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Música

Misturando rap e dancee hall, Gu7o lança single junto com clipe; ouça ‘Bae’

Após o sucesso de “333” e “Sente Falta”, gerando mais de 120 mil plays nas plataformas de streaming, o cantor Gu7o chega quebrando tudo com o novo hit “Bae”. Ouça clicando no player abaixo.

Misturando vários ritmos com o rap mas tendo o “dance hall” como principal influência, Gu7o em conexão com as cenas do Maranhão e Piauí, lança mais uma música diversificada em seu repertório fazendo feat com os compositores Dih e Ness, ainda possui a assinatura de Adnon Soares nos beats.

Com o refrão viciante “Se quiser bailar comigo vem, bae. Tira essa roupa que hoje tem, ey. Cê tá sauce, mas fica melhor sem. Swag da tua pele, me deixa bem leve. Então levita em cima de melhor, vem. Traz o que tu tiver de melhor, bae. Que hoje vou dar o meu melhor, ey. Então não esquece, vem depois das sete.”, Gu7o deixa de cara suas intenções em fazer seu público ‘surtar’ com um refrão contagiante.

“Bae” ainda será disponibilizada nas plataformas de streaming, mas já lançou videoclipe no Youtube e em menos de 4h já bateu a marca de 4 mil views.

Música

Mumuzinho, Cláudia Leitte, Biquini Cavadão e mais artistas farão lives nesta semana

Veja as lives que estão programadas, com seus respectivos dias, horários e canais de exibição.

(Foto: reprodução)


As lives musicais continuam sendo uma das principais formas de distração e diversão durante o período de distanciamento social causado pela pandemia do novo coronavírus.

Nesta semana, artistas como Mumuzinho, Cláudia Leitte e Biquini Cavadão anunciaram suas apresentações virtuais ao vivo.

Para você se programar e acompanhar o show de seu artista favorito, o Volts listou as lives que estão programadas, com seus respectivos dias, horários e canais de exibição.

Segunda-feira (6)

  • Roberta Valente e Alexandre Ribeiro – 19h (YouTube)
  • dg3 Music feat Sandra de Sá – 20h (YouTube)
  • Metallica: ao vivo em Lisboa (28 de junho de 2007) – 21h (YouTube)

Terça-feira (7)

Quarta-feira (8)

Quinta-feira (9)

Sexta-feira (10)

  • A Maior Live do Universo (Jorge e Mateus, Leonardo, Maiara e Maraisa e mais) – 18h (YouTube)
  • Claudia Leitte – 19h30 (YouTube)
  • Billy SP – 19h30 (YouTube)
  • Roupa Nova – 21h (YouTube)

Sábado (11)

  • Cezar e Paulinho – 17h (YouTube)
  • Samba na Medida – 19h (YouTube)
  • Wesley Safadão e Xand Avião

Domingo (12)

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Música

Lista de 5 | Álbuns para iniciar no mundo do K-pop

Cinco discos que podem te introduzir a esse universo sem te tirar da zona de conforto

Foto: Cena do clipe 'How You Like That' do BLACKPINK| Reprodução

Nas últimas semanas, os kpoppers, fãs do pop sul-coreano, tornaram-se assunto nos noticiários do mundo. Nos EUA, eles se mobilizaram para enviar fancams e sobrecarregar o sistema de um aplicativo da polícia de Dallas, que buscava informações sobre os manifestantes nos protestos #blacklivesmatter. Outro fato recente foi a compra de ingressos do comício de Trump. Devido ao grande número de ingressos vendidos, a equipe do presidente dos Estados Unidos ampliou a capacidade do evento, mas, no final, foi um grande fracasso de público graças aos kpoppers.

Esses e outros motivos levaram diversas usuários do Twitter, que odiavam os fãs do gênero por flodar a rede social, a pedir desculpas e até a se propor a conhecer melhor o som produzido pelos grupos coreanos. Pensando nisso, o Volts selecionou cinco discos que podem te introduzir a esse universo e mostrar que, diferente do que você pensa, o K-pop não é um monstro de sete cabeças.

4 Walls; F(x)

Ano: 2015

Faixas: 10

Gênero: Pop, EDM; Deep-House

Para quem ouve: Lady Gaga; Dua Lipa; Rihanna

4 Walls é o primeiro álbum de estúdio do F(x) após a saída de uma das integrantes mais queridas do grupo, a Sulli, que recentemente veio a falecer vítima de suicídio. Muito se especulava como essa saída afetaria a popularidade do girlgroup. Contudo, com o lançamento do quarto álbum de inéditas, as meninas restantes comprovaram que o grupo estava longe de ser esquecido. O registro é um completo amadurecimento do som experimental testado nos trabalhos anteriores e o estabelecimento de uma fórmula que seria muito explorada por outros nomes do cenário.

São faixas que se apropriam do que há de melhor na música eletrônica ocidental, que vão desde as batidas extravagantes do EDM a sutileza sintética do deep-house. A faixa-título, single de divulgação desse trabalho, é um exemplo assertivo da incorporação desses gênero no som pop do F(x). São instantes em que as batidas crescem de forma gradativa para entregar um refrão contido, mas ambicioso. Há também momentos de completa explosão nas pistas de dança, caso das ótimas “Papi” e “Rude Love”.

Reboot; Wonder Girls

Ano: 2015

Faixas: 12

Gênero: Pop; New Wave; Synth.

Para quem ouve: Dua Lipa; Carly Rae Jepsen; Katy Perry

Wonder Girls é um dos nomes mais importantes e influentes do pop sul-coreano. Infelizmente, o grupo encerrou suas atividades em 2017, mas algumas de suas integrantes continuam em projetos solo. Assim como F(x), o terceiro álbum de estúdio do quarteto veio antecedido de especulações sobre um possível disband. Mas as meninas surpreenderam e retornaram em formato de banda, entregando um dos exemplares mais divertidos do pop coreano e, além disso, assumindo toda a produção do álbum, com exceção do single.

O disco resgata os sintetizadores e melodias oitentistas de forma despretensiosa e brinca com gêneros típicos do momento, como a new wave, synth e o citypop. É um catálogo de faixas que carrega fórmulas e clichês sonoros dos anos 1980 e que assumem um papel quase lúdico nesse registro. Um completo exercício de como seria os grupos de K-pop se tivessem surgido naquela época. “I Feel You” é faixa que mais se aproxima dessa simulação e que abre caminho para outros ótimos momentos do disco, caso de “Rewind”, “Baby Don’t Play” e “John Doe”. Um álbum que marca a autonomia das integrantes em um cenário tão controlado pelas agências.

Goodbye 20; Lim Kim

Ano: 2013

Faixas: 14

Gênero: Pop; Pop-Rock.

Para quem ouve: Taylor Swift; Kelly Clarkson; Avril Lavigne

Não só de batidão e coreografias vive o K-pop. Lim Kim é um dos nomes que prefere transitar por composições mais melódicas, pelo menos durante seu álbum de estreia. A sul-coreana debutou em 2013 com dois EPs. No mesmo ano ela uniu os catálogos dos dois registro e adicionou composição inéditas, que deram vida a seu primeiro trabalho completo, o Goodbye 20. Com pouco mais de 56 minutos de audição, Kim mostra sua versatilidade musical, indo das baladinhas típicas do pop coreano, ao pop-rock meloso do início dos anos 2000 e até a bossa-nova.

São composições que trazem o espírito inquieto do fim da adolescência, marcado pelas confissões da transição para uma nova fase. Temas que facilmente lembram o que já foi testado por cantoras como Avril Lavigne, mas Kim adota uma postura mais contida e reflexiva. Postura facilmente identificada na melancólica “Without Knowing It All” ou em “Rain”, instante em que a sul-coreana desbrava a bossa-nova para criar uma das faixas mais interessantes do disco. Um catálogo demarcado por uma base instrumental orgânica, quase crua se comparada os grupos de K-pop, e que torna Kim até mais tangível para o público.

https://open.spotify.com/album/0roRAphiBg5ENavuhYidkD

Max & Match; LOONA/ ODD EYE CIRCLE

Ano: 2017

Faixas: 8

Gênero:Synthpop; R&B; Alternativo.

Para quem ouve: Grimes; Carly Rae Jepsen; Kim Petras

Imagine um encontro entre os sintetizadores frenéticos de Grimes e o pop chiclete de Carly Rae Jepsen? Talvez essa não seja a comparação mais exata, mas é a que mais se aproxima do som dessas meninas. LOONA/ ODD EYE CIRCLE é um sub-grupo do LOONA, que debutou em 2017 com 12 garotas. Antes disso, cada integrante lançou um single solo e também outros em pequenas formações. Sonoramente, ODD EYE CIRCLE é um dos mais interessantes, pois mergulha o ouvinte num pop mais ‘experimental’, algo muito característico do grupo como todo e se assemelha ao que já foi testado pelo F(x).

Do começo ao fim do EP, o ouvinte tem uma experiência de completa imersão, começando pela atmosfera “ADD”, faixa em que os sintetizadores despontam de forma livre, apresentando as bases que sustentam esse registro. “Sweet Crazy Love|”, single de divulgação do trabalho, já inicia de forma grande graças às cordas, que se unem às linhas da guitarra e às inserções eletrônicas. A faixa seguinte, “Uncover” , com certeza é a mais interessante do catálogo. Um dream pop marcado por sintetizadores cósmicos, que dão forma a texturas rarefeitas, mas contornadas por batidas insistentes do R&B eletrônico, gênero bastante explorado nas faixas seguintes.

Crush; 2NE1

Ano: 2014

Faixas: 10

Gênero: Pop; R&B; EDM

Para quem ouve: Rihanna; Nick Minaj; Ariana Grande

Antes do BLACKPINK dominar a Coreia do Sul e o mundo com seu pop explosivo, as meninas do 2NE1 eram as responsáveis por isso. Em grau menor de popularidade mundial, o grupo dominou por diversos anos as paradas musicais na Coreia e lançaram hits que ultrapassaram as fronteiras, como a icônica “I AM THE BEST”. Infelizmente, assim como as Wonder Girls, o grupo também já encerrou suas atividades, mas deixou um legado que dificilmente outro nome sul-coreano poderá assumir, tanto no quesito sucesso comercial como autonomia artística.

Crush é o último álbum de inéditas do quarteto e um dos registros mais amados dos fãs, e mais escutado pelos não fãs de K-pop. Ainda que não seja um trabalho inventivo e recicle parte do que já foi apresentado por elas, o disco resume o que foi o 2NE1 durante os anos de carreira. São faixas que exageram, de forma positiva, nas batidas eletrônicas, como em “COME BACK HOME” e “GOTTA BE YOU”, canções que recorrem ao Trap e as rimas; ou trazem baladinhas R&B que facilmente remetem ao Good Girl Gone Bad (2007), da Rihanna. Há espaço também para composições marcada pelo pop chiclete, como na colorida “HAPPY”.

Ouça nosso podcast sobre música:

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Música

Documentário retrata a presença de pessoas LGBT+ no cenário Heavy Metal brasileiro

O documentário apresenta uma realidade pouco conhecida e raramente abordada dentro do meio musical do Heavy Metal.

(Foto: Reprodução/ Heavy Metal Online)

No dia 28 de de junho foi comemorado o Dia do Orgulho LGBT em todo mundo, data marcada pelos 51 anos da Revolta de Stonewall, nos Estados Unidos, que se tornou um marco para a luta pelos direitos LGBT+. Apesar de o preconceito com essa parcela da população ter diminuído com o passar dos anos, infelizmente é possível encontrar cenários em que ainda há uma onda conservadora muito grande e que exclui e repudia diferentes formas de expressões humanas, sendo uma delas o cenário do Heavy Metal em todo o mundo. Pensando nisso, o site Heavy Metal Online produziu um documentário tratando da realidade de pessoas LGBT+ dentro desse cenário no Brasil.

Com a intenção de ser lançado no Dia do Orgulho LGBT, o documentário, produzido por Diego Sachi, Föxx Salema e Clinger Carlos, aborda em seus 55 minutos de duração um tema que é uma realidade, mas que sempre foi mascarado devido ao preconceito.

A presença de lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e outras expressões humanas na vertente musical e social do Heavy Metal sempre foi vista com repulsa pelos seus membros, mesmo o estilo sendo um dos que mais sofreu retaliações durante as décadas e visto com maus olhos por toda a sociedade.

A obra traz relatos dos membros LGBT+ de grupos de Heavy Metal brasileiros, como Diego Sachi, vocalista gay da banda Hazy; Föxx Salema, vocalista transexual; Vini Castelari, guitarrista gay da banda Project 46; Daísa Munhoz, vocalista bissexual da banda Vandroya, entre outros.

Eles falam sobre suas influências musicais, dificuldades que encontraram na carreira unicamente por serem LGBT+, agressões sofridas, conquistas em meio a todo esse cenário e a constante luta para se firmar em um meio completamente preconceituoso, mas que vem se moldando ao longo do tempo e abrindo espaço para a diversidade.

Em tempos de constante ataque à diversidade humana, como é visto todos os dias, trabalhos como esse documentário são super importantes para dar visão a temas pouco abordados, mas que são extremamente necessários de serem debatidos, “levando reflexão mesmo para quem não quer refletir”, como cita Carlos Clinger.

Confira o documentário completo:

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