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Lista de 5 | Curiosidades sobre ‘Eu Nunca…’, nova série teen da Netflix

Série teen narra a história de uma adolescente filha de indianos e já é uma das queridinhas do público e crítica.

Foto: Divulgação.

Que a Netflix sempre inova ou trouxe novos ares para as produções audiovisuais isso não é novidade. A plataforma se dedica fielmente a apresentar obras que recorrem a fórmulas já conhecidas, mas inserindo grupos que pouco se veem representados nas telinhas.

Nessa segunda-feira (27), o serviço de streaming lançou a série original Eu Nunca…, que conta com um elenco étnico diversificado. Nos 10 episódios, acompanhamos a rotina de Devi (Maitreyi Ramakrishnan), indiana nascida nos EUA após seus pais mudarem para o país no início dos anos 2000. A trama retrata de forma cômica e também delicada as paixões juvenis, os choques culturais e os traumas familiares vividos por Devi.

Por ser uma série curta, com episódios de no máximo 30 minutos, o público rapidamente a consome e, logo em seguida, se vê órfão das confusões de Devi. Para amenizar esse sentimento, o Volts selecionou cinco curiosidades sobre a produção, para você ficar ainda mais apaixonado.

1. Elenco é praticamente estreante em produções para TV

Os atores que protagonizam o elenco, principalmente do núcleo teen, são tão inexperiente quanto seus personagens. E o mais incrível de tudo isso é que eles foram escolhidos por meio de um anúncio no Instagram. A ideia era conseguir um cast mais diversificado possível e, felizmente, isso é visível na série.

E daí começa a trajetória da galera. A atriz Maitreyi Ramakrishnan, que dá vida à Devi, conquistou o papel após concorrer com 15 mil participantes. A atriz não possui nenhum histórico em outras produções, apenas em peças teatrais da escola. Contudo isso não foi desvantagem para ela, Maitreyi Ramakrishnan está sendo muito elogiada pelo público e crítica e já é apontada com uma futura estrela de Hollywood.

Outro novato é o ator Jaren Lewison, que interpreta o personagem Ben. Lewison tem apenas participações em filmes, seu histórico maior é no teatro. O ator estuda há um ano na Universidade do Sul da California, o que tudo indica que ele dividiu os estudos com as gravações da série.

Já a atriz Poorna Jagannathan, que dá vida à mãe da Devi, ganhou notoriedade no meio artistico em 2011, ao ganhar o prêmio de atriz revelação Jury’s Choice. Além de Eu Nunca…, ela já participou de alguns episódios de Big Little Lies.

2. Maitreyi Ramakrishnan foi considerada ‘sem graça’ durante os testes

Como já dito, Maitreyi Ramakrishnan é uma estreante no ramo e concorreu com 15 mil participantes para o papel. Outro fato inusitado em tudo isso é que Ramakrishnan só soube do anúncio no Instagram por causa de um amigo que viu a postagem. Na época, ela estava ensaiando para uma produção escolar do filme Chicago.

A atriz estreante fez duas audições para conquistar o papel e um dos motivos pelo qual ela foi escolhida para dar vida à Devi é porque ela era ‘sem graça’. Mindy Kaling e Lang Fisher, co-criadora da série, afirmaram que Maitreyi Ramakrishnan não era humorada e aconselharam que ela interpretasse a personagem por conta própria.

Maitreyi Ramakrishnan revelou que é parecida com Devi por não não aceitar injustiças. A jovem acredita que sua geração tem um papel importante na luta pelas minorias sociais. Ela contou em uma entrevista à Time que no seu último ano de escola ela liderou um protesto com 400 estudantes contra os cortes de gastos na educação.

3. Série parcialmente baseada em fatos reais

Mindy Kaling já atuou em séries e filmes, além de ter roteirizado outras produções (Foto: Divulgação).

Eu Nunca… retrata a adolescência de uma indiana nos Estados Unidos, e embora seja uma produção ficcional, nem tudo ali surgiu exclusivamente do imaginário de alguém. A autora da série Mindy Kaling se inspirou em suas vivências para construir a nova produção da Netflix. Mesmo assim, a própria Kaling afirmou que a personagem Devi não é parecida com o que ela foi na juventude. Segundo a criadora, a protagonista é mais confiante.

E se engana quem acha que, assim como parte do elenco, Mindy Kaling é uma estreante. Kaling já trabalhou em séries como The Office , tanto atuando como escrevendo roteiros de episódios. Além disso, ela também está no elenco de Oito Mulheres e um Segredo (2018) . Em uma entrevista, Mindy Kaling revelou que preferiu estar coordenando a série da Netflix a fazer parte do elenco de atores.

4. A série se passaria nos anos 1980

Mindy Kaling, autora da séríe, já é um nome conhecido pelo ótimo trabalho feito nos últimos anos. A Netflix aproveitou o sucesso de Kaling e a convidou para escrever uma nova produção para a plataforma, mas, a prori, ela deveria se passar nos anos 1980.

A ideia inicial era contar a história de uma adolescente oitentista, época já muito retratada em produções atuais, principalmente da Netflix. Mindy Kaling aceitou a oportunidade, mas se recusou ambientá-la nessa década.

5. Maitreyi Ramakrishnan não é indiana

Foto: Reprodução | Netflix

A atriz de 18 anos nasceu e foi criada em Mississauga, Ontário, Canadá, onde cursou o ensino médio, mas ela não é de etnia indiana. Maitreyi Ramakrishnan é de etnia tâmil, seus pais são do Sri Lanka e fugiram da guerra civil do país para viverem no Canadá. Ela confessou em entrevista à um veículo canadense estar feliz pela representatividade para as pessoas de sua etnia em atuar numa grande produção.

Filmes

5 ótimos documentários para você assistir na Netflix

Política, história do mundo, bastidores de filmes. Tem documentário para todos os gostos.

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Listas são traiçoeiras, a gente sabe. Nunca são unanimidade e, por isso, quase sempre são diferentes (mas aqui você vê as melhores, rs). Já falamos várias vezes de filmes, de séries, de animes e agora é a vez dos documentários, quase sempre tão construtivos, indo desde os bastidores de histórias famosas até explicando sobre da extinção do partido comunista indonésio…

Separamos, então, uma lista rápida com 5 documentários que assistimos e sugerimos que você possa dar uma olhada assim que tiver um tempo livre:

Filmes que Marcaram Época (2019)

Série documental de quatro episódios que mostram os bastidores de blockbusters que uniram e divertiram gerações. Nele, você pode conhecer melhor os atores, diretores e outros profissionais do cinema que tornaram tudo possível.

Dont F**k With Cats trailer (2019)

Série documental pesada de três longos episódios que mostram quando um homem misterioso publica um vídeo em que mata dois gatinhos, usuários de internet do mundo todo entram em ação para tentar encontrar o culpado. Sentindo-se encorajado pela atenção recebida, o matador passa a postar vídeos cada vez mais perturbadores, até que comete homicídio.

Minha História (2020)

Esse filme documental é a segunda parceria dos Obamas com a Netflix e acompanha os bastidores da turnê de Michelle para seu livro em 34 cidades diferentes. Destacando o poder da união entre a comunidade durante os 8 anos de seu mandato e o de seu marido e o poder da conexão quando ouvimos histórias, o longa conta uma parte da jornada da advogada, escritora e ex-primeira-dama dos Estados Unidos.

História: Direto ao Assunto (2020)

Esse série documental funciona como aulas curtas, de 20 minutos, sobre a história do mundo. Cheia de infográficos e imagens de arquivo, esse excelente documentário fala sobre avanços da ciência, movimentos sociais e descobertas que mudaram o mundo.

Bandidos na TV (2020)

Uma série documental de sete episódios sobre assassinato, poder, uma celebridade e um império do crime. Conheça a história real do apresentador de TV acusado de literalmente matar para ganhar audiência e usar seu programa para esconder a verdade. Pode parecer um pouco arrastado na metade, mas termina com uma mensagem poderosa.

Bastidores de filmes, história do mundo, crimes bárbaros e política. Tem documentário para todos os gostos.
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Lista de 5 | Álbuns que salvaram o pop em 2020 e você nem percebeu

Além de Lady Gaga e Dua Lipa, há outros nomes que mantiveram o pop vivo em meio a pandemia do novo coronavírus.

Foto: Carly Rae Jepsen no ensaio fotográfico para o disco Dedicated (2019) [Foto: Divulgação].

Embora o primeiro semestre deste ano tenha sido assolado pela pandemia do novo coronavírus, que atingiu fortemente a indústria fonográfica, vários artistas não hesitaram em lançar seus trabalhos. Lady Gaga, Dua Lipa e The Weeknd são só alguns que lançaram bons discos e mantiveram o pop vivo durante esse momento de isolamento. Mas para além desses nomes, também tivemos ótimos registros do gênero que, por falta de público ou de uma grande gravadora, acabaram passando despercebidos, contudo merecem ser reconhecidos pela qualidade depositada.

SAWAYAMA; Rina Sawayama

Ano: 2020

Faixas: 13

Gênero: Pop, Eletrpop

Ouça: Spotify

Rina é uma cantora e produtora nascida no Japão, mas que viveu a maior parte da sua vida na Inglaterra. Em meio a esse choque cultural, Rina resgatou importantes momentos da sua vida para dar base à narrativa em torno de SAWAYAMA (2020), seu primeiro álbum de estúdio. O disco embarca o ouvinte nos relatos conflituosos da adolescência da cantora em busca da sua identidade, na transição para fase adulta e em pequenos conflitos familiares. O interessante é que, nesse disco, o ouvinte acompanha esses momentos não só pelas letras, mas nas múltiplas referências sonoras que alicerçam o trabalho, e que foram marcantes para trajetória de Rina até aqui.

O álbum traz um catálogo de canções que se sustentam na música pop, mas que são alimentados por gêneros muito particulares, como o Nu Metal e até o rock japonês. Faixas como ‘Dynasty’, ‘Who’s Gonna Save U Now?’ e ‘STUF!’ são repletas de guitarras pesadas, samples de Metal e vocais típicos do gênero. Mas Rina também apresenta faixas que transitam entre o pop dos anos 1990 e início dos anos 2000, lembrando os bons momentos de nomes como Spice Girls, Britney Spears e Christina Aguilera, tão bem emoldurados em ‘XS’ e ‘Love Me 4 Me’.

HiRUDiN; Austra

Ano: 2020

Faixas: 11

Gênero: Pop; New Wave

Ouça: Spotify

Austra é uma banda canadense formada em 2009 e liderada pela vocalista Katie Stelmanis. Conhecidos pelo flerte com os anos 80 e seu pop de aspecto sombrio, os canadenses foram lançando materiais promissores e que logo garantiram seu nome no hall da música pop alternativa. HiRUDiN (2020), quarto álbum de inéditas da banda, reafirma a competência de Stelmanis e seus companheiros na construção de um pop permeado por uma atmosfera lúgubre, de vocalizações que se encaixam em cada brecha deixada pelos instrumentos e de sintetizadores que apontam paras as pistas de dança oitentista.

Os canadenses entregam todos esses elementos do início ao fim da audição, e ainda recorrem a pequenos experimentos de trabalhos anteriores, tornando o disco um ótimo compilado da discografia produzida para quem ainda é novato no som da banda. São canções que imergem o ouvinte em ambientes fantasmagóricos, em que os sintetizadores soam como o único componente vivaz, caso de ‘Anywayz’, e até o levem para instantes de puro ar fresco e tonalidades mais ensolaradas, na ótima ‘Mountain Baby’.

Cape God; Allie X

Ano: 2020

Faixas: 12

Gênero: Pop; Eletropop

Ouça: Spotify

Allie X, em seu mais novo trabalho, Cape God (2020), faz um convite sutil ao ouvinte para adentrar no universo criada para si mesma. São fragmentos das próprias inseguranças e medos sentidos durante a adolescência, fase em que a cantora ainda não se expressava liricamente. Assim, o que restou à canadense foi transportar-se a um mundo paralelo, cujo o cenário macilento reflete um espírito juvenil machucado e confuso. O ouvinte tem acesso a essa dimensão tão particular da cantora por meio de um pop sombrio e sorrateiro, que o fisga pelas beiradas.

No novo catálogo, os sintetizadores e batidas tão característicos do pop construído pela canadense cedem espaço para arranjos mais orgânicos. Guitarra, baixo, cordas e percussão assumem a responsabilidade de conduzir boa parte do registro, como se Alexandra guiasse o seu som para tornar sua lírica mais evidente e tangível. Leia nossa crítica completa do disco clicando AQUI.

Swimmer; Tennis

Ano: 2020

Faixas: 9

Gênero: Indie-pop

Ouça: Spotify

Tennis é um duo de indie-pop norte-americano formado pelo casal Alaina Moore e Patrick Riley. Desde sua estreia com Cape Dory (2011), a dupla sempre se dedicou a composições de teor romântico, em que Alaina, responsável pelos versos, preenchia as melodias das canções por um lírica inteiramente confessional a respeito de suas paixões. Em Swimmer (2020), quinto álbum de inéditas do Tennis, os temas trabalhados não são diferentes, mas apontam para outro momento da vida do casal: o amor construído durante mais de 15 anos de casamento.

São versos que perpassam momentos de deleite e conflitos vividos por ambos e embalados na típica atmosfera praiana do duo. Moore e Riley utilizam guitarras embriagadas pela nostalgia, sintetizadores que apontam para os anos 1970, cordas que despontam de forma tímida e pianos límpidos, elementos que se unem para criar arranjos que crescem de forma minuciosa. O duo também não deixa de preencher o catálogo com o seu pop dançante, caso de ‘Runner’ e ‘Need Your Love’.

Dedicated Side B; Carly Rae Jepsen

Ano: 2020

Faixas: 9

Gênero: Pop, Synthpop

Ouça: Spotify

Carly Rae Jepsen já provou para o público e crítica que ela está além do título de one hit wonder. Nos últimos anos, a cantora e compositora canadense veio apresentando obras criativas e muito bem trabalhadas, responsáveis por uma gradual renovação na música pop. Dessa vez, ela entregou Dedicated Side B (2020), um registro composto por canções descartadas do disco Dedicated (2019). Porém, engana-se quem acha que esse registro traz um catálogo avulso, com canções pré-finalizadas.

O disco está além da condição de um lado b e apresenta canções pop redondinhas, coesas no decorrer da audição e até mais interessantes que muitas da versão lançada no ano passado. É um trabalho que, mesmo oriundo de descartes, possui sua própria autenticidade. Jepsen amplia suas referências pop dos anos 1970 e 1980 com faixas que transitam por uma disco music completamente colorida e remodelada para os tempos atuais, caso da ótima e dançante ‘This Is What They Say’, ou em baladinhas sintéticas tipicamente oitentista, em ‘Heartbeat’.

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Cinco dramas familiares para assistir na HBO GO

A HBO GO destaca boas histórias que giram em torno de laços familiares em suas diferentes configurações.

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I Know This Much is True, minissérie protagonizada por Mark Ruffalo, com roteiro e direção de Derek Cianfrance, mostra a indissolúvel relação fraternal entre Dominick e Thomas Birdsey. A história dos gêmeos é apresentada pela perspectiva de Dominick em várias etapas de suas vidas, começando pelo momento em que se aproximam da meia-idade.

Assim como I Know This Much is True, outras produções da HBO abordam a importância da família, além do respeito, o amparo e a união dentro dessas relações. A HBO GO destaca boas histórias que giram em torno de laços familiares em suas diferentes configurações.

THE NORMAL HEART

Também estrelado por Mark Ruffalo, o filme mostra a disseminação do HIV em Nova York nos anos 80 e a luta de ativistas para dar visibilidade à doença. THE NORMAL HEART destaca as dificuldades que a comunidade LGBT+ enfrentava nessa época para expor a verdade sobre a AIDS em uma nação que, até então, negava os fatos. Os personagens Ned Weeks e Felix Turner vivem uma história de amor, união e coragem em um mundo marcado por uma doença que está matando muitas pessoas a sua volta.

SHOW ME A HERO

Nick Wasicsko (Oscar Isaac) é o prefeito mais jovem eleito nos Estados Unidos e comanda a cidade de Yonkers, estado de Nova York. Desde o início, sua administração está envolvido em uma série de conflitos raciais que ameaçam tanto o futuro da cidade quanto a sua carreira política. Além de se aferrar à lei, Wasicsko terá que manter laços fortes com sua família para continuar de pé em um ambiente racista e de segregação.

OUR BOYS

Esta séria dramática retrata uma cruel realidade por trás dos fatos reais que levaram ao conflito de Gaza e aborda uma das disputas mais complexas e dilacerantes da história recente. Duas famílias – uma judia e uma muçulmana – e suas amizades, em diferentes lados do conflito, serão retratadas por quem deve se manter unido para não perder a razão.

YEARS AND YEARS

Em YEARS AND YEARS, as mudanças no Reino Unido são vistas e sentidas pela família Lyons, que vive tudo o que é esperado e temido no futuro com Vivianne Rook (Emma Thompson). Celebridade convertida em figura política, ela se candidata ao cargo de primeira-ministra e dividi a nação com opiniões controversas. A união será vital para a sobrevivência desta família ao longo de quinze anos em um mundo instável em função da política, da economia, dos avanços tecnológicos e das guerras iminentes.

OLIVE KITTERIDGE

A importância das relações familiares e da conexão com pessoas queridas é amplamente retratada em OLIVE KITTERIDGE. Esta minissérie protagonizada pela ganhadora do Oscar® Frances McDormand conta a vida de uma professora de matemática por meio da relação com o marido, Henry (Richard Jenkins), e o filho, Christopher. Tudo muda quando uma série de acontecimentos e situações inesperadas abalam a sua família e a vizinhança dessa pequena cidade da Nova Inglaterra.

Todas as séries estão disponíveis na HBO e na HBO GO.

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