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Filmes

O Rei Leão arrecada US$ 75 milhões só no segundo fim de semana em cartaz

Nono filme de Quentin Tarantino também mandou bem na estreia desta semana.

As aventuras de Simba e Nala continuam liderando a bilheteria norte americana desde o dia da estreia de O Rei Leão nos cinemas, dia 18 de julho. Neste fim de semana, o remake da animação clássica arrecadou US$ 75,5 milhões, cerca de 60% menos que na semana de estreia, mas ainda sendo um valor elevadíssimo.

Era Uma Vez Em… Hollywood, lançamento dessa semana nos cinemas, não liderou, mas garantiu um bom desempenho de arrecadação. O nono filme do diretor Quentin Tarantino fez US$ 40,3 milhões. O longa está sendo exibido em mais de 3,5 mil cinemas.

Na sua quarta semana em cartaz e com mais de US$ 1 bilhão arrecadado em bilheteria, Homem-Aranha: Longe de Casa segue fazendo mais milhões nos cinemas americanos. Neste fim de semana, acumulou mais US$ 12,2 milhões. Toy Story 4 também fez bonito com US$ 9,8 milhões.

Crítica

Crítica | Malévola: a Dona do Mal

Com visual bonito, porém rasa e confusa, produção da Disney destoa dos seus últimos live-actions

Quando Tim Burton trouxe a sua versão de Alice no País das Maravilhas, lá em 2010, o sucesso estrondoso de bilheteria reacendeu na Disney aquela chama de transformar seus clássicos em live action, que parecia ter sido apagada nos anos 1990 depois de Mogli (1994) e 101 Dálmatas (1996). E não há como negar: em tempos em que o CGI está bem desenvolvido como tecnologia de entretenimento, dá para fazer qualquer coisa no cinema e, por isso, mesmo que o filme seja um desastre narrativo, é possível que, ainda assim, o público se divirta com os belos cenários criados na pós produção. É exatamente o caso de Malévola: A Dona do Mal, que estreia hoje no Brasil.

Diferente de A Bela e a Fera, Aladdin e O Rei Leão, Malévola (2014) seguiu a linha de recontar a história de A Bela Adormecida, do ponto de vista da vilã, propondo ainda a ela uma certa redenção – ou melhor, uma nova personalidade. Embora a aposta tenha sido certeira e funcionando perfeitamente com o público infantil – bilheteria mundial de mais de US$ 750 milhões – a outra parte da audiência, os mais velhos e fãs tradicionais dos contos, ficaram um tanto quanto reticentes (para ser cuidadoso com o comentário). Logo, a sequência poderia tentar focar em uma dessas duas missões: buscar agradar a turma que não se convenceu no primeiro ou manter atenta a criançada que lotou as salas para ver Angelina Jolie brilhando (literalmente, em verde florescente). Pois acontece que Malévola: A Dona do Mal é tão bagunçado que não consegue fazer nem uma coisa e muito menos a outra.

O filme já começa estranho com uma narração em off, explicando que Malévola voltou a ser vilã aos olhos dos humanos. O propósito, certamente, era mostrar que ela vive isolada na terra de Moors, tendo adotado Aurora. A ex-vilã, ultra protecionista e insegura com o comportamento dos humanos, terá que lidar com a união da moça com o príncipe herdeiro do trono de Ulstead. Daí para frente tudo é apressado e, muitas vezes, até sem sentido, sobretudo ao apresentar as novas características da personagem principal. Essa, aliás, que perde de vez o pouco do interessante ar de mistério que Jolie conseguia lhe dar no primeiro filme. 

E não é só a introdução. Infelizmente, a condução de toda trama é confusa e insere elementos e personagens com propósitos rasos (o subtexto do preconceito às minorias é ínfimo) ou quase inexistentes.  Somam-se ainda todos os tipos possíveis de clichês sobre planos maquiavélicos feitos pela antagonista completamente caricata – mesmo que a atuação de Michelle Pfeiffer ainda seja ligeiramente interessante -, cenas de ação que esbarram em uma tentativa frustrada de criar uma situação angustiante de genocídio, mas caem na galhofa, e uma trilha sonora desequilibrada, que acompanha a edição pouco criativa.  

 O visual até que impressiona mais uma vez. Há um mundo cheio de cores, criaturas engraçadinhas e paisagens deslumbrantes. Contudo, até mesmo essa, que poderia ser a única qualidade real da produção, fica cansativa e exageradamente artificial em certas sequências mais agitadas.

Malévola: a Dona do Mal certamente alcançará bons números em bilheteria, mas que isso não signifique incentivo para insistir em outra história daquela que, nos desenhos animados, foi a melhor vilã da Disney.


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Filmes

Zoe Kravitz será a Mulher-Gato em ‘The Batman’

O próprio Reeves foi quem confirmou a notícia que já havia sido revelada nas redes sociais.

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Meses atrás, Matt Reeves anunciou que já havia encontrado com o astro do filme sobre o Cavaleiro das Trevas:Robert Pattinson. Já com Bruce Wayne a cargo do projeto, o diretor ainda tem o desafio de escolher o resto do elenco.

A história contará com a participação de vários personagens dos quadrinhos, como O Pinguim, Charada, Duas Caras, Firefly e Jim Gordon. Mas, sem dúvida, uma das mais aguardadas será a da Mulher-Gato, e a atriz para o papel já foi escolhida. Após um intenso processo de seleção, com atrizes como Eiza GonzálezZazie Beetz na disputa, finalmente Zoe Kravitz foi escolhida para dar vida à Selina Kyle.

O próprio Reeves foi quem confirmou a notícia que já havia sido revelada nas redes sociais, postando um gif de Zoe no Twitter. Quem mais você imagina no filme?

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Filmes

James Gunn confessa que ‘Esquadrão Suicida’ é o projeto mais divertido que já trabalhou

Através dos seus stories no Instagram, Gunn respondeu algumas perguntas dos fãs.

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Depois que um grupo de excêntricos vilões decide salvar o mundo em 2016, sob a direção de David Ayer em “Esquadrão Suicida” (Suicide Squad), agora alguns deles estarão de volta novamente nas telas do cinema, desta vez sob o comando de James Gunn.

Margot Robbie, Viola Davis, Idris Elba, Peter Capaldi, Taika WaititiJohn Cena, entre outros grandes nomes fazem parte de uma equipe tão particular que dela dependerá o futuro da humanidade. As filmagens começaram dias atrás, antecipando uma aventura épica, divertida e explosiva. E, aparentemente, este projeto é tão especial que o próprio diretor comentou que o processo tem sido a coisa mais divertida que ele já fez ao longo da sua extensa carreira de sucesso.

Através dos seus stories no InstagramGunn respondeu algumas perguntas dos fãs e sobre “The Suicide Squad”disse: “é o mais completo e grande que já fiz, e também o mais divertido”.

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