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Desde que a Marvel explodiu nos cinemas e Homem-Aranha foi rebutado nos cinemas, em 2012, a relação do teioso com a telona sempre teve aquela interrogação sobre, afinal, como funciona esse acordo entre os estúdios e até onde vai a liberdade de cada um. Por isso, nosso Voltsplica volta justamente para esclarecer essa dúvida pra vocês. Assista clicando no vídeo acima.

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Críticas

Crítica | Alita: Anjo de Combate

Criativa, adaptação consegue captar essência do original e se reinventa.

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Alimentando a ideia de que o transumanismo pelo qual caminhamos nos dias atuais irá se colapsar na metade do terceiro milênio, o filme de Robert Rodriguez traz um argumento compactado sobre diferentes atuações do ser humano diante do seu próprio caos que se constitui em ordem.

Tal como um anjo que caiu por se rebelar contra seu criador e depois aponta suas armas em busca do Éden perdido, Alita: Anjo de Combate traduz-se em um deus ex machina na forma como seus elementos são costurados e dispostos diante da tela. Não que isso seja ruim – no caso desse filme -, mas é necessário abrir esta crítica afirmando esta posição considerando o fato de se tratar de mais um filme adaptado de uma obra japonesa.

Robert Rodrigues (direção), Laeta Kalogridis (roteiro), Jon Landau (produção) e James Cameron (produção e roteiro) traduzem de maneira ímpar a obra de Yukito Kishiro após longos anos de espera. Reconstruindo o universo de GUNM – Hyper Future Vision somos apresentados a uma Gally… Ops! Corrigindo… Um Alita cativante, sensível e forte que encanta mesmo com aqueles olhos gigantes, que por sinal são um charme à parte.

O conflito de fundo que ambienta a trama original do mangá é mantido e Zalem retrata o sonho para muitos decadentes da Cidade de Ferro e ao mesmo tempo é a maldição que os prende a uma vida tênue entre a moralidade e a insanidade. No meio disso, Alita é literalmente um anjo para muitos que sobrevivem a essa tempestade. Ingênua, gentil e – acima de tudo – guerreira. Só que não se enganem, tal como um anjo ela também pode ser um demônio que vive a adrenalina da batalha.

E já que o assunto é batalha, Alita: Anjo de Combate tem bom momentos de ação e movimentos de câmera ensaiados com maestria transparecendo o bom labor de toda a equipe envolvida na produção. Talvez a realidade nas mortes é que tenham sido pouco efetivas só que discutir isso num mundo onde homem e máquina vivem em perfeita simbiose é um pouco demais.

Falar detalhe por detalhe sobre o filme é desnecessário. Importante mesmo é saber que a adaptação constrói uma boa relação entre os quatro primeiros volumes da HQ japonesa e relaciona elementos como o motorball e o envolvimento entre Alita e Hugo para amenizar o peso do discurso sombrio da narrativa transumanista e cyberpunk.

A adaptação, contudo, mantém uma consistência frágil e deixa o fã do mangá decepcionado em muitos momentos. A morte do vira-lata, a utopia psicológica de Chiren e o dilema de Hugo são explorados em intensidade inferior ao que se espera e deixa um leve gosto de insatisfação, que é superado pelo competente trabalho dos atores em especial o de Rosa Salazar (Alita), que mesmo em meio a tanto efeito visual sobressai-se com bastante eficiência no papel principal enquanto figura humana em cena. Talvez por isso os responsáveis pelo filme resolveram tirar o batismo da protagonista da relação entre Ido e um velho gato e assumir algo mais aproximador como o amor de um pai por uma filha já não mais viva.

Divergências de lado, Alita: Anjo de Combate é um sucesso. Não admitir isso é de infantilidade por parte de quem o faz. A escolha fílmica para a trama nos dá uma narrativa de origem bem convincente, atrativa. Quem diz ser mais do mesmo no “gênero filme de herói” se esquece ou faz-se desentendido a respeito da Jornada do Herói onde a exaltação do protagonista após o infortúnio é mais do que válida.

Ponto de virada para o dilema do fracasso das adaptações de animês e mangás (e games!), Alita agora será parâmetro para seus sucessores como Detetive Pikachu ainda em 2019 e outros anúncios um tanto quanto preocupantes como Sonic e Your Name para momentos seguintes.

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Filmes

Bulbassaur é destaque em novo teaser de ‘Detetive Pikachu’ – assista

Filme tem estreia prevista para 9 de maio de 2019.

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¿DÓNDE ESTÁ LA BIBLIOTECA? Foi liberado, na tarde desta sexta-feira (15), um novo teaser de Pokémon: Detetive Pikachu, que mostra Pikachu falando em espanhol, Bulbasauro bem fofinho, novos Pokémon e muito mais. Assista clicando no vídeo acima.

Diferente do que parte do público esperava, Detetive Pikachu é um pouco diferente das histórias tradicionais de Pokémon, em que o treinador pokémon assume o centro da história. Aqui, o mais famoso dos monstrinhos incorpora um detetive, com direito a diálogos e tudo, ao maior estilo Sherlock.

O ator Ryan Reynolds será a voz de Pikachu, e o elenco também conta com Ken Watanabe, Justice Smith, Kathryn Newton, Bill Nighy e Chris Geere. A direção ficará por conta de Rob Letterman (Goosebumps: Monstros e Arrepios; As Viagens de Gulliver). O roteiro é assinado por Nicole Perlman, de Guardiões da Galáxia, e Alex Hirsch, o criador da animação Gravity Falls, do Disney XD.

Pokémon: Detetive Pikachu tem estreia prevista para 9 de maio de 2019, no Brasil.

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Filmes

George Clooney e Brad Pitt assinam carta contra decisão do Oscar 2019

Na tentativa de encurtar cerimônia, organização ‘excluirá’ categorias da transmissão.

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Desde que a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas decidiu que parte das premiações do Oscar seriam divulgadas no intervalo da cerimônia, muitos profissionais de Hollywood têm se posicionado publicamente contra esta decisão, que visa encurtar o tempo da premiação, sempre criticada pela demora de quase quatro horas.

Agora, foi a vez dos atores George Clooney, Brad Pitt e Robert de Niro se assinaram, nessa quinta-feira (14), uma carta aberta, que já foi assinada por mais de 50 diretores, atores e cineastas, que pede que a organização do Oscar volte atrás na decisão.

O argumento dos profissionais é de que entregar premiações no intervalo seria “relegar esses ofícios essenciais a um status inferior” e de insultar os profissionais que trabalham nas áreas avaliadas pelas quatro categorias que não entrariam na transmissão oficial, que eram as de Melhor Fotografia, Montagem, Curtas-metragens e Cabelo e Maquiagem.

Nomes como Sandra Bullock, Emma Stone e Jon Hamm também assinaram a carta, que já contava Martin Scorsese, Spike Lee e Alfonso Cuarón.

Há alguns dias, na quarta-feira (13), a Academia argumentou que o motivo dessa reorganização do tempo aconteceu por conta de “reportagens e publicações imprecisas em redes sociais” que teriam “compreensivamente chateado muitos membros da Academia”. Por isso, a organização faria a entrega das 24 categorias, mas só televisionaria 20, o que, segundo eles, reduziria em 40 minutos o tempo da cerimônia, deixando-a com “apenas” 3 horas este ano.

A academia também disse que os representantes das quatro áreas “afetadas” se voluntariaram para o novo formato da premiação.

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