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Lista de 5 | Livros nacionais contemporâneos incríveis para conhecer no Dia da Literatura Nacional

Nem só de livros clássicos sobrevive a Literatura Nacional, por isso selecionamos algumas histórias contemporâneas maravilhosas dos últimos 15 anos para você conhecer.

(Foto: Reprodução/ Brasil de Fato)

Hoje, dia 01 de maio, é comemorado o Dia da Literatura Nacional e, com toda certeza, um dos maiores patrimônios nacionais é a nossa vasta literatura. Reconhecidos mundialmente, os autores brasileiros são referência em todas as áreas, desde a literatura Clássica, com nomes como Machado de Assis e José de Alencar, até a literatura acadêmica, com o inigualável Paulo Freire.

Nosso País já passou por vários momentos marcados pela escolas literárias desde a colonização portuguesa, iniciando com o Quinhentismo e a famosa carta de Pero Vaz de Caminha, passando por grandes momentos como o Romantismo, Realismo e Modernismo, até chegar ao que é definido por muitos autores como a Contemporaneidade, tendo como marco o Tropicalismo nos anos 60 e durando até hoje.

Por isso, fizemos uma seleção com alguns livros nacionais maravilhosos da atualidade que merecem toda atenção pela sua qualidade e por seus autores. Passando por vários estilos, as obras vão agradar desde os fãs de uma história focada em fatos reais até os grandes épicos da Fantasia. Confira:

Os Quase Completos (Felippe Barbosa)

(Foto: Reprodução)

Sinopse: “O Quase Doutor é um renomado cardiologista que passa os dias em um hospital, mas no fundo é um artista frustrado. A Quase Viúva é uma professora que está de licença do trabalho para ficar com o noivo, em coma após um grave acidente. O Quase Repórter é um jornalista decepcionado com a profissão que sofre há mais de um ano pelo suicídio da esposa. A princípio, a única coisa que essas pessoas têm em comum é a sensação de incompletude e de desilusão com a vida.   

Até que, um dia, o Quase Doutor é persuadido por um velho desconhecido a embarcar com ele em um ônibus rumo a uma jornada para se reconciliar com seu passado. Enquanto isso, eventos misteriosos levam a Quase Viúva a suspeitar que alguém dentro do hospital quer matar seu noivo e uma pesquisa minuciosa do Quase Repórter revela que sua esposa pode ter sido assassinada.”

O livro foi ganhador do Prêmio Pólen de Literatura de 2017 e publicado no ano seguinte pela editora Arqueiro. Esse, com certeza, foi uma das minhas maiores surpresas dos últimos anos e acabou se tornando um dos meus livros favoritos da vida (talvez o favorito). Apesar dos seus 22 anos quando lançou o livro, Felippe Barbosa construiu uma história incrível, original e surpreendente, repleta de reflexões maravilhosas sobre a vida, ao mesmo tempo em que mescla gêneros como realismo fantástico, suspense e fantasia.

O autor também participa dos canais Toga Voadora e Felippe Barbosa, no Youtube.

Ordem Vermelha: Filhos da Degradação (Felipe Castilho)

(Foto: Reprodução)

Sinopse: “Você destruiria seu mundo em nome da verdade?

A última região habitada do mundo, Untherak, é povoada por humanos, anões e gigantes, sinfos, kaorshs e gnolls. Nela, a deusa una reina soberana, lembrando a todos a missão maior de suas vidas: servir a ela sem questionamentos. No entanto, um pequeno grupo de rebeldes, liderado por uma figura misteriosa, está disposto a tudo para tirá-la do trono.

com essa fagulha de esperança, mais indivíduos se unem à causa e mostram a una que seus dias talvez estejam contados. Um grupo instável e heterogêneo que precisará resolver suas diferenças a fim não só de desvendar os segredos de untherak, mas também enfrentar seu mais terrível guardião, o general proghon, e preparar-se para a possibilidade de um futuro totalmente desconhecido. Se uma deusa cai, o que vem depois?”

Lançado em 2017 em conjunto com o site Omelete e a CCXP, Filhos da Degradação, primeiro livro da saga Ordem Vermelha, é uma história incrível que traz elementos já conhecidos das histórias fantásticas estrangeiras, mas que se juntam com elementos nacionais para criar um mundo totalmente diferente e feito por um autor brasileiro! Vale muito a pena.

O Filho Eterno (Cristóvão Tezza)

(Foto: Reprodução)

Sinopse: “Na sala de espera, entre um cigarro e outro, o protagonista está prestes a ter seu primeiro filho. Ao ver o médico, ele pergunta se está tudo bem, mas não tem dúvidas da resposta positiva. Em sua cabeça, já imagina o filho com cinco anos, a cara dele.

Enquanto ainda tenta se acostumar com a novidade de ter se tornado pai, ele tem que se habituar com outra ideia – seria pai de uma criança com síndrome de Down. A notícia o desnorteia e provoca uma enxurrada de emoções contraditórias. O protagonista se mostra inseguro, medroso e envergonhado com a situação, mas aos poucos enfrenta a situação e passa a conviver amorosamente com o menino.

Escrito por um dos autores nacionais mais consagrados da contemporaneidade, Cristóvão Tezza traz nesse livro um relato quase autobiográfico da sua vida, expondo as dificuldades e maravilhas de criar um filho com Síndrome de Down, ao mesmo tempo em que reflete sobre sua própria vida ao longo dos anos. O livro é emocionante e possui uma adaptação para o cinema lançada em 2016.

Holocausto Brasileiro (Daniela Arbex)

(Foto: Reprodução)

Sinopse: “Em reportagem consagrada, Daniela Arbex entrevistou ex-funcionários e sobreviventes para resgatar de maneira detalhada e emocionante as histórias de quem viveu de perto o horror perpetrado no Centro Hospitalar Psiquiátrico de Barbacena, conhecido apenas por Colônia, onde ocorreu uma das maiores barbáries da história do Brasil.

O centro recebia diariamente, além de pacientes com diagnóstico de doença mental, homossexuais, prostitutas, epiléticos, mães solteiras, meninas problemáticas, mulheres engravidadas pelos patrões, moças que haviam perdido a virgindade antes do casamento, mendigos, alcoólatras, melancólicos, tímidos e todo tipo de gente considerada fora dos padrões sociais.

Essas pessoas foram maltratadas e mortas com o consentimento do Estado, médicos, funcionários e sociedade. Apesar das denúncias feitas a partir da década de 1960, mais de 60 mil internos morreram e um número incontável de vidas foi marcado de maneira irreversível.”

Escrito pela jornalista Daniela Arbex, o livro-reportagem é pesado, mas ao mesmo tempo leve em sua leitura. A história emociona ao mesmo tempo em que revolta pela crueldade cometida contra aquelas pessoas durante décadas, trazendo relatos escritos e fotográficos das vítimas e de pessoas próximas de uma forma emocionante. Em 2016, a HBO produziu um documentário baseado no livro, disponível no Youtube.

Jantar Secreto (Raphael Montes)

(Foto: Reprodução)

Sinopse: “Um grupo de jovens deixa uma pequena cidade no Paraná para viver no Rio de Janeiro. Eles alugam um apartamento em Copacabana e fazem o possível para pagar a faculdade e manter vivos seus sonhos de sucesso na capital fluminense. Mas o dinheiro está curto e o aluguel está vencido. Para sair do buraco e manter o apartamento, os amigos adotam uma estratégia heterodoxa: arrecadar fundos por meio de jantares secretos, divulgados pela internet para uma clientela exclusiva da elite carioca. A partir daí, eles se envolvem em uma espiral de crimes, descobrem uma rede de contrabando de corpos, matadouros clandestinos e grã-finos excêntricos, e levam ao limite uma índole perversa que jamais imaginaram existir em cada um deles.”

Raphael Montes com certeza é um dos principais nomes atuais da literatura nacional. Entre seus vários livros incríveis, Jantar Secreto se destaca como o mais original e denso. A história pode embrulhar o estômago dos mais sensíveis, mas ao final vale muito a pena a experiência com a leitura. Em 2018, durante a CCXP, foi anunciado que uma adaptação para o cinema seria produzida.

E para aqueles que amam Literatura, independente da nacionalidade e gênero, temos nossas discussões sobre esse universo maravilhoso no nosso podcast mensal Literapop. Confere lá!

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Dia do orgulho nerd | 15 coisas que todo nerd já fez ou precisa fazer algum dia

De esperar ansiosamente pelo lançamento de um filme, HQ ou jogo, até fazer tatuagens em homenagens a personagens preferidos, todo nerd já fez ou deve fazer alguma dessas coisas.

(Foto: Reprodução/ Blog da Intelbras)

Hoje, dia 25 de maio, é comemorado o Dia do Orgulho Nerd/ Dia da Toalha em todo o mundo. Apesar da comemoração dupla, que possui dois significados um pouco distintos, mas que refletem o mesmo sentimento, o importante é que a data é uma homenagem a todos aqueles que um dia foram julgados por passar horas vidrados em um jogo, colecionando cartas, criando teorias, jogando RPG com os amigos, vestindo-se como seus personagens favoritos, entre várias outras coisas.

Mesmo que, atualmente, a definição do que é ser nerd tenha caído no gosto popular, tornando-se um foco em todas as áreas, tanto culturais como econômicas (principalmente), ser nerd é muito mais do que o esteriótipo que veio sendo propagado com os anos. Por isso, hoje trouxemos uma lista do que todo mundo que se identifica como nerd ou apenas está envolto nesse mundo PRECISA fazer e, se já fez alguma delas, PRECISA experimentar as outras!

  1. Esperar as cenas pós-crédito
Algumas cenas pós-crédito dos filmes da Marvel (Foto: Reprodução/ Tropa da Dercy)

Cenas pós-crédito nunca foram tão populares para aqueles que estão grudados nos cinemas quanto na última década. O recurso de dar pistas sobre o próximo filme da franquia ou apenas fazer alguma piadinha final com as cenas após o fim do longa é algo que já havia sido feito há muito tempo, como em Curtindo a Vida Adoidado, em que Ferris Bueller aparece de roupão falando com o público. No entanto, foi com a Marvel Studios que a prática de inserir essas cenas foi retomada com força e caiu no gosto do público. Pode ter certeza: sempre vai haver várias pessoas ao fim dos filmes da Marvel esperando as cenas pós-crédito.

2. Usar a paixão nerd no TCC

Não importa o curso de graduação que você faça, sempre vai ter como encaixar aquela sua paixão da cultura pop no seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). Não tem nada melhor do que fazer com que a fase mais difícil de todo universitário se torne algo extremamente prazeroso quando se estuda cientificamente aquilo que se ama.

3. Fazer um DIY com alguma referência à cultura pop

Quando o amor por aquele filme, série, jogo, quadrinho ou livro ultrapassa as barreiras do ficcional, a gente sempre quer ter algo físico para sentir aquela história mais próxima. Uma das alternativas para isso é seguir os DIY (Do It Yourself ou Faça Você Mesmo) que estão espalhados pela internet, que são tutoriais detalhados para confeccionar seja lá o que for de maneira bem simples (às vezes nem tanto). Vale muito a pena!

4. Saber idiomas ficcionais

Idioma fictício utilizado em O Senhor dos Anéis (Foto: Reprodução)

As histórias do mundo nerd, principalmente aquelas ambientadas em mundos fantásticos, geralmente medievais, quase sempre possuem um idioma próprio do povo retratado naquele local. É uma forma incrivelmente elaborada de dar mais vida àquele universo e que gera a curiosidade e admiração dos fãs, que sempre tentam aprender alguma frase naquela língua. A exemplo disso, temos o clássico Klingon, da saga Star Trek; o Dothraki, de Game of Thrones; o Quenya e Sindarin, de Senhor dos Anéis e até o Na’Vi, linguagem utilizada pelos nativos de Pandora, no filme Avatar. O amor é tão grande por esses idiomas que possuem institutos, cursos e até faculdades especializadas em Klingon e Quenya.

5. Colecionar action figures

O que um dia foi considerado brincadeira de criança, hoje movimenta um mercado milionário com a venda de action figures, que são peças minimalistas de personagens da cultura pop em poses e movimentos clássicos. As peças variam muito de preço, chegando a custar milhares de reais! Outro item que também tem relação a colecionáveis do tipo é o Funko, que se tornou uma febre no mundo todo e que possui versões de todos os tipos, desde personagens fictícios até pessoas reais. Não é brinquedo não!

6. Escolher #TeamCapitão ou #TeamStark

(Foto: Reprodução)

Nem a batalha épica travada entre biscoito ou bolacha gerou tantas revoltas e posicionamentos diferentes. O embate entre Capitão América e Homem de Ferro nas HQs e filme de Guerra Civil com certeza é uma das lutas que mais dividiu os fãs da cultura nerd.

7. Fazer cosplay

Outra atividade que vem arrastando uma legião de fãs, mas que ainda tem uma visão um pouco atrasada por algumas pessoas, é o cosplay, que é quando você se fantasia daquele personagem preferido porque o amor é tanto que a vontade de dar vida a ele é maior. A prática é muito comum em eventos de cultura nerd e tem se tornado um grande nicho do mercado.

8. Ir a um evento de cultura pop

Cosplayers que foram atrações do OnPix 2019 (Foto: Reprodução/ OnPix)

As convenções de cultura pop se tornaram outro grande marco no calendário anual de todo nerd. Esse é o momento em que os fãs de todos os tipos, seja dos games, de séries, de livros, de cultura oriental, de filmes e de outras centenas de vertentes da cultura pop se reúnem para celebrar o amor por esse universo tão rico. Aqui em São Luís tivemos o nosso OnPix, que reuniu toda essa galera em um evento super legal no ano passado.

9. Platinar um jogo

Fã que é fã dos games nunca se contenta em apenas passar das fases principais dos jogos e chegar ao fim deles sem ganhar todos os troféus, né? Por isso platinar qualquer game é um desafio muito bom, às vezes eternamente cansativo, para explorar tudo o que aquela história proporciona, além de ter o prazer de ter aquele troféu principal na lista de platinas.

10. Chorar com a morte de um personagem

Quem nunca chorou ou ficou emocionado com a morte daquele personagem em uma história? Seja em um livro, HQ, jogo ou filme, as mortes de personagem queridos sempre são dramáticas e cheias de emoção.

11. Fazer uma tattoo nerd

(Foto: Reprodução)

Quando o amor por uma história é tanto e traz tanto significado para uma pessoa, uma das práticas mais comuns é fazer uma tatuagem em homenagem e gravar na pele toda a emoção que aquele personagem ou frase passam. Existem milhões de possibilidades de tatuagens do mundo nerd, basta escolher aquela com quem mais se identifica. No Brasil há até estúdios e tatuadores especializados nesse tipo de trabalho.

12. Assistir a O Mágico de Oz com a trilha de Pink Floyd

Reza a lenda que, se você colocar o disco Darkside of The Moon, do Pink Floyd, ao mesmo tempo em que inicia o filme O Mágico de Oz, a letra das músicas coincidem com os acontecimentos do filme. E isso é uma teoria já comprovada por muita gente, que testou e deu realmente certo. No Youtube tem várias versões disponíveis.

13. Acompanhar e-Sports

Essa é mais uma demonstração de que o mundo nerd hoje em dia se tornou o foco em muitas áreas. Basta olhar para os e-Sports, ou jogos eletrônicos, que se tornaram investimentos milionários e que até passaram a ser transmitidos por canais de esportes tradicionais. Apesar de ainda haver muito preconceito por não ser considerado um ”esporte de verdade”, é incrível poder acompanhar as competições de jogos que amamos. Por exemplo, temos campeonatos mundias de jogos como League of Legends, Counter Strike e até de jogos mobile, como Free Fire.

14. Gostar de Física mesmo depois da escola

Uma das atividades mais comuns para os fãs da cultura nerd, principalmente para aqueles que amam ficção científica, é estar por dentro de conceitos físicos para entender algumas das histórias preferidas. Por exemplo, que fã dos X-Men nunca quebrou a cabeça tentando entender as questões físicas envolvendo as milhares linhas do tempo das histórias? Ou ficar intrigado com as questões astronômicas envolvendo o filme Interestelar?

15. Ler O Guia do Mochileiro das Galáxias e saber qual a resposta para a Vida, o Universo e Tudo mais

(Foto: Reprodução)

Responsável pela celebração do Dia da Toalha, com certeza O Guida do Mochileiro das Galáxias, do escritor Douglas Adams, é um dos grandes marcos da cultura nerd. A saga, que acompanha o terráqueo Arthur Dent em aventuras espaciais incríveis, excêntricas e engraçadas, deve ser lida por todos aqueles que amam ficção científica. Além disso, em meio a tudo isso nós aprendemos a resposta para a Vida, o Universo e Tudo Mais, conceito apresentado na história e que faz todo sentido… ou não. Ficou curioso? 42.

*Texto feito baseado na edição “100 coisas que todo nerd deve fazer antes de morrer”, de 2017, da revista Mundo Estranho.

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7 melhores clipes de quando Anitta tinha ‘sangue nos olhos’

Saudosa época em que Anitta planejava grandes lançamentos, né?

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Anitta é um fenômeno. Um furacão, como dizem por aí. Desde 2013, quando surgiu na mídia, até o mundo pré-pandemia, a cantora correu atrás do sucesso com sangue nos olhos. Entre 2014 e 2017, lançou hit atrás de hit. De 2017 para cá, fez lançamentos de diversas parcerias internacionais. Mas do fim de 2019 para cá, a cantora diz que cansou e chegou a dar entrevistas falando que já está planejando o fim da carreira como cantora.

Em virtude da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), as fragilidades do mundo vieram à tona e a vida de muita gente ficou bastante difícil. A arte tem tentado minimizar esse sofrimento através de lives na internet, onde artistas cantam em troca de doações para entidades que atendem aos mais variados perfis de necessidades. Linkando com a recente fase cansada da cantora, Anitta disse que não pretendia fazer uma apresentação cantando os próprios sucessos para não expor a equipe ao vírus.

Bem, se ela falou, tá falado. O fato é que os fãs estão saudosos da época em que a cantora tinha sangue nos olhos para planejar os grandes lançamentos que a colocaram no patamar das A-Lists brasileiras. Os mais recentes não foram atraentes, então, para não deixarmos essa lembraça dos bons tempos morrer, listamos os seis melhores clipes de Anitta:

Veneno (2019)

Bang (2015)

Vai Malandra (2017)

Downtown (2017)

Sua Cara (2017)

Medicina (2019)

Sim ou Não (2016)

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6 obras para conhecer a carreira de Henry Cavill

Nem só de Superman vive o homem; conheça outras produções que contaram com o britânico no elenco.

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Eterno Superman completa 37 anos nesta terça-feira (5) (Foto: Divulgação/Missão Impossível 6)

Atores que ganham popularidade através de personagens de heróis em quadrinhos têm um desafio em comum, além de derrotar os supervilões: mostrar que são mais que atores de filmes de heróis. Nesta teça-feira (5), o ator Henry Cavil completa 37 anos. Nascido em Bailiwick, em Jersey, país situado em uma ilha e de um bailiado no Canal da Mancha, uma dependência da Coroa Britânica, começou a atuar no cinema aos 17 anos, quando viveu Albert Mondego em O Conde de Monte Cristo (2002).

Para relembrar a carreira desse ator, que vai muito além do Superman, separamos uma lista com seis obras para você conhecer e, quem sabe, assistir quando estiver com tempo livre:

Castelo de Areia (2017)


Missão Impossível 6 (2018)


O Agente da U.N.C.L.E. (2015)


The Witcher (2019)


Homem de Aço (a partir de 2013)

O Conde de Monte Cristo (2002)

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