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Filmes

Homem-Aranha| Longe de casa Peter terá vibe de agente secreto

Filme tem previsão de estréia para julho deste ano.

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Em entrevista para o portal Entertainment Weekly, diretor Jon Watts contou como será a nova aventura do teioso nas telonas. A trama de Homem-Aranha: Longe de Casa irá seguir o adolescente Peter Parker numa aventura no outro lado do mar enquanto ele pendura seu uniforme do Aranha para uma viagem de classe para a Europa.

“Peter está pronto para as férias no início deste filme, para dizer o mínimo. Este filme é sobre o mundo dizendo a ele: ‘é hora de você crescer, garoto’, e ele está dizendo: ‘mas eu ainda quero ser criança e sair de férias”, disse o diretor Jon Watts ao EW.

Infelizmente para Peter, as forças do mal têm outros planos. Apesar de seu desejo de mentir e explorar Londres, Praga e Veneza com seus amigos, Nick Fury, interpretado por Samuel L. Jackson, recruta-o para ajudar a combater um misterioso quarteto chamado Elemental, que pode manipular a natureza.

“Como Peter não quer expor sua identidade secreta vagando pela Europa no uniforme do Aranha, Fury empresta a ele um terno furtivo todo preto. Parece da Viúva Negra, talvez fosse um dos seus ternos e eles apenas o adaptaram”, ironiza Watts.

Watts explica que o filme terá uma missão secreta, um elegante terno preto, um exótico cenário europeu. E que de certa forma, Longe de Casa irá parecer mais um filme de espionagem do que uma aventura adolescente. “Estávamos fazendo um monte de fotos que parecem ter saindo do filme Identidade Bourne ou de algum filme europeu empolgante de viagens de ação”, diz Watts.

Fury também irá conectar Peter com um novo aliado: Quentin Beck, também conhecido como Mysterio, um poderoso mágico interpretado por Jake Gyllenhaal. “Se Tony Stark foi uma espécie de mentor nos filmes anteriores, achamos que seria interessante colocar o personagem Mysterio quase como um tio legal”, Explica Watts.

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Crítica

Crítica | No Game No Life: Zero

Animação já está disponível na Netflix.

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Amor. Essa é a palavra que define o roteiro de No Game No Life: Zero, filme recém-chegado no catálogo da Netflix, mas que deu as caras em 2017 nos cinemas japoneses. A animação é uma prequela do animê homônimo de 2014, que por sua vez é adaptado da light novel escrita pelo nipo-brasileiro Yuu Kamiya.

Falar sobre esse filme desconsiderando a narrativa da série de TV é muito fácil e muito bom, pois o filme dirigido por Atsuko Ishuzuka e roteiro de Jukki Hanada apresenta uma consistência fluída e chega a ser muito cativante em diversos momentos pela forma como insere elementos tão reflexivos como a aceitação pessoal, o altruísmo, a mágoa e o amor.

Recontando de forma a evocar um quê de épico ao fatídico fim da Grande Guerra de 6 mil anos atrás no mundo de Disboard, o filme nos apresenta o imanity, Riku Dola, e a ex-machina, Schwi, que se reúnem primeiramente sem um propósito tão válido (se desconsiderarmos as escolhas de Schwi enquanto uma máquina) até chegar num clímax intenso.

O filme tem muitas referências que servem de gancho para os apreciadores da franquia entender os eventos do presente. Um desses links nos fazem até mesmo odiar uma personagem querida quando somos confrontados com seus atos naquela época.

Mas falemos de amor. Mesmo que a história nitidamente careça de elementos mais significativos para seu desenvolvimento, a relação estabelecida entre o casal de protagonistas é profunda e nos permite refletir sobre o poder do perdão e a força do amor. Não importa quem você é, o que importa é que quero estar ao seu lado. Nas entrelinhas ou diretamente essa é a mensagem que é joga na tela. Animações que seguem essa premissa sempre são bem recebidas, pois trabalham o visual com uma proposta mais reservada ao sentimento do espectador.

No Game No Life: Zero é a adaptação direta do volume 06 da light novel de Yuu Kamiya e segue uma construção narrativa bem diferente do restante da obra ao trazer um contexto mais soturno ao universo narrativo. Vale a pena dedicar um tempo para apreciar o filme, mesmo se nunca leu ou assistiu nada de NGNL. Com dublagem em português na Netflix, a animação é aposta do serviço de streaming neste fim de ano.

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Crítica de Filme

Crítica | A Vida Invisível

O melodrama tropical de Karim Aïnouz: um estudo anti-machismo cheio de dor e beleza

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A Vida Invisível parece uma janela no tempo. Não só pelas propriedades estéticas que reconstroem o Rio de Janeiro dos anos 50, mas principalmente por materializar histórias que a gente conheceu só de ouvir sobre tantas e tantas mulheres que tiveram suas trajetórias alteradas e suas aspirações pessoais anuladas em virtude de uma condenação encomendada desde o nascimento: a de que seu papel seminal é servir a casa e ao marido. O melodrama escorre por todos os cantos nesse novo filme do cearense Karim Aïnouz, que pleiteia com muita dignidade uma vaga nos indicados a Melhor Filme Estrangeiro no Oscar de 2020. Vai vendo.

O amor entre as irmãs Eurídice e Guida é o motor da narrativa baseada no livro de Martha Batalha: elas são confidentes, se divertem com suas descobertas, são cúmplices nas contravenções que desafiam o pai ultraconservador e a mãe, tão submissa ao marido que sua voz pouco se ouve. O tempo corre como água no roteiro de Murilo Hauser e acompanha um período de mais ou menos uma década na vida dessa família cujos laços se afrouxam lentamente.

A Guida de Julia Stockler é intrépida, foge de casa pra encontrar o namoradinho marinheiro sob os protestos da irmã Eurídice (Carol Duarte), mais temente e cujo talento para música a faz sonhar em ser uma pianista profissional. No entanto a trajetória das mulheres em A Vida Invisível é toda balizada pelas intervenções dos personagens masculinos e certamente quem assiste ao filme reconhece naquelas mulheres outras Eurídices e Guidas da vida real.

Assim, o filme em certa medida acessa a memória de tias, mães e avós pertencentes a essa mesma geração das personagens e que cresceram sob a doutrina da submissão ao homem provedor que cerceava suas liberdades mais básicas em nome de uma suposta “proteção” (outro efeito do machismo estrutural). Dessa forma o pai justifica seus excessos com “Fiz para proteger a família” e o marido de Eurídice (Duvivier) poda “gentilmente” os desejos da esposa em se especializar em música “Você já sabe tocar… pra quê estudar mais?”.

E mesmo diante da feiura do sexo meramente fisiológico e mecânico ou da aterrorizante impossibilidade de decidir sobre a própria gravidez, o filme de Ainouz traz uma beleza hipnótica nas paisagens, quase como se quisesse apontar as cores lá fora, apesar da opressão entre-paredes.  A fotografia impressionante de Hélène Louvart investe em planos evocativos diante do mar e nos cenários cinquentistas do Rio que a direção de arte de Rodrigo Martirena veste com cores e formas. A entrada da casa da família, escura e cheia de galhos secos, na casa de Filomena (Bárbara Santos) os brinquedos mortos no pátio.

E também é belo perceber que, embora as novas gerações ainda sintam a ressaca desse modo de pensar, um filme como A Vida Invisível funciona também como um lembrete desses prejuízos de vida – e como é bom ter hoje infinitos exemplos de mulheres que jamais se deixariam interromper por alguém. O filme tecnicamente irrepreensível, cheio de nuances e significados ainda conta com a honraria de ter Fernanda Montenegro ajustando uma cerejinha no bolo, guardando o melhor para o final e deixando claro que, apesar de tudo, 2019 foi um belo ano para o Cinema Brasileiro.

Filme visto na abertura do Festival Maranhão na Tela, 2019.

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Destaque

THE BATMAN | Tudo que você precisa saber sobre a nova produção de Matt Reeves, estrelando Robert Pattison

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O legado do Cavaleiro das Trevas é um dos mais prestigiados dentro das franquias cinematográficas, com o personagem sendo um ícone desde sua versão televisiva em 1966 com o programa de televisão de Adam West. Sendo um dos heróis mais antigos, tendo sido criado em 1939 e juntamente de Superman e Mulher-Maravilha sendo reconhecido como parte da trinidade de ouro, que lançou a primeira noção do gênero herói para o público. Em 2021, o Bat-sinal vai iluminar os céus de Gotham mais uma vez, com uma nova produção do Batman ganhando vida, nas visões do aclamado Matt Reeves, diretor responsável pelos dois últimos membros da franquia de Planeta dos Macacos.

Trajando a responsabilidade de usar a capa do Cavaleiro das Trevas temos Robert Pattison, ator que ficou conhecido por seu papel na Saga Crepúsculo, porém que nos anos seguintes, fez seu nome como um ícone dentro de pequenas produções, especialmente de influências mais ”indie” e ”cult”, sendo a mais recente a ovacionada, The Lighthouse, uma produção em preto e branca que tem se tornado referencia dentro de festivais de cinema. Pattison vai se beneficiar do cenário em que esse novo Batman vai ser introduzindo, criando um personagem que consegue ser moldado na imagem do ator.

O Batman, como intitulado até então, vai se passar nos anos noventa e exportar os primeiros anos de Bruce Wayne como o vigilante de Gotham. Por conta disso, veremos Robert Pattison introduzindo suas próprias características no personagem e, aos poucos, o tornando o temido Cavaleiro da Noite e protetor de Gotham que todos conhecemos. Nesse contexto não veremos o mestre em artes marciais, com um Batman ainda inexperiente e se apoiando em seus maiores atributo, a estrategia e inteligência. Reeves já confirmou que filme vai funcionar como uma produção de mistério, explorando o lado detetive do personagem, algo que apesar de suas diversas produções, ainda não foi abordado de maneira efetiva no cinema. Além disso, por conta de se tratar de um Bruce Wayne mais novo e ainda energizado de maneira errônea pela vingança, é muito possível que aqui teremos um Batman ainda impulsivo e que age em sua juventude.

Essa produção também já foi confirmada apresentar uma pegada mais noir, utilizando do contrate de iluminação com um jogo de sombras, com o objetivo de criar uma atmosfera mais dramática e obscura dentro dos filmes. Esse estilo ficou conhecido por volta de 1940 e era extremamente presente em filmes policias, direção com a qual esse novo Batman parece flerta bastante. Além disso, O Batman de Matt Reeves e Pattison, apesar de ser uma produção extremamente distinta da pegada conduzida atualmente pelo DCEU, faz parte efetivo desse universo. O filme foi cotado para ser uma trilogia dentro do seu próprio universo, com o intuito de estabelecer o Batman e toda sua mitologia, dando espaço para que Robert Pattison consolide sua marca no legado e somente após isso se junte a Gal Gadot e Jason Momoa, formando uma nova versão da Liga da Justiça.

O Batman vai ser fortemente inspirado em O Longo Dia Das Bruxas, quadrinho escrito por Jeph Loeb e Tim Sales entre 1996 e 1997. A história apresentada nesse arco é exatamente um mistério, onde Gotham é aterrorizada por um assassino que somente ataca durante feriados como Dia das Bruxas, Natal e etc. Por conta da longevidade da trama, que se passa durante o período de tempo de um ano, diversos personagens da mitologia do Morcego são presentes, desde os primeiros anos do relacionamento de Jim Gordon com o Batman, até a maioria dos seus vilões. E Reeves não decepcionou nesse aspecto, tendo confirmado em sua produção nomes como Mulher-Gato, Pinguim, Charada e prometendo muitos outros. No filme de 2021, assassinatos irão acontecer com cada um dos vilões sendo revelados como suspeitos do crime, enquanto Batman e Gordon tentam, as vezes com métodos opostos, resolver o mistério e quem seria o culpado de aterrorizar as ruas de Gotham.

Além de Robert Pattison, o filme conta com outros grandes nomes de Hollywood, graças a grande influência de Reeves dentro da industria e o próprio peso que a marca do Batman carrega. O filme vai exportar não somente um Bruce Wayne mais novo, mas claramente, seu mordomo Alfred Pennyworth, que graças a escalação de Andy Serkis (Senhor dos Aneis) deve seguir com o aspecto mais militar do personagem. Além disso, seguindo o direcionamento de levantar bandeiras significativas de representatividade do DCEU, a produção encontrou sua Mulher-Gato na atriz Zoe Kravitz (Big Little Lies) e seu Jim Gordon em Jeff Wrigth (Westworld), dando dessa forma mais dimensão e complexidade para dois personagens tão importantes para a mitologia do Cavaleiro das Trevas. No entanto, graças a familiaridade da produção com o material base para o filme, rumores apontam que O Batman vai honrar as origens do personagem, com o traje de Robert Pattison apresentando, pela primeira vez em cinema, as cores azuis e cinza.

Por fim, essa nova produção é somente a porta de entrada para não somente uma nova trilogia, mas sim a construção de todo um universo com enfoque no Cavaleiro das Trevas, sua galeria de vilões e, mais importante, sua família. Com a confirmação de que em um filme futuro seriamos introduzidos a uma história de origem para Dick Grayson e sua transformação no primeiro garoto prodígio. Além de ser a primeira vez que o personagem aparecerá nos cinemas desde o famoso Batman & Robin (1997), rumores apontam de que o anteriormente anunciado filme do Asa Noturna seria, na verdade, uma continuidade dessa versão do personagem e a consolidação do legado do Batman de Robert Pattison. Para finalizar, grandes nomes envolvidos na criação desse universo também afirmaram que uma expansão da Bat-Família no cinemas é uma prioridade, com grandes planos especialmente para Barbara Gordon, em um filme solo da Batgirl. Por conta da escalação de Jeff Wright como Jim Gordon, em um efeito dominó, teremos a alteração de etnia da personagem para afro-descendente, tornando de maneira orgânica a primeira heroína a ser titular em um filme do gênero desde 2004, com o controverso Mulher-Gato de Halle Berry.

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