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TV

Mark Salling, ator da série Glee, morre aos 35 anos

Corpo do ator foi encontrado nas redondezas de Los Angeles.

Foto: Richard Shotwell/Invision/AP

O ator norte americano Mark Salling, conhecido pelo seu papel como Puck, na série Glee, foi encontrado morto em um campo de beisebol, em Los Angeles. O ator tinha 35 anos. As informações são do TMZ.

O tabloide afirma que Salling teria cometido suicídio. A declaração oficial das autoridades responsáveis pelo caso ainda não foi liberada. O campo de beisebol ficava localizado perto de um riacho, em uma área de maior vegetação nas redondezas da cidade.

O TMZ afirma que o ator foi encontrado em uma árvore, enforcado. A polícia chegou até o corpo após um membro da família ter dado entrada em uma denúncia, afirmando que Salling estava desaparecido há mais de 24hrs.

No fim do ano passado, o ator se declarou culpado por posse de pornografia infantil. O caso foi iniciado em 2015, quando a polícia encontrou mais de 50 mil imagens de pornografia infantil nos computadores pessoais do ator.

Salling havia concordado em cumprir de quatro a sete anos de prisão. Ele iria receber sua sentença em março.

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Séries

Cinco anos após o término de Glee, elenco continua se envolvendo em polêmicas

Desta vez, um comportamento de Lea Michele revelado por Samatha Marie foi apontado como racismo.

Samatha Marie e Lea Michele estão no centro da discussão mais recente envolvendo o seriado. (Foto: reprodução)

Na ficção eles cantavam Don’t Stop Believin e encorajavam uns aos outros a enfrentarem seus problemas. Mas, na realidade, lidavam com aspectos negativos que geravam e continuam gerando problemas entre o elenco.

Glee, seriado de 2009, durou até o ano de 2005 e tem diversas marcas negativas em seu histórico. E não são problemas de direção, roteiro e muito menos atuação. O lado sombrio do seriado é fruto de acontecimentos dos seus bastidores.

O público e fã da série já precisou enfrentar, por exemplo, a confissão de Mark Salling, o Noah Puck, quando relatou seu envolvimento com pornografia infantil que resultou na prisão do ator. Mais tarde, aos 35 anos, Mark foi encontrado morto em sua residência, em janeiro de 2018.

Além disso, outro episódio traumático já havia acontecido em 2013, quando Cory Monteith, que interpretava Finn Hudson morreu por overdose. Na série e na vida real ele possuía um relacionamento amoroso com Lea Michele, a Rachel. A atriz ja teve seu nome mencionado pela equipe de Glee por comportamentos de alguém que se considerava superior aos demais, papel não muito diferente do desempenhado por ela nos episódios do seriado.

Um desses comportamentos veio à tona ontem (1º) e continuou ressoando hoje (2) nas redes sociais após Lea ter feito uma publicação sobre a morte de George Floyd, nos EUA em que se posicionou contra o acontecido. “George Floyd não merecia isso. Não foi um incidente isolado e isso deve acabar”, escreveu ela.

Foi, então, quando Samantha Marie, que contracenou com Lea Michele em alguns episódios de Glee, compartilhou a publicação da atriz e a acusou de ter feito de sua estreia na televisão um inferno. “Rindo muito! Você se lembra de quando fez do meu primeiro trabalho na TV um inferno? Porque eu nunca vou esquecer. Acho que você disse para todo mundo que, se tivesse a oportunidade, ‘cagaria na minha peruca’, entre outras pequenas agressões traumáticas que me fizeram me questionar sobre a carreira em Hollywood”, disse Samantha.

O comentário de Samantha foi seguido de manifestações de outros integrantes da série. Entre eles Alex Newell, Amber Riley e Dabier Snell, que apoiaram o comentário de Samantha. Até o momento, Lea não se manifestou sobre o assunto. De acordo com a revista americana Variety, a assessoria da atriz não retornou às tentativas de contato da imprensa.

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Crítica

Crítica | Em Defesa de Jacob

A minissérie de suspense foge dos padrões que o gênero possui e entrega um enredo surpreendente e cheio de reviravoltas.

Dramas familiares sempre chamam a atenção e cativam o público, principalmente aqueles que envolvem todas as esferas familiares. Entretanto, essas produções podem se tornar bem mais interessantes quando novos elementos são inseridos na narrativa, como por exemplo, um assassinato. É exatamente isso – e um pouco mais – que a minissérie ‘Em Defesa de Jacob’, a nova produção original da Apple TV+ leva ao público.

O thriller de oito episódios é dirigido por Morten Tyldum (O jogo da Imitação), ganhou uma adaptação para TV feita por Mark Bomback (Planeta dos Macacos) baseada no livro de William Landay. O enredo conta a história de Jacob (Jaeden Martell), que tem a vida virada de cabeça para baixo após ser acusado de assassinar seu colega de classe. Ao lado dele, os pais Andy Barber (Chris Evans) e Laurie Barber (Michelle Dockery) vivem dias de aflição e tentam de todas as formas provar a inocência do filho.

A série acrescenta elementos interessantes, como o jeito antissocial de Jacob, as mensagens estranhas postadas por ele em uma rede social e o fato dele ter sofrido bullying por parte do colega que morreu, forçando a teoria de que ele pode estar envolvido com o crime. Além disso, a linha cronológica da história contada em duas versões: um tempo após o desfecho do caso e outra durante a investigação, prende a atenção do público que por várias vezes se pergunta: porque Andy está sendo interrogado? Jacob foi preso? Ele é culpado pelo crime?

Chris Evans vive Andy Barber, Jaeden Martell interpreta Jacob Barber e Michelle Dockery é Laurie Barber

Até o terceiro episódio, o enredo foge um pouco do que a série quer propor ao público – a dúvida se Jacob matou não o colega – e explora o passado um tanto conturbado de Andy e a relação ambígua de Laurie com seu filho. Mas tudo isso é proposital, afinal a partir daí, a série aposta no jogo psicológico, já que a inocência de Jacob é uma dúvida não só para o júri, mas para os pais do adolescente e agora para o público.

As revelações do passado obscuro de Andy com seu pai Billy Barber (J.K Simmons), preso há mais de 20 anos por homicídio, voltam a causar dúvidas e naturalmente, a novidade ajuda a criar uma ligação homicida entre o avô e o neto. Do outro lado, a fragilidade de Laurie em relação a descoberta sobre o passado do marido traz uma mudança no relacionamento dos dois como casal e com o filho, deixando os personagens centrais instáveis. Essa aspecto ajuda reforçar no telespectador a seguinte premissa: ele é culpado pelo crime.

Uma das coisas mais bem arrojadas do roteiro é que com o passar dos episódios, a perspectiva de Andy sobre Jacob vai mudando e isso reflete diretamente na maneira como o público vê o garoto. Lembra do jogo psicológico que falei no início da crítica? Pois então. Com isso, não se torna tão cruel aceitar que os próprios pais do garoto acreditam que ele é o verdadeiro responsável pelo crime.

O mix de sentimentos que ‘Em Defesa de Jacob’ proporciona é surpreendente, assim como o desfecho da série. As reviravoltas em relação ao crime – principalmente no último episódio – a viagem da família para o México e a revelação de novo segredo por Andy fazem você literalmente voltar à estaca zero. O suspense volta à tona e te faz pensar e repensar por várias vezes o que pode estar nas entrelinhas da história e qual é a verdadeira relação de Jacob com o crime.

As atuações acertadas de Evans, Dockery e Martell deram um diferencial acertado na produção. Com interpretações intensas, em alguns pontos bem frias e duvidosas, os personagens ajudaram a criar um clima de incerteza e reflexão, abrindo espaço, talvez, para uma segunda temporada. E com isso, teremos a chance de responder algumas dúvidas que a série deixou no ar, característica digna de uma boa trama de suspense.

Em Defesa de Jacob‘ está disponível na Apple TV+ e a assinatura pode ser feita por usuários no Brasil. Veja o trailer abaixo:

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TV

Kingdom Hearts pode virar série da Disney+

O jogo une personagens conhecidos do mundo Disney com os de Final Fantasy.

Foto: Divulgação

Uma das franquias mais queridas dos fãs de video-games, Kingdom Hearts, pode ganhar uma adaptação em computação gráfica para a Disney+. A adaptação viria em formato de série e, segundo rumores, já possui o episódio piloto gravado.

Embora o site oficial da Disney não tenha confirmado ainda, os rumores cresceram após a publicação do editor-chefe do site The DisInsider, no Twitter, divulgando informações acerca do projeto. Segundo o jornalista, a série está sendo produzida e deve contar com a dublagem original dos personagens no game.

Outro jornalista que também confirmou a novidade foi Emre Kaya do The Cinema Spot. Em seu perfil no Twitter, ele revelou que a série estava sendo criada inteiramente pela Disney, mas a empresa não teve êxito e, por isso, pediram à Square-Enix para criar um piloto com o Unreal Engine.

Infelizmente, os jornalista não divulgaram se há previsão para o lançamento e nem qual história será adaptada. Contudo, essa não é a primeira vez que surgem especulações a respeito de uma possível animação de Kingdom Hearts. Em 2015, sites noticiaram que as companhias estavam planejando uma adaptação para o jogo.

Para quem não sabe, Kingdom Hearts é uma franquia de jogos que teve início no ano 2002. O RPG mistura o universo da Disney com de outra famosa franquia dos games, Final Fantasy. O mais recente jogo lançado da franquia vendeu cerca de 5 milhões de cópias em apenas uma semana e tornou-se o mais vendido do primeiro semestre de 2019.

Confira os tuítes:

“Fui marcado na postagem de Jeremy (que é verdadeira), então aqui está o que sei:
– Kingdom Hearts será uma série do Disney+, não um filme.
– Será animada (Computação Gráfica)
– Dubladores da Disney devem reprisar seus papeis (Jim Cummings, Bill Farmer, Tony Anselmo)”
“Tinha pensado publicar isto como um artigo exclusivo, mas aparentemente há mais outras pessoas a ter conhecimento por isso vou apenas ‘tweetar’ sobre isso”, excreveu Kaya. “Há uma série de ‘Kingdom Hearts’ a ser desenvolvida para o Disney+. Originalmente a Disney tentou fazê-lo mas não resultou, por isso pediram à Square-Enix para criar um piloto com o Unreal Engine. Provavelmente esta série não será em ‘live-action’ mas animada. Estão atualmente a escolher o elenco”

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