coordenadora do Espaço Cultural Alagados, criado em 1989, na Península de Itapagipe (BA), por artistas e articuladores culturais da localidade para atender suas demandas de apresentações, ensaios e mobilização cultural. O espaço é o único equipamento cultural público de toda a Península de Itapagipe, que inclui dez bairros de Salvador.

Luiz Rufino

Escritor, Pedagogo e Professor da UERJ-RJ, é autor de cinco livros e de diversos artigos publicados em revistas e jornais sobre culturas brasileiras, educação, religiosidades, diáspora africana, filosofias e crítica ao colonialismo. Luiz Rufino propõe uma pedagogia alternativa aos saberes postos como universais e a educação como caminho de reconstrução dos seres, a partir de sabedorias e viveres afro-brasileiros, como a capoeira, a umbanda, o candomblé. A Pedagogia das Encruzilhadas, título de seu último livro, é o “balaio conceitual” criado por Rufino e sobre o qual falará no encontro. O autor abordará conceitos que operam no campo do conhecimento, educação, ética e cultura, comunicando outras possibilidades de entendimento e problematização dos acontecimentos e do mundo.

Nadir Cruz

Gestora Cultural, Turismóloga, Conselheira Municipal de Cultura de São Luís, é também Índia e Presidente do Boi da Floresta, um dos grupos mais antigos de Bumba meu Boi do Maranhão. Nadir pensa a cultura de forma coletiva, com o objetivo de capacitar, preparar profissionais e contribuir para a formação de cidadãos. Localizado no bairro da Liberdade, quilombo urbano de São Luís (MA), o Ponto de Cultura no barracão do Boi da Floresta guarda e transmite sabedoria e ofícios tradicionais do Bumba meu Boi, sotaque da Baixada, além de estimular a leitura e a inclusão digital. Com as atividades de formação e apresentações temporariamente suspensas durante o isolamento social, as ações sociais do grupo continuam com a distribuição de alimentos e de máscaras para a prevenção de contaminação do COVID-19 para a comunidade.

Wanderson Flor

Filósofo e Professor de Filosofia Africana, Bioética e Direitos Humanos na Universidade de Brasília (UnB), membro no Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da UnB (NEAB/UnB) e do Núcleo de Estudos de Filosofia Africana “Exu do Absurdo” (NEFA/UnB). É autor de diversas publicações, entre elas, Entre Apostas e Heranças: Contornos Africanos e Afro-brasileiros na Educação e no Ensino de Filosofia no Brasil (NEFI, 2020), seu mais recente livro e disponível para download gratuito. O professor irá discutir a chamada “cultura de festa”, encontrada nos terreiros e que articula a dimensão da resistência, da criação, da comunitarização, além de ser um dos elementos formativos das comunidades.

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Na Ilha

Wan Lo lança clipe abordando realidade de mulheres trans – assista ‘Passo Raiva’

“Passo Raiva” traz elementos regionais do forró para o pop eletrônico.

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A cantora Wan Lo lança nesta quarta-feira (30) videoclipe no YouTube para seu mais recente trabalho: “Passo Raiva”.Vestida de noiva em um ambiente lúdico, Wan Lo aborda a realidade de muitas mulheres trans: a solidão afetiva.

Em “Passo Raiva” Wan Lo canta “Por que você não me quer? Me deixa ser sua mulher. Me engana na cama, fora dela não me ama.” Para muitas mulheres trans ou travestis, esse tipo de situação é muito comum: os homens têm desejo sexual por elas, mas devido ao preconceito as colocam posição de objeto, sem olhar para suas vontades e sentimentos. 

“2 anos após a minha transição passei por alguns momentos constrangedores em questões afetivas, sinto que alguns caras que me relacionei tinham problema de me assumir publicamente, os encontros nunca eram para ir ao cinema ou sair pra jantar, tudo acabava se limitando ao sigilo. Por isso decidi escrever com o Gabriel uma letra que expressasse essa vivência trans mas que atingisse todas as mulheres”, desabafa Wan Lo.

 “Passo Raiva”  traz elementos regionais do forró para o pop eletrônico, em parceria com o produtor musical ZĒNIC, o clipe conta com fotografia de Hil Neto, a direção do também cantor Yhago Sebaz e beleza assinada pela drag queen Dominica.”Eu sou muito feliz de poder contar com outros artistas nessa jornada de trabalho independente. A gente criou laços de amizade e parceria. O máximo que eu puder ajudar para fomentar nosso mercado eu farei.” conta Wan Lo.

Mês passado a cantora postou em suas redes sociais o anúncio de um namoro que chamou a atenção na internet, a estratégia de marketing pro lançamento ficou por conta de um convite de casamento virtual que direcionava para o link de streaming da música. Hoje o clipe encerra o conceito casamento do trabalho com a importante mensagem de empatia e acolhimento com pessoas trans. 

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