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Listas

O recorde em comum das cantoras pop no Spotify

Ariana, Beyoncé, Rihanna e Nicki possuem algo em comum que poucos sabem.

Você sabe o que Ariana Grande, Beyoncé, Rihanna e Nicki Minaj têm em comum? Além de serem extremamente lendárias, as divas possuem um mesmo recorde único.

Em um mundo de streamings, onde o Spotify tem vantagem sobre as demais plataformas musicais, as quatro cantoras são as únicas a possuirem, cada uma, três alguns com mais de um bilhão de streamings. Isso mesmo, UM BILHÃO!

Nicki Minaj foi a mais nova a adentrar nesse seleto grupo de artistas, com o álbum Queen batendo a marca neste último final de semana. Beyoncé foi a primeira a conseguir o recorde, em fevereiro de 2018. Rihanna atingiu os três álbuns em julho de 2018. Já Ariana bateu a marca em agosto.

Saiba, abaixo, quais são os álbuns de cada cantora que possuem mais de um bilhão de audições.

Ariana Grande

Beyoncé

Rihanna

Nicki Minaj

Filmes

Lista de 5 | Overdose de Memory, do musical Cats

História dos gatinhos está sendo adaptada para o cinema e ganhou seu primeiro teaser

Um dos musicais mais famosos do mundo está prestes a ganhar uma versão no cinema. Cats, o filme, contará com Judi Dench, James Corden, Rebel Wilson, Ian McKellen, Jason DeRulo, Taylor Swift, Idris Elba e Jennifer Hudson, ganhou seu primeiro teaser nesta quarta-feira (17).

No vídeo, postado nas redes sociais do filme, os atores falam sobre seus personagens e sobre sua relação com a icônica história, baseada na coleção de poemas do americano T. S. Eliot. As músicas são de Andrew lloyde Weber e contam a história dos gatinhos de rua da tribo Jellicle. O enredo é focado na gatinha Grizabella, acolhida de volta na tribo após ter se redimido dos erros cometidos com os colegas.

Uma das músicas mais famosas da história é Memory, uma belíssima canção sobre recomeço, com letra de Trevor Nunn e baseada no poema Rhapsody on a Windy Night.

Para celebrar que emoção de ter Cats no cinema, preparamos uma lista com cinco versões de Memory para todo mundo cantar com a mãozinha no peito!

Sarah Brightman – a diva

The BBC Concert Orchestra – para os clássicos

Epica  – a banda de Metal perfeita

Susan Boyle – aquela que cantou I Dreamed a Dream no Idols

Nicole Scherzinger – que também já foi uma gatinha

O trailer completo de Cats chega nesta sexta-feira (19) e deve mostrar os atores com a pelagem de gato, adicionada digitalmente. A direção de é de Tom Hooper, o mesmo que dirigiu a Lei Miserables com Hugh Jackman, e estreia no Natal deste ano.

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Especiais

Lista de 5 | Obras de Neil Gaiman que – ainda – não foram adaptadas para as telas

Cinco obras para você conhecer Neil Gaiman – e torcer por adaptações

Uma imaginação fascinante, e às vezes assustadora. Essa é a característica marcante do escritor britânico Neil Gaiman. Horror, fantasia e magia são elementos que aparecem constantemente em seus romances, quadrinhos e contos. Ele escreve para crianças e adultos, para livros e televisão e por isso conquistou uma série de fãs ao redor do mundo.

Caso você não conheça o autor, talvez conheça algumas de seus trabalhos: Belas Maldições (Good Omens), Coraline, American Gods, O livro do Cemitério (The graveyard book), Stardust e Sandman. Com exceção de Sandman que ainda está em produção, todas as outras obras citadas já foram adaptadas para a TV e para o cinema. A série Lúcifer, aquela transmitida originalmente pela Fox e posteriormente resgatada pela Netflix, é baseada em um personagem de Sandman. Então, se você não teve a chance de ler esses títulos, ao menos já assistiu uma dessas produções – ou viu alguma imagem que circulou pela internet.

Além dos que foram adaptados, Gaiman possui trabalhos que com certeza merecem sua atenção e valem o seu tempo. São romances/ficções/quadrinhos que carregam a essência excêntrica do escritor. Sem mais delongas, vamos conhecer esses títulos!

1 – O Oceano no fim do Caminho

Um britânico de meia idade retorna a cidade onde viveu na infância para um funeral. Uma sinopse simples, não é? Mas em uma história de Neil Gaiman, nada é simples.
O personagem principal não tem nome, mas, apesar dessa falta de apresentação, acabamos conhecendo sua história, à medida que lembranças dos detalhes de sua infância esquecida vem à tona.
Melancolia. Memória. Magia. Esses são os sentimentos que o livro nos dá, além de momentos de conexão com Lettie, uma divertida menina que acreditava que um pequeno lago na parte de trás de uma casa era o Oceano.

2 – Os Filhos de Anansi

Aqui é possível encontrar um padrão das obras de Neil Gaiman: acontecimentos extraordinários e mirabolantes narrados de forma completamente natural. Na história, Charles – Fat Charlie – Nancy. É filho de um deus que é uma aranha e uma pessoa. Ah, e ele tem um irmão. E outra coisa, Charlie descobre tudo isso durante a viagem para o funeral do pai. Durante o livros, conhecemos mais sobre a vida de pai e filho, em uma narrativa contemporânea e mítica.

3 – Entremundos

Interworlds, no original, é a obra mais ficção-científica do escritor. Isso porque Neil divide a autoria com Michael Reaves, autor americano que já realizou outros trabalhos Sci-Fi durante a carreira. A trilogia Entremundos começa com o estudante Joey Harker ficando perdido, mas tão perdido, que acaba parando em outra dimensão. A missão dele a partir disso é trabalhar em parceria com outras versões de si mesmo para salvar o multiverso.

4 – Fumaça e espelhos

Uma coletânea de 31 textos, entre contos e poemas, escritos aleatoriamente. Em cada um, é possível perceber o lado sombrio do autor, mas com o toque cômico característico dos britânicos. Em um dos contos, acompanhamos o assombro que é o fim do mundo, mas na perspectiva de um lobisomem. Neil Gaiman sabe subverter todas as expectativas, até mesmo na criação de personagens. Referências a H.P. Lovecraft podem ser encontradas nesse livro.

5 – Os livros da Magia

Esse título é uma Graphic Novel e foi lançada durante a a publicação de Sandman. Não que uma coisa tenha a ver com a outra, mas é só uma curiosidade. Acompanhamos o menino Timothy e seu primeiro contato com a magia. Para o garoto, essa foi uma grande descoberta, mas para os praticantes das artes mágicas, sua presença já era conhecida, pois ele estaria predestinado a se tornar o maior mago do mundo. Muitos querem vê-lo alcançar esse destino, enquanto outros escolhem tentar matá-lo. Constantine, Doutor Oculto, Mister Io e Vingador Fantasma formam a Brigada dos Encapotados na história, primeira organização a se aproximar do futuro grande mago.

Neil Gaiman possui diversas outras obras que não foram adaptadas, mas chamamos a atenção para essas, que carregam o estilo peculiar deste sombrio autor. Atualmente, não há previsão de lançamento para novos livros do autor, mas ele está trabalhando em conjunto com a Netflix na adaptação de Sandman.

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Especiais

Lista de 5 | Comédias Românticas da Velha Guarda

Muito, mas muito amorzinho em preto & branco

Respeita os clássicos, brother!” Em tempos de jorros de comédias românticas nas plataformas de streaming, dê aqui um rápido confere nos veteranos do gênero mais água-com-açúcar do Cinema. São cinco excelentes filmes que, apesar da avançada idade, merecem ser vistos, revistos e reverenciados sempre <3

5 – Aconteceu Naquela Noite (It Happened One Night, 1934)

O primeiro sucesso de Frank Capra conta a história da ‘pobre menina rica e mimada’ que aprende, à moda dos cafajestes, lições valiosas sobre o mundo real. A premissa que anos depois se tornaria desgastada, rendeu em 1934 cinco Oscar (incluindo melhor filme e direção) e renome pro diretor de filmes como ‘Do Mundo Nada se Leva’ e ‘A Felicidade Não se Compra’. ‘Aconteceu Naquela Noite’ é um marco da Era de Ouro de Hollywood. Duas cenas memoráveis: Clark Gable incapaz de conseguir uma carona na rodovia, daí vem a linda Claudette Colbert, exibe as pernocas e consegue a carona no ato! E a sequência de tensão sexual, com os dois na mesma cama, divididos por uma cortina, que Gable chama de ‘As Muralhas de Jericó’. Demais.

4 – Cupido é Moleque Teimoso (The Awful Truth, 1937)

Só pela versão brasileira do título, já vale a assistida, vá lá. Mas essa é a hilariante história de um casal que vê seu casamento ameaçado pela falta de confiança mútua. Os dois decidem então que o melhor a fazer é romper o contrato matrimonial para que ambos sigam suas vidas separadamente. Só que num julgamento pitoresco pra decidir a guarda do cachorro do casal, o ‘Sr. Smith’, a maravilhosa Irene Dunne leva a melhor. Os dois têm que continuar se encontrando, por causa das visitas de Cary Grant ao doguinho. É a deixa para que eles passem a sabotar os pretendentes um do outro. O filme mescla os diálogos de humor ácido/paspalho a momentos de seriedade. E a história, uma típica batalha dos sexos, é uma ode à confiança como base pra qualquer relação e, claro, sobre o amor. Dificilmente se vê um filme com os protagonistas tão à vontade nos papeis, claramente se divertindo. E é uma delícia, pode confiar.

3 – Levada da Breca (Bringin’ Up Baby, 1938)

David Huxley (o grande Cary Grant, de novo ele) é um paleontólogo, que está de casamento marcado com a noiva ultra-dominadora, passou quatro anos da vida montando um esqueleto de brontossauro e precisa de uma última peça para finalizar o bicho. A fim de barganhar um patrocínio milionário para o museu onde trabalha, encontra-se com o emblemático Dr. Alexander Peabody e lá conhece, em situações caóticas, a avoadíssima Susan Vance (Katharine Hepburn, musa). A moça fica obcecada por Huxley e pra conquistá-lo acaba provocando confusões imensas, inimagináveis. Dignas de sessão da tarde, até. O filme é de um dos maiores representantes da fase Screwball Comedies (as ‘comédias malucas’) de Hollywood e é assinado pelo grande Howard Hawks. Eu reclamo um pouco do desfecho, mas o filme é impagável.

2 – A Loja da Esquina (The Shop Around the Corner, 1940)

Antes de trabalhar pro Hitchcock, James Stewart, à altura de seus 32 anos, fez esse ‘A Loja da Esquina’. Ele é o funcionário-exemplo da antiga loja do senhor Hugo Matuschek (interpretado pelo Frank Morgan, o próprio Mágico de Oz!) que se corresponde há tempos por carta com uma moça (Margaret Sullavan). Eles usam pseudônimos, nunca se viram e estão completamente apaixonados. Coincidentemente, a mesma moça passa a trabalhar na loja do Senhor Matuschek, mas os gênios dos dois não se cruzam de jeito nenhum. Curioso que o amor deles funcione via Correio, mas na vida real a coisa mude de figura – isso diz alguma coisa sobre os tempos modernos de amor virtual? O filme é gostoso de ver, embora o roteiro pretensioso acabe se enrolando um bocadinho no final do segundo tempo.

1 – Se Meu Apartamento Falasse (The Apartment, 1960)

Do lendário diretor/roteirista Billy Wilder, o filme conta a história de C. C. ‘Bud’ Baxter (Jack Lemmon, o ator preferido de Wilder), que empresta seu apartamento a seus chefes para que estes levem suas amantes… vai vendo a arrumação. Ele acaba se tornando refém desse jogo de camaradagem, uma vez que passa a receber favores e promoções indevidas no trabalho – cortesia dos chefes frequentadores do lugar. Mais ou menos um ‘Te promovi, você não pode me negar o apartamento’. Mas quando ele cede as chaves ao Sr. Sheldrake (Fred MacMurray) descobre que a amante do chefão é também o amor de sua vida: a Fran Kubelik, vivida por uma linda Shirley MacLaine, em começo de carreira. Vencedor de cinco Oscar esse é um filme simplesmente sem defeito nenhum. Recomendação máxima.

E aí, você tem uma comédia romântica ancestral preferida? Comenta aí com a gente. Caso não, fica a proposta de dar uma chance a esses vovozinhos do gênero. Até! 😉

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