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Listas

Lista de 5 | As cenas mais grotescas e bizarras de ‘The Boys’

Conto diabólico de Eric Kripke pode ser assistido completo no Prime Video

Contém spoiler diabólicos!

The Boys, nova série de Eric Kripke, o criador de Supernatural, no Prime Video cai de porrada no mito dos super-heróis para criticar os Estados Unidos contemporâneo. Um conto diabólico conduzido por Karl Urban e Antony Starr cuja crítica tecemos neste link.

Uma das características marcantes da série, baseada nos quadrinhos de Garth Ennis, é não se acanhar em ser grotesca e bizarra, sem comprometer o tom crítico, pelo contrário, o sublinhando com sangue. Assim, separamos cinco entre as cenas mais grotescas ou puramente bizarras de The Boys:

A briga com cusparada de sangue e choque na bunda

No primeiro episódio, O Nome do Jogo, Billy Butcher (Karl Urban) e Translucent (Alex Hassell) se enfrentam dentro da loja onde Hughie (Jack Quaid) trabalha. Butcher usa o sangue da própria boca para delinear um pouco do corpo de Translucent. A briga só chega ao fim porque o técnico de eletrônicos tem a brilhante ideia de eletrocutar a bunda do super-herói.

A explosão de Translucent

No segundo episódio, Cherry, Butcher e Mother’s Milk (Laz Alonso) estão do lado de fora do bunker onde estão mantendo Translucent preso, conversando com Homelander (Antony Starr), que está investigando o desaparecimento de um dos Seven. Do lado de dentro, Hughie perde o controle sobre Translucent e para evitar que ele fuja de uma vez aperta o controle ligado ao explosivo que havia sido inserido no ânus do cativo. Todo o bunker fica encharcado com sangue e pedaços humanos nada translúcidos. Na parede, uma bebê avisa: mantenha suas mãos limpas.

O bebe de raio laser

Billy Butcher acha uma versão do Zé Zé dos Incríveis em um dos laboratórios de criação de Super-Heróis da Vought, a corporação meio Marvel Entertainment que também faz filmes e vende a mão de obra dos super. É um bebê, criado em laboratório, com olhos de raio lazer azul, usado como arma para dilacerar os guardas que estavam caçando dois dos Boys. Não foi tão grotesco assim no filme da Pixar…

A morte do golfinho

The Boys (screen grab) CR: Amazon

Antes de ser colocado em exílio temporário em Ohio, por seu assédio contra Starlight, The Deep, a versão do Aquaman vivida por Chace Crawford, entra em uma jornada nada saudável de auto-conhecimento. Ele começa a pirar que precisa salvar animais de um parque aquático e acaba sequestrando um golfinho, mas o animal saca para fora do carro em uma freada brusca e é atropelado por um caminhão. Claro, as vísceras do golfinho são vistas explodindo e se espalhando pelo chão. Mas, como explicado por Kripke, o golfinho, chamado Fresh Meat, era mecânico. Foi bizarro, mas foi vegano.

O estupro em A Forma da Água

Sociedade da autopreservação, o sétimo episódio, traz mais uma pequena referência do cinema recente, desta vez com A Forma da Água, filme de Guilhermo Del Toro onde uma mulher vive um romance com um homem-peixe. Se no longa de Del Toro a cena de sexo é romântica, em The Boys o Super The Deep é estuprado por uma fã aficcionada com as guelras que ele tem na barriga.

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Filmes

Top 6 filmes de terror que não podem faltar em uma sexta-feira 13

Top 6 filmes de terror para a sexta-feira 13

Sim, 6, eu disse 6, isso mesmo 6.. dicas do mais puro creme do horror.

Em uma sexta-feira 13 são aceitas apenas três situações: sair com os amigos vestido de monstro, ir para o cinema ver filme de terror (e recomendo fortemente IT Capítulo 2 – cuja crítica você pode ver aqui) ou ficar em casa vendo filme de terror. E mesmo que você saia com os amigos vestido de coisa ruim, ao voltar pra casa, ainda dá tempo de ver um filme. Mas o que ver? Calma, pequenos demoninhos. Vou dizer a vocês agora. Primeiro, esqueçam os filmes ruins da TV a Cabo. A Netflix, também, deixa um pouco a desejar no catálogo de horror. Então, vem na minha e busque por alguma dessas seis belezinhas sem medo. Quer dizer, vai dar medo, sim.

6 – Fome Animal – (Dead Alive/ Braindead, Nova Zelândia, 1992)

Esqueçam as pipocas e refrigerantes. Para ver Fome Animal é melhor não comer nada. O filme é um festival de nojeiras e insanidades: uma orelha que cai na sopa e é comida no mesmo momento, um padre luta kickboxer antes de virar zumbi, zumbis fazem sexo e parem bebes zumbis, a “arma” utilizada para matar os mortos-vivos é um cortador de grama virado ao contrário, ou seja, mutilação de órgãos e banho de sangue e tripas. O diretor e criador dessa maravilha é Peter Jackson, em uma época em que ele – adolescente na Nova Zelândia – sequer imaginou que certo dia ganharia um Oscar.

Resumo da história:

Leonel é um nerd que vive com sua mãe, uma velha chata e ciumenta. Certo dia o rapaz se apaixona por uma moça, filha de ciganos, e a chama para ir ao zoológico. A mãe de Leonel, que desaprova o relacionamento, o segue até o local. Lá, acaba mordida por uma espécie rara de animal: o Macaco Rato da Sumatra. Depois disso, passa a ter febre e comportamentos estranhos, perde cabelos, a pele começa a cair – assim como os dentes – e emite grunhidos estranhos. Pior: a velha fica violenta e morde as pessoas. Os que foram atacados passam a ter a mesma reação, até que uma epidemia se espalha e os “zumbis” tomam conta da cidade. Leonel e a sua namoradinha são os mocinhos.

Opinião:

Nada pode ser mais sensacional para uma sessão maldita entre amigos do que Fome Animal. É divertido, engraçado, a maquiagem é muito mais bem feita do que muita coisa “rica” de Hollywood, é criativo até o fim e ninguém vai dormir. Com certeza. Pode testar, porque já testei.

5 – A Meia Noite Levarei sua Alma – (À Meia-Noite Levarei sua Alma, Brasil, 1964)

O melhor terror nacional já feito em todos os tempos só podia ser de um dos maiores cineastas desse país: José Mojica Marins. Pouco sabe de cinema os que criticam a simplicidade desse gênio do cinema. Mojica criou o mundialmente conhecido Zé do Caixão, personagem de característica forte, demoníaca, sádica, cruel, demente e inventiva, porém de uma veracidade tão intensa, que lhe concedia uma assombrosa humanidade. Sua grande obra-prima se chama A Meia Noite Levarei Sua Alma, primeiro filme de uma trilogia que conta a busca insana de coveiro Zé do Caixão pela mulher, que lhe dará o filho perfeito.

Opinião

Em 1963, plena ditadura militar, o cinema nacional não estava acostumado com o que veria. Mojica, então, sem medo da censura filmou aquele que seria o divisor de águas para o gênero no Brasil. Embora sutil para os padrões atuais, A Meia Noite Levarei Sua Alma desafiou os dogmas cristãos ao mostrar cenas de violência explícita e a críticas contra as tradições religiosas. Só isso já faz do longa histórico. Não bastasse tal loucura para a época, o filme ainda é audacioso e criativo, com uma montagem que consegue dignificar até mesmo as atuações amadoras e os improvisos de roteiro. A Meia Noite… é um filmão, com uma trama sem furos, que apresenta um personagem complexo, primitivo e contestador.

Curiosidade:

Zé do Caixão foi inspirado em pesadelos constantes que Mojica tinha com o personagem quando era criança. Aos 12 anos, o diretor vendeu sua bicicleta e comprou uma câmera de 88mm. Daí deu início a sua carreira apaixonada.

4 – O Gabinete do Dr. Caligari – (Das Cabinet des Dr. Caligari, Alemanha, 1920)

C-L-Á-S-S-I-C-O!!!. Concebido em 1919, O Gabinete do Dr. Caligari é referência máxima em estilo e fotografia até hoje. Uma das primeiras obras do Expressionismo Alemão – movimento da arte que privilegiava os efeitos de luz, maquiagens carregadas que destacam as expressões dos personagens, cenários distorcidos, clima psicológico e influência de obras surrealistas, o filme do alemão Robert Wiene (e roteiro de Fritz Lang, de Metrópoles) não precisa usar palavras para espantar. As belíssimas imagens, a sombria trilha sonora e as atuações dramáticas e exageradas (propositalmente) são extraordinárias e fazem desse um dos melhores filmes de horror de todos os tempos.

Opinião:

A trama é simples e original: Dr. Caligari é um velho místico que domina as técnicas da hipnose e perambula pelas cidades do norte da Itália apresentado-se em quermesses ao lado de um sonâmbulo chamado Cesare. O caso é que o velho usa de seus métodos para induzir o jovem Cesare a cometer assassinatos nos vilarejos. Como Caligari esconde um boneco no caixão onde Cesare dorme, os crimes ficam indecifráveis. Porém, o jovem sonâmbulo passa a perambular pela cidade e algo dá errado. Realizado em uma das fases mais conturbadas da história alemã (o fim da primeira guerra mundial) O Gabinete do Dr. Caligari possui uma aura absolutamente sufocante e pessimista. Talvez por isso, a partir de imagens insólitas – que mais parecem um constante pesadelo – o filme mudo foge dos padrões naturais das histórias de horror e relata com extrema competência a aflição e a insanidade humana. Um filme para ver e rever.

3- O Bebê de Rosemary – (Rosemary’s Baby, EUA, 1968)

E aí vem o diabo. Ah, o diabo. Tem maldade no meio, coisa ruim, espírito zombeteiro? Tem culpa o diabo. Bacana é perceber que essa figura da mitologia cristã tão antiga sempre gerou – e sempre irá gerar – boas histórias apavorantes. Isso percebeu o diretor Roman Polansky (e a escritora do livro Ira Levin) ao conceber O Bebê de Rosemary. O filme narra a história de (adivinhem?) Rosemary, moça certinha que se muda para um apartamento em Nova York com seu marido. É apresentada a um simpático casal de velhinhos e com eles faz amizade. Não demora muito, porém, para começar a desconfiar que esses estão envolvidos, junto com seu esposo, em rituais macabros de magia negra. Rosemary, então, descobre que está grávida e tenta manter seu bebê longe de algum mal que possam lhe fazer. Mas uma trágica surpresa está por vir.

Opinião:

Não basta ter uma idéia brilhante e filmá-la. É preciso saber como fazer. E Polansky fez com maestria. Desde o momento em que somos apresentados ao fantasmagórico apartamento até o derradeiro ato final, toda a atmosfera de suspense e temor é construída de forma gradativa e, por isso, brilhante. Considerado blasfemo pela igreja católica – e outras que tentaram impedir a exibição do filme – O Bebê de Rosemary é um dos melhores exemplares do terror psicológico, ou seja, não há violência explícita, mas sim um clima de paranóia constante e um final polêmico. Além da espetacular direção, méritos também para as excelentes atuações de Mia Farrow e Ruth Gordon (a velhinha vizinha que levou o Oscar de melhor atriz coadjuvante).

2 – Os Outros – (The Others / Los Otros, Espanha / EUA / França, 2001) Um dos meus subgêneros preferidos dentro do horror é o que trata de fantasmas e casas mal-assombradas. De exemplares dos anos 50, de figuras importantes como o diretor Willian Castle e o espetacular Vincent Price, a maravilhas dos anos 80 como O Iluminado ou Poltergeist. Mas nenhum deles se compara a Os Outros. E pensar que se não fosse Tom Cruise o filme não existiria. Isso porque Tom “queria porque queria” re-filmar Abra Los Ojos (que se transformaria em Vanilla Sky), que era do espanhol Alejandro Amenabar. Então, o diretor lhe disse: “Ok, Tom. Te passo os direitos, mas a Cruise/Wagner (produtora de Cruise) produz um filme novo meu chamado Os Outros”. Tom Cruise respondeu: “Fechado, mas você coloca minha mulher no filme?”. “Claaaaro”. E deu no que deu. Inclusive, Nicole Kidman concorreu ao Globo de Ouro contra ela mesma por Os Outros e As Horas.

Opinião:

É coisa de gosto. Para mim, Os Outros é melhor do que qualquer outro filme de casa mal-assombrada, pois tem todos os ingredientes que o faz (quase) alcançar a perfeição: uma casa estranha, personagens misteriosos, um segredo guardado no porão, uma presença fantasmagórica (ou não) e um final surpreendente e delicioso (e o único que apresenta o outro lado). Não bastasse tudo isso, o filme é criativo, inteligente e tecnicamente primoroso. A sacada de fazer com que o pano de fundo fosse a Segunda Guerra Mundial e – de certa maneira – ser esse o motivo para o desfecho cruel e ao mesmo tempo alentador é ambiguamente preciso e convincente. Aliás, o filme termina e ficamos com ele na cabeça por um bom tempo. Você não sabe se julga a atitude egoísta ou se entende o motivo. De qualquer maneira, no final saímos mesmo é satisfeitos e orgulhosos de ter visto esse preciosidade do gênero.

1- O Massacre da Serra Elétrica – (The Texas Chainsaw Massacre, EUA, 1974)

Quando O Massacre da Serra Elétrica começa, uma arrepiante narração informa que o filme que será apresentado foi baseado em um fato real e um dos mais bizarros crimes na história norte-americana. Na verdade, apenas charme. De real mesmo apenas a “homenagem” a Ed Gein, um verdadeiro psicopata que, assim como o personagem do filme, Leatherface, cortava o rosto dos cadáveres para usar como máscara. Mais nada. Rodado em 1974, O Massacre… conta a história de um grupo de jovens que se perde em uma rodovia e acaba sendo perseguido por uma família de maníacos canibais. O que tem de mais? O filme é perturbador, assustador e, por ter sido filmado em 16mm e ter uma estética meio amadora, passa a sensação de realidade. O ar grotesco e sufocante fez com que o filme fosse proibido em muitos países, só podendo ser liberado anos mais tarde.

Opinião:

Pergunte para uma pessoa qualquer: “O que é O Massacre da Serra Elétrica?”. Ela pode nunca ter assistido, mas vai saber que é um filme de terror doentio. Tudo porque a obra se transformou, indiscutivelmente, num dos maiores clássicos do cinema e, além de influenciar centenas de filmes, faz parte da cultura popular mundial. Méritos totais para o diretor Tobe Hooper (Poltergeist). Foi dele a idéia de apavorar o espectador com cenas violentas, porém sem exageros, sem sangue, sem dilacerações. E esse é o grande mérito do filme – além da filmagem “caseira” – apresentar o aterrorizante sem necessidade de explicitar. Então veremos a mocinha correndo do vilão com a serra elétrica na mão, marteladas na cabeça, pedaços de gente, mas, em momento algum, a ação é consumada. O estrago vai depender da sua imaginação. Mas não se preocupe com isso. As sombras apresentadas pela iluminação escura, o cenário desértico do Texas e os gritos de pavor da molecada vão te ajudar.

E se não der tempo de ver tudo hoje, calma, mês que vem Halloween está aí. Prometo, inclusive, trazer mais seis outras dicas para os amantes do melhor gênero do cinema.

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Destaque

Setembro do medo: filmes assustadores que estreiam esse mês

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Setembro será o mês do susto nas telonas. Começando com a sequência do filme de terror mais visto do mundo “IT: Capítulo Dois” no dia cinco, outros dois filmes prometem aterrorizar os espectadores neste mês. “O mal não espera a noite – Midsommar” estreia no dia 19 e “Predadores assassinos” será lançado no dia 26.

Para os amantes de um bom filme com bastante sangue e entidades malignas, confira as dicas do Peixe Urbano sobre as estreias do mês.

It: Capítulo Dois (05)

Depois de 27 anos do primeiro longa, o Clube dos Otários volta para Derry enfrentar Pennywise (Bill Skarsgard) mais uma vez. Mike (Isaiah Mustafa) convoca os amigos Bill (James McAvoy), Beverly (Jessica Chastain), Ritchie (Bill Hader), Ben (Jack Ryan) e Eddie (James Ransone) após perceber que o palhaço tinha voltado a atacar o município.

O mal não espera a noite – Midsommar (16)

Esse é para quem tem estômago forte. O filme sueco já estreou nos Estados Unidos, e virou manchete por causar mal-estar e insônia nos norte-americanos. Na trama, o casal Dani (Florence Pugh) e Christian (Jack Reynor) vão visitar alguns amigos durante um festival na Suécia. Porém, o grupo acaba se envolvendo em rituais assustadores de um culto pagão.

Predadores Assassinos (26)

Um estilo muito explorado pelo temido tubarão, agora com crocodilos. Após um furacão atingir a Flórida e toda a cidade ser evacuada, Haley (Kaya Scodelario) decide ficar para procurar o pai, que está muito ferido. Porém, quando o nível da água começa a subir, surge um problema maior: crocodilos enormes.

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Destaque

Tudo o que sabemos até agora sobre Matrix 4

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Depois de rumores sobre uma nova versão de Matrix circularem desde 2017, essa semana a Warner confirmou de surpresa a produção do quarto filme da franquia, que quer voltar com tudo: vai trazer de volta Keanu Reeves e Carrie-Anne Moss como protagonistas e Lana Wachowski como diretora e roteirista.

Antes de mais nada, lembrar de bilheteria é importante: o primeiro Matrix (1999) faturou cerca de US$ 463 milhões no mundo inteiro. Junto com Matrix Reloaded e Matrix Revolutions, ambos lançamentos de 2003, a franquia faturou US$ 1.6 bilhão nas bilheterias mundiais.

Sobre o lançamento do quarto filme, Toby Emmerich, presidente da Warner Bros. Picture Group, se disse feliz. “Não poderíamos estar mais empolgados para voltar à Matrix com Lana. Ela é uma verdadeira visionária – uma cineasta criativa e singular – e estamos empolgados que ela está escrevendo, dirigindo e produzindo esse novo capítulo da franquia Matrix”, afirmou.

Cadê o Morpheus?

O anúncio oficial não mencionou a volta do ator Lawrence Fishburne como o icônico Morpheus. Claro que esse silêncio foi ensurdecedor, mas, segundo a revista especializada Variety, a produção estaria procurando um ator mais novo para interpretar uma versão mais nova do personagem. Prontos para formular novas teorias?

Roteiro e direção

Lana Wachowski, que arquitetou a saga Matrix ao lado da irmã Lilly (não-confirmada oficialmente), continuará como responsável pela produção, roteiro e direção do novo projeto.

“Muitas das ideias que Lilly e eu exploramos há 20 anos são ainda mais relevantes agora. Estou muito feliz em ter esses personagens de volta na minha vida e grata por uma nova chance de trabalhar com meus brilhantes amigos”, disse Lana.

Quando estreia?

Fazendo um cálculo sobre a previsão de início da produção, anunciada para o começo de 2020, Matrix 4 não deve sair antes de 2021. Seguindo o calendário em que geralmente blockbusters são lançados (no verão americano), imagina-se que o novo longa saia entre abril e julho.

Quando rumores apontaram Michael B. Jordan como possível protagonista de um possível novo filme, muito falou-se sobre um reboot. Mas esse anúncio da Warner deixou claro que ainda tem muita lenha para queimar dentro do universo já criado na franquia. Portanto, Matrix 4 deve ser uma sequência.

E se o conceito estético é parte importante de Matrix, o quadrinista responsável criar os visuais do primeiro filme, Geof Darrow, anunciou no Twitter que está de volta (o trabalho dele, inclusive, foi parte fundamental para que a Warner comprasse a ideia do primeiro filme).

Sobre a história, tudo o que temos é especulação, mas não vai demorar muito para que o estúdio comece a soltar algumas pistas sobre qual será a treta dessa vez. E aí, ansiosos para Matrix 4?

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