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Séries

Listamos todas as adaptações de sagas fantásticas em curso

Um apanhado do “efeito Game of Thrones”!

Atualizado em 22 de Março de 2019

A TV até demorou, mas agora se agarrou com a fantasia e com o fantástico de vez. Em curso, “apenas” doze quinze dezesseis (e contando…) adaptações de sagas e romances famosos de Fantasia, Fantástica, Realismo Fantástico e Sci-Fantasy (obras que dissolvem as fronteiras dos dois gêneros) para serviços de streaming e emissoras de TV à cabo, nos Estados Unidos e no Reino Unido.

As séries, nos mais variados estágios de produção, prometem ser um novo marco televisivo, e uma nova era de ouro da fantasia moderna. Tudo isso, claro, começou, por assim dizer, com o sucesso de Senhor dos Anéis no cinema, que levou à adaptações de sagas no formato filme durante toda a primeira década do século XXI. Mais tarde, em 2011, a HBO arrebatou multidões com sua adaptação das Crônicas de Gelo e Fogo, de George R.R. Martin, o fenômeno Game of Thrones, talvez a primeira vez em que uma série de TV virou também um evento mundial, simultâneo e coletivo.

É esse fenômeno GoT, aliás, a razão desse boom e a HBO não ficou só olhando enquanto as concorrentes angariavam um Game of Thrones para chamar de seu. Em parceria com a BBC, gigante britânica, a emissora da Warner será a casa de His Dark Materials, além, é claro, de uma/várias prequel de GoT.

Na ponta da baia está a empresa de Jeff Bezos. A Amazon Studios e a Amazon Prime estão produzindo a série de TV de O Senhor dos Anéis e de mais um épico, A Roda do Tempo, um pouco menos conhecido no Brasil, mas não menos épico.

O Volts aproveitou o anúncio da adaptação de Nárnia pela Netflix para fazer um apanhado de todas as séries (e um filme) que adaptarão sagas de fantasia em breve.

O Senhor dos Anéis – Amazon (J.R.R. Tolkien)

Ainda sem um roteiro definido, ou pelo menos noticiado, a série promete ser a mais cara da história da TV até agora, honrando o legado da mais importante obra da fantasia épica moderna.

Nada menos que uma negociação de US$ 250 milhões entre o espólio de Tolkien, a New Line Cinema, a HarperCollins e a Amazon tirou da Warner os direitos de explorar o legado de Tolkien. Somam-se ainda US$ 1 bilhão que serão investidos na produção.

Especula-se que seja levado para a tv as aventuras do jovem Aragorn, um ranger exilado que se tornaria o rei coroado dos tronos de Arnor e Gondor.

UPDATE: nos últimos dias a Amazon vem insinuando que a série se passará na Segunda Era, focando na ascensão e queda dos homens de Númenor e na forja dos Anéis de Poder e do Um Anel por Sauron, novo Senhor do Escuro.

A Longa Noite – Spinoff Game of Thrones (George R.R. Martin) – HBO

A nova série do Mundo de Gelo e Fogo ainda não tem nome oficial, mas se passará milhares de anos antes de Game of Thrones, dando vida ao que que sucedeu entre a Era dos Heróis e A Longa Noite.

A nova série contaria os “mistérios do Leste”, o que pode ser entendido como Valyria, a terra de onde os Targaryen surgiram. A HBO mencionou ainda que serão mostrados os “Starks lendários”, o que é diretamente associado à Bran, o Construtor, o responsável por nada menos que o maior empreendimento arquitetônico dos Sete Reinos: a Muralha.

A nova trama focará na “verdadeira origem” dos White Walkers, o que poderá confirmar a teoria de que o Rei da Noite é um Stark, tanto no livro quanto na série original.

As Fronteiras do Universo – BBC/HBO (Philip Pullman)

Com supervisão de Pullman, a Bad Wolf e a New Line estão produzindo uma minissérie em oito episódios das Fronteiras do Universo para a BBC. Este será o primeiro produto da New Line, que pertence à Warner Bros e é a produtora de tudo de Senhor dos Anéis, na terra da Rainha.

O roteiro será de Jack Thorne, autor da peça “Harry Potter and the Cursed Child”. Os dois primeiros episódios serão dirigidos por Tom Hopper, vencedor do Oscar de Melhor Diretor por “O Discurso do Rei”, em 2011.

A minissérie ainda não tem data de estreia.

His Dark Materials estreia ainda em 2019.

As Crônicas do Matador do Rei – Showtime (Patrick Ruthfoss)

Ainda não está claro quais personagens da saga de Patrick Rothfuss (ainda não finalizada) serão levados para a TV. De acordo com o comunicado à imprensa, a série deverá se passar uma geração antes do primeiro livro, “O Nome do Vento”.

Envolvidos na produção estão o escritor de jogos de RPG John Rogers (aka o cara que escreve Dungeons and Dragons), como showrunner, e produção executiva de Lin-Manuel Miranda e do próprio Rothfuss. Miranda contribuirá também como compositor da trilha sonora da saga.

A Roda do Tempo – Amazon (Robert Jordan, Brandon Sanderson)

A Roda do Tempo já vendeu mais de 90 milhões de cópias no mundo todo. Na trama, um mundo onde mágica existe, mas pode ser usada penas por mulheres. Acompanhamos Moiriane, uma membro da misteriosa organização feminina ‘Aes Sedai’ enquanto ela embarca em viagens perigosas por toda a terra com mais cinco homens e mulheres.

Moiraine acredita que um dos membros de sua companhia é a reincarnação de um lendário indivíduo, cuja profecia fala em destruir ou salvar a humanidade.

A Roda do Tempo tem influências da cultura e filosofia da Ásia, com foco na natureza cíclica da vida e do tempo encontradas no Budismo e Hinduismo, mesclado coma tradição dos épicos europeus.

A saga foi iniciada por Robert Brandon em 1995, mas ele veio a falecer antes de completar a obra, o que ficou à cargo de Brandon Sanderson, outro prolífico escritor de fantasia.

A Quinta Estação – TNT (N.K. Jemisin)

N.K. Jemisin é a única pessoa na história do Hugo Awards, a mais prestigiada premiação da ficção científca a ganhar o prêmio de Melhor Romance por três anos consecutivos e pela mesma saga: The Broken Earth Trilogy. É também uma das mais simbólicas expoentes da nova leva de escritores levando o afrofuturismo ao mainsteam.

A adaptação da trilogia, levando o nome do primeiro volume, The Fifth Season (A Quinta Estação) será levada para o TNT, com roteiro de Leigh Dana Jackson (24: Legacy, Sleepy Hollow), e terá Dan Friedkin, Tim Kring e Justin Levy, da Imperative Entertainment, como produtores executivos.

Uma saga epica em uma Terra no futuro distante, os romances se passam em uma nova pangeia onde pessoas conhecidas como orogenes são temidas e necessárias à vida quando o continente entra em convulsão em uma série de cataclismas conhecida como Quinta Estação.

A trama do primeiro livro segue três mulheres, em fases diferentes da vida. A jovem Damaya, treinada para servir como orogene do Império; Syenite, uma ambiciosa jovem que tem de procriar com seu mentor amargurado e extremamente podesoro; e Essun, uma mãe de família de meia idade que sai em busca da filha sequestrada pelo pai, um homem desequilibrado pelo medo que matou o bebê do casal, poucas horas depois de uma fenda na superfície da terra iniciar a mais pesada Quinta Estação já vista.

Good Omens – Amazon/BBC (Neil Gaiman, Terry Prachett)

Escrito por Gaiman e Pratchett em 1990, “Good Omens: The Nice and Accurate Prophecies of Agnes Nutter, Witch” (Belas Maldições) é um romance de fantasia e aventura, com humor negro, que conta como um anjo e um demônio incompetentes perdem de vista o pequeno Anticristo.

Os britânicos David Tennant e Michel Sheen viverão a dupla de protagonistas, o demônio Crowley e o anjo Aziraphale, respectivamente.

A minisérie terá seis episódios, com duração de uma hora cada, produzidos pela Amazon Studios com a BBC. Good Omens chega primeiro na Amazon em 31 de Maio.

Who Fears Death – HBO (Nnedi Okorafor)

Um dos romances mais simbólicos da nova geração de afrofuturismo, Who Fears Death, de Nnedi Okorafor, foi submetido à HBO por minguém menos que George R.R. Martin (escritor das Crônicas de Gelo e Fogo) e Michael Lombardo (ex-executivo da HBO).

Com roteiro de Selwyn Seyfu Hinds, a história conta a jornada de amadurecimento de Onyesowu em uma África pós-apocalíptica. Pária entre as pessoas de sua vila, Onyesowu possui poderes mágicos e precisa derrotar o pai biológio, um feiticeiro guerreiro que estuprou sua mãe.

A adaptação de Who Fears Death faz parte do acordo de Martin com a HBO para múltiplos projetos, como o spinoff A Longa Noite.

O romance foi publicado em 2010 pela DAW, uma subsidiária da Penguin Books e recebeu o World Fantasy Awards por Melhor Romance, e o Carls Brandon Kindred Award de 2010 por “trabalho de destaque em ficção expeculativa que lida com raca e etnicidade”. Okorafor publicou, desde então, uma prequel no mesmo univero, The Book of Phoenix.

As Crônicas de Nárnia – Netflix (C.S Lewis)

As Crônicas de Nárnia, obra-prima do britânico C.S Lewis, será adaptada em série de TV e e filmes na gigante do streaming.

Publicados na década de 1950, os sete volumes das Crônicas contam as aventuras de crianças humanas sendo transportadas para uma terra fantástica onde encontram perigos e a ajuda do Leão Aslan, uma referência à Jesus Cristo.

A série e os filmes serão desenvolvidos pela própria Netflix, com Mark Gordon da Entertainment One (eOne) e Douglas Gresham e Vincent Sieber como produtores executivos.

Ciclo Terramar – Ainda sem distribuidora (Ursula K. Le Guin)

Jeniffer Fox, diretora de The Tale, conseguiu autorização da própria Ursula Le Guin, que deixou este mundo em janeiro deste ano, de transformar sua série de fantasia infanta-juvenil em uma série de filmes.

Apesar de não ser uma adaptação para a TV, a obra de Le Guin não poderia ficar de fora da lista. A escritora desafiou a ficção científica e fansia em dezenas de romances, tratando de temas como sexualidade e amor em pessoas não binárias ainda nos anos 1980.

Terramar, como a série de livros é conhecida no Brasil, foi introduzida por Le Guin ainda em 1960 com O Feiticeiro de Terramar, e conta com cinco romances e mais alguns contos no mundo de Terramar, um lugar fictício onde o mundo é composto de centenas de ilhas e a magia é ensinada em escolas.

O protagonista do primeiro livro é um menino negro, o que causou reações na época, com um mercado acostumado com fantasia caucasiana. Anos depois, a multipremiada escritora declarou ter se arrependido um pouco do caráter estritamente masculino das escolas de magos em seus livros, mas que tinha orgulho do mundo que construiu.

Theo Downes-Le Guin, filho da escritora, estará na produção como produtor executivo.

Drácula – BBC e Netflix (Bram Stoker)

Steven Moffat e Mar Gatiss, a dupla criativa de roteiristas e showrunners por trás do brilhante Sherlok da BBC, entre outras, agora está trabalhando em mais um ícone da literatura britânica para ser adaptado em série de TV: Dracula.

NãoSegundo informações, a série não tentará modernizar o vampiro, se passando mesmo em 1897 quando um “conde bebedor de  sangue da Transilvânia fixa residência em Londres”. O sangue, então, não tem nada de fresco à primeira vista em se tratando da milésima adaptação de um romance com 121 anos de história.

Segundo a Variety, Dracula herdará do detetive o formato de minissérie com temporadas curtas e episódios longos. A série será distribuída mundialmente pela Netflix.

Universo Roald Dahl – Netflix (Roald Dahl)


A Netflix anunciou hoje que está preparando uma nova franquia com produtos, séries animadas e especiais, baseados nas obras do escritor galês Roald Dahl.

O acordo entre a Netflix e a The Roald Dahl Story Company inclui os seguintes títulos: A Fantástica Fábrica de ChocolateMatildaO Bom Gigante AmigoOs PestesCharlie e o Grande Elevador de VidroO Remédio Maravilhoso de JorgeBoy – Tales of ChildhoodGoing SoloO Crocodilo EnormeA Girafa, o Pelicano e EuHenry SugarOs MinpinsO Dedo MágicoEsio TrotDirty Beasts e Rhyme Stew.

Em entrevista à Variety, Melissa Cobb, chefe de ‘conteúdo familiar’ da Netflix, contou que as animações serão parecidas com as ilustrações do próprio Dahl, falecido em 1990, e que serão interconectadas, criando um universo como tantos outros já explorados em Hollywood.

Cem Anos de Solidão – Netflix (García Márquez)

Aqui pedimos licença aos acadêmicos para colocar o prestigioso mundo do Realismo Fantástico da América Latina no mesmo balaio que os menos prestigiosos romances fantásticos e de fantasia anglófonos, já que a Netflix conseguiu os direitos de adaptação de Cem Anos de Solidão, de Gabriel García Márquez.

O feio não é pequeno, há anos a obra máxima de Marquez vinha sendo cortejada pelas mais diversas produtoras, encontrando sempre o não dos herdeiros do colombiano. Mas não foi sem exigências: Cem anos será toda em espanhol, uma exigência feita por García Márquez ainda em vida.

O sim veio depois do sucesso de Roma, do latino Alfonso Cuáron, e também de Narcos, ambos em espanhol e sucesso de público e crítica na casa de streaming; e não antes da morte de Márquez, em abril de 2014, já que ele duvidada fortemente que seu livro pudesse ser adaptado.

Cem Anos de Solidão, ou melhor, Cien Anos de Soledad, contará com Rodrigo e Gonzalo García como produtores executivos.

The Witcher – Netflix (Andrzej Sapkowski)

A saga de caçadores de monstros do polonês Andrzej Sapkowski já foi adaptada para videogame e está em vias de adaptação para a Netflix como seriado, estrelando Henry Cavill no papel de Geralt Rivia.

Ao todo são oito romances e contos publicados e a série deve estrear na ainda este ano.

Throne of Glass – Hulu (Sarah J. Mass)

A série mais famosa de fantasia para jovens adultos na última década, Throne of Glass, está sendo desenvolvida como seriado de TV no Hulu.

Os seis volumes escritos por Sarah J. Mass serão levados para a tv sob o nome do primeiro livro, Queen of Shadows.

The Black Company – Sem distribuidora (Glen Cook)

A saga em 10 volumes da companhia de exímios mercenários enrolados nas contendas de forças mágicas escrita por Glen Cook será adaptada para a TV em uma parceria entre as produtoras Boston Diva Productions, de Eliza Dusky, e Phantom Four, de David Goyer (O Homem de Aço, Batman: Cavaleiro das Trevas).

Dusky estrelará a produção como The Lady, a senhora do Império do Norte que usa a Companhia Negra para entender seu poder.

The Watch – BBC (Terry Pratchett)

A BBC America será a emissora oficial de The Watch, série baseada na série Discworld do saudoso escritor Sir Terry Practchett.

Serão oito episódios que estão sendo desenvolvidos desde março deste ano. A emissora americana, parte da gigante estatal britânica, descreve a série como um “thriller punk rock”.

Na trama, os desajustados policiais da Guarda da Cidade de Discworld tem de salvar a cidade da ruína trazida pela falta de lei normalizada no passado e no futuro enquanto seguem em uma perigosa jornada.

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FX divulga trailer da nova temporada de ‘Pose”

O FX divulgou nesta tarde o trailer da segunda temporada de “Pose”, de série de Rhyan Murphy. Os novos episódios levarão a história para 1990, quando a House of Evangelista precisa reavaliar sua posição no mundo LGBT após se tornar parte da cultura mainstream.

Pose é estrelada por Evan Peters, Kate Mara, James Van Der Beek e volta no dia 11 de junho.

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Séries

Recap | The Handmaid’s Tale – Watch Out (3×03)

A Resistência ganha novas Marthas

Dos três episódios já liberados da nova temporada de The Handmaid’s Tale, Watch Out, o terceiro, é o mais calmo, mas nem por isso menos importante. A Resistência ganha novas Marthas e Serena umas verdades despejadas na cara.

June mais uma vez explica, em voiceover, como Gilead é baseada em mentiras. Ela observa várias Marthas enforcadas e fala sobre como elas foram mortas sob acusação de heresia, e não de participar da Resistência porque o Estado não reconhece haver um levante secreto.

Na casa, Lawrence está agitado e vingativo com June, Beth e a nova Martha, Sierra. Ninguém sabe que fim levou Cora. Ficamos sabendo o quão alto é Joseph na escala de poder; se alguém precisa falar com ele tem que dirigir até sua casa, porque Comandante Joseph não se digna a sair do conforto do lar para atender às demandas dos colegas.

Fred aparece para a reunião do clube do bolinha e June aproveita pra perguntar a ele como sobreviver a Lawrence. Ela diz ainda que sabe que está viva porque Fred foi misericordioso com ela. Uma bela puxação de saco, Fred só não deu June para ser executada porque iria junto. Ele avisa que Lawrence é um sobrevivente e não gosta de se sentir enfadado de maneira nenhuma. Durante a reunião, Joseph humilha June a colocando como exposição ao servir o vinho pros comandantes e ter de pegar um livro na estante sem poder ler.

Serena está na casa da mãe, dando um tempo de Fred. Descobrimos qual a cor da roupa para as s viúvas em Gilead, preto. A matriarca dos Joy não apenas força Serena a atender à uma reunião de oração com pessoas que não conhece, como conta a essas pessoas todo o drama da filha. Eles a chamam de Serena Joy, um nome que destoa completamente do estado de espírito da dona, nem serena e muito menos alegre.

Enquanto Serena se sente presa e humilhada na casa da mãe, Fred está em um hotel ensaiando com uma prostituta o que dirá para reaver a esposa. Mais tarde ele vai até a praia defronte a casa da sogra enquanto Serena sai do mar.

June tenta “seduzir” Lawrence para se aproximar dele, mas ele recusa e questiona se isso tinha servido com Fred. Na discussão, Lawrence fala que ajudou Emily porque ela era inteligente e o mundo precisaria dela fora, que não faria o mesmo por June porque faltaria na aia o quinhão de cérebro, o mesmo que ele pensa de Fred. O rebate de June vem quando ela lembra que ele, Lawrence, é um medíocre.

O comandante leva a aia até o centro de detenção provisória, onde diz que tem cinco vagas de Marthas abertas e que June deve escolher entre aquelas centenas de mulheres, quais ocuparão os postos. June diz que não vai fazer isso, que é culpa de Gilead e de Joseph elas serem mortas nas Colônias, mas ele responde que ela será a responsável pela morte das cinco que poderia escolher, que isso tudo é apenas uma questão técnica inútil. O pior aqui é que ele está certo.

Antes, a mãe de Serena joga na cara da filha que ela não é mais nada no mundo sem Fred e que sempre foi uma mimada que queria tudo do seu jeito. É culpa da minada Serena Gilead existir, uma pessoa tão obcecada em ter um filho que fez um inferno na terra e condenou milhares.

Nick, agora Comandante Nick, volta na casa de Lawrence pra se despedir de June. Ela está com raiva por ele ter subido de rank no sistema opressor, mas ele lhe diz que vai para o front. Depois de se estranhar eles fazem as pazes no quarto de June que agora tem até chave.

No dia seguinte, Serena vai até June reminescer sobre a bebê Nicole e diz que não é mãe da menina, mas a aia aponta que só uma mãe faria o que ela fez em libertar a filha. June pede que Serena pense em todas as mães que tiveram os filhos arrancados dos braços por culpa de Gilead.  

June entrega os nomes das cinco mulheres a serem salvas como Marthas. Cinco novos reforços para a Resistência, como explica para Beth depois. A aia deixa um aviso em oração para a mãe: as mulheres estão observando e quando os homens de Gilead menos esperarem elas serão seu pior pesadelo. Essa não é a sociedade feminina que a mãe de June queria, mas é o que se pode fazer.

Watch Out teve direção de Amma Asante sobre o roteiro de Yahlin Chang. The Handmaid’s Tale volta na próxima quarta-feira, 12 de junho, com o quarto episódio.

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Deadly Class é cancelada após a 1ª temporada

Série possui apenas 10 episódios.


Deadly Class, série original Syfy que era produzida pelos irmãos Russo, foi cancelada após a sua primeira temporada. No Brasil série faz parte do catálogo da Globoplay, que havia investido pesado na divulgação da série.

Devido a baixa audiência da série o canal Syfy decidiu cancelar Deadly Class. Mas para a alegria dos fãs, a Universal Content Productions e Sony Television que são as empresas produtoras da série já estão procurando uma novo lar para Deadly Class.

A trama conta a história do cotidiano dos alunos de uma escola de assassinos, a King’s Dominion. As aulas ensinam desde como envenenar uma pessoa a como atacar alguém de surpresa. No elenco temos Lana Condor, Maria Gabriela de Faria, Benedict Wong.

Pelo Instagram, a atriz Maria Gabriela de Faria fez uma publicação agradecendo todo o apoio do público, com ela e com a série, e começou uma companha com a hashtag #savedeadlyclass. Os fãs já se prontificaram e já estão postando para que alguma emissora possa ”adotar” a série.

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