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Coberturas

FASE QUATRO & ALÉM | Tudo sobre o Universo Cinematográfico Marvel nos próximos anos

A Fase Quatro foi finalmente anunciada e com ela muitas surpresas esperam os próximos dois anos do MCU

Com o anúncio chocante feito por Kevin Feige na Comic Con, temos oficialmente os filmes e séries que farão parte da consolidação do legado do MCU e constituirão a tão aclamada e, agora, esperada fase quatro. Essa nova era vai contar com um total de dez projetos, havendo uma divisão igualitária entre os filmes da Marvel e agora o novo sistema de streaming, o Disney +, onde cada uma dessas plataformas vai contar com cinco projetos cada. Além disso, algo que ficou claro com o anúncio desse novo catálogo do que esperar da Marvel, é o tempo de duração dessa nova fase. Enquanto os ciclos anteriores (fases 1-3) contavam com longos anos de produção, tendo a última levado quatro anos para se concretizar, a fase quatro da Marvel vai se passar num espaço de tempo de somente dois anos, tendo seu inicio em Maio de 2020 e finalizando em Novembro de 2021.

  • Viúva Negra ( 1.5.2020)

Iniciando essa nova fase da Marvel temos o filme solo da Viúva Negra, um projeto que tem sido demandado por anos pelos fãs, e especialmente, por Scarlett Johansson. O filme entretanto não vai servir de ponto de partida na questão de construção de mundo, visto que o filme vai explorar elementos do passado da personagem, especialmente seu relacionamento com o treinamento que recebeu do quarto vermelho KGB. Viúva Negra vai contar também com a presença da expansão no legado do título da agente, visto que a personagem de Florence Pugh foi confirmada como Yelena Belova, outra agente do quarto vermelho que também é designada de Viúva Negra, forçando assim a Romanoff encarar seu passado e o significado de suas origens.

  • O Falcão e o Soldado Invernal (2020)

O primeiro show do Disney+ não poderia ser nenhum outro se não aquele que continuaria o legado de seu Capitão América. Nessa nova propriedade, vemos Bucky Barnes e Sam Wilson seguindo suas aventuras em eventos pós Ultimato, onde não temos mais a presença do símbolo de liderança que era Steve Rogers. O relacionamento entre os personagens vai sofrer alterações, criando uma nova dinâmica, onde não somente os heróis vão sair da sombra do Capitão América como especialmente Sam Wilson, que vai aprender a se tornar seu próprio simbolismo de liberdade e coragem, assumindo de vez o escudo que o foi deixado no final da Saga do Infinito. Além disso, uma das notícias mais interessantes dessa série é o retorno de Daniel Bruhl como Barão Zemo, tendo ainda sido confirmado que o personagem vai ser muito mais fiel aos quadrinhos do que em sua primeira aparição, usando desta vez o traje roxo tão característico do vilão.

  • Eternos (5.11.2020)

Os Eternos são na verdade um grande mistério dentro do MCU, servindo como uma história de origem séculos antes de qualquer evento já apresentado dentro do universo consolidado da Marvel. O filme vai abordar a história de seres celestiais, que possuem grandes poderes e a habilidade de alterar o universo ao seu redor da maneira como bem entenderem. O longa é uma propriedade espacial do MCU, avançando esse ponto focal que tivemos com filmes como Capitã Marvel, Thor e Guardiões da Galáxia. Além de ter uma responsabilidade imensa, sendo um filme que pode alterar nossa visão do MCU e de razões por eventos passados terem acontecidos, Eternos conta com um elenco de peso, tendo nomes importantes como Richard Madden e especialmente Angelina Jolie associados ao projeto.

  • Shang-Chi (12.02.2021)

O primeiro herói asiático a possuir um filme solo de todos, Shang-Chi conta como uma expansão literal, mas especialmente, econômico-cultural para o MCU. Com Simu Liu sendo escalado no papel título e Awkafina sendo sua protagonista oposta, o filme busca uma expansão para o mercado cinematográfico gigantesco da China, criando laços com essa cultura e expandindo a diversidade dentro do Universo da Marvel. O filme contará a história de Shang-Chi, um dos maiores lutadores de todo o universo, que é especialista em todos os tipos de artes marciais e é capaz de derrotar adversários poderosos e detentos de habilidades meta-humanas simplesmente usando seu treinamento. Esse projeto, além de servir como uma grande expansão cultural para a Marvel, vai servir de redenção para um dos personagens mais criticados já estabelecidos pela companhia, com a adição de Tony Leung como o vilão Mandarin, reabilitando assim a imagem do personagem após o fracasso de Homem de Ferro 3.

  • Wanda Vision (2021)

Seguindo o calendário de lançamentos do MCU, temos um dos show mais aguardados Disney+. Wanda Vision tem como foco o personagem de Elizabeth Olsen, Feiticeira Escarlate, e de Paul Bettany, o Visão, e no desenvolvimento do relacionamento dos dois personagens como casal, a série possivelmente vai se passar em flashbacks, usando do tempo que eles se aproximaram ainda mais em intimidade pós Guerra Civil. No entanto, a maior surpresa dessa série é na verdade a introdução de Monica Rambeau, que agora em sua versão adulta, será vivida por Teyonah Parris. A personagem foi nós apresentada primeiro em Capitã Marvel, sendo a “sobrinha” de Carol Denvers, que já apresentava tendências heróicas. Nos quadrinhos, Rambeau se torna agente da S.H.I.E.L.D e após desenvolver seus poderes cósmicos, assume o manto de Espectro. A série deve servir de ponto de origem para a personagem, mostrando seu crescimento desde agente até super heroína .

Teyonah Parris, atriz que foi escalada para dar vida a Monica Rambeau em Wanda Vision

  • Doctor Strange and the Multivers of Madness (7.5.2021)

Provavelmente um dos anúncios mais excitantes desse painel, a continuação da história de Stephen Strange vai contar com os elementos chave para a construção do tão aguardado Multiverso dentro do MCU e com ele um mundo inteiro de possibilidades. O filme, além de apresentar um dos títulos mais provocativos nesse catálogo, vai contar com a presença da Feiticeira Escarlate como uma das personagens principais dentro desse universo magico, confirmando assim as teorias de que Wanda Maximoff além de seus poderes derivados das jóias do Infinito, também praticava magia. A presença de Maximoff nesse filme é de suma importância, com muitos acreditando que seria ela a responsável pela criação da fenda do multiverso, devido a falta de controle que ela detém juntamente com um estado mental fragilizado, algo que já tem sido construído desde Guerra Civil e, agora, consolidado em Ultimato em sua batalha contra Thanos.

  • LOKI (2021)

Como já dizia Game of Thrones: ”O que está morto não pode morrer”. E é por isso que em 2021, juntamente do Disney+ teremos o retorno de um dos vilões mais celebrados da Marvel, com a série original focada no Loki. Pouco se sabe até então sobre o projeto, no entanto é confirmado de que Tom Hiddleston estará reprisando o papel e que ele retornará a suas origens, na forma de vilão. Essa série vai abordar uma linha alternativa, criada nos eventos de Ultimato, onde vemos o personagem de Hiddleston escapar com o Tesseract.

  • WHAT IF (2021)

What If é o primeiro projeto do MCU em animação. Seguindo os passos e sucesso de Homem-Aranha no Aranhaverso, o Disney+ juntamente com a Marvel vai focar numa série somente nesse formato. What If vai ser diferente de tudo já feito dentro da Marvel, servindo como uma forma de brincar com as histórias e respondendo perguntas como: E se o soro do super soldado fosse dado para a Peggy?. Essa nova série vai lidar com realidades alternativas ao mesmo tempo que trazendo elementos de nostalgia, com os atores já veteranos da casa, dublando suas versões animadas. Além disso, adicionando mais peso, histórias focadas em personagens como o Hulk e o Homem-Formiga já foram confirmadas por Feige.

  • Hawkeye (2021)

Baseado diretamente num dos arcos mais adorados pelos fãs do personagem, a série do Gavião Arqueiro vai pegar emprestado da mente de roteiristas Matt Fraction e David Aja para desenvolver uma história focada em legados. Nesse novo projeto, além do retorno de Jeremy Renner como Clint Barton e uma visão mais aprofundada no período em que o personagem se tornou Ronin, visto brevemente em Ultimato, seremos introduzidos a Kate Bishop, a prodígio que herda o manto de Gaviã Arqueira. Além de ser uma das personagens mais aclamadas pelos fãs na continuidade atual da Marvel, a dinâmica de mestre e aprendiz de Barton e Bishop se tornou um dos momentos mais memoráveis para consolidar o legado do Gavião Arqueiro nos quadrinhos.

  • Thor: Love and Thunder (5.11.2021)

Fechado a fase quatro do MCU, temos o retorno de um dos veteranos, com o anúncio de um quarto filme da franquia focado do Thor. Esse projeto quebra uma das regras não verbais da Marvel, que além de suas aparições dentro dos Vingadores, cada ator teria uma trilogia para chamar de sua. Love and Thunder entretanto não terá seu ponto focal no Thor de Hemsworth, mas sim na reintrodução do personagem de Natalie Portman dentro do MCU, após sua ausência em Ragnarok. Jane Foster, no entanto, agora não é mais a donzela em perigo e interesse amoroso do Thor, tendo seu personagem ganhando mais importância e complexidade, no momento em que um dos arcos mais consagrados dos quadrinhos vai tomar forma nas telas. Trazendo uma história focada no câncer terminal de Jane Foster e o encontro da mesma com Mjolnir e assumindo o manto da Deusa do Trovão, se tornando Lady Thor.

  • BLADE

No entanto, como todos nós já sabemos, Kevin Feige não se tornou o titã dentro da indústria cinematográfica de maneira leviana, tendo se apoiado na combinação em seu amor por quadrinhos e eu seu intelecto como empresário de maneira brilhante. E é por isso, que ao fim do painel apresentando a fase quatro do MCU, também se foi anunciado o que o futuro mais distante da Marvel tem reservado para nós. Mahershala Ali, ganhador de dois Oscars por papei em Green Book e Moonlight, foi oficialmente anunciado como Blade, o caçador de vampiros. Esse anúncio não somente adiciona um ator de peso dentro da família Marvel, como também introduz um dos personagens mais desejados pelos fãs dentro do MCU.

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Coberturas

#VoltsNaMSDC Confira a programação completa da Mostra Sesc de Cinema em São Luís

Evento acontece de 19 a 28 de Novembro e exibe 70 produções brasileiras

Além da seleção lançada em Paraty, com 42 filmes das cinco regiões do Brasil, a MSDC conta com o Panorama Maranhão que traz 28 produções locais. O evento está agora em seu terceiro ano de existência, mas ao funcionar como uma plataforma de facilitação de acesso do público a um rico material cinematográfico que é a cara do Brasil, a Mostra prova sua importância e relevância para o cenário cultural do nosso país.

No Maranhão, a MSDC acontece de 19 a 27 de novembro no Cine Praia Grande com os Panoramas Brasil e Maranhão. E de 26 a 28 de novembro no Teatro Sesc Napoleão Ewerton com o Panorama Infanto Juvenil. Lembrando que toda a programação é gratuita.

Além das exibições, a MSDC também vai oferecer a Oficina de Criação e Desenvolvimento de Séries de Animação, com Otoniel Oliveira do Iluminuras Estúdio de Animação (PA).

Para ficar por dentro da MSDC, acompanhe a cobertura pelas redes sociais do Volts – e clicando AQUI você tem acesso a grade com todos os horários.

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#VoltsNaMSDC – Confira aqui as críticas do Panorama Brasil – Filmes da Região Sudeste

Os filmes selecionados vêm dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais

Ao todo, a Mostra Sesc de Cinema 2019 conta com 42 filmes e aqui no Volts você confere nossos comentários sobre todos eles. Nesse post, as produções da Região Sudeste são as estrelas. Vai vendo.

Fabiana (São Paulo, São Paulo) 89min, longa-metragem, documentário, 2018

‘Fabiana’ é o longa dirigido e escrito pela goiana Brunna Laboissière cuja proposta interessa de cara: pegar carona no caminhão da mulher trans e também lésbica que dá título ao filme. Uma figura poderosa, despachada e cheia de bagagem que segue baforando seu cigarrinho pela janela enquanto compartilha vivências.

O universo da estrada é por si só uma fonte infinita de histórias, mas Fabiana é um ponto de resistência numa profissão dominada por homens – não meramente por ser mulher e caminhoneira, mas também por sua orientação sexual. Porém, infelizmente o potencial fica perdido na estrada. A condução do filme é surpreendentemente passiva, desperdiçando a oportunidade de explorar a evidente riqueza do material.

E dá pra entender a intenção de Laboissière de não interferir, por exemplo, numa passagem em que Fabiana atende uma ligação e aparentemente recebe uma notícia ruim, desliga a chamada e fica em silêncio por longos minutos, balbucia algo e segue em silêncio até que a diretora pergunta “O que houve?” e aí ela finalmente conta. Outras sequências se limitam a contemplação pura e simples. Ou seja, a fartura do material exige mais intervenções e ao público resta sair da sessão como quem esperava uma viagem memorável e pegou apenas uma caroninha curta.

Plano Controle (Belo Horizonte, Minas Gerais)16min, curta-metragem, ficção, 2018

Se a turma do Twitter produzisse um filme, seria esse Plano Controle. Um flerte divertido com a ficção científica ensaia um Brasil onde o teletransporte é uma realidade e pode ser acionado como quem ativa um pacote de dados de internet móvel.

Escrito e dirigido por Juliana Antunes, o curta brinca com viagens no tempo pra fugir da realidade dura de 2016 com o golpe que tirou Dilma da presidência. Pra ilustrar os deslocamentos no espaço-tempo, o filme investe numa bricolagem de cenas icônicas da cultura pop nacional que vão de Van Damme dançando com a Gretchen no palco do Gugu a clássicos musicais dos anos 90. Sendo assim, onde “Plano Controle” falta em fazer sentido, sobra no senso de humor. 16 minutos bem aproveitados.

Navios de Terra (Belo Horizonte, Minas Gerais) 70min, longa-metragem, ficção, 2018

Esse longa de ficção dirigido por Simone Cortezão é um investimento pesado na estética do marasmo. Conceitual e visualmente promissor, o filme pensa a exploração de minério como o “deslocamento de montanhas” do Brasil a China e vice-versa. Seu protagonista (Rômulo Braga) sai de Minas e vai de navio ao outro continente em busca desses encontros muito subjetivos que ninguém sabe direito explicar. Nesse meio tempo o que se vê é um filme lentíssimo e frequentemente até arrastado onde quase nada acontece.

Jéssika (Rio de Janeiro, Rio de Janeiro) 19min, curta-metragem, ficção, 2018

Jéssika, filme de Galba Gogóia, propõe uma discussão pertinente sobre a importância do acolhimento familiar em diversos níveis ao trazer a travesti do título de volta a casa onde cresceu como menino, pra reencontrar a mãe.

Pouco criativo na direção, o filme gira em torno de um diálogo na mesa do café (em plano e contraplano) onde muitos “não-ditos” e mágoas ficam evidentes assim como o amor entre as duas personagens, que é o que acaba gritando mais alto no fim das contas, mas tanto na vida quanto no filme, não é só o que importa. Infelizmente para Jéssika, como para tantas outras, apenas ser chamada pelo nome, já é uma imensa prova de aceitação pra quem cresceu acostumada a viver na defensiva.

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Coberturas

#VoltsNaMSDC Confira aqui as críticas do Panorama Brasil – Filmes da Região Nordeste

Os filmes selecionados vêm dos estados da Bahia, Ceará, Sergipe, Paraíba e Pernambuco

Ao todo, a Mostra Sesc de Cinema 2019 conta com 42 filmes e aqui no Volts você confere nossos comentários sobre todos eles. Nesse post, as produções da Região Nordeste são as estrelas. Vai vendo.

Mateus (Recife, Pernambuco) 80min, longa-metragem, documentário, 2017

Essa doçura de documentário em formato road-movie é um breve passeio pela cultura popular pernambucana que só prova quão vastas e ricas são as tradições culturais do nosso país. Os palhaços Jurema e Bandeira vão rasgando a estrada a bordo de um fusquinha azul 78 em busca dos veteranos ‘brincadores’, palhaços que são chamados de ‘Mateus’ na região da Zona da Mata norte-pernambucana.

O doc. dispensa o didatismo que até poderia esclarecer os termos “Loa”, “Cavalo Marinho” entre tantos outros e prefere focar nos personagens como seu Zé de Bibi e o Mateus Martelo que, já idosos, seguem como guardiões de um saber popular tão belo e puro. “Pessoas assim enchem a minha alma de alegria”, diz Jurema em certo trecho – e assim também é o filme que emociona e diverte na mesma intensidade.

Ilha (Salvador, Bahia) 92min, longa-metragem, ficção, 2018

O que o Cinema quer da gente é coragem” … “Vocês vão ter que engolir a seco a minha subjetividade”… “O amor ensina e mata aqueles que não tem imaginação”. Assim é o longa-metragem de Ary Rosa e Glenda Nicácio, cheio dessas frases de efeito e citações, nunca dispensa a oportunidade de ser viajativo, às vezes é cafonaço, mas sempre muito consciente do próprio conceito de ser um filme provocativo e intrigante sobre a arte de fazer filmes.

Em Ilha o uso da quebra da quarta parede ganha um contorno diferente já que quem olha para a lente não encara exatamente o público e sim Thacle, o personagem que opera a câmera. E enquanto o filme dentro do filme vai sendo feito, as barreiras entre realidade e ficção vão se estreitando e memória e Cinema se misturam pra terminar no abraço. O abraço que Emerson dá em seus pais da ficção é também um acerto de contas com os pais da vida real e por isso a cena cresce tanto. Já o abraço final pode até ter lá a sua dose de cafonice, mas é marcante como é também o filme inteiro. Os dois.

Orin: Música para os Orixás (Salvador, Bahia) 73min, longa-metragem, documentário, 2018

Esse documentário em longa-metragem dirigido por Henrique Duarte parte da interessante premissa de que os cânticos e ritmos do candomblé tiveram papel determinante na construção de diversos gêneros musicais brasileiros, do samba ao funk. Dessa forma, o texto vai evoluindo e faz perceber que a música está relacionada a uma ancestralidade que chega até mesmo a extrapolar o território da religião.

O filme também é hábil em explorar detalhes que vão desde a feitura dos atabaques até a curiosa hierarquia dos instrumentos. Nesse sentido, as diferentes danças de cada orixá rendem um dos momentos mais belos do longa. Por fim, a simbiose entre fé e som revela uma forma de arte que flui para além dos terreiros e vai parar, como o doc. explica, na pauta da Rumpilezz Orquestra em Salvador até virar referência central para um grupo de rap.

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