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Holy Avenger: Paladina terá data de lançamento divulgada na CCXP19

Após grande espera a continuação de Holy Avenger ganhará data e apresentará novos personagens do cenário de Arton.

A espera de cerca de cinco anos finalmente terminou! Holy Avenger: Paladina finalmente ganhará uma data de lançamento.

Originalmente anunciada em 2014, um ano após a finalização de Holy Avenger, agora em 2019 a data de lançamento de Holy Avenger: Paladina terá confirmação.

Fazendo parte das comemorações de 20 anos de Tormenta, que vem trazendo muita novidade da empresa como a rework do livro de regras, que foi recorde em financiamento coletivo, batendo suas metas com incrível velocidade, a data de lançamento da continuação da saga dos Rubis da Virtude será anunciada durante a CCXP19, dia 6 de dezembro, onde os autores participarão de um painel para uma sessão de autógrafos.

Holy Avenger é uma revista em quadrinho totalmente brasileira e que faz parte de um universo chamado Tormenta. Foi lançada em 1998, e porta de entrada para muitos jogadores iniciantes de RPG no Brasil, apresentando não apenas o mundo de Arton mas toda uma mecânica de jogabilidade para o Role Playing Game.

RPG, para quem não conhece, é um jogo de interpretação. Um grupo escolhe um papel para interpretar e um dos ‘jogadores’ será o mestre, aquele que apresentará as regras e o cenário onde o jogo ocorrerá. O RPG nada mais é que um jogo de ‘contar histórias’ que utiliza imaginação e estatísticas junto com dados de até 20 lados para deixar o aspecto ‘sorte’ comandar a jornada dos personagens. Tormenta possui suas próprias regras, todo um conjunto de livros que apresentam classes de personagens, raças mágicas diferentes e poderes detalhados assim como apresenta Arton.

Rola um “D20 aí!”

Arton é o principal e mais famoso cenário no RPG brasileiro. Um mundo de problemas comandado por vinte deuses e com dificuldades sem par, seja por guerras territoriais, seja pela tormenta, uma chuva ácida que traz criaturas anti-naturais para o plano físico.

Arton conta com livros de regras de jogo, uma revista online e mensal intitulada Dragão Brasil e vários romances para deixar o cenário ainda mais diversificado e rico em detalhes.

Com grande conexão com os fãs, Tormenta tem conquistado um espaço no que tange rpg, sendo hoje, considerado um rival a altura do Dugeons & Dragons (RPG famoso nos Estados Unidos e pai da famosa animação Caverna do Dragão).

Teve final ou não?

Holy Avenger conta a história de Sandro, Lissandra, Niele e Tork. Quando Lissandra, uma meio dríade criada por Tork, o troglodita anão, recebe um chamado divino por sonhos para juntar todas os Rubis da Virtude e reviver um guerreiro santo conhecido apenas por Paladino. A aventura apresenta um mundo de magia assim como personagens carismáticos e únicos que constituem a história cheia surpresas e comédia.

Protagonistas da original Holy Avenger: A delicada Lissandra, o atrapalhado Sandro (de cabeça para baixo), a otimista Niele e o difícil Tork

O novo quadrinho, que originalmente foi anunciado em 2014, terá a mesma equipe, com Marcelo Cassaro de roteirista, André Vazzios como colorista e o belo traço em estilo mangá de Erica Awano. A história ocorrerá uma década após os eventos da história original.

Foi anunciado que será uma revista de capa dura em estilo oriental com 128 páginas e formato 20,5 x 27,5 cm.

A sinopse anunciada no site da Editora Jambô conta um pouco a história de Holy Avenger: Paladina.

“Após dez anos de treinamento monástico, uma jovem enfim retorna ao lar. Escolhida por Khalmyr, Deus da Justiça, ela acaba de descobrir sua missão sagrada.
Ela acaba de entender quem é. O que é.”

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Coluna Lucas Nash

Grammy e racismo: o relacionamento mais duradouro do mundo da música

A década de 2010 termina sem nenhum artista negro ter ganhado o ‘Melhor Álbum do Ano’ no Grammy.

Há 12 anos, em Los Angeles, o pianista de jazz Herbie Hancock subia ao palco da 50ª cerimônia de premiação do Grammy para receber a estatueta de ‘Melhor Álbum do Ano’ pelo disco ‘River: The Joni Letters’, produzido em homenagem à cantora Joni Mitchell. O momento foi um balde de água fria para muitos que acompanhavam a cerimônia. As apostas estavam altas em ‘Back to Black’ de Amy Winehouse, que já tinha garantido três das principais categorias da noite.

O produtor Quincy Jones, ao entregar o prêmio a Hancock, não se mostrou muito contente com a vitória e muito menos se preocupou em disfarçar. Além de Amy, o pianista concorria com Kanye West e Foo Fighters. Hancock não era apontado por nenhum site especializado como vencedor e a própria indicação do artista na categoria não foi bem recebida pelos críticos.

Contudo, o ponto mais relevante desse fato não é o descontentamento do público, da crítica ou dos artistas com a vitória do pianista em 2008, e sim que Herbie Hancock foi o último artista negro a ter um álbum vencedor da principal categoria do Grammy. Mas o que isso significa? Em meio a uma período em que grandes nomes da Black Music lançaram diversos trabalhos, o Grammy finaliza a década de 2010 reafirmando uma problemática intrínseca da premiação: de que artistas negros, dificilmente, merecem o mérito por terem entregue grandes obras na história da música.

Para entender o porquê, podemos refletir sobre a resposta dada pelo então presidente da Academia Fonográfica, responsável pela premiação, ao ser questionado pela ausência de nomes femininos nas principais categoria do prêmio em 2018. Neil Portnow, tentando defender o seu peixe, acabou afirmando que as mulheres precisam aumentar o nível. Seria esse também o motivo pelo qual artistas como Kendrick Lamar e Beyoncé, recordistas em indicações nas edições de 2016 e 2017, respectivamente, acabam perdendo nessa categoria?

A invisibilidade do Hip-Hop e as injustiça contra Lamar

Com ‘To Pimp A Butterfly’ (2015), Kendrick liderou o Grammy 2016 com 11 nomeações, entre elas a de melhor álbum do ano. A nomeação na categoria não pegou ninguém de surpresa, como no caso do pianista Hancock, muito pelo contrário, já era esperada. ‘To Pimp A Butterfly’ foi ovacionado no seu ano de lançamento, muitos críticos consideraram a obra com um experimento assertivo de renovação do Hip-Hop, indo além do gênero e explorando outros estilos.

Entre as rimas amargas que estampam a realidade da população negra e a criatividade experimental, o álbum figurou em primeiro lugar em diversas lista de melhores álbuns de 2015, conseguiu a nota média de 96/100 no Metacritc, com base em 44 críticas, e é, até hoje, considerado o mais importante álbum da cultura Hip-Hop/Rap. Contudo, no final da noite do 58ª Grammy, o rapper voltou para casa sem ganhar em nenhuma categoria principal e, dentre elas, bem… Vocês já sabem.

Sobre isso, o rapper Frank Ocean considerou com um dos momentos mais “defeituosos” da TV, ao rebater uma critica da própria bancada do Grammy a respeito de uma apresentação realizada por ele na edição de 2013. Além disso, o artista, em 2017, deixou de submeter o seu álbum ‘Blonde’ (2016) por não concordar com as políticas da premiação. Seguindo o caminho aberto por Ocean, Kanye West e Drake, também em 2017, resolveram boicotar o prêmio não indo à cerimônia, alegando a falta de espaço para os negros.

O icônico Snoop Dogg também levantou a bandeira naquele mesmo ano. O dono de parcerias consagradas mandou um belo f****se ao prêmio por não representar os artistas negros. “Que tal criamos uma premiação dos negros? Vamos dar a eles tudo o que eles merecem por ontem, hoje e amanhã”, afirmou o rapper em um vídeo divulgado em uma rede social.

E esse descontentamento é histórico. O empresário Jay Z deixou de comparecer em diversas edições, como forma de boicote, porque, no ano de 1999, a bancada não indicou o trabalho do rapper DMX, bastante elogiado na época. Jay Z aproveitou para reiterar que já é sistemático a prática de exclusão do Hip-Hop nas principais categorias do prêmio.

Outro exemplo de artistas negros sendo esnobados é Beyoncé. A cantora tem um total de 22 prêmios Grammy, mas, vejam só, dentre o total, 18 são de categorias de R&B e música urbana. Muitos apontam essas categorias como prêmios de consolação. Faz sentido. Em 2017, Beyoncé era líder em indicações e ‘Lemonade’ (2016) era um dos favoritos para ganhar álbum do ano, mas a cantora teve que se contentar com a estatueta ‘Melhor Álbum de Música Urbana‘.

Negros têm visibilidade na premiação?

Com todo esses momentos promovidos pelas últimas edições da premiação, a impressão é que, embora artistas negros tenham entregado obras aclamadas, que revolucionaram o mercado e a música, a bancada do Grammy ainda insiste em vê-los apenas como dignos de serem indicados, mas não de serem vencedores.

Isso se torna mais palpável se formos ver em números. Entre os anos de 2010 e 2019, dos 53 indicados na categoria “Melhor Álbum do Ano”, 19 eram negros, mas nenhum se consagrou como vencedor. Já dos 50 indicados na mesma categoria, no período de 2007 a 2017, 10 eram negros, e apenas um conseguiu levar o prêmio, ainda que a contragosto de muitos. Se totalizarmos todas as edições do Grammy, que acontece desde 1959, apenas 10 artistas negros saíram com a estatueta de álbum do ano, sendo que, desses artistas, há apenas duas mulheres.

62ª edição do Grammy

A cerimônia de premiação deste ano acontece no próximo domingo (26) e, assim com nas edições de 20016 e 20017, são artistas negros que lideram as indicações. A cantora e rapper Lizzo totaliza oito nomeações, saindo na frente de nomes como Ariana Grande e Taylor Swift. Além dela, Lis Nas X é outro artista negro líder em nomeações, seis no total. Ambos estão concorrendo a ‘Melhor Álbum do Ano’.

Independente se Lizzo ou Lis Nas X saiam vitoriosos ou não na categoria, a realidade, para quem acompanhou de perto os lançamentos dos últimos 10 anos, é difícil de ser digerida. Na década marcada por movimentos como Black Lives Matter, pelo primeiro afro-americano ocupando o cargo de presidente dos Estados Unidos e Beyoncé marchando com seus bailarinos em homenagem aos Panteras Negras, no intervalo da final do Super Bowl, o Grammy se reafirma como uma instituição presa à sociedade segregacionista norte-americana do século passado, ao não permitir que artistas negros saiam do status de indicados e se tornem os grandes campeões da premiação.

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Filmes

O próximo James Bond não será mulher, confirma produtora de 007

“Ele pode ser de qualquer cor, mas ele é homem”, afirma Barbara Broccoli, produtora da franquia

Foto: Greg Williams / Handout

Se no ano passado as especulações eram que uma mulher assumiria a identidade de 007, os produtores da franquia, Barbara Broccoli e Michael G. Wilson, colocaram um fim nessa possibilidade. 

Em abril estreia No time to die, novo filme com as histórias de James Bond. Daniel Craig já deixou avisado: é o último filme em que atua como o protagonista. A aposentadoria de Craig do papel fez com que até o nome de Lashana Lynch (Maria Rambeau, em Capitã Marvel)  fosse cogitado. Porém, Broccoli foi categórica: “Ele [James Bond] pode ser de qualquer cor, mas ele é homem”.

A declaração foi feita em um entrevista à Variety e pode até soar arrogante, mas a produtora se explica: “Acredito que devemos criar novas personagens para mulheres, personagens fortes. Eu não estou particularmente interessada em ter um personagem masculino com uma mulher interpretando-o. Acho que as mulheres são muito mais interessantes do que isso”.

Em Hollywood, é comum a ideia de colocar uma mulher em um papel originalmente masculino em vez de escrever personagens e histórias para elas. Oito Mulheres e um Segredo (2018) e As Caças Fantasmas (2016) são alguns exemplos dessa situação.

A negação de Barbara de transformar o agente britânico em uma mulher e sugerir criação de histórias únicas para elas pode ser uma resposta à dura realidade do mercado cinematográfico. A agência de publicidade Creative Arts Agency e a companhia de tecnologia Shift7 realizaram um estudo com filmes lançados entre 2014 e 2017 e revelaram que o número de filmes com protagonistas femininas é menor que o de filmes com homens no papel principal. Das 350 produções analisadas, 105 contavam com mulheres protagonistas, enquanto 245 eram com homens no elenco principal. 

No estudo Inequality in 700 Popular Films, que analisou 700 filmes lançados entre 2007 e 2014, as mulheres representavam apenas 30,2% dos 30.835 personagens com falas. A pesquisa também mostrou que em 2014, do top 100 filmes, em 21 as mulheres eram as estrelas ou co-estrelas.

Talvez os filmes de James Bond não sejam a chance de aumentar o quantitativo de mulheres protagonistas, mas ainda pode acontecer uma representatividade: “Ele pode ser interpretado por um ator que não é branco”, explica Barbara. Em 2018, o Hollywood Reporter realizou uma pesquisa que apontou Idris Elba (John Luther em Luther e Heimdall no Universo Cinematográfico da Marvel) como preferido de 63% do público americano para substituir Daniel Craig. O resultado deu muita esperança para a possibilidade de ver o primeiro James Bond negro da história.

No Time to Die é o quinto filme de Daniel Craig no papel de 007. No elenco, estão presentes ainda: Rami Malek, Ralph Fiennes, Rory Kinnear, Ben Whishaw, Naomie Harris, Lea Seydoux  e Jeffrey Wright.

O novo filme de James Bond, o 25º da franquia, chega aos cinemas norte-americanos no dia 10 de abril.

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Música

‘Batidão’, novo single de Enme, está prestes a alcançar 10 mil plays no Spotify

O primeiro EP da maranhense já conta com mais de 154 mil execuções no serviço de streaming musical.

Enme não dá trégua para descanso!

Após entregar o primeiro EP autoral, ‘Pandú’ (2019), a cantora e drag queen maranhense Enme já colhe bons frutos da recém lançada ‘Batidão’. A faixa está prestes a alcançar 10 mil execuções no Spotify e é capa da playlist LGBT*, que conta com músicas de artistas como Pabllo Vittar e Gloria Groove, além de ser destaque em outras playlists do serviço de streaming. Até agora, ‘Batidão’ totaliza mais de 8 mil execuções.

A nova aposta da cantora é um verdadeiro intercâmbio regional entre o Maranhão e a Bahia, onde os tambores maranhenses dialogam com o pagode bahiano e dão vida a uma epifania de batidas eletrônicas e rimas ágeis. E esse resultado não é por acaso. ‘Batidão’ conta com a produção do bahiano Noise Man, nome responsável pela produção de sucessos como ‘Problema Seu’, da Vittar, e co-produção de Sandoval Filho, que trabalhou nas faixas ‘Killa’ e ‘Juçara’, presentes em ‘Pandú’.

No ano passado, Enme foi a grande vencedora do concurso novos talentos do Festival Sons da Rua. A maranhense concorreu com artistas de diversos estados do Brasil e, com a vitória, ela se apresentou na Arena Corinthias em São Paulo. A vitória também trouxe como prêmio a produção de um single, no caso, ‘Batidão’.

Já o primeiro EP da maranhense conta com mais de 154 mil execuções no Spotify. ‘Sarrar’ é a faixa mais escutada da cantora na plataforma, com 80 mil plays, seguida de ‘Killa’, com 70 mil.

Sucesso além do Maranhão

Neste ano, Enme já tem agenda de shows confirmados e Pernambuco é o próximo destino da ‘Juçara Tour’.No dia 15 de fevereiro, a maranhense desembarca em Recife para se apresentar no festival Porto Musical. O evento acontece desde 2005 e promove shows gratuitos, oficinas, seminários e outras ações de fortalecimento do mercado musical. Se apresentarão também no festival nomes como China e Luísa e os Alquimistas.

E taca stream em ‘Batidão’ :

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