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Monster Hunter: World chegará para PC dia 9 de agosto

Após 6 meses, a espera finalmente ganha data de validade.

O renomado jogo da Capcom, Monster Hunter: World, já disponível para PS4 e Xbox One desde 26 de Janeiro deste ano, finalmente alcançará mais uma parcela de jogadores por meio do seu lançamento para PC previsto para o dia 9 de Agosto.

Junto com o anúncio e a divulgação do novo trailer, o título também entrou para pré-venda na Steam pelo valor de 129,90 em sua edição comum e 159,80 para a edição deluxe.

Com média 9 no Metacritic e mais de 8 milhões de cópias comercializadas pelo mundo, Monster Hunter: World comprova ser um dos maiores sucessos do ano e o seu lançamento para PC deve garantir novas conquistas para a saga e àqueles que o acompanham.

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Especiais

Por que ninguém mais leva a sério os jogos multiplayer de Resident Evil?

A história da franquia pode ajudar a responder essa pergunta.

Foto: Divulgação/Capcom

Resident Evil é uma das principais marcas da Capcom, se não a principal. Os primeiros jogos da franquia, além de serem sucessos de críticas e vendas, entregaram personagens memoráveis e um universo rico e distinto. Tendo essa riqueza em mãos, era de se esperar que a Capcom buscasse novas formas de explorar a saga. Não tardou e derivados começaram a surgir. Uns interessantes. Outros nem tanto.

Inicialmente, a visão da empresa condizia com o intuito natural dos spin-offs: expandir um universo com novos formatos e gêneros. E uma das primeiras experimentações de Resident Evil foi Dead Aim, lançado em 2003. O jogo nos apresentou um novo protagonista, ao mesmo tempo que apresentava o primeiro game com visão de primeira pessoa da safa e um dos poucos jogos da franquia que permite que o personagem ande e atire ao mesmo tempo. Além disso, o enredo explorava um pouco as consequências dos eventos de Raccoon City e o paradeiro da Umbrella.

Apesar de não ser exatamente um jogo memorável como o Resident Evil 2 ou Resident Evil 3: Nemesis, é evidente que o Dead Aim cumpre o seu papel como derivado. O título alimenta o universo, sem interferir nos trilhos da saga principal.

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O mesmo pode-se falar de Outbreak, o primeiro jogo multiplayer de Resident Evil, também lançado em 2003. Com 8 personagens, jogo nos apresentava uma nova perspectiva do caos de Raccoon City. Aqui, a cooperação com os demais jogadores é essencial para a sobrevivência e a progressão da história. Um arquétipo não muito comum para os jogos da época, ainda mais em um período que o co-op online ainda não era tão popular e de fácil acesso.

Após ser reconhecido com boas vendas, o jogo ganhou uma sequência, lançada um ano depois, com melhorias e novas opções de jogabilidade. Infelizmente, o segundo não foi tão rentável quanto o primeiro.

Anos mais tarde, em 2007 e 2009, a desenvolvedora decidiu revisitar alguns eventos da franquia com dois novos derivados: Resident Evil: The Umbrella Chronicles e Resident Evil: The Darkside Chronicles. Os jogos também apresentavam multiplayer, em uma perspectiva de primeira pessoa, enquanto davam mais detalhes das histórias revisitadas. Alguns eventos inéditos também foram adicionados para expandir a lore da franquia. Apesar de serem exclusivos do Wii, os títulos, juntos venderem aproximadamente 2.35 milhões de cópias. Em suma, mais dois cases de sucesso.

O último passo “bem” sucedido da Capcom no caminho do multiplayer foi Resident Evil: The Mercenaries. O derivado, lançado para o Nintendo 3DS em 2011, abusava do 3D e expandia o popular modo Mercenários da franquia, que era inicialmente um modo extra de Resident Evil 3. Com diversos personagens clássicos, como Chris Redfield, Claire Redfield, Jill Valentine e Albert Wesker, jogo nos colocava em um simples, mas efetivo jogo de ação, onde o objetivo era conquistar a maior pontuação possível na partida.

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Infelizmente, a partir daqui as coisas começaram a dar errado para os spin-offs multiplayer da franquia.

Sem a grande visão que possuía anteriormente, como nos casos anteriores, Capcom lançou o Operation Raccoon City em 2012. Talvez com o objetivo de obter lucro fácil, a companhia tenha decidido fazer algo voltado para a grande massa de shooters, bem simplório, sem muitas alegorias ou inovações. Por um lado deu certo, visto que o jogo vendeu aproximadamente 2.5 milhões de cópias. Por outro, o título foi bombardeado de críticas negativas pela imprensa e pelos fãs.

Entre esses dois lados, a desenvolvedora decidiu dá atenção ao que mais importava para si: as vendas. E fruto dessa decisão, nasceu o péssimo Umbrella Corps. O título, lançado em 2016, foi vendido à base da nostalgia, oferecendo diversos mapas clássicos da franquia, como a vila de Resident Evil 4 e a base da Antártida de Code Veronica. Também fornecia pequenas dicas da nova fase da história da franquia, mas eram tão desinteressantes que ninguém se importava. No fim, o jogo passou batido, não vendeu bem e foi logo esquecido pelos fãs, pela mídia e pela própria Capcom.

E, então, chegamos à 2019. Em agosto, a companhia surpreendeu a todos com um teaser de um novo jogo, até então chamado Project Resistance. O vídeo não oferecia muitos detalhes, o que fez os fãs especularem que tratava-se do Outbreak 3. Aliás, além de ser querido pelos fãs, o auge dos jogos online seria uma bela oportunidade da empresa voltar a investir em um jogo tão singular e único. Certo? Errado.

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Em 9 de setembro, foi revelado que o projeto é apenas mais um derivado, inédito, sem rostos conhecidos (com exceção dos inimigos), desvinculado de qualquer outro jogo anterior. Suas mecânicas são essencialmente colaborativas e funcionam de maneira similar à Friday 13th The Game e Dead By Deadlight, mas possuindo propriedades únicas, vindas da própria franquia. Contudo, apesar disso, apesar de não investir mais na ação frenética de Umbrella Corps e Operation, o público não comprou a ideia.

Por quê? Os cases acima ajudam a explicar.

Como visto, existe uma demanda, sim, para spin-offs multiplayer, tanto para os fãs da franquia, como para a indústria atual, que cada vez mais consome jogos do gênero. Contudo, os passos em falsos de Resident Evil ainda são recentes, os traumas ainda estão frescos. Os investimentos pesados na ação deixaram os fãs amargurados. Além disso, os incessantes gritos desse público pelas redes sociais deixam claro que eles desejam algo muito mais expansivo e criativo, como a Capcom fazia inicialmente, principalmente com o Outbreak, que aliava história inédita, personagens novos e uma mecânica cooperativa de sobrevivência, que abusava do raciocínio lógico e do bom racionamento dos recursos.

Também devemos atentar ao fato de que já existem muitos spin-offs do gênero dentro da franquia, o que pode ter saturado a ideia, possivelmente. Além do mais, há uma grande expectativa, por parte dos fãs, de um novo remake, de um terceiro Revelations (outro spin-off da franquia) e de uma sequência de Resident Evil 7. Em outras palavras, há um forte anseio de ver a lore da franquia ser expandida criativamente e personagens esquecidos retornando.

Dito isso, a companhia precisa de mais de um jogo simples de colaboração para conquistar os fãs. Por isso, talvez o Outbreak 3 fosse bem mais aceito. Ele não sofreria com o impacto da saturação e poderia apresentar novos detalhes do universo de Resident Evil. Mas se a Capcom deseja persistir na ação, um novo Mercenaries também não cairia mal pela sua popularidade e por poder reunir clássicos rostos da franquia em um mesmo jogo.

O que vocês acham?

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Protagonistas de Grand Theft Auto V estarão na 12ª edição da Brasil Game Show

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Depois de causarem pelas ruas de Los Santos, os protagonistas de GTA V já têm um novo destino: a Brasil Game Show. Entre 11 e 13 de outubro, os atores Steven Ogg, Shawn “Solo” Darnell Fonteno e Ned Luke estarão na maior feira de games da América Latina para interagir com os fãs, compartilhar experiências do período de produção do jogo e receber homenagens no Wall of Fame da BGS.

O trio que deu vida e voz aos icônicos personagens Trevor Phillipis, Franklin Clinton e Michael de Santa terá uma agenda cheia de atividades que inclui presença na abertura do evento, sessões de meet & greet, participação como jurados de concursos de cosplay e painel no BGS Talk. A 12ª edição da Brasil Game Show acontece entre 9 e 13 de outubro, no Expo Center Norte, em São Paulo/SP.

Lançado em 2013, GTA V é o mais recente jogo da série de ação e aventura que retrata o cotidiano de criminosos e gangues de cidades fictícias. O game foi um dos produtos de entretenimento mais vendidos no mundo e quebrou sete recordes mundiais no seu lançamento, como os de jogo a arrecadar US$1 bilhão no menor tempo – em apenas três dias –, título com maior arrecadação em 24 horas (US$ 815 milhões) e trailer mais assistido entre jogos do seu gênero.

Animado com a participação na Brasil Game Show, o trio deixou um recado para os fãs brasileiros ao melhor estilo GTA V. “Estamos chegando! Já faz seis anos que tentamos ir ver vocês e agora isso finalmente vai acontecer! Estamos muito empolgados!”, disse Ned Luke.

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The Witcher Card Game chega para iOS no dia 29 de outubro

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A CD PROJEKT RED, criadora da série de jogos The Witcher e Cyberpunk 2077, anuncia a chegada de GWENT: The Witcher Card Game para iOS! Os jogadores já podem fazer o pré registro o jogo gratuitamente na AppStore.

Faça o pré registro gratuitamente

O GWENT para iOS combina os recursos da versão para PC com controles reinventados para a interface touch. O progresso do jogador e suas compras são compartilhados entre iOS e PC (usando a conta GOG), para que os jogadores possam trocar facilmente de plataforma a qualquer momento. Embora os jogadores do iOS ainda possam jogar contra oponentes do PC, Xbox One e PS4, o progresso e as compras não podem ser compartilhadas entre as contas do console e o iOS – isso está fora de nosso controle.

Os dispositivos suportados incluem iPhone 6S ou mais recente (incluindo iPhone 11), iPad Mini 4 ou mais recente, iPad 5ª geração ou mais recente, iPad Air 2 ou mais recente e todos os dispositivos iPad Pro. Além disso, nos dispositivos iOS mais poderosos, o GWENT possui texturas 4K integradas.

Assista o trailer de anúncio para iOS

Mais detalhes sobre a versão iOS do GWENT serão compartilhadas neste fim de semana durante o GWENT Challenger – etapa final da série esportiva GWENT Masters – com um prêmio total de US$ 100 mil. Assista a transmissão pelo canal oficial da CD PROJEKT RED na Twitch, nos dias 14 e 15 de setembro, a partir das 11h (horário de Brasília).
GWENT já está disponível para PC, PlayStation 4 e Xbox One. Para mais informações sobre a jogabilidade e recursos do GWENT

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