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Joãozinho Ribeiro encerra turnê no Salão do Livro de Imperatriz

Show no 17º. Salimp encerra a turnê nacional “Milhões de uns” e também terá convidados especiais.

No ano em que se celebram os 40 anos de carreira musical de Joãozinho Ribeiro – contados a partir da estreia em um festival universitário de música em 1979 – o Brasil teve a oportunidade de conhecer melhor um dos maiores compositores já surgidos no Maranhão, onde é bastante requisitado pelo repertório de diversos intérpretes.

“Milhões de uns”, título de sua mais conhecida composição, premiada desde 2001, ano em que foi lançada por Célia Maria, considerada a “voz de ouro” do Maranhão, emprestou o nome à turnê com que Joãozinho Ribeiro percorreu alguns palcos brasileiros, com patrocínio do Supermercado Mateus, através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Maranhão.

Repertório – Durante o espetáculo, Joãozinho Ribeiro passeia por diversas fases de sua carreira e por diversos estilos que marcam sua atividade de compositor: samba, choro, marchinha, forró, cacuriá, tambor de crioula, bumba-meu-boi, blues. O repertório é cerzido por temas diversos, com pitadas de amor, eterno pano pra manga na obra de nossos melhores compositores, e crítica social, assunto do qual o artista nunca fugiu.

Com apenas um cd lançado, também intitulado “Milhões de uns”, Joãozinho Ribeiro sempre foi pautado por um exercício agregador, ao longo de sua carreira. O disco traz várias participações especiais, de intérpretes e parceiros, algo que também está sendo visto nas apresentações da turnê homônima.

“A gente vinha ensaiando essa celebração há algum tempo. Com formações reduzidas vínhamos passando por diversos projetos e casas na noite de São Luís. Mas em se tratando de 40 anos de carreira, fui provocado pelos amigos a ultrapassar o Estreito dos Mosquitos e mostrar um pouco destas décadas de arte em municípios do interior do Maranhão e em outras capitais brasileiras”, declara Joãozinho Ribeiro, protagonista desta bela festa.

A cada show, Joãozinho Ribeiro tem recebido convidados especiais e em Imperatriz não será diferente. No 17º. Salão do Livro de Imperatriz (Salimp), neste sábado (5), às 21h, com o compositor anfitrião estarão Lena Garcia e Zeca Tocantins, dois dos maiores expoentes da música popular produzida na região tocantina.

A banda que acompanha Joãozinho Ribeiro é formada por Luiz Jr. Maranhão (violão, guitarra, viola caipira e direção musical), George Gomes (bateria), Marquinhos Carcará (percussão), Arlindo Pipiu (contrabaixo e cavaquinho), Rui Mário (sanfona e teclado), Danilo Santos (flauta e saxofone) e Hugo Carafunim (trompete). A produção executiva é de Lena Santos e a coordenação geral de Josias Sobrinho.

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Eventos

Novidade do Carnaval do Maranhão, Circuito Rio Bacanga tem Saia Rodada, Mano Walter e Ávine Vinny

Novidade para este ano, Circuito Rio Bacanga traz atrações nacionais que prometem agitar o Carnaval do Maranhão

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Sucesso de público e de aprovação nos últimos anos, o Carnaval do Maranhão traz como novidade em 2020 o Circuito Rio Bacanga, que chega para democratizar ainda mais a festa momesca, oferecendo mais opções ao folião. Saia Rodada, Mano Walter e Avine Vinny são algumas das atrações do novo corredor da folia.

Com um percurso de mais de mil metros, o novo circuito carnavalesco vai movimentar as avenidas Vitorino Freire e Africanos, com palco montado na altura da sede da escola Flor do Samba. Bandas, blocos de trio elétrico e minitrios garantirão a diversão durante três dias, de sábado a Segunda-Feira de Carnaval, a partir das 16h.

O folião que optar pelo Circuito Rio Bacanga contará com a mesma estrutura e qualidade do já consagrado Circuito Beira Mar. Aspectos como segurança e acessibilidade foram planejados minuciosamente para garantir uma festa segura, democrática e com inclusão das pessoas com deficiência, que terão intérprete de libras, banheiros com acessibilidade mais próximos das apresentações, dentre outros cuidados.

Para garantir a segurança nos dias de folia, o plano de ação da Polícia Militar conta com ações integradas do Batalhão de Policiamento de Turismo do Maranhão (BPTur), Corpo de Bombeiros, Centro Tático Aéreo (CTA), Batalhões de Área e outras forças de segurança.

Quem abre o primeiro dia festa do novo circuito, no sábado (22), é a banda Jegue Folia, seguida dos gupos Samba Batuka Nego, Bicho Terra, Saia Rodada e show de Tais Moreno. Além das apresentações no palco, oito grupos – entre blocos e trios – farão a alegria do público no circuito.

Para o segundo e terceiro dias, apresentações da Máquina de Descascar’alho, Blocão do Nina, das bandas Bandida, Mix in Brasil, Samba Ceuma, Marabloco elétrico, Blocão 24 x 48, Ávine Vinny, dentre outros cantores. A programação encerra na segunda-feira (24,) com show de Mano Walter.

O secretário de Estado da Cultura, Anderson Lindoso, destaca que o Circuito Rio Bacanga é mais uma novidade do Carnaval do Maranhão, que tem se reinventado nos últimos anos, oferecendo diversidade de atrações e valorização dos artistas locais, provando que cultura faz uma grande diferença na economia.“O Carnaval do Maranhão atrai cada vez mais turistas, incrementando a economia com a movimentação da rede hoteleira e do comércio local”, acrescentou o secretário.    

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Eventos

Livinho e Mad Dogz agitam programação pré-carnavalesca em São Luís

Livinho traz no repertório hits do funk nacional como “Hoje Eu Vou Parar na Gaiola”, “Déja Vu” e “Cheia de Marra”.

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O último fim de semana pré-carnavalesco em São Luís promete ser emocionante. Tudo por conta da junção de dois eventos, o “Baile da Prometida” e o “Bloco Funk in The House”, os dois maiores da capital realizam neste sábado (15), uma parceria reunindo atrações nacionais para essa despedida, a exemplo do astro Livinho que traz no repertório hits do funk nacional como “Hoje Eu Vou Parar na Gaiola”, “Déja Vu” e “Cheia de Marra”. Ele vai dividir o palco Mad Dogz, que fazem um grande sucesso no Brasil com performances inusitadas misturando no setlist músicas de Guetta ao Snoop.

ESTRUTURA

A produção promete uma grande equipe de segurança e megaestrutura para essa despedida. “A ideia é levar sempre um entretenimento para nossos clientes, quando surgiu a oportunidade para unir com a equipe do Funk in The House, não tivemos dúvida, porque eles também buscam o mesmo propósito da gente que é criar e realizar sonhos de uma forma responsável, tenho certeza que teremos uma noite histórica em São Luís”, conta Raina Cavalcante, do Baile da Prometida.

INGRESSOS

Para adquirir o acesso é necessário acessar o site ou app da Bilheteria Digital, ou a loja física no Shopping da Ilha, Rio Poty Hotel ou Rio Anil Shopping. Também à venda na Kazuo Store. Os valores variam entre R$ 40 e R$ 80.

SERVIÇO

Livinho e Mad Dogz em São Luís

Quando: Sábado, dia 15 de fevereiro, a partir das 15h 

Onde: Ceprama – Centro  

Atrações: Livinho, Mad Dogz, Filhinho de Papai e DJ Thiago Rodrigues

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Eventos

Lista de Cinco | BR 135 e pontos positivos e negativos do festival

A 8ª edição do BR 135 consagrou o festival musical como o maior do estado.

Foto: Laila Razzo

A última semana de novembro marcou o ano dos maranhenses e o Festival BR 135 é o responsável. Os dias 28, 29 e 30 foram aguardados com muita expectativa e cumpriram com êxito o quê haviam prometido. Pela tarde, o Conecta Música, que abriu as programações dos três dias de festival, promoveu uma série de palestras, rodas de conversas e workshops em pontos específicos da Praia Grande. Já no período da noite, os vocais dos artistas se uniram como com os do público e tornaram as noites de São Luís ainda mais quentes. Um verdadeiro ritual de celebração e amor à cultura.

Com prós e contras, o festival saiu com saldo positivo e, com certeza, ampliou o leque de eventos anuais para por no calendário, principalmente do público que experimentou pela primeira vez o quê a festa teve a oferecer. Saca só alguns pontos positivos e negativos da 8ª edição do BR 135.

1. Espaço

Quando divulgado o local que receberia o BR deste ano, alguns não receberam a notícia da melhor forma. Parte do público afirmou que a escolha foi fruto de um processo de higienização.

E essa afirmação não foi necessariamente vazia. Nos últimos meses, o Centro Histórico de São Luís, antiga sede do festival, e ponto de realização de eventos populares e gratuitos, vem recebendo cada vez menos a programação que há anos dava vida ao local.

Contudo, é inegável que o novo espaço do BR foi um dos pontos mais fortes desta edição. A Praça Maria Aragão e a Praça Gonçalves Dias trataram de consolidar o BR como o maior festival de música do Estado. Foram dois espaços destinados à música eletrônica e às atrações principais. Além disso, por ser mais amplo, o local permitiu que o público pudesse transitar por todo o evento sem dificuldades, se deslocar até a praça de alimentação e voltar para acompanhar os shows tranquilamente e ainda tirar boas fotos para publicar no Instagram (A decoração estava massa).

2. Localização e Mobilidade

A Praça Maria Aragão foi uma ótima escolha para quem quis transitar pelo festival sem ter que enfrentar muita muvuca. Por outro lado, para aqueles que dependiam do transporte público, foi uma faca de dois gumes.

Boa parte da galera que vai ao BR 135 é composta por jovens e universitários, oriundos de bairros distantes do centro de São Luís. Infelizmente, a capital ainda não possui uma logística de transporte eficiente que atenda às necessidades de eventos noturnos. Com a certeza de que várias linhas não iriam mais rodar em determinado período da noite, muitos tiveram que abrir mão de assistir os headliners para que pudessem chegar em casa.

E esse não é o único fato a se destacar. Além dessa problemática, a galera ainda enfrentou os ônibus que não paravam nos pontos da Rua Rio Branco e da Praça Maria Aragão, mesmo ao sinalizarem parada. No começo da noite também, por conta das ruas estreitas próximas das Praças, o vai e vem de quem estava no evento ocasionou trânsito lento naquela região, principalmente no sentido Centro/Beira-Mar.

3. Lineup

O BR 135 tem a proposta de trazer artista que, dificilmente, desembarcariam em São Luís para trazer seu show. A 8ª edição do festival não foi diferente, mas caprichou ao trazer uma lineup bem diversificada.

Funk carioca, MPB, ritmos baianos, música eletrônica, reggae e outros gêneros rechearam a programação dos três dias. Foi uma variedade de ritmos que atendeu a todos os gostos. Não foi difícil ouvir dos seus amigos o nome de apenas uma atração que eles estavam a fim de assistir. E, para quem não conhecia nenhuma, com certeza, deve ter saído apaixonado pelo som de algum artista/banda que subiu no palco principal ou, até mesmo, da vibe inclusiva e democrática transmitida pelo evento.

Foto: Laila Razzo

4. Público da quinta-feira

O festival foi esperado com muita expectativa por muitos, mas, infelizmente, isso não se refletiu no número de pessoas presentes no primeiro dia. Além disso, pelo tamanho da praça, a sensação se ampliou ainda mais.

Foi um tanto constrangedor presenciar as atrações da quinta-feira (28) se apresentarem para um pequeno aglomerado de pessoas próximas da grade. O pior foi ver alguns que estavam perto do palco de costas para os artistas (E isso não foi só na quinta). Mesmo assim, a situação não foi motivo para desanimar os nomes da noite, que entregaram apresentações fortes e marcantes.

5. Cidade Alta e muita música eletrônica

A Praça Goncalves Dias, que leva o nome de um dos principais poetas maranhenses, tornou-se num saral de beats e arranjos sintéticos. A Praça, batizada de Cidade Alta pelos três dias do festival, foi a principal porta de entrada para o novo público.

Vários Djs maranhenses e de outros estados trouxeram um set bem trabalhado, com remixes de músicas da cultura popular, do cenário pop e autorais, que colocou muito marmanjo duro para dançar. O resultado? Bem, teve gente que nem se quer pensou em sair do Cidade Alta enquanto grandes nomes subiam no palco principal.

Além disso, durante o intervalo das atrações na Maria Aragão, um dj comandava o palco para manter o ânimo e a empolgação da galera. A sexta-feira teve o melhor setlist da noite, que energizou ainda mais o público ansioso para ver a Potyguara Bardo e Atoxxa.

Foto: Laila Razzo
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