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Música

Lia Clark lança ‘TOME CUrtindo’ em parceria com Pabllo Vittar

Clipe da música já foi gravado e deve ser lançado me junho.

Após dois meses do anuncio oficial, finalmente Lia Clark liberou o remix oficial da música TOME CUrtindo, com participação da marahense Pabllo Vittar.

A faixa estreou com um lyric video, que pode ser visto no topo da matéria. A assessoria de Pabllo Vittar também confirmou que o clipe da música já foi gravado.

TOME CUrtindo já foi ouvida pelos fãs da Lia Clark e também já ganhou apresentação ao vivo. Essa música também se torna o primeiro lançamento da Pabllo fora do seu disco Vai Passar Mal. Além da parceria com Lia, Pabllo em breve deve estar em uma música com a cantora Anitta, e com produção do Diplo.

Assista ao vídeo de TOME CUrtindo ao vivo:

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Destaque

Lizzo e as reviravoltas no mercado fonográfico

A recordista de indicações ao Grammy 2020 nem sempre foi o centro dos holofotes

A indústria das grandes gravadoras, em certos aspectos, se assemelha a uma rede de fast food. Quando os empresários querem um hit para dominar as paradas musicais, rapidamente, são acionados os produtores, que recorrem aos ghostwriter ou aproveitam composições dos próprios artistas para dar início à produção do single. Todos ingredientes inclusos no pedido são colocados, desde letras chicletes até as batidas dançantes, e, às vezes, à critério do cliente, alguns adicionais são incrementados.  

E assim nasce um hit… Bem, nem sempre, e a rapper e cantora Lizzo é a prova disso. A recordista em indicações ao Grammy 2020 traçou um longo trajeto para torna-se o sucesso que é hoje. ‘Truth Hurts’, single que emplacou a cantora nas paradas musicais neste ano, foi lançado em 2017. Mas como ela conseguiu concorrer às principais categorias do Grammy com essa faixa?

Embora seja oriunda de dois anos atrás, ‘Truth Hurts’ só entrou na versão deluxe do álbum ‘Cuz I Love You’ (2019), versão que foi submetida para indicações da premiação. O single foi redescoberto por usuários do aplicativo TikTok, que logo trataram de usar incansavelmente a música em seus vídeos. E não deu outra, ‘Truth Hurts’ tornou-se um viral e trouxe para Lizzo diversas conquistas, entre elas o 1º lugar na Billboard Hot 100, a mais importante parada musical dos Estados Unidos.

 Ainda que vista por muitos, e até mesmo para bancada do Grammy, como novata, Lizzo já possuía dois discos antes de conseguir emplacar um hit, ‘Lizzobangers’ (2013) e ‘Big Grrrl Smal World’ (2015). Os trabalhos não foram o sucesso comercial como todo mundo já sabe e isso foi motivo para cantora querer desistir da carreira.

Melissa Viviane Jefferson, nome por detrás da persona artística da rapper, em meados de 2017, estava sem esperanças em conseguir destaque no cenário musical. Naquela época, era rotina que Melissa se trancasse em seu quarto para chorar devido as circunstâncias nada favoráveis. A artista concluiu que se desistisse da música, ninguém se importaria. Contudo, para felicidade de muitos, alguém se importou.

O produtor da cantora foi o principal responsável por tirar Lizzo daquela maré de pessimismo. Ele a fez vê o seu trabalho de outra forma ao mostrar a importância artística da música para além do sucesso comercial. Ao dar novo significado ao seu trabalho, a norte-americana prometeu não desistir. E todo esse esforço resultou à Lizzo o título de artista feminina de rap com música solo que ocupou por mais tempo o topo da principal parada da Billboard, sete semanas consecutivas com ‘Truth Hurts’.    

Empoderamento e amor-próprio

Trajando uma lingerie e acompanhada de dançarinas plus size, Lizzo já subiu diversas vezes no palco para mostrar ao mundo que ama a si mesma. Dona de curvas totalmente fora do padrão estético, a cantora ostenta em suas composições versos que falam sobre o empoderamento da mulher negra e gorda.

Mas nem sempre foi assim. Melissa já confessou em entrevistas que, quando mais nova, ela se odiava. Bombardeada pela imposição da mídia sobre o corpo perfeito, pelas pessoas na escola e por falta de representação na TV, a cantora começou a fantasiar em ser outra pessoa,  o que resultou a rejeitar mais ainda quem ela era.

O som que passeia pelo hip-hop e r&b, marinado com pitadas de música pop, é o retrato de uma Lizzo forte e divertida, mas a inspiração para produzi-lo vem de momentos dolorosos vivenciados pela norte-americana. E por evidenciar essas experiências na música, a rapper sempre destaca nas entrevistas a sua luta pelos grupos marginalizados.

Polêmicas

‘Truth Hurts’ trouxe o combo típico de qualquer hit. Além dos records e milhões de streams, também houve perrengues. Em outubro, o produtor Justin Raisen, que já trabalhou com as artistas Charlie XCX e Sky Ferreira, acusou a faixa de plágio.

Segundo ele, o single possui elementos de outra música da própria Lizzo, a faixa ‘Healthy’, cuja ele assina a composição e a produção. O verso ‘I just took a DNA test / Turns out I’m 100% that bitch’ (‘Acabei de fazer um teste de DNA / O resultado é que eu sou 100% vadia’) é um dos elementos acusados de terem sido copiados. O produtor afirmou em seu Instagram que nunca recebeu os créditos por terem usado o trecho de sua composição.

Grammy 2020  

Nas últimas semanas, a norte-americana foi notícia em diversos sites por liderar as indicações ao Grammy. Ao todo, Lizzo concorre em oito categorias, entre elas ‘Melhor Álbum’, ‘Música do Ano’ e ‘Gravação do Ano’. A cantora concorre também a ‘Artista Revelação’, mesmo tendo debutado há alguns anos. Porém, a premiação deve ter levado em conta o fato de ‘Cuz I Love You’ ser o único álbum de Lizzo a integrar o selo de uma grande gravadora.

Ainda que o pedido tenha atrasado um pouco (para não dizer muito), nenhum ingrediente foi esquecido. Pelo contrário, com ‘Truth Hurts’, Lizzo desbancou grandes nomes consolidados no mercado fonográfico. Cardi B perdeu seu record na Billboard, e Ariana Grande, mesmo tendo lançado dois álbuns num intervalo de curto período, ficou para trás no número de categorias a concorrer ao Grammy. Enquanto isso, Lizzo saboreia o gostinho de ser o centro dos holofotes.

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Coberturas

Lista de Cinco | BR 135 e pontos positivos e negativos do festival

A 8ª edição do BR 135 consagrou o festival musical como o maior do estado.

Foto: Laila Razzo

A última semana de novembro marcou o ano dos maranhenses e o Festival BR 135 é o responsável. Os dias 28, 29 e 30 foram aguardados com muita expectativa e cumpriram com êxito o quê haviam prometido. Pela tarde, o Conecta Música, que abriu as programações dos três dias de festival, promoveu uma série de palestras, rodas de conversas e workshops em pontos específicos da Praia Grande. Já no período da noite, os vocais dos artistas se uniram como com os do público e tornaram as noites de São Luís ainda mais quentes. Um verdadeiro ritual de celebração e amor à cultura.

Com prós e contras, o festival saiu com saldo positivo e, com certeza, ampliou o leque de eventos anuais para por no calendário, principalmente do público que experimentou pela primeira vez o quê a festa teve a oferecer. Saca só alguns pontos positivos e negativos da 8ª edição do BR 135.

1. Espaço

Quando divulgado o local que receberia o BR deste ano, alguns não receberam a notícia da melhor forma. Parte do público afirmou que a escolha foi fruto de um processo de higienização.

E essa afirmação não foi necessariamente vazia. Nos últimos meses, o Centro Histórico de São Luís, antiga sede do festival, e ponto de realização de eventos populares e gratuitos, vem recebendo cada vez menos a programação que há anos dava vida ao local.

Contudo, é inegável que o novo espaço do BR foi um dos pontos mais fortes desta edição. A Praça Maria Aragão e a Praça Gonçalves Dias trataram de consolidar o BR como o maior festival de música do Estado. Foram dois espaços destinados à música eletrônica e às atrações principais. Além disso, por ser mais amplo, o local permitiu que o público pudesse transitar por todo o evento sem dificuldades, se deslocar até a praça de alimentação e voltar para acompanhar os shows tranquilamente e ainda tirar boas fotos para publicar no Instagram (A decoração estava massa).

2. Localização e Mobilidade

A Praça Maria Aragão foi uma ótima escolha para quem quis transitar pelo festival sem ter que enfrentar muita muvuca. Por outro lado, para aqueles que dependiam do transporte público, foi uma faca de dois gumes.

Boa parte da galera que vai ao BR 135 é composta por jovens e universitários, oriundos de bairros distantes do centro de São Luís. Infelizmente, a capital ainda não possui uma logística de transporte eficiente que atenda às necessidades de eventos noturnos. Com a certeza de que várias linhas não iriam mais rodar em determinado período da noite, muitos tiveram que abrir mão de assistir os headliners para que pudessem chegar em casa.

E esse não é o único fato a se destacar. Além dessa problemática, a galera ainda enfrentou os ônibus que não paravam nos pontos da Rua Rio Branco e da Praça Maria Aragão, mesmo ao sinalizarem parada. No começo da noite também, por conta das ruas estreitas próximas das Praças, o vai e vem de quem estava no evento ocasionou trânsito lento naquela região, principalmente no sentido Centro/Beira-Mar.

3. Lineup

O BR 135 tem a proposta de trazer artista que, dificilmente, desembarcariam em São Luís para trazer seu show. A 8ª edição do festival não foi diferente, mas caprichou ao trazer uma lineup bem diversificada.

Funk carioca, MPB, ritmos baianos, música eletrônica, reggae e outros gêneros rechearam a programação dos três dias. Foi uma variedade de ritmos que atendeu a todos os gostos. Não foi difícil ouvir dos seus amigos o nome de apenas uma atração que eles estavam a fim de assistir. E, para quem não conhecia nenhuma, com certeza, deve ter saído apaixonado pelo som de algum artista/banda que subiu no palco principal ou, até mesmo, da vibe inclusiva e democrática transmitida pelo evento.

Foto: Laila Razzo

4. Público da quinta-feira

O festival foi esperado com muita expectativa por muitos, mas, infelizmente, isso não se refletiu no número de pessoas presentes no primeiro dia. Além disso, pelo tamanho da praça, a sensação se ampliou ainda mais.

Foi um tanto constrangedor presenciar as atrações da quinta-feira (28) se apresentarem para um pequeno aglomerado de pessoas próximas da grade. O pior foi ver alguns que estavam perto do palco de costas para os artistas (E isso não foi só na quinta). Mesmo assim, a situação não foi motivo para desanimar os nomes da noite, que entregaram apresentações fortes e marcantes.

5. Cidade Alta e muita música eletrônica

A Praça Goncalves Dias, que leva o nome de um dos principais poetas maranhenses, tornou-se num saral de beats e arranjos sintéticos. A Praça, batizada de Cidade Alta pelos três dias do festival, foi a principal porta de entrada para o novo público.

Vários Djs maranhenses e de outros estados trouxeram um set bem trabalhado, com remixes de músicas da cultura popular, do cenário pop e autorais, que colocou muito marmanjo duro para dançar. O resultado? Bem, teve gente que nem se quer pensou em sair do Cidade Alta enquanto grandes nomes subiam no palco principal.

Além disso, durante o intervalo das atrações na Maria Aragão, um dj comandava o palco para manter o ânimo e a empolgação da galera. A sexta-feira teve o melhor setlist da noite, que energizou ainda mais o público ansioso para ver a Potyguara Bardo e Atoxxa.

Foto: Laila Razzo
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Destaque

Tiago Máci divulga teaser do clipe para ‘Beijo à queima roupa’, parceria com Zeca Baleiro

O cantor e compositor maranhense Tiago Máci divulgou na internet o teaser do videoclipe para seu próximo single ‘Beijo à queima roupa’ , parceria com Zeca Baleiro. A produção será lançada no dia 3 de dezembro. Já no dia 6, às 22h, o videoclipe será exibido na Escadaria da Rua do Giz, durante a mostra competitiva ‘Nosso Cinema’, no Festival Maranhão na Tela 2019.

O clipe narra a história de um boêmio atrapalhado, apaixonado e devoto de São José, interpretado por Baleiro. O vídeo é dirigida por Arthur Rosa França e foi gravada na cidade de São José de Ribamar/MA. Além de nomes como a atriz Nádia D’Cássia, o clipe conta com a participação dos moradores da região, que aparecem em alguns trechos da filmagem.

‘Beijo à queima roupa’ faz parte do disco ‘Amor Delivery’, com previsão de lançamento para o ano que vem. A composição da faixa é assinada por Máci e Baleiro, que também assina a co-produção.

Confira o teaser:

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