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FOTOS: veja algumas fotos do primeiro Game Jam+ em São Luís

Primeira etapa do evento foi realizado em 14 cidades simultaneamente.

Foto: Lucas Vieira/Volts

Entre os dias 27 e 29 de julho, São Luís recebeu a segunda edição do Game Jam+, maior evento de desenvolvimento de jogos da América Latina, que aconteceu, simultaneamente, em 14 cidades diferentes do país. Na capital maranhense, 26 candidatos disputaram as duas vagas para a final da competição que será realizada no Rio de Janeiro em novembro.

A etapa São Luís contou com transmissão ao vivo no Volts. Veja algumas fotos do Game Jam+ São Luís:

 

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Corinthians é campeão Mundial de Free Fire

Time liderado por um maranhense recebe taça de melhor do mundo no E-Sports Free Fire

A segunda edição do Mundial de Free Fire, que contou com 12 participantes de vários países, ocorreu na Arena Carioca 1, no Parque Olímpico do Rio de Janeiro nesse sábado (16), teve a taça entregue para o campeão Corinthians.

O time venceu duas últimas quedas do torneio e levou a taça numa virada espetacular. Fechando o torneio mundial com 2300 pontos contra 2190 da Sbornaya ChR, time da Russa, o Corinthians não faturou apenas a taça e o prêmio no valor de US$ 200 mil (em torno de R$ 820 mil) maior fatia do prêmio total de US$ 400 mil (R$ 1,67 milhão), mas o título Mundial e também o de ser o primeiro clube de “futebol” do Brasil sendo campeão mundial nos eSports.

O time que tem cerca de um mês de existência é formado por Bruno “Nobru” Góes (eleito melhor jogador da competição), Genildo “Japa” André, Samuel “Level Up 007” Lima, Douglas “Pires” e o maranhense e líder do time, Carlos “Fixa” César.

Nobru, o MVP da competição Mundial, demonstrou muita emoção a receber a taça e deixou claro a importância da vitória no E-Sports para o Brasil. “É um sentimento inexplicável, independentemente se fôssemos nós ou a LOUD, eu queria esse título para o Brasil”.

Foi uma batalha árdua para o time brasileiro que nas duas primeiras quedas não conquistaram a vitória, perdendo para Illuminate, da Tailândia, e a própria russa Sbornaya ChR, mas tiveram uma pontuação muito alta em ambas, assumindo a liderança em pontos. Mantiveram-se com pontuações altas por todas as quedas seguintes, não vencendo partidas até a sétima queda, mas com a pontuação no alto para o título mundial.

Na última e mais importante queda, a LOUD, time também brasileiro, embora tenha jogado muito bem nas outras quedas, durou muito pouco na final, sendo eliminada na 12 colocação, abandonando assim o Mundial. O Corinthians, entretanto, mostrando conhecimento no mapa Purgatório e dominando a área de Forge, aproveitaram o movimento quando o jogador Devil, da Dranix Sports, equipe indonésia tirou dois jogadores russos da partida, sendo esse o time mais forte no momento da partida. Embora o Corinthians tenha perdido NoBru e Pires, o time conseguiu superar e conquistou o tão desejado Booyah que conquistou o título do Mundial.

A torcida foi a loucura com a virada surpreendente do time, que perdeu várias quedas mas conseguiu se erguer nas duas últimas, proporcionando um jogo emocionante. Gabriel “FalleN”, famoso no jogo em torneios de CS:GO nacional, foi um dos astros do E-Sports que parabenizou, pelo Twitter, o Corinthians. A vitória também chamou atenção de vários famosos E-Sportistas na rede social.

Sobre Free Fire

Free Fire é um jogo mobile (de celular) do gênero Battle Royale. No gênero o objetivo é ser o único jogador (ou time) sobrevivente num mapa junto com um total de dezenas (ou até centenas!) de outros jogadores. O mapa, ao decorrer do jogo, vai ficando menor por conta de um círculo (que pode ser de gás, fogo, etc, depende do jogo) que se fecha ao redor dos jogadores, provocando dano em quem estiver fora, forçando-os a aproximar-se cada vez mais uns dos outros, criando assim um encontro forçado e um clima de tensão entre times e jogadores inimigos. Para derrotar os inimigos, o players recebem armas, que podem ser de caráter real, como revólveres e facas (como o caso de Free Fire) até o formato medieval e mágico como tomos arcanos e espadas encantadas. O estilo de jogo foi popularizado em 2017 com o lançamento da PlayerUnknown’s Battlegrounds (PUBG) primeiro título no gênero Battle Royale que fez sucesso entre streamers, influenciadores e o público em geral. Free Fire, lançado pela Garena, alcançou o top 5 de jogos mais baixados nas lojas de aplicativos em 2018, mostrando um sucesso estrondoso que rendeu até mesmo uma competição mundial.

É Fixa, parceiro!

Nascido em São Luís – MA, morador do bairro João Paulo, o jogador Fixa de 18 anos, conheceu o jogo no inicio do ano passado, apresentado por um parente. Seu apelido tem relação com uma gíria ludovicense usada em forma de concordância. Fez parte da Stars (STS) como capitão e realizador das chamadas para as estratégias da equipe, chegando no Corinthians com um sucesso já formado no e-Sports. Por conquistar 20 abates durante a final da Pro League foi eleito melhor jogador (MVP) da terceira temporada, ficando entre os indicados à categoria “Melhor Atleta de Free Fire” no Prêmio eSports Brasil de 2019.

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THE BATMAN | Tudo que você precisa saber sobre a nova produção de Matt Reeves, estrelando Robert Pattison

O legado do Cavaleiro das Trevas é um dos mais prestigiados dentro das franquias cinematográficas, com o personagem sendo um ícone desde sua versão televisiva em 1966 com o programa de televisão de Adam West. Sendo um dos heróis mais antigos, tendo sido criado em 1939 e juntamente de Superman e Mulher-Maravilha sendo reconhecido como parte da trinidade de ouro, que lançou a primeira noção do gênero herói para o público. Em 2021, o Bat-sinal vai iluminar os céus de Gotham mais uma vez, com uma nova produção do Batman ganhando vida, nas visões do aclamado Matt Reeves, diretor responsável pelos dois últimos membros da franquia de Planeta dos Macacos.

Trajando a responsabilidade de usar a capa do Cavaleiro das Trevas temos Robert Pattison, ator que ficou conhecido por seu papel na Saga Crepúsculo, porém que nos anos seguintes, fez seu nome como um ícone dentro de pequenas produções, especialmente de influências mais ”indie” e ”cult”, sendo a mais recente a ovacionada, The Lighthouse, uma produção em preto e branca que tem se tornado referencia dentro de festivais de cinema. Pattison vai se beneficiar do cenário em que esse novo Batman vai ser introduzindo, criando um personagem que consegue ser moldado na imagem do ator.

O Batman, como intitulado até então, vai se passar nos anos noventa e exportar os primeiros anos de Bruce Wayne como o vigilante de Gotham. Por conta disso, veremos Robert Pattison introduzindo suas próprias características no personagem e, aos poucos, o tornando o temido Cavaleiro da Noite e protetor de Gotham que todos conhecemos. Nesse contexto não veremos o mestre em artes marciais, com um Batman ainda inexperiente e se apoiando em seus maiores atributo, a estrategia e inteligência. Reeves já confirmou que filme vai funcionar como uma produção de mistério, explorando o lado detetive do personagem, algo que apesar de suas diversas produções, ainda não foi abordado de maneira efetiva no cinema. Além disso, por conta de se tratar de um Bruce Wayne mais novo e ainda energizado de maneira errônea pela vingança, é muito possível que aqui teremos um Batman ainda impulsivo e que age em sua juventude.

Essa produção também já foi confirmada apresentar uma pegada mais noir, utilizando do contrate de iluminação com um jogo de sombras, com o objetivo de criar uma atmosfera mais dramática e obscura dentro dos filmes. Esse estilo ficou conhecido por volta de 1940 e era extremamente presente em filmes policias, direção com a qual esse novo Batman parece flerta bastante. Além disso, O Batman de Matt Reeves e Pattison, apesar de ser uma produção extremamente distinta da pegada conduzida atualmente pelo DCEU, faz parte efetivo desse universo. O filme foi cotado para ser uma trilogia dentro do seu próprio universo, com o intuito de estabelecer o Batman e toda sua mitologia, dando espaço para que Robert Pattison consolide sua marca no legado e somente após isso se junte a Gal Gadot e Jason Momoa, formando uma nova versão da Liga da Justiça.

O Batman vai ser fortemente inspirado em O Longo Dia Das Bruxas, quadrinho escrito por Jeph Loeb e Tim Sales entre 1996 e 1997. A história apresentada nesse arco é exatamente um mistério, onde Gotham é aterrorizada por um assassino que somente ataca durante feriados como Dia das Bruxas, Natal e etc. Por conta da longevidade da trama, que se passa durante o período de tempo de um ano, diversos personagens da mitologia do Morcego são presentes, desde os primeiros anos do relacionamento de Jim Gordon com o Batman, até a maioria dos seus vilões. E Reeves não decepcionou nesse aspecto, tendo confirmado em sua produção nomes como Mulher-Gato, Pinguim, Charada e prometendo muitos outros. No filme de 2021, assassinatos irão acontecer com cada um dos vilões sendo revelados como suspeitos do crime, enquanto Batman e Gordon tentam, as vezes com métodos opostos, resolver o mistério e quem seria o culpado de aterrorizar as ruas de Gotham.

Além de Robert Pattison, o filme conta com outros grandes nomes de Hollywood, graças a grande influência de Reeves dentro da industria e o próprio peso que a marca do Batman carrega. O filme vai exportar não somente um Bruce Wayne mais novo, mas claramente, seu mordomo Alfred Pennyworth, que graças a escalação de Andy Serkis (Senhor dos Aneis) deve seguir com o aspecto mais militar do personagem. Além disso, seguindo o direcionamento de levantar bandeiras significativas de representatividade do DCEU, a produção encontrou sua Mulher-Gato na atriz Zoe Kravitz (Big Little Lies) e seu Jim Gordon em Jeff Wrigth (Westworld), dando dessa forma mais dimensão e complexidade para dois personagens tão importantes para a mitologia do Cavaleiro das Trevas. No entanto, graças a familiaridade da produção com o material base para o filme, rumores apontam que O Batman vai honrar as origens do personagem, com o traje de Robert Pattison apresentando, pela primeira vez em cinema, as cores azuis e cinza.

Por fim, essa nova produção é somente a porta de entrada para não somente uma nova trilogia, mas sim a construção de todo um universo com enfoque no Cavaleiro das Trevas, sua galeria de vilões e, mais importante, sua família. Com a confirmação de que em um filme futuro seriamos introduzidos a uma história de origem para Dick Grayson e sua transformação no primeiro garoto prodígio. Além de ser a primeira vez que o personagem aparecerá nos cinemas desde o famoso Batman & Robin (1997), rumores apontam de que o anteriormente anunciado filme do Asa Noturna seria, na verdade, uma continuidade dessa versão do personagem e a consolidação do legado do Batman de Robert Pattison. Para finalizar, grandes nomes envolvidos na criação desse universo também afirmaram que uma expansão da Bat-Família no cinemas é uma prioridade, com grandes planos especialmente para Barbara Gordon, em um filme solo da Batgirl. Por conta da escalação de Jeff Wright como Jim Gordon, em um efeito dominó, teremos a alteração de etnia da personagem para afro-descendente, tornando de maneira orgânica a primeira heroína a ser titular em um filme do gênero desde 2004, com o controverso Mulher-Gato de Halle Berry.

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Crítica | A Família Addams

Engraçada porém confusa, animação traz a família Addams de volta as telonas

Desde 1930 que a Família Addams apresenta uma espécie de humor não apenas considerado fúnebre e mórbido, mas crítico em relação aos aspectos comuns da sociedade.

Inspirada nas tirinhas criadas por Charles Addams, a família que tem costumes e tradições nada tradicionais, marcam a história de muitas pessoas, seja na adaptação animada para TV em 1960 ou nos filmes de 1991 e 1993.

Agora, em 2019, a família mais sombria e engraçada da cultura pop volta aos cinemas na versão 3D dirigida por Greg Tiernan e Conrad Vernon com um roteiro de Matt Lieberman.

Embora com poucas semanas de estreia o filme já tem um futuro bem definido. O estúdio MGM já trabalha em uma continuação garantida para 22 de outubro de 2021. Segundo site Deadline, a continuação se dá ao fato da bilheteria de estreia em seu primeiro fim de semana ter alcançado o valor de US$ 35 milhões, sendo suficiente para que fosse realizada essa continuação.

A animação de 2019 é uma espécie de reboot para a história que não resgata o efeito nostalgia, e faz isso intencionalmente, pois o foco passa a ser o público infantil atual, quebrando um pouco a expectativa daqueles mais velhos que procuram na animação o mesmo toque exageradamente sombrio de outrora. A essência da família continua a mesma, eles são os diferentes e exocêntricos vivendo no meio dos considerados “normais”, embora tenham agora um toque menos ácido e mais politicamente correto, sem perder sua substância.

Em questão comédia o roteirista Matt Lieberman (também diretor do filme de comédia adulta “Festa da salsicha”) consegue acertar em cheio, com piadas boas e de fácil compreensão para o público-alvo, assim como várias referências, principalmente à série clássica, como a cena que recria a abertura da série de TV mas na versão 3D, e leves referências a outros filmes de terror, como Frankstein e It: A Coisa, para os mais velhos.

Embora o design dos personagens seja louvável, focando não nos traços apresentados nos filmes de 1991 e 1993, mas mais inclinados para as tirinhas originais de Charles Addams, exibindo personagens com uma construção estética propositadamente cartunesca, com suas cabeças estranhas e corpos desproporcionais, o filme peca na questão visual de todo cenário ao redor da família principal. Com a má reposta da animação Missing Link (Link Perdido) esse ano nos Estados Unidos, que arrecadou pouco comparado com o custo de produção, é notável que a MGM está com um pouco de medo quando o assunto é animações. Em Família Addams pode-se perceber que houve um investimento baixo, assim criando um cenário pobre, como exemplo os personagens secundários que tendem a parecer genéricos ou as estruturas de imóvel, como a casa “assombrada” da família que não tem o mesmo impacto sombrio dos cenários mostrados na série ou nos filmes dos anos 90, o que deixa perceptível que é uma animação de segundo nível, que não compete diretamente com outros títulos de outros estúdios como Pixar ou DreamWorks e até mesmo animações lançadas esse ano como Abominável. A direção gótica dos filmes dos anos noventa apresenta um visual de cenário bem mais “horripilante” e que combina mais com os Addams.

Em questão de técnica de movimentação de câmera e ângulos também não impressiona, dando uma fotografia bem básica a animação.

As referências e modernidade no filme, como smartphones, internet, fake news e outros aspectos considerados modernos é a novidade que diferencia esse filme aos anos 90. É perceptível que a animação Família Addams recebeu uma “modernizada” que deixa ainda mais próximo a realidade do público que hoje assiste esse filme, tudo isso sem precisar escorregar para o humor extremamente infantil. Um ponto positivo para a musicalidade do filme que combina com toda essência demonstrada nas cenas, sem precisar transformar a família Addams num musical infantil.

Embora seja de grande valia a comédia do filme, tornando-o uma boa pedida para um passatempo com a família e filhos, e enredo não é de todo complexo ou rico em detalhes como é de costume nas grandes animações atuais. Enquanto Feioso, o filho da família precisa passar por um ritual que o tornará adulto e que claramente é uma referência ao Bar-mitvah, sua irmã, Vandinha, tem um momento de rebeldia retratado de uma forma contrária aos adolescentes comuns, trocando seu lado sombrio e estranho por detalhes delicados e bonitos. Porém, o roteiro acaba se tornando muito corrido e equivocado, retratando assuntos como bullying, união familiar, desenvolvimento de caráter e criação de identidade todos de uma vez, porém de uma forma muito rasa. Todos os problemas são resolvidos de modos muito parecidos, com o personagem quebrando a cara para entender seu caminho. Destaque extra para as frases invertidas do costumeiro social, como “tenha um mal dia”, ou “dê o seu pior” que se tornam cansativas com o passar do filme perdendo a piada, mesmo erro da série da Netflix Mundo Sombrio de Sabrina onde todas as palavras Deus eram trocadas por Satã, perdendo a seriedade nesse caso.

A Família Addams é um filme que não espera revolucionar o cinema atual, mas é uma boa pedida para uma tarde de lazer que pode tirar boas risadas de seus espectadores.

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