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Lista de 5 | Comédias Românticas da Velha Guarda

Muito, mas muito amorzinho em preto & branco

Respeita os clássicos, brother!” Em tempos de jorros de comédias românticas nas plataformas de streaming, dê aqui um rápido confere nos veteranos do gênero mais água-com-açúcar do Cinema. São cinco excelentes filmes que, apesar da avançada idade, merecem ser vistos, revistos e reverenciados sempre <3

5 – Aconteceu Naquela Noite (It Happened One Night, 1934)

O primeiro sucesso de Frank Capra conta a história da ‘pobre menina rica e mimada’ que aprende, à moda dos cafajestes, lições valiosas sobre o mundo real. A premissa que anos depois se tornaria desgastada, rendeu em 1934 cinco Oscar (incluindo melhor filme e direção) e renome pro diretor de filmes como ‘Do Mundo Nada se Leva’ e ‘A Felicidade Não se Compra’. ‘Aconteceu Naquela Noite’ é um marco da Era de Ouro de Hollywood. Duas cenas memoráveis: Clark Gable incapaz de conseguir uma carona na rodovia, daí vem a linda Claudette Colbert, exibe as pernocas e consegue a carona no ato! E a sequência de tensão sexual, com os dois na mesma cama, divididos por uma cortina, que Gable chama de ‘As Muralhas de Jericó’. Demais.

4 – Cupido é Moleque Teimoso (The Awful Truth, 1937)

Só pela versão brasileira do título, já vale a assistida, vá lá. Mas essa é a hilariante história de um casal que vê seu casamento ameaçado pela falta de confiança mútua. Os dois decidem então que o melhor a fazer é romper o contrato matrimonial para que ambos sigam suas vidas separadamente. Só que num julgamento pitoresco pra decidir a guarda do cachorro do casal, o ‘Sr. Smith’, a maravilhosa Irene Dunne leva a melhor. Os dois têm que continuar se encontrando, por causa das visitas de Cary Grant ao doguinho. É a deixa para que eles passem a sabotar os pretendentes um do outro. O filme mescla os diálogos de humor ácido/paspalho a momentos de seriedade. E a história, uma típica batalha dos sexos, é uma ode à confiança como base pra qualquer relação e, claro, sobre o amor. Dificilmente se vê um filme com os protagonistas tão à vontade nos papeis, claramente se divertindo. E é uma delícia, pode confiar.

3 – Levada da Breca (Bringin’ Up Baby, 1938)

David Huxley (o grande Cary Grant, de novo ele) é um paleontólogo, que está de casamento marcado com a noiva ultra-dominadora, passou quatro anos da vida montando um esqueleto de brontossauro e precisa de uma última peça para finalizar o bicho. A fim de barganhar um patrocínio milionário para o museu onde trabalha, encontra-se com o emblemático Dr. Alexander Peabody e lá conhece, em situações caóticas, a avoadíssima Susan Vance (Katharine Hepburn, musa). A moça fica obcecada por Huxley e pra conquistá-lo acaba provocando confusões imensas, inimagináveis. Dignas de sessão da tarde, até. O filme é de um dos maiores representantes da fase Screwball Comedies (as ‘comédias malucas’) de Hollywood e é assinado pelo grande Howard Hawks. Eu reclamo um pouco do desfecho, mas o filme é impagável.

2 – A Loja da Esquina (The Shop Around the Corner, 1940)

Antes de trabalhar pro Hitchcock, James Stewart, à altura de seus 32 anos, fez esse ‘A Loja da Esquina’. Ele é o funcionário-exemplo da antiga loja do senhor Hugo Matuschek (interpretado pelo Frank Morgan, o próprio Mágico de Oz!) que se corresponde há tempos por carta com uma moça (Margaret Sullavan). Eles usam pseudônimos, nunca se viram e estão completamente apaixonados. Coincidentemente, a mesma moça passa a trabalhar na loja do Senhor Matuschek, mas os gênios dos dois não se cruzam de jeito nenhum. Curioso que o amor deles funcione via Correio, mas na vida real a coisa mude de figura – isso diz alguma coisa sobre os tempos modernos de amor virtual? O filme é gostoso de ver, embora o roteiro pretensioso acabe se enrolando um bocadinho no final do segundo tempo.

1 – Se Meu Apartamento Falasse (The Apartment, 1960)

Do lendário diretor/roteirista Billy Wilder, o filme conta a história de C. C. ‘Bud’ Baxter (Jack Lemmon, o ator preferido de Wilder), que empresta seu apartamento a seus chefes para que estes levem suas amantes… vai vendo a arrumação. Ele acaba se tornando refém desse jogo de camaradagem, uma vez que passa a receber favores e promoções indevidas no trabalho – cortesia dos chefes frequentadores do lugar. Mais ou menos um ‘Te promovi, você não pode me negar o apartamento’. Mas quando ele cede as chaves ao Sr. Sheldrake (Fred MacMurray) descobre que a amante do chefão é também o amor de sua vida: a Fran Kubelik, vivida por uma linda Shirley MacLaine, em começo de carreira. Vencedor de cinco Oscar esse é um filme simplesmente sem defeito nenhum. Recomendação máxima.

E aí, você tem uma comédia romântica ancestral preferida? Comenta aí com a gente. Caso não, fica a proposta de dar uma chance a esses vovozinhos do gênero. Até! 😉

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Artigo Otaku

Podcast Otaku #02 – Demografias de animes e mangás

Podcast quinzenal debate os assuntos mais quentes do universo otaku.

Por

Shounen ou Shoujo? Qual seu gênero favorito de animes e mangás? Pera aí… Quem disse que esses termos são exemplos de gêneros? No segundo episódio do Podcast Otaku, nossos amantes da cultura pop japonesa debateram sobre as demografias. Para que elas servem? Como são definidas? E por que não podemos considerá-las como gêneros? Isso e muito mais você descobre ouvindo nosso podcast.

O segundo episódio do Podcast Otaku contou com a participação dos jornalistas Saylon Sousa, Lucas Nash e Otávio de Moraes.

Nossos podcasts

“Com Elas” é o podcast do Volts sobre ficção especulativa na televisão. É derivado do sucesso programa “GOT com Elas”, também apresentado por Alessandra Medina e Tayna Abreu, que teve até evento de transmissão dos episódios de Game of Thrones e um viral mundial. Agora, o papo se estendeu e você vai adorar!

“220 Podcast” é o primeiro podcast do Volts, lançado em 2017, para debater os temas mais quentes da cultura pop e também sobre cotidiano da equipe Volts. Nesse programa você encontra muita informação e risada garantida.

O “Podcast Otaku” é o primeiro podcast do Maranhão a debater cultura pop japosesa com jornalistas especializados no assunto. Animes, mangás e tudo que é destaque nesse universo passa pela análise do nosso podcast.

Onde ouvir

Todos os podcasts do Volts são disponibilizados em uma mesma conta intitulada Volts Podcasts no Spotify. Para ouvir, é só buscar o termo “Volts Podcasts” no sistema de buscas do aplicativo e clicar em “seguir”. Lá, você pode ouvir os episódios via streaming ou fazer o download para escutar depois.

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Coluna Tayna Abreu

Review | Livros de Janeiro de 2020

Obras de Philip Pullman e N.K. Jemisin estão entre os livros comentados

Nesta coluna mensal, eu, Tayna Abreu, venho falar com vocês sobre livros! Ensaiamos aqui no Volts algumas reviews de livros que foram bem aceitas (obrigada!), assim, entendemos que poderíamos expandir essa editoria como uma coluna, pessoal e com texto leve, mas – pretendemos – sempre informativo.

Meus hábitos de leitura talvez precisem ser explicados: em 90% do tempo leio livros em inglês, de ficção especulativa – em sua maioria Fantasy e SciFi -, e de ficção literária alguns premiados ou indicados a prêmios como o Booker Prize, Women’s Booker Prize e Pulitzer Prize. Clássicos Vitorianos também são recorrentes.

Talvez deva pedir perdão de antemão por não ler, quase nunca, autores brasileiros? Perdão.

Mas se este é também o seu estilo de leitura, ou quer se aventurar nele, vem comigo!

THE SECRET COMMONWEALTH, Philip Pullman

No segundo volume da trilogia The Book of Dust, companheira de His Dark Materials, Philip Pullman resgata o caráter de confronto existente na história de Lyra Belacqua/Silvertongue.

A primeira parte de The Secret Commonwealth é despida de magia, sendo os daemons o único elemento fantástico presente, mas fantástico apenas pro leitor. Lyra e Pan estão às rusgas e se apartam após as complicações com ele testemunhar um assassinato.

Lyra, agora uma moça, estudante universitária, se entregou ao pensamento e estilo de vida racionais graças à sua frustração em ter vivido a maior aventura da vida ainda criança e o contato com dois pensadores que questionam, ainda que sem muito resultado prático, a existência de daemons e do sobrenatural.

Pantalaimon, por si próprio um ser de fora do mundo material, mas que se materializa nele, fica indignado com a perda da imaginação de sua companheira.

Os problemas de Lyra e Pan são uma mímica do conflito interno de Lyra, presa no dia a dia da faculdade após ter cruzado mundos, lutado ao lado de bruxas e ursos, e descido até o reino dos mortos, sem falar na traumatizante separação física entre os dois, que são uma só pessoa.

Novos seres mágicos aparecem na segunda parte do livro, quando a aventura finalmente é desencadeada. Ma Costa, Farder Coram, Malcolm e seus pais, Alice e a Dra. Hanna, todos personagens de La Belle Sauvage voltam a aparecer. O jovem professor é peça chave mais uma vez, sendo o elo entre os dois livros, que estão separados por 20 anos. Há ainda uma nova leva de personagens com vários níveis de relação com Lyra ou o Pó.

A Comunidade Secreta do título fala sobre a miríade de seres mágicos que permeiam o imaginário de crianças e contadores de histórias fantásticas. É o próprio gênero da Literatura Fantástica onde os livros de Pullman encontram guarita. Essa comunidade se encontra ameaçada pela ascensão do fascismo, se esgueirando por entre as fileiras da Igreja, e ameaçando não apenas a liberdade de pensamento, mas a própria existência de populações migrantes.

Pullman, mais uma vez, não se acanha em falar dos problemas do mundo real usando Lyra e cia como janelas. Seus personagens agora viajam até a Ásia Central, e os leitores ganham de presente todo um novo mundo de cultura, costumes e folclore.

The Secret Commonwealth lembra ainda que os problemas de Lyra com o todo poderoso Magisterium não foram resolvidos na primeira trilogia, e a explicação simples, se desenrola em um muito familiar conflito entre instituições acadêmicas e o lobby daqueles que defendem a perseguição ao livre pensamento.

Encantador para todos os fãs da trilogia original. Como é bom ter Lyra e Pantalaimon de volta!

THE COLLECTORS, Philip Pullman

Mais um no mundo de His Dark Materials. Desta vez um conto bem curto sobre dois colecionadores de arte que conversam em uma sala em uma universidade (claro, pois HDM). Aqui, Philip Pullman explora o mistério de um quadro e uma escultura que não se largam, mesmo às custas das vidas de compradores e colecionadores.

O conto busca mostrar como as idas e vindas entre os mundos, precisamente o mundo de Lyra e um outro muito parecido com o nosso, deixa consequências e pistas sobre a natureza do multiverso.

Vale muito a pena para leitores de His Dark Materials como um complemento, assim como os outros contos Once Upon a Time in the North e Lyra’s Oxford. Infelizmente está disponível apenas em formato digital e em inglês, já que foi primeiramente escrito para audiobook.

THE KINGDOM OF GODS, N.K. Jemisin

De todos os livros de N.K. Jemisin que já li, The Kingdom of Gods foi o que mais demorou, por vários motivos, nem todos relacionados à obra da americana. Esse é o terceiro volume da The Inheritance Trilogy, onde Jemisin coloca deuses e humanos para brigar, amar e disputar poder sobre a terra.

Como os dois volumes anteriores, a história foca na relação dos deuses, agora ex-escravos, e seus antigos captores, o clã Arameri, que detém o poder sobre os mil reinos que fazem o mundo.

Aqui é Sieth, o mais jovem dos mais antigos deuses (sim, é isso), quem toma de conta da narração. Mais uma vez a autora questiona o ideal de divindade, relações de poder entre dominadores e dominados, relações familiares estranhas chegando, finalmente, a queda de uma dinastia de milhares de anos.

A falta de lapidação é perdoável se levado em consideração que esta é a primeira trilogia daquela que viria a escrever The Broken Earth e ganhar três Hugo Awards consecutivos por esse trabalho. Jemisin já dava em Inheritance sinais que iria sacudir as fundações do SFF e muitas das ideias presentes são possíveis de reconhecer em seus trabalhos mais recentes.

Ainda há uma novela no mesmo mundo, The Awakened Kingdom, com uma narração intragável de um deus recém nascido, e Shades in Shadow, uma coleção com três contos no mesmo mundo. Me recusei a terminar a novela, não quero estragar Jemisin em meu coração, e nos contos ainda não pus os olhos.

MINHA IRMÃ, A SERIAL KILLER, Oyinkan Braithwaite

Um dos livros mais comentados de 2019, Minha Irmã, a Serial Killer (My Sister The Serial Killer, longlisted do Man Booker Prize 2019) é uma comédia de humor sombrio – e o debut da nigeriana Oyinkan Braithwaite – sobre duas irmãs em Lagos: Korede e Ayoola. A mais velha é uma enfermeira meticulosa, em vias de ser promovida à chefia do corpo de enfermagem do hospital; e a mais nova é a querida de todos, amigável, sedutora, mas também serial killer. Ayola mata os namorados enquanto Korede limpa as cenas dos crimes.

MYSTSK recorre fortemente à trope das irmãs diferentes onde sempre a mais séria e reclusa é quem narra a história onde o agente de transformações é a sua complementar. E claro, à do o crush que se apaixona por sua irmã mais interessante e vê em você apenas uma amiga.

A história lida com traumas da infância, violência doméstica, a cumplicidade entre irmãs, enquanto investiga e subverte as dinâmicas de poder entre homens e mulheres. É bem curto e de leitura fácil e cativante, apesar do tema pesado. É possível pensar que o livro é um thriller, que há uma investigação policial dos assassinatos, mas longe disso. Já se sabe quem é o autor dos crimes quando a história abre e nunca a narrativa se demora nos pormenores desse ato.

Todas as cenas onde alguém morre são distantes, como que sendo gradativamente apagadas pelo arsenal de limpeza e olho clínico de Korede. Posteriormente ela se lembra dos mortos, mas quase nunca do grotesco de suas mortes.

REBECCA, Daphne du Maurier

Um clássico que mímica os romances góticos, conta a história de uma jovem inexperiente que casa com um homem de meia idade de forma súbita em uma viagem e vai morar com ela na casa ancestral da família em Cornwall, na zona rural da Inglaterra.

Lá ela começa a ser assombrada pela lembrança da primeira esposa, Rebecca, que aparentemente era perfeita. Não há nada que a narradora sem nome faça que chegue aos pés da antiga senhora de Winter, ao ponto de ela simplesmente nem tentar imprimir suas vontades no governar da casa.

A narrativa é brilhante e consegue comprimir toda a insegurança e desejos reprimidos da nova esposa. É possível sentir o que ela sente, às vezes por páginas e páginas de divagações e perceber que Rebecca é parte intrínseca de Manderly, a casa ancestral dos de Winter, e como essa presença sufoca a narradora e alimenta o ódio da governanta sobre sua nova senhora.

O final é maravilhoso, apesar do twist ser bem óbvio, a forma como é feito e as ramificações dele são excelentes.

THE WELL-FAVORED MAN, Elizabeth Willey

O primeiro volume da Kingdom of Argylle Trilogy, uma saga barroca que mescla modernidade, medievo e lendas gregas em uma salada que por vezes torna difícil colocar foco em que cenário conceber enquanto a trama se desenvolve.

The Well-Favored Man é narrado pelo jovem cabeça da família de semi-imortais que governa a província independente de Argylle, que já fez parte de um reino maior, em um mundo que é o nosso, bem diferente, mas não menos o nosso. Há dragões sentientes e grifos gigantes, a consciência de Typhon, o pai de todos os monstros na mitologia grega, mas também há engenharia genética e inteligência artificial usada como arma de guerra.

Até agora, depois de 411 páginas ainda não sei o ao certo o que é ou de onde veio a Spring/Manancial – que parece ser a fonte de poder da família dominante -, não sei como funcionam as Chaves e tenho apenas uma ideia geral de como funcionam os Caminhos. Céus, ainda não sei como uma das personagens veio a existir, se ela nasceu de chocadeira, por exemplo!

Há muito no pacote, é um cenário ambicioso que talvez se desenvolva melhor nos livros seguintes – que são prequels -, mas que carece de uma maior delimitação e mesmo explicação básica de como funciona o mundo e seu sistema de magia.

Mas, veja bem, pode ser apenas meu intelecto limitado que me impossibilitou de acompanhar direito a saga do Well-Favored Man. Em todo caso, os livros são dos anos 1990 e Willey nunca mais escreveu nada.

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Artigo Otaku

Podcast Otaku #01 – Debatendo a chegada do Studio Ghibli na Netflix

Podcast quinzenal debate os assuntos mais quentes do universo otaku.

Por

A Netflix adquiriu os direitos de transmissão mundial de todos os 21 filmes do Studio Ghibli, a partir de 1º de fevereiro, exceto nos Estados Unidos, Canadá e Japão. Nos EUA, eles estarão disponíveis no HBO Max. Na estreia do Podcast Otaku, novo programa do Volts Podcasts, discutimos sobre os títulos e sobre o futuro dessa parceria.

O episódio de estreia do Podcast Otaku contou com a participação dos jornalistas Saylon Sousa, Lucas Nash e Otávio de Moraes.

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“Com Elas” é o podcast do Volts sobre ficção especulativa na televisão. É derivado do sucesso programa “GOT com Elas”, também apresentado por Alessandra Medina e Tayna Abreu, que teve até evento de transmissão dos episódios de Game of Thrones e um viral mundial. Agora, o papo se estendeu e você vai adorar!

“220 Podcast” é o primeiro podcast do Volts, lançado em 2017, para debater os temas mais quentes da cultura pop e também sobre cotidiano da equipe Volts. Nesse programa você encontra muita informação e risada garantida.

O “Podcast Otaku” é o primeiro podcast do Maranhão a debater cultura pop japosesa com jornalistas especializados no assunto. Animes, mangás e tudo que é destaque nesse universo passa pela análise do nosso podcast.

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