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Listas

Os 7 vilões mais assustadores dos jogos de terror

De maneira agradável ou não, conheça os principais nomes do terror que marcaram a vida de inúmeros jogadores.

Foto: Divulgação/Red Barrels

Para aquecer vossos corações e celebrar o vindouro Halloween, o Site Volts decidiu organizar uma lista repleta de vilões do mundo gamer que são emblemáticos, sombrios e, principalmente, assustadores! Aliás, alguns dos seus principais feitos foram causar terrores noturnos aos jogadores que ousaram enfrentá-los, pequenos mini-infartos aos despreparados e até a desistência de finalizar um jogo para outros.

Dito isso, segue abaixo a lista com os 7 maiores nomes do gênero nos jogos eletrônicos. Também contamos algumas curiosidades e as razões que os fazem merecedores de sua posição na lista.

SLENDER MAN – SLENDER MAN: THE EIGHT PAGES

A internet às vezes esconde os segredos mais temíveis da humanidade, outras vezes…os cria.

Slender Man originou-se a partir de um concurso realizado em um fórum sobre eventos sobrenaturais. E talvez muitos não consigam cogitar essa ideia, mas para contrariar a magnitude de sua atual popularidade, o seu nascimento foi realizado de maneira simplória, ainda que criativa.

A ideia partiu de Victor Surge que em 2009 decidiu construir a imagem do homem esguio, alto e sem rosto, a partir de ferramentas do Photoshop. Para endossar o ar sinistro e macabro do temível vilão, ele utilizou, também, imagens de fotos reais. Confira abaixo o resultado dessa fusão.

Como consequência da criatividade inerente no projeto, a história do Slender Man foi criando raízes por toda a internet através de inúmeras teorias e lendas sobre a sua natureza. Dessa forma, o homem esguio foi ganhando cada vez mais vida, que o guiou futuramente para o mundo dos jogos (e infelizmente o mundo dos cinemas também – entenda mais lendo a nossa crítica do filme aqui).

Assim, em 2012, o jogo Slender Man: The Eight Pages foi lançado. Ainda que simples, o título conseguiu fisgar inúmeros jogadores por todo o mundo. Aliás, a perseguição insaciável do bichão sem rosto fomenta um clima de tensão constante, o que foi de extremo agrado aos fanáticos do terror que, ao contrário de qualquer ser-humano sensato (sarcasmo detectado), amaram o desafio árduo de completar o jogo sem ser aniquilado pelo Slender Man.

Alguém aí conseguiu sobreviver?

PYRAMID HEAD – SILENT HILL 2

Como uma história de terror psicológico que abarca os temas mais obscuros contidos em nossa realidade, Silent Hill 2 (2001) implementa, com maestria, os terrores da brutalidade humana.

E é tudo isso e mais um pouco que o Pyramid Head representa, uma faceta obscura do protagonista James, que diante a uma doença que afligiu a sua amada, Mary, cogitou e realizou pecados abomináveis.

Visto isso, em Silent Hill 2, o vilão assume um papel de lembrete obscuro de seus atos, um alerta insaciável para James aceitar, de vez, a verdade e a sua própria natureza.

Para exemplificar, em certos segmentos do jogo, o Pyramid Head comete estupros (!!) contra outros inimigos do jogo. Simbolicamente, essas violências sexuais representam as frustrações que James sentia durante a doença de Mary. Doentio? Bastante!

E as coisas não param por aí, no final do jogo é revelado que o próprio James assassinara Mary, um fato que estava em constante negação e que o levara na jornada sombria em Silent Hill. Fica lúcido, a partir disso, a representação de sua culpa em Pyramid Head, que simplesmente o punia e constantemente o lembrava de seu crime ao matar Mary, novamente e diversas vezes, em sua frente.

Com isso, decidam o que é mais assustador em Pyramid Head, o seu visual grotesco, a sua faca gigante, ou os segredos sobre a sua macabra existência.

NEMESIS – RESIDENT EVIL 3

O grandão – que parece preferir usar paredes a portas – foi responsável por fazer inúmeras pessoas pularem de seus sofás, enquanto jogavam o memorável Resident Evil 3: Nemesis (1999).

Por razões óbvias, essa experiência era longe de ser agradável como fazíamos ao som de “Vamo Pulá” do ex-duo Sandy e Junior. Aliás, as aparições nada amigáveis de Nemesis faziam-nos entrar em desespero, suar frio e pensar duas vezes antes de dar qualquer passo nos destroços de Raccoon City.

E para o bem ou para o mal, essas são sensações que perduram até o final do jogo, já que o Nemesis apenas encontra o seu fim perto dos créditos finais.

“You want Stars, I’ll give you Stars”

ANIMA – THE EVIL WITHIN 2

Ainda que o próprio jogo reserve poucos momentos de paz e tranquilidade, alguns segundos são o bastante para recobrarmos a nossa sanidade…isso caso ela não apareça.

A temível fantasma ‘Anima’ não solicita permissão para dar as caras na pacata Union (cidade fictícia de The Evil Within 2). Em quase qualquer momento e em quase qualquer área, ela pode manifestar-se cantarolando a canção clássica Clair de Lune, enquanto caça as suas vítimas (que -spoilers-  somos nós).

Anima apresenta tudo que a torna uma boa vilã: imprevisibilidade, ameaça constante, visual amedrontador e sons angustiantes. Além disso, balas não a ferem, o que nos resta correr, esconder-se e rezar 3 aves marias para sobrevivermos e sairmos ilesos dessa empreitada.

SCISSORMAN – CLOCK TOWER

Nada mais adorável que ser perseguido por uma criança deformada e semi-demoníaca, em uma mansão isolada repleta de mistérios. Disney para que, não é mesmo?

Assim como em alguns jogos citados anteriormente, as aparições do Scissorman também são súbitas e, muita das vezes, imprevisíveis, o que alimenta uma inesgotável tensão em Clock Tower (1995). Aliás, de mãos atadas, podemos apenas fugir e torcer para ele não trucidar a protagonista, Jennifer, com as suas enormes tesouras.

(In)felizmente, a exploração da mansão e os encontros com o abominável são necessários para finalizar o jogo, que apresenta diversos desfechos diferentes. Alguns bons, outros péssimos.

CHRIS WALKER – OUTLAST

Brutal, careca e nada belo. Para quem não conhece, apresento-vos Chris Walker, um dos principais antagonistas de Outlast (2013).

Como qualquer colecionador fissurado, ele faz de tudo para aumentar a sua graciosa coleção, mas ao contrário de muitos de vocês (eu espero), os seus objetos de interesse são nada mais, nada menos do que… cabeças humanas!

Além dessa característica certamente agradável, o vilão apresenta várias outras já bastante estabelecidas nessa lista, como: perseguições intensas, invencibilidade e visual amedrontador. Os sons das correntes quebradas em suas pernas também ajudam a incrementar a salada mista de tensão que Chris Walker oferece regularmente no isolado Hospital Psiquiátrico de Mount Massive.

Como não há como combatê-lo, o jogador deve esgueirar-se por ele (e outros inimigos também); correr, quando encontrado; ou se esconder, para despistá-lo. Todo esse esforço, para sobreviver e não fazer parte de sua adorável coleção.

XENOMORFO – ALIEN: ISOLATION

Talvez a versão do Xenomorfo em Alien: Isolation (2014) seja ainda mais assustadora do que as versões presentes nas telinhas. O motivo? A presa, dessa vez, somos nós.

Entre todos da lista, a criatura é a mais imprevisível, tudo por conta de sua inteligência artificial extraordinária, um artifício muitíssimo aclamado pelos críticos após o lançamento do jogo.

Aliás, o Xenomorfo é inteligente, aprende com nossas ações e adapta-se conforme o enfrentamos. Contudo, cuidado com esse último, pois não há como derrotá-lo definitivamente, apenas afugentá-lo por breves segundos. Em outras palavras, o Alien sempre estará presente, sempre retornará, só que a cada combate, ele regressa mais esperto, feroz e sedento por carne humana.

Com isso, a sua presença em si, junto desses fatores e de recursos audiovisuais fenomenais, faz qualquer um “se cagar de medo”. A vontade, muitas das vezes, é largar o controle e voltar para os queridos filmes, já que neles encontramos a admirável Ellen Ripley que nos protege e faz, ao contrário de nós, um baita estrago na criatura alienígena.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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