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Música

Lexa lança clipe de ‘Quebrar seu Coração’ com participação de Luísa Sonza

Cantoras gravaram produção em São Paulo e lançam resultado nesta sexta-feira (23) pela Som Livre.

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O clipe de “Quebrar Seu Coração”, parceria de Lexa com Luíza Sonza, era um dos mais aguardados, com inúmeros pedidos dos fãs nas redes sociais. A espera acabou! As cantoras se reuniram para a gravação em São Paulo e o resultado já está disponível a partir desta sexta-feira (23), no YouTube – veja aqui. O single, que já soma quase 1,8 milhão de plays nas plataformas de música, faz parte do álbum ‘LEXA’, lançado em setembro pela Som Livre, e que ganhará uma versão DELUXE com faixas inéditas em dezembro – ouça aqui.

Para a produção, Lexa ostenta três looks de tirar o fôlego trabalhados nos tons azul e rosa. Abusando do colorido e da sensualidade, ela vem carregada de muitos brilhos e acessórios, assim como a parceira Luísa. A direção de João Monteiro & Audrey Nobrega apostou em um conceito urbano, protagonizado por mulheres empoderadas e seguras de si. A estética traz vibes dos anos 70, com cores fortes, botas de cano alto, boinas e lenços na cabeça. O videoclipe foi gravado no bairro da Liberdade, em São Paulo.

E como a dança é uma das marcas registradas da Lexa, em breve a cantora lança em suas redes um desafio com a coreografia de “Quebrar Seu Coração”.

‘LEXA’! Em alto e bom som, o nome do novo álbum da cantora foi escolhido por representar um reencontro de suas raízes. Vivendo mais um marco importante em sua trajetória profissional, seu segundo trabalho neste formato foi lançado em setembro pela Som Livre com 9 faixas, sendo 6 inéditas, e com ecléticas participações especiais: Luísa Sonza, Márcio Vitor (Psirico), Bruno Cardoso (Sorriso Maroto) e Pedro Sampaio. A produção é dos Dogz, formado pelo trio Pablo Bispo, Sérgio Santos e Ruxell, com produção executiva assinada pela empresária e mãe da cantora, Darlin Ferrattry.

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Música

Lista de 5 | Álbuns para ouvir em dias chuvosos

Do R&B empoeirado ao Dream-pop acolhedor, cinco trabalhos para apreciar com aquela chuvinha.

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Cena do videoclipe "After The Storm", da cantora Kali Uchis (Reprodução).

O período chuvoso chegou para boa parte do país. Nesse período a sensação de morosidade se intensifica e tudo que queremos é ficar em casa, deitado na cama e curtindo nossa própria companhia enquanto a chuvinha cai lá fora. Com música então tudo isso se torna melhor. Conheça cinco discos para ouvir em dias chuvosos:

Lost & Found; Jorja Smith

Ano: 2018

Gênero: R&B/ Soul/ Hip-Hop

Faixas: 12

Ouça: Spotify; Deezer; YouTube

Marcado pela nostalgia, a estreia da britânica Jorja Smith se apropria das incertezas juvenis para criar uma obra agridoce. São canções que refletem o caráter titubeante do jovens em face aos relacionamentos amorosos e que incorporam esse sentimento na proposta instrumental. A cada faixa, Smith entrega de forma lenta as referências sonoras de décadas passadas para dar vida ao seu R&B quase letárgico. Exercício que resulta em melodias empoeiradas e de tons melancólicos, mas que facilmente arrebatam o ouvinte.

Fortress ‘Round My Heart; Ida Maria

Ano: 2008

Gênero: Indie-rock

Faixas: 10

Ouça: Spotify; Deezer; YouTube

Em seu álbum de estreia, a norueguesa Ida Maria recorre ao indie-rock tão característico do início dos anos 2000 para narra seu processo de autodescoberta. Desde o título do trabalho a faixa de encerramento, Ida expõem suas vulnerabilidades, fraquezas, raivas e dúvidas nas mais diversas nuances. Processo que perpassa por momentos mais energéticos tão bem emoldurados pelo pós-punk ou em instantes mais intimistas onde as dores da intérprete encontram consolo nas guitarras acústicas.

Tônus; Carne Doce

Ano: 2018

Gênero: Indie-rock/ Rock Alternativo

Faixas: 10

Ouça: Spotify; Deezer; YouTube

Os goianienses do Carne Doce encontraram no minimalismo instrumental o componente ideal para os versos amargos deste disco. É um catálogo de canções onde o caráter imediatista não existe. A obra cresce a medida em que o ouvinte se deixa imergir pelas dores e receios estampados nas composições. Tudo é executado de maneira dosada, até mesmo o diálogo com ouvinte. Reflexo de um eu-lírico tão enraizado nas experiências particulares e que passa por temas como a velhice, relacionamento e sexo por meio de uma perspectiva feminina.

I Love You, Honeybear; Father Jhon Misty

Ano: 2015

Gênero: Folk

Faixas: 11

Ouça: Spotify; Deezer; YouTube

Melancólico, apaixonado, sujo e ébrio. Josh Tillman, nome por detrás da persona Father John Misty, narra sobre o amor de forma pouco usual. Em I Love You, Honeybear, Tillman constrói cada verso de forma tortuosa, revelando os momentos mais sórdidos de sua relação conjugal. Cada linha romântica entoada é maculada por relatos sujos sobre sexo, uso de drogas e boas doses de ironia. O ouvinte se depara com uma personagem ébria que se utiliza desses recursos líricos para mascarar as próprias fragilidades românticas. Proposta que ganha maior dramaticidade graças às bases instrumentais executadas de forma orquestral.

Devotion; Beach House

Ano: 2008

Gênero: Dream-Pop/ Alternativo

Faixas: 11

Ouça: Spotify; Deezer; YouTube

Logo quando a percussão tímida de “Wedding Bell” chega aos ouvidos, já é perceptível a atmosfera acolhedora deste disco. Devotion, segundo álbum de inéditas do duo Beach House, parece propor ao ouvinte a companhia que ele necessita em momentos de solidão. São canções compostas por sintetizadores hipnóticos, ecos, guitarras melódicas e versos quase sussurradas. Cada detalhe é pensado para criar um som ambientado, íntimo e quase caseiro, onde as confissões sentimentalistas da dupla encontram espaço para serem vocalizadas, sem medo de se expor demasiadamente.

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Música

Demi Lovato falará sobre overdose quase fatal em documentário para o YouTube

Filme estará disponível a partir do dia 23 de março na plataforma.

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“Demi Lovato: Dancing With The Devil” é o dnome do novo documentário de Demi Lovato, segundo a própria cantora anunciou nesta quarta-feira (13), por meio das redes sociais. O projeto será lançado no YouTube e a tradução do título significa “Demi Lovato: Dançando com o Diabo”.

Com estreia marcada para dia 23 de março, o documentário promete trazer os bastidores da luta da cantora no que considera “seus dias mais sombrios”.

“Já se passaram dois anos desde que fiquei cara a cara com o ponto mais sombrio da minha vida e agora estou pronta para compartilhar minha história com o mundo. Pela primeira vez, você poderá ver minha crônica de luta e cura contínua, do meu ponto de vista. Sou grata por ter conseguido fazer essa jornada para enfrentar meu passado de frente e, finalmente, compartilhá-lo com o mundo”, diz Demi.

Em 2017, a cantora já havia publicado um documentário no YouTube, o “Demi Lovato: Simply Complicated”. Dessa vez, a produção traz recortes da vida da cantora desde 2018, quando Demi sofreu uma overdose e foi hospetalizada. O novo filme tem direção de Michel D. Ratner.

“Tem muita coisa que eu tenho desejado falar, mas eu sabia que tinha que dizer da maneira correta. Obrigada a minha família, amigos e fãs por ficarem do meu lado ao longo dos anos, enquanto eu aprendia e crescia. Estou muito empolgada por finalmente compartilhar essa história que guardei pelos últimos dois anos”, escreveu no Instagram.

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Música

10 álbuns que completam uma década em 2021

Há 10 anos, grandes nomes da música faziam história com o lançamento de discos icônicos.

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Discos podem ser considerados com vinho para alguns fãs da música. A cada nova audição, eles amadurecem e ganham novos proporções. Com tempo, eles influenciam novos artistas e até se tornam referências para gêneros e tendências futuros.

Contudo, há trabalhos que podem ter sido os queridinhos em seu ano de lançamento, mas envelhecem de forma negativa e nos fazem questionar a qualidade do trabalho. Ou aqueles que, não importa a época, sempre vão ser constrangedores.

Neste ano, os lançamentos de 2011 completam uma década de existência. Por isso, separamos 10 discos que marcaram aquela época para você relembrar. São trabalhos que emplacaram grandes hits, bateram recordes de vendas ou marcaram o retorno de velhos conhecidos. E aí, qual desses trabalhos amadureceram como vinho?

21 – Adele

Quando as divas pop revezavam o topo dos charts com seus hits explosivos, Adele conseguiu quebrar essa tradição sentada numa cadeira. O segundo disco da britânica foi um fenômeno de vendas mundialmente, totalizando mais de 30 milhões de cópias vendidas. Com “Someone Like You”, Adele conseguiu emplacar a primeira baladinha piano/vocal na posição #1 da Billboard Hot 100 desde 1958.

Entre o R&B, Soul e Pop, Adele emocionou o público e a crítica com suas melodias carregadas pelo sentimentalismo e as letras marcadas por frustrações românticas. 21 foi considerado por diversos veículos especializados com um dos melhores discos de 2011 e garantiu à Adele sete prêmios no Grammy do ano seguinte, incluindo o de “Álbum do Ano”.

Ceremonials Florence + The Machine

Após o smash hit “Dog Days Are Over”, poucos cogitavam que Florence Welch e sua banda pudessem fazer um retorno triunfal e emplacar novos sucessos. Com Ceremonials, a britânica reafirmou a grandeza do seu pop orquestral e presentou o público com clássicos como “Shake It Out”, “Never Let Me Go” e “Spectrum”. O disco é, com certeza, o responsável por marcar de vez o nome de Welch e da banda no alto escalão da música pop alternativa.

Contudo, a crítica especializada se viu divida na hora de avaliar a obra. Embora muitos reconhecessem a grandeza dos vocais da britânica nesse registro, parte do álbum foi apontado como demasiadamente exaustivo, com se Welch e seus produtores tentassem tornar tudo grandioso, resultando em exageros que poderiam ser facilmente contornados.

Pitanga Mallu Magalhães

A relação entre Mallu Magalhães e Marcelo Camelo pode dividir opiniões, mas no quesito musical, é unânime que todos adoram. Isso porque para o seu terceiro álbum de inéditas, a paulista contou com Camelo para dar vida a seu melhor trabalho, além de um clássico moderno da mpb. Em Pitanga, Mallu deixa para trás a figura da garota fofa do violão e do folk cantado em inglês, para se aventurar por um som mais percussivo, rítmico e brasileiro.

Num catálogo que perpassa por ritmos como samba e a bossa-nova, o casal constrói uma atmosfera ensolarada e convidativa. Um trabalho que mesmo marcado pelo tom acústico típico da Mallu, surpreende o ouvinte pela riqueza de detalhes e pela delicadeza instrumental. Não é por acaso que muitos que ignoravam o trabalho da paulista ou até mesmo faziam piada dela, se renderam ao som de Pitanga.

4 Beyoncé

O quarto disco de inéditas da norte-americana Beyoncé, com certeza, é o mais ignorado pelo público que a segue. Mas há uma explicação aceitável para isso. 4 é um obra introdutória da renovação sonora que Beyoncé apresentaria logo em seguida com Beyoncé (2013) e Lemonade (2016). Isso é perceptível desde estratégia de divulgação, marcada por uma videografia riquíssima, e canções que recorrem às fórmulas de um R&B mais inclinado ao alternativo.

Nesse álbum, a norte-americana dá os primeiros passos para o surgimento de um Beyoncé cada vez menos preocupada em ser dona de hits efusivos, porém mais aberta a explorar fórmulas e temas pouco vistas em seus discos anteriores. Mas ainda sim ela não deixou de entregar hits marcantes, é o caso de “Love On Top”, “Run The World (Girls)” e entre outros.

Biophilia Björk

Quem precisa de cursinho preparatório para o ENEM quando se tem Björk? Com seu oitavo álbum de inéditas, a islandesa Bjork conseguiu construir uma obra que vai além da música. Biophilia tornou-se o primeiro álbum do mundo no formato aplicativo. O projeto foi desenvolvido em colaboração com Apple, e contou com diversos professores e estudantes de várias áreas da ciência. O objetivo do projeto foi educar através da música e de forma sustentável.

A obra foi elogiada por estreitar o elo entre a música, a tecnologia e educação e cada faixa do disco descreve um fenômeno natural ou cósmico. A islandesa recorreu a melodias mais doces, hipnóticas e marcada por metáforas para construir uma obra completamente conceitual. Em 2011, o disco foi considerada uma das melhores obras da artista por parte da crítica.

Talk That Talk Rihanna

Quem se lembra de quando Rihanna lançava um disco por ano? Saudades, né? Pois em 2011, após o elogiado Loud (2010), a cantora de Barbados provou mais uma vez que “saturar” não era com ela e entregou diversos hits, que são lembrados até hoje. Talk That Talk é casa de grandes clássicos da cantora como “We Found Love”, parceira com o Dj Calvin Harris; “Where Have You Been”; e “You da One”.

A crítica apontou o disco como o trabalho mais explícito de Rihanna. As composições são recheadas de versos sujos e trocadilhos sexuais. No Brasil, Talk That Talk foi comparado por muitos com o funk proibidão. Para tornar tudo mais polêmico, a cantora ainda lançou uma versão da faixa “Birthday Cake” em parceria do o rapper e ex-namorado Chris Brown, que foi condenado por agredir Rihanna em 2009.

Angles – The Strokes

Após quatro longos anos, os norte-americanos dos Strokes decidiram fazer um retorno triunfante. O quarto disco dos caras marcou a volta de dos expoente do rock dos anos 2000 e foi aguardado com muita expectativa por parte do público e crítica. E eles pareciam entregar tudo com clássicos como “Under Cover of Darkness” e “Taken for a Fool”. Mas ficou por aí mesmo.

Angles foi recebido negativamente pela sua inclinação à música eletrônica. O show de riffs tão marcantes da banda foi deixado de lado para dar espaço a uma obra que direcionava os Strokes para cenários antes não explorados, e totalmente diferentes da imagem construída nos primeiros trabalhos. O disco deu início a uma onde de desinteresse e críticas negativas à banda, que seriam presentes nos trabalhos seguintes.

Born This Way – Lady Gaga

Sem dúvidas, Born This Way é uma casa de hinos. Para além de hits, Gaga conseguiu entregar canções que dialogassem diretamente com a realidade tão conflituosa do seu público e, não é por acaso, que a faixa título do disco é lembrada até hoje como um símbolo de orgulho LGBTQI+. A canção também conseguiu debutar em #1 na Billboard Hot 100 e permaneceu seis semanas consecutivas na posição.

Por outro lado, não seria Gaga sem polêmicas. Na época do lançamento, as comparações com Madonna se intensificaram ainda mais devido às semelhanças da faixa-título com a música “Express Yourself” da rainha do pop. O disco marca o último trabalho totalmente pop da cantora antes de se enveredar ao jazz.

Femme Fatale – Britney Spears

O último suspiro de Brtiney Spears nos charts! Femme Fatale, sétimo álbum de inéditas da cantora, foi a última obra de Spears que lhe rendeu alguns hits. Faixas como “Hold It Against Me”, “Till The World Ends” e “I Wanna Go” dominaram as pistas de danças e os charts em 2011. A parceria com o produtor Will.I.Am rendeu bons frutos à norte-americana, ainda que com alguns exageros por parte dele na produção.

Vale lembrar que a turnê do disco foi a última passagem da cantora pelo Brasil. O anúncio da vinda fez com que os fãs de todo o país montassem acampamento em frente aos estádios meses antes das apresentações. O conhecido “Acampamento Femme Fatale” foi notícia em diversos veículos da imprensa e rendeu bons memes, lembrados até hoje.

Canções de Apartamento – Cícero

Aquele que nunca sentiu uma dorzinha ouvindo alguma faixa do álbum Canções de Apartamento que atire a primeira pedra (em si mesmo!). Disco de estreia do carioca Cícero materializa a intimidade acolhedora de sua casa, e todas as lembranças e dores vividas ali, num catálogo de canções carregadas pelo sentimento da solidão.

Não é difícil encontrar alguém que tenha sido embalada por canções como “Tempo de Pipa”, “Açúcar ou adoçante?” ou “Pelo Interfone”. Um obra que encanta pela delicadeza instrumental ou por versos que facilmente dialogam com as experiências do público. Outro clássico da nova mpb.

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Maranhão

Banda maranhense Casa Loca divulga EP ‘O Ano do Rato’; ouça

As canções podem ser escutadas nas principais plataformas de streaming.

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A banda maranhense Casa Loca divulgou, na última quinta-feira (31), último dia de 2020, um EP com cinco faixas intitulado de “O Ano do Rato”. As canções podem ser escutadas nas principais plataformas de streaming.

Com cerca de 18 minutos de música, o EP conta com participações do grupo Criola Beat, do cantor Biodz e Pantera Bl4ck. O material conta faixas intituladas “Cohatrac Capital do Planeta”, “Irmão”, “Ôco do Mundo”, “Dois contra o Mundo” e “O Rato de Dread Chefe”.

Ouça o EP “O Ano do Rato”, da banda Casa Louca, clicando no play abaixo:

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