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Coluna Lucas Aquino

O Legado do Sentinela da Liberdade

Siga o futuro, mas honre o passado: entenda como o legado do Capitão América é um dos pontos mais presentes dentro da fase quatro do MCU

Depois do grande sacrifício de Tony Stark em Vingadores: Ultimato, submetendo não somente o MCU, mas o mundo inteiro, pela perda de seu melhor defensor e junto dele o contrato de Robert Downey Jr. com a Marvel, era de se esperar que o futuro do Heróis Mais Poderosos da Terra seria em serviço de honrar esse mártir, consolidando um legado, que teve seu início em 2008. Em Homem-Aranha: Longe de Casa, a presença do Homem de Ferro é sentida em literalmente todas as cenas, com pequenas homenagens sendo apresentadas a audiência a cada shot, além disso, Tom Holland se esforçar em seu mimetismo, muitas das vezes trazendo os jeitos de Downey Jr. para o personagem de Peter Parker, acentuando de maneira drástica o relacionamento aluno-mentor dos dois. No entanto, com eventos recentes como a comic con e, especialmente, a D23 podemos ver que o legado que a Marvel está procurando construir é na verdade focado no Sentinela da Liberdade, certificando-se assim de que não exista uma propriedade de sua fase quatro, sem a existência de um Capitão América.

  • The Falcon and The Winter Soldier: The New Captain America

Com o contrato de Chris Evans chegando ao fim em Ultimato e, com o mesmo, não tendo intenções de renovar, ficou claro que Steve Rogers e o Capitão América como conhecemos chegaria ao fim dentro do MCU. E no final do último Vingadores, vimos uma das maiores perguntas dentro da Marvel sendo respondida, quando o escudo foi passado para as mãos de Sam Wilson, seguindo dessa forma, os quadrinhos mais atuais do personagem, além de consolidar o plano de Kevin Feige de criar uma nova era mais diversificada para seu Universo. Sam Wilson é a definição mais clara de legado dentro do MCU, tendo sido abençoado pelo próprio Primeiro Vingador para continuar sua missão de liberdade e justiça na terra e a partir do ano que vem, teremos o prazer de ver como ele fará isso. The Falcon and The Winter Soldier, além de ser o primeiro show a consolidar a marca da Marvel dentro do Disney+, também vai ser um show de auto descoberta, enquanto acompanhamos Wilson a entender o que significa carregar a tocha de um título tão importante, mas também como tornar o escudo seu e não uma cópia de Steve Rogers, ainda que o honrando.

  • The Falcon and The Winter Soldier: Bucky Barnes

Essa série entretanto, tem um ponto de vista dividido: no mesmo passo que veremos o nascimento do novo símbolo de liberdade dentro do MCU, com Anthony Mackie eventualmente liderando os Vingadores, é também aqui que veremos como Bucky está lidando com a ausência de seu único companheiro. O Soldado Invernal nunca foi somente um personagem secundário para o Capitão, muitas vezes servindo como um compasso moral para Steve em como agir. Aqui, Barnes vai servir de um guia para Sam Wilson, uma sombra e memória do que significa Steve Rogers para o mundo, a voz do conhecimento, vindo daquele que o conhecia melhor. Além disso, o Soldado Invernal ainda apresenta um grande débito com a humanidade, e aqui, ele vai enfrentar seus demônios em honra de Rogers. Com o primeiro pôster oficial da série tendo sido divulgado na D23, vemos que o visual de Bucky mudou, com um rosto mais limpo, simbolizando sua transparência com o resto do público, mas também em forma de homenagem ao estilo de barba e cabelo usado pelo próprio Capitão América em Ultimato.

  • The Falcon and The Winter Soldier: US Agent

Além do primeiro pôster oficial da série, a D23 nós agraciou com uma nova adição ao elenco da primeira série desse novo domínio da Marvel. Wyatt Russell, conhecido por seu em 22 Jump Street, se juntou a Anthony Mackie e Sebastian Stan como um personagem que vai desafiar o legado do Capitão América de maneira profunda. Wyatt vai dar vida ao Agente Americano, um personagem que representa o lado corrupto do patriotismo, muitas vezes beirando o fanatismo, algo que entra em diversas pautas no mundo contemporâneo. John F. Walker cresceu idolatrando seu irmão, um soldado que honrou seu país, lutando e morrendo na guerra do Vietnã, fato que levou Walker a se alistar no exército na tentativa de seguir os passos de ídolo. No entanto, o sistema não foi gentil com o mesmo, que desistiu de seguir a carreira militar e focou em MMA, o que fez com que Walker, depois de submetido ao projeto Power Broker (que imitava o soro do super soldado), criasse o alter ego de Agente Americano. O propósito desse personagem na série é desafiar a tudo que Steve Rogers representava, criando a questão moral de até onde o patriotismo é saudável.

  • Black Widow: Red Guardian

Apesar da questão de legado ser o tema focal de The Falcon and The Winter Soldier, a primeira propriedade a mostrar os efeitos do legado de Chris Evans dentro da Marvel é na verdade o filme solo da Viúva Negra. David Harbour, veterano de Stranger Things, vai entrar no MCU de maneira triunfante, interpretando a versão soviética do Sentinela da Liberdade. Alexi Shostakov foi a segunda pessoa a adotar o manto de Guardião Vermelho, um soldado e piloto prodígio treinado pela KGB e Hydra, Shostakov é considerado um herói consagrado do quarto vermelho. Além disso, o Guardião Vermelho foi casado com ninguém menos do que Natasha Romanoff, a Viúva Negra. Durante a Segunda Guerra Mundial, por suas habilidades exímias, Alexi foi recrutado como agente especial pela Hydra, tendo fingindo sua morte com o intuito de cortar laços afetivos, especialmente com sua mulher, Natasha, ele foi treinado com maestria em combate corporal e dado um escudo magnético como arma. A presença do Guardião Vermelho no filme da Viúva Negra serve para ressaltar a presença do Capitão América dentro da fase quatro logo de cara, especialmente com o relacionamento próximo que o mesmo tinha com a personagem de Scarlett Johansson, além disso, trazer Alexi para o filme cria um aspecto histórico para a produção, algo que sempre foi um dos aspectos mais presentes nos quadrinhos de ambos personagens.

  • What If: Captain Carter

Uma das propriedades mais excitantes do Disney+ em parceria com a Marvel é sua série ‘‘What If”, que vai finalmente explorar no território de animações, algo que Kevin Feige ainda não tinha deixado sua marca. E não menos esperado, o primeiro episódio anunciado para essa série vai focar numa realidade alternativa em que Peggy Carter faz uso do soro do Super Soldado, ao invés de Steve Rogers. No entanto, com as primeiras imagens da série animada tendo sido reveladas na D23, foi confirmado que Peggy Carter não simplesmente estaria se tornando uma versão feminina do Capitão América, mas sim, uma versão modernizada de outro famoso Capitão da Marvel: Union Jack. Esse personagem é a representatividade britânica de Steve Rogers e no contexto colocado pela série What If, se torna uma mudança brilhante, já que a própria Hayley Atwell, que dá a vida e a voz a Peggy Carter, é britânica. What If, assim como o filme da Viúva Negra criam uma perspectiva da presença e memória do Capitão América, inovando a maneira como vemos o personagem, mas de maneira honrosa e fazendo justiça ao legado que está em construção dentro do MCU

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Coluna Lucas Aquino

Nova era: uma análise sobre o primeiro trailer de Mulher-Maravilha 84 (Parte 1)

Durante o último dia da CCXP 19 no domingo (8), o mundo foi finalmente agraciado com o antecipado trailer de Mulher-Maravilha 84, filme que depois de um adiamento em 7 meses, vai continuar a saga da Amazona Guerreira vivida por Gal Gadot em 2017. Seguindo o novo direcionamento que a DC tem tomado nos últimos anos, MM84 continua tomando um tom mais leve e dessa vez, se apoiando nas cores vibrantes dos anos 80, porém ainda enaltecendo os contextos de seriedade e senso de justiça que são tão característicos de seus heróis, mas especialmente de Diana Prince.

O trailer mostrou, de maneira orgânica, uma evolução no significado da Mulher-Maravilha para o mundo, mostrando não somente como Diana se adaptou ao mundo dos homens, mas ainda criando um paralelo a versão dela com a qual fomos introduzidos em Batman V Superman. MM84 é uma produção que vai demonstrar inúmeras camadas, agora tendo nós dado dois personagens chaves para a mitologia da Amazona, na forma de Maxwell Lord e Barbara Minerva, que realçam o paradoxo Mulher-Deusa tão conflitantes da personagem principal.

Durante o controverso filme da Liga da Justiça em 2017, vemos Bruce Wayne criticando a ausência da Mulher-Maravilha no mundo dos homens durante cem anos, a questionando por se afastar da imagem heroica e inspiradora tão característica do Superman. Porém, no trailer de 84, vamos que Diana estava bastante ativa nos anos 80, fazendo aparições inclusive em locais públicos, como shoppings. Porém é aí que vemos um dos momentos mais importantes do trailer, durante o encontro em que Diana está duelando contra assaltantes, a Amazona joga sua tiara nas câmeras de segurança, passando a ideia de querer passar despercebida do público em geral, algo que casa com a ideia apresentada na fase de Zack Snyder dentro do DCEU, que estabeleceu um personagem forte e como fonte de justiça, que jamais fugiria de uma batalha para proteger os inocentes, porém, fora dos holofotes.

Juntamente disso, aqui vemos uma Mulher-Maravilha extremamente diferente daquela que nós foi introduzida anteriormente. Diana não está mais em guerra, tendo derrotado o Deus Ares em 1917 durante a primeira Guerra Mundial, mas também tendo vivido no Mundos dos Homens durante o contexto da Segunda Guerra e os horrores Nazistas, mas não é só de forma física que a Amazona não está em conflito, mas esse aspecto é também traduzido para um aspecto psicológico. Em momento algum do trailer vemos a personagem empunhar sua espada, usando de arma somente o laço da verdade e os braceletes e isso é um reflexo da maturidade de Diana como personagem. Depois de tantos conflitos associados a guerra e armas de fogo, a Mulher-Maravilha reflete somente justiça e bondade, algo que é mostrado nas várias cenas de que Diana desarma seus combatentes e destrói seus revolveres.

O trailer de Mulher-Maravilha 84 continua com uma característica já extremamente estabelecida da personagem na forma de sempre ter um olhar no presente, mas justificando seu passado. Durante algumas cenas do trailer, vemos a competição das Amazonas, algo muito parecido com o programa American Ninja Warrior e, que moldou muito Diana como a guerreira que é. Esse aspecto do filme é uma menção a competição das Amazonas nos quadrinhos, que por muitas versões da personagem foi o que tornou seu ticket de passagem para o mundo dos homens e Steve Trevor. No original, após a queda de Trevor em Themyscira, uma competição é feita para eleger a melhor guerreira para viajar dentro do mundo dos homens e ajudar o piloto, feito que é dado a Diana.

Por fim, fechado o trailer de Mulher-Maravilha 84 com, literalmente, chave de ouro temos sua armadura de batalha em forma de águia. A roupa é uma referência a saga do Reino do Amanhã, ilustrada por Alex Ross em 1996 onde diversos heróis, incluindo Diana saem de sua aposentadoria para lutar uma nova geração de heróis que perdeu a fé pela humanidade. No contexto do filme, a Armadura do Amanhã pode apresentar vários significados, mas em especial, ele mostra o apreço de Diana pelo mundo dos Homens e apesar de ter presenciado inúmeros eventos destrutivos causados pelos mesmos, essa armadura em ouro ainda reluz a fé de Diana perante a humanidade.

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Coluna Lucas Aquino

THE BATMAN | Tudo que você precisa saber sobre a nova produção de Matt Reeves, estrelando Robert Pattison

O legado do Cavaleiro das Trevas é um dos mais prestigiados dentro das franquias cinematográficas, com o personagem sendo um ícone desde sua versão televisiva em 1966 com o programa de televisão de Adam West. Sendo um dos heróis mais antigos, tendo sido criado em 1939 e juntamente de Superman e Mulher-Maravilha sendo reconhecido como parte da trinidade de ouro, que lançou a primeira noção do gênero herói para o público. Em 2021, o Bat-sinal vai iluminar os céus de Gotham mais uma vez, com uma nova produção do Batman ganhando vida, nas visões do aclamado Matt Reeves, diretor responsável pelos dois últimos membros da franquia de Planeta dos Macacos.

Trajando a responsabilidade de usar a capa do Cavaleiro das Trevas temos Robert Pattison, ator que ficou conhecido por seu papel na Saga Crepúsculo, porém que nos anos seguintes, fez seu nome como um ícone dentro de pequenas produções, especialmente de influências mais ”indie” e ”cult”, sendo a mais recente a ovacionada, The Lighthouse, uma produção em preto e branca que tem se tornado referencia dentro de festivais de cinema. Pattison vai se beneficiar do cenário em que esse novo Batman vai ser introduzindo, criando um personagem que consegue ser moldado na imagem do ator.

O Batman, como intitulado até então, vai se passar nos anos noventa e exportar os primeiros anos de Bruce Wayne como o vigilante de Gotham. Por conta disso, veremos Robert Pattison introduzindo suas próprias características no personagem e, aos poucos, o tornando o temido Cavaleiro da Noite e protetor de Gotham que todos conhecemos. Nesse contexto não veremos o mestre em artes marciais, com um Batman ainda inexperiente e se apoiando em seus maiores atributo, a estrategia e inteligência. Reeves já confirmou que filme vai funcionar como uma produção de mistério, explorando o lado detetive do personagem, algo que apesar de suas diversas produções, ainda não foi abordado de maneira efetiva no cinema. Além disso, por conta de se tratar de um Bruce Wayne mais novo e ainda energizado de maneira errônea pela vingança, é muito possível que aqui teremos um Batman ainda impulsivo e que age em sua juventude.

Essa produção também já foi confirmada apresentar uma pegada mais noir, utilizando do contrate de iluminação com um jogo de sombras, com o objetivo de criar uma atmosfera mais dramática e obscura dentro dos filmes. Esse estilo ficou conhecido por volta de 1940 e era extremamente presente em filmes policias, direção com a qual esse novo Batman parece flerta bastante. Além disso, O Batman de Matt Reeves e Pattison, apesar de ser uma produção extremamente distinta da pegada conduzida atualmente pelo DCEU, faz parte efetivo desse universo. O filme foi cotado para ser uma trilogia dentro do seu próprio universo, com o intuito de estabelecer o Batman e toda sua mitologia, dando espaço para que Robert Pattison consolide sua marca no legado e somente após isso se junte a Gal Gadot e Jason Momoa, formando uma nova versão da Liga da Justiça.

O Batman vai ser fortemente inspirado em O Longo Dia Das Bruxas, quadrinho escrito por Jeph Loeb e Tim Sales entre 1996 e 1997. A história apresentada nesse arco é exatamente um mistério, onde Gotham é aterrorizada por um assassino que somente ataca durante feriados como Dia das Bruxas, Natal e etc. Por conta da longevidade da trama, que se passa durante o período de tempo de um ano, diversos personagens da mitologia do Morcego são presentes, desde os primeiros anos do relacionamento de Jim Gordon com o Batman, até a maioria dos seus vilões. E Reeves não decepcionou nesse aspecto, tendo confirmado em sua produção nomes como Mulher-Gato, Pinguim, Charada e prometendo muitos outros. No filme de 2021, assassinatos irão acontecer com cada um dos vilões sendo revelados como suspeitos do crime, enquanto Batman e Gordon tentam, as vezes com métodos opostos, resolver o mistério e quem seria o culpado de aterrorizar as ruas de Gotham.

Além de Robert Pattison, o filme conta com outros grandes nomes de Hollywood, graças a grande influência de Reeves dentro da industria e o próprio peso que a marca do Batman carrega. O filme vai exportar não somente um Bruce Wayne mais novo, mas claramente, seu mordomo Alfred Pennyworth, que graças a escalação de Andy Serkis (Senhor dos Aneis) deve seguir com o aspecto mais militar do personagem. Além disso, seguindo o direcionamento de levantar bandeiras significativas de representatividade do DCEU, a produção encontrou sua Mulher-Gato na atriz Zoe Kravitz (Big Little Lies) e seu Jim Gordon em Jeff Wrigth (Westworld), dando dessa forma mais dimensão e complexidade para dois personagens tão importantes para a mitologia do Cavaleiro das Trevas. No entanto, graças a familiaridade da produção com o material base para o filme, rumores apontam que O Batman vai honrar as origens do personagem, com o traje de Robert Pattison apresentando, pela primeira vez em cinema, as cores azuis e cinza.

Por fim, essa nova produção é somente a porta de entrada para não somente uma nova trilogia, mas sim a construção de todo um universo com enfoque no Cavaleiro das Trevas, sua galeria de vilões e, mais importante, sua família. Com a confirmação de que em um filme futuro seriamos introduzidos a uma história de origem para Dick Grayson e sua transformação no primeiro garoto prodígio. Além de ser a primeira vez que o personagem aparecerá nos cinemas desde o famoso Batman & Robin (1997), rumores apontam de que o anteriormente anunciado filme do Asa Noturna seria, na verdade, uma continuidade dessa versão do personagem e a consolidação do legado do Batman de Robert Pattison. Para finalizar, grandes nomes envolvidos na criação desse universo também afirmaram que uma expansão da Bat-Família no cinemas é uma prioridade, com grandes planos especialmente para Barbara Gordon, em um filme solo da Batgirl. Por conta da escalação de Jeff Wright como Jim Gordon, em um efeito dominó, teremos a alteração de etnia da personagem para afro-descendente, tornando de maneira orgânica a primeira heroína a ser titular em um filme do gênero desde 2004, com o controverso Mulher-Gato de Halle Berry.

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Coluna Lucas Aquino

CASTELOBRUXO | A história e curiosidades sobre a escola de magia e bruxaria do Brasil

O Brasil abre as portas de Castelobruxo, sua escola de magia, para Eddie Redmayne e o elenco de Animais Fantásticos em 2021

Em 2021, o mundo de magia e bruxaria de JK Rowling vai abrigar, com muito orgulho, as cores verde e amarelo, visto que na semana passada foi confirmado que o terceiro filme na franquia de Animais Fantástico e Onde Habitam se passará no Brasil, durante a década de 30. A mitologia criada por Rowling nos anos noventa continua se expandindo mesmo após o termino da saga aclamada de Harry Potter em 2011, com as produções focando em Newt Scamander expandindo o mundo bruxo e a visão dos fãs muito além de Hogwarts e a Inglaterra. Desde 2012 com a criação do Pottermore, a expansão desse mundo tem sido intensa, com a própria JK Rowling nós provendo de notícias e informações sobre seu universo, entre elas, a apresentação das escolas de magia situadas em países chave ao redor do mundo. E como já se era de esperar, o Brasil possui uma imponente escola de magia e bruxaria para chamar de sua, a Castelobruxo e pensando nisso, o Volts pede que vocês jurem solenemente não fazer nade bom, enquanto preparamos os Bruxos brasileiros para 2021 com a história e curiosidades sobre a nossa escola.

Castelobruxo é uma das escola de magia mais antigas do mundo, rivalizando com a própria Hogwarts. De acordo com registros, a escola é uma construção de origem indígena por volta do século X, com seu nome tendo sido dado oficialmente após a colonização e com a, infeliz, substituição do tupi pelo português. Assim como sua irmã britânica, Castelobruxo é protegida por um feitiço que a torna imperceptível aos olhos dos não bruxos, dando aspectos de uma civilização em ruínas. Castelobruxo é localizada dentro da floresta amazônica e é descrita como uma imponente construção em dourada, na imagem de um templo e por conta disso, muitos acreditam que a mesma seja a cidade presente na lenda do El Dourado contata por aqueles que não tem acesso a magia.

JK Rowling é conhecida por trazer elementos místicos da cultura para dentro do seu universo, dando um aspecto de verossimilhança para seus contos. Aqui não seria diferente, com a presença de muitas lendas do folclore brasileiro estando presente dentro de Castelobruxo. De acordo com a autora, os terrenos e os alunos da escola são protegidos por caiporas, criaturas travessas que saem a noite para patrulhar a floresta. Apesar de ser situada no Brasil, a escola é conhecida por abrigar alunos de toda a América Latina, criando suspeitas de que a língua oficial de Castelobruxo seja divida entre o português e o espanhol, visto que os países da América Latina em sua maioria apresentam o espanhol como dominância.

Diferentemente de Hogwarts e Ilvermorny, as escolas de Londres e Nova York respectivamente, Castelobruxo não é dividida por casas, fugindo um pouco do que os fãs estão acostumados. No entanto, Castelobruxo acaba sendo a a regra, visto que escolas como o Instituto de Durmstrang na Bulgária e a Academia de Magia Beauxbaton na França, apresentados em Harry Potter e o Cálice de Fogo, também não apresentam a segmentação por casas. Quanto a vestimenta, o uniforme oficial de Castelobruxo é uma homenagem a floresta que a cerca, sendo na cor verde cintilante.

A escola de magia e bruxaria Castelobruxo é também um dos locais mais procurados pelos alunos europeus, apresentando um programa de intercâmbio renomado. O motivo dessa demanda alta é dado pelas referencias pela qual a escola é conhecida, sendo referencia em Herbologia e Magizoologia, o último sendo o estudo de animais mágicos, especialidade do personagem de Eddie Redmayne nessa nova franquia. Apesar de ser algo relativamente nova para muitos, Castelobruxo já faz parte do universo de Harry Potter desde o lançamento de seu quarto livro, em 2000. Em o Cálice de Fogo, Gui Wesley relata trocar correspondência com uma aluna do Brasil, expressando o desejo de fazer o tão famoso intercâmbio entre escolas.

Por fim, Castelobruxo apresenta veteranos extremamente importantes para o mundo mágico, com alunos que se tornaram imagens celebres após se formarem na escola. A primeira é Benedita Dourado, que reside como diretora de Castelobruxo e é extremamente respeitada dentro da comunidade bruxa, especialmente em Hogwarts. Com a confirmação do filme, muito fãs começaram a petição para que a atriz Fernanda Montenegro interprete a personagem. Além dela, o livro utilizado pelo professor Horácio Slughorn em o Enigma do Príncipe foi escrito por Libatus Borage, um distinto mestre em poções formado de Castelobruxo. Por fim, na área em que o Brasil tem êxito, independente da mitologia, o jogador João Coelho que se formou na escola para se tornar capitão de um dos times mais importantes de quadribol no mundo.

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