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Especial The Witcher | Conheça os personagens da saga do Bruxo Geralt

No segundo capítulo deste especial contamos quem é quem no épico polonês

No segundo capítulo do Especial The Witcher, contamos quem é quem na lista de personagens importantes na série The Witcher. Vale dizer que toda a série da Netflix será baseada nos livros do polonês Andrzej Sapkowski, e não no jogo onde os eventos são posteriores à jornada dos romances e contos.

Antes, confira o primeiro capítulo, onde falamos sobre a cronologia dos livros e o universo do Bruxo Geralt de Rívia.

Geralt de Rívia, bruxo da ordem de Kaer Morhen

Henry Cavill como Geralt de Rívia

Geralt de Rívia é o herói da história, o fio condutor da jornada e é através dele que o leitor entra no mundo imaginário de The Witcher. Sua aparência é de um homem muito forte, de feições soturnas e cabelos brancos, ainda que seu rosto seja jovem. Usa um medalhão de prata com o lobo de sua ordem. O objeto não é apenas um adorno e insígnia de Kaer Morhen, mas funciona como uma bússola que vibra sempre que há monstros por perto.

Geralt pertence à ordem dos bruxos, humanos modificados geneticamente através de experimentos que envolvem magia e treinamento intensivo para servirem como os mercenários matadores de monstros. Em um mundo outrora infestado por criaturas malignas, Geralt anda de vila em vila, cidade em cidade, principalmente pelos reinos do Norte.

Geralt é um home solitário, com o peso dos anos e da matança sobrecarregando a alma. Seu coração pertence à feiticeira Yennefer, cujo destino está entrelaçado ao seu juntamente com o da jovem princesa Ciri.

Yennefer, Gran-Mestre de Magia

Anya Charlotra como a feiticeira Yennefer

Yennefer , a mulher mais poderosa do mundo, nasceu com deformidades no corpo, foi treinada como feiticeira em Vengerberg, capital do reino de Aedim. Ao nascer, com um corcunda e o maxilar deslocado, Yennefer foi desprezada pelo pai que a agredia constantemente até que saiu de casa para viver com outra mulher; a mãe de Yennefer passou então a espancar a filha.

As agressões físicas e psicológicas deixaram marcas na mente da jovem, que tentou suicídio quando já havia sido admitida na Academia de Magia em Aretuza.

Fisicamente, Yennefer é descrita como tendo olhos violeta e cabelos negros. Ela ascendeu muito jovem ao posto de Gran-Mestre da Magia após ser treinada por Tissaia. É a feiticeira mais poderosa do mundo na época da saga. Ela lutou em batalhas e foi cegada durante a 2ª Batalha por Sodden, mas recuperou a visão com magia.

Yennefer usa uma estrela de obsidiana no pescoço, presa com uma fita de veludo. Se tornou tutora da princesa Ciri a pedido de Geralt, a ensinando magia e controle sobre seus poderes. Ciri passou a ser como uma filha para Yennefer, que, como todos os feiticeiros não pode ter filhos.

Ciri, rainha herdeira do reino de Cintra

Freya Allan como Ciri

Cirilla Fiona Elen Riannon é a princesa herdeira de Cintra, ligada a Geralt de Rívia desde a gravidez de sua mãe a princesa Pavetta, através da Lei da Surpresa, como relatado no conto Uma Questão de Preço, no livro O Último Desejo.

Ciri é uma das pessoas nascidas “sob a sombra do destino”, tal qual Geralt também o foi, e apenas pessoas com essas circunstâncias de nascimento podem se tornar bruxos

Seis anos após o nascimento de Ciri, Geralt retornou à Cintra mas não olhou a criança e revelou à rainha Calanthe que tinha medo de que ela não sobrevivesse ao teste para ser bruxo, o Teste das Ervas, pois apenas quatro de cada dez sobrevivem.

O destino, porém, colocou Geralt no caminho da pequena quando esta adetrou a floresta de Brokilon e foi sequestrada por dríades. Ele nega novamente o destino e mesmo salvando Ciri não a leva consigo.

Já em Belleteyen, Yennefer convence Geralt que é hora de deixar de lutar contra e aceitar ser tutor de Ciri. Ele viaja para Cintra mas descobre que o reino caíra após o ataque do Império de Nilfgaard. No leito de morte a avó de Ciri, rainha Calanthe pede que ela encontre Geralt.

Nenneke, arquisacerdotiza da deusa Melitele / Feiticeira Triss Merigold

Anna Shaffer como a feiticeira Triss ou a sacerdotisa Nneke – sim, está confuso no trailer

Nenneke – A senhora do templo da deusa Melitele, uma das últimas divindades a ter adoradores fieis. Nenneke conhece Geralt desde sua infância, quando estudou no Templo.

Sábia e com grande carinho pelo bruxo, é ela quem o aconselha no grupo de contos chamados A Voz da Razão, que servem de interlúdio às histórias narradas nas coletâneas O Último Desejo e Espada do Destino.

Nenneke atende Yennefer quando esta busca ajuda para sua infertilidade e dá acolhida também à Ciri quando de seu treinamento tutorado pela feiticeira.

Triss – Feiticeira amiga de Yennefer e de Geralt, por quem é apaixonada. Participou da primeira guerra contra Nilfgaard. Auxiliou Ciri durante seu treinamento em Kaer Morhen. É ela quem impede que Ciri seja esterelizada durante o treinamento.

Triss é membro fundador da Loja das Feiticeiras, assembleia secreta apenas de mulheres, criada após o fim do Conselho Supremo no massacre da Ilha de Thanedd.

Tissaia de Vries, feiticeira mentora de Yennefer

MyAnna Buring como Tissaia de Vries

A arquimaga de Aretuza, acolheu Yennerfer quando esta chegou para ser treinada feiticeira. Ela foi responsável por ajudar a curar as deformidades físicas da jovem. Tissaia se matou após a Convensão de Thanedd, a última da Convenção de Magos.

Rainha Calanthe de Cintra, avó de Ciri

Johhi May como Rainha Calanthe

Calanthe Fiona Riannon, a altiva Leoa de Cintra, aparece nos livros no conto Uma Questão de Preço, onde é contada sua interação com Geralt quando este ajuda a quebrar a maldição que havia sido jogada sobre o pai de Ciri, o Ouriço. Morreu durante o Massacre de Cintra, perpetrado pelas forças Nilfgaardianas.

A rainha se jogou de uma torre após deixar ordens para que Ciri fosse retirada da cidade caída em segurança. Não parece ser bem assim que as coisas procederão na série de TV.

Driade Eithné, a Senhora de Brokikon

Mimi Ndweni como a senhora das dríades Eithné

Tudo está muito confuso nesse ponto dos personagens, tendo como referência as imagens do trailer da série da Netflix. As dríades são muito diferentes nos livros e nos jogos, mas essa cena acima é a cena onde Ciri é sequestrada na Floresta de Brokilon. Eithné, a Senhora de Brokilon, pode ser que esteja sendo interpretada pela atriz Mimi Ndweni, mas ela está no IMDB como a feiticeira Fringilla Vigo.

Bom, Eithné é a rainha dos espíritosda floresta, que sequestra Ciri e tenta transformar a princesa em uma dríade, mas não consegue. Geralt encontra a sua criança prometida nesse momento pela segunda vez na vida.

Caso ela seja Fringilla Vigo, essa é uma feiticeira do Império Nilfgaard, contra quem os reinos do Norte, incluindo Cintra, estão em guerra.

Dandelion/Jeskier

Não aparece no trailer, mas Jeskier é um bardo amigo de Geralt com quem divide algumas aventuras no livro O Último Desejo. Com o passar dos anos se torna o mais famoso e celebrado bardo dos Reinos do Norte.

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Coluna Lucas Nash

Grammy e racismo: o relacionamento mais duradouro do mundo da música

A década de 2010 termina sem nenhum artista negro ter ganhado o ‘Melhor Álbum do Ano’ no Grammy.

Há 12 anos, em Los Angeles, o pianista de jazz Herbie Hancock subia ao palco da 50ª cerimônia de premiação do Grammy para receber a estatueta de ‘Melhor Álbum do Ano’ pelo disco ‘River: The Joni Letters’, produzido em homenagem à cantora Joni Mitchell. O momento foi um balde de água fria para muitos que acompanhavam a cerimônia. As apostas estavam altas em ‘Back to Black’ de Amy Winehouse, que já tinha garantido três das principais categorias da noite.

O produtor Quincy Jones, ao entregar o prêmio a Hancock, não se mostrou muito contente com a vitória e muito menos se preocupou em disfarçar. Além de Amy, o pianista concorria com Kanye West e Foo Fighters. Hancock não era apontado por nenhum site especializado como vencedor e a própria indicação do artista na categoria não foi bem recebida pelos críticos.

Contudo, o ponto mais relevante desse fato não é o descontentamento do público, da crítica ou dos artistas com a vitória do pianista em 2008, e sim que Herbie Hancock foi o último artista negro a ter um álbum vencedor da principal categoria do Grammy. Mas o que isso significa? Em meio a uma período em que grandes nomes da Black Music lançaram diversos trabalhos, o Grammy finaliza a década de 2010 reafirmando uma problemática intrínseca da premiação: de que artistas negros, dificilmente, merecem o mérito por terem entregue grandes obras na história da música.

Para entender o porquê, podemos refletir sobre a resposta dada pelo então presidente da Academia Fonográfica, responsável pela premiação, ao ser questionado pela ausência de nomes femininos nas principais categoria do prêmio em 2018. Neil Portnow, tentando defender o seu peixe, acabou afirmando que as mulheres precisam aumentar o nível. Seria esse também o motivo pelo qual artistas como Kendrick Lamar e Beyoncé, recordistas em indicações nas edições de 2016 e 2017, respectivamente, acabam perdendo nessa categoria?

A invisibilidade do Hip-Hop e as injustiça contra Lamar

Com ‘To Pimp A Butterfly’ (2015), Kendrick liderou o Grammy 2016 com 11 nomeações, entre elas a de melhor álbum do ano. A nomeação na categoria não pegou ninguém de surpresa, como no caso do pianista Hancock, muito pelo contrário, já era esperada. ‘To Pimp A Butterfly’ foi ovacionado no seu ano de lançamento, muitos críticos consideraram a obra com um experimento assertivo de renovação do Hip-Hop, indo além do gênero e explorando outros estilos.

Entre as rimas amargas que estampam a realidade da população negra e a criatividade experimental, o álbum figurou em primeiro lugar em diversas lista de melhores álbuns de 2015, conseguiu a nota média de 96/100 no Metacritc, com base em 44 críticas, e é, até hoje, considerado o mais importante álbum da cultura Hip-Hop/Rap. Contudo, no final da noite do 58ª Grammy, o rapper voltou para casa sem ganhar em nenhuma categoria principal e, dentre elas, bem… Vocês já sabem.

Sobre isso, o rapper Frank Ocean considerou com um dos momentos mais “defeituosos” da TV, ao rebater uma critica da própria bancada do Grammy a respeito de uma apresentação realizada por ele na edição de 2013. Além disso, o artista, em 2017, deixou de submeter o seu álbum ‘Blonde’ (2016) por não concordar com as políticas da premiação. Seguindo o caminho aberto por Ocean, Kanye West e Drake, também em 2017, resolveram boicotar o prêmio não indo à cerimônia, alegando a falta de espaço para os negros.

O icônico Snoop Dogg também levantou a bandeira naquele mesmo ano. O dono de parcerias consagradas mandou um belo f****se ao prêmio por não representar os artistas negros. “Que tal criamos uma premiação dos negros? Vamos dar a eles tudo o que eles merecem por ontem, hoje e amanhã”, afirmou o rapper em um vídeo divulgado em uma rede social.

E esse descontentamento é histórico. O empresário Jay Z deixou de comparecer em diversas edições, como forma de boicote, porque, no ano de 1999, a bancada não indicou o trabalho do rapper DMX, bastante elogiado na época. Jay Z aproveitou para reiterar que já é sistemático a prática de exclusão do Hip-Hop nas principais categorias do prêmio.

Outro exemplo de artistas negros sendo esnobados é Beyoncé. A cantora tem um total de 22 prêmios Grammy, mas, vejam só, dentre o total, 18 são de categorias de R&B e música urbana. Muitos apontam essas categorias como prêmios de consolação. Faz sentido. Em 2017, Beyoncé era líder em indicações e ‘Lemonade’ (2016) era um dos favoritos para ganhar álbum do ano, mas a cantora teve que se contentar com a estatueta ‘Melhor Álbum de Música Urbana‘.

Negros têm visibilidade na premiação?

Com todo esses momentos promovidos pelas últimas edições da premiação, a impressão é que, embora artistas negros tenham entregado obras aclamadas, que revolucionaram o mercado e a música, a bancada do Grammy ainda insiste em vê-los apenas como dignos de serem indicados, mas não de serem vencedores.

Isso se torna mais palpável se formos ver em números. Entre os anos de 2010 e 2019, dos 53 indicados na categoria “Melhor Álbum do Ano”, 19 eram negros, mas nenhum se consagrou como vencedor. Já dos 50 indicados na mesma categoria, no período de 2007 a 2017, 10 eram negros, e apenas um conseguiu levar o prêmio, ainda que a contragosto de muitos. Se totalizarmos todas as edições do Grammy, que acontece desde 1959, apenas 10 artistas negros saíram com a estatueta de álbum do ano, sendo que, desses artistas, há apenas duas mulheres.

62ª edição do Grammy

A cerimônia de premiação deste ano acontece no próximo domingo (26) e, assim com nas edições de 20016 e 20017, são artistas negros que lideram as indicações. A cantora e rapper Lizzo totaliza oito nomeações, saindo na frente de nomes como Ariana Grande e Taylor Swift. Além dela, Lis Nas X é outro artista negro líder em nomeações, seis no total. Ambos estão concorrendo a ‘Melhor Álbum do Ano’.

Independente se Lizzo ou Lis Nas X saiam vitoriosos ou não na categoria, a realidade, para quem acompanhou de perto os lançamentos dos últimos 10 anos, é difícil de ser digerida. Na década marcada por movimentos como Black Lives Matter, pelo primeiro afro-americano ocupando o cargo de presidente dos Estados Unidos e Beyoncé marchando com seus bailarinos em homenagem aos Panteras Negras, no intervalo da final do Super Bowl, o Grammy se reafirma como uma instituição presa à sociedade segregacionista norte-americana do século passado, ao não permitir que artistas negros saiam do status de indicados e se tornem os grandes campeões da premiação.

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Coluna Lucas Nash

Crítica | Rare – Selena Gomez

‘Rare’ é marcado por uma lírica honesta, mas tropeça em seu desenvolvimento.

Na discografia de muitos cantores, há sempre uma obra que se destaca pela sua característica econômica, um processo de desaceleração em relação às produções anteriores. É o típico momento em que o artista, após provar o sucesso comercial e da crítica, resolve dosar a fórmula que tanto lhe garantiu tal êxito. Em ‘Rare’, terceiro álbum de inéditas da norte-americana Selena Gomez, a cantora se propõe traçar esse mesmo percurso, mas, aqui, ela adota esse processo para falar de suas fragilidades.   

Selena entrega logo na arte que ilustra a capa do novo trabalho a postura suncita, com pouca maquiagem, livre de adornos e de toda a produção que sempre a acompanha. A cantora resolve se despir dos filtros de outrora para se abrir ao público e expor as experiências de relacionamentos conturbados e de como esqueceu de si mesma em meio a tudo isso.

‘Rare’, faixa-título, abre o álbum de forma exitosa. São instantes de um pop que se destaca pela estrutura singela, construída pelo baixo que domina boa parte da melodia, uma percussão étnica e uma tênue atmosfera de devaneio, onde os versos de Gomez se incubem de torná-la tangível. “Sempre do seu lado/ E você não faz o mesmo / Isso não é justo”, canta, consciente da não reciprocidade amorosa.

E o catálogo de canções segue narrando a trajetória de redescoberta de Selena, caso de ‘Dance Again’. Durante a canção, as guitarras desenvoltas e o teclado pontual dão base para que as batidas acompanhem os versos que marcam o novo começo de Gomez após uma relação difícil. Já as faixas seguintes, ‘Look At Her Now’, ‘Lose To Love Me’ e ‘Vulnerable’, talvez sejam o maior trunfo do registro, pois além de serem as composições mais interessantes do disco, é o clímax do pop econômico trabalhado por Selena e seus produtores.

Contudo, já em ‘Ring’, o disco dá os primeiros sinais dos tropeços que serão apresentados no decorrer da audição. A faixa se perde em meio ao catálogo por não mostrar um desenvolvimento durante sua execução. ‘People You Know’ acaba no mesmo erro, tonando a experiência de continuar obra cada vez mais desestimulante. E nem o repeteco do R&B lascivo, tão explorado em ‘Revival’ (2015), consegue deixar ‘Crowded Room’ atrativa.

Ainda que abra o disco de forma assertiva, ‘Rare’ logo perde o seu rumo. O trabalho de Selena e sua produção em dar vida a uma obra mais honesta, onde a cantora fale abertamente sobre seus sentimentos, desanda pelo vício no uso de fórmulas pré-fabricadas, facilmente encontradas em qualquer álbum pop da década passada. Conforme os minutos de duração vão finalizando, o quê poderia ser promissor se encaminha para algo esquecível.

‘Rare’ pode não ter entregado o melhor momento da carreira de Selena Gomez, mas, com certeza, é um dos mais sinceros. A obra pode ser vista como os primeiros passos da cantora na busca pelo amadurecimento artístico, explícito aqui na lírica das 13 canções que compõe o disco. Agora, resta torcer para que esse amadurecimento esteja presente nas melodias de futuros trabalhos.   

Ouça:

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Coluna Lucas Nash

Lista de 5 | Os álbuns mais esperados para o mês de fevereiro

O ano de 2020 promete o retorno de grandes nomes da música.

O ano de 2020 já começou prometendo o retorno de artistas de peso no mercado musical. Na semana passada, Selena Gomez lançou ‘Rare’, terceiro álbum da cantora desde que rompeu com sua banda. Mas as novidades não param por aí. Nomes como Justin Bieber, Dua Lipa e Kesha já anunciaram material novo para este ano.

A lista é grande, indo do pop americano ao sul coreano, passando pelo punk-rock e pelo psicodélico. Para sentir o gostinho do que vem por aí, confira os principais lançamentos para o mês de fevereiro.

1. #; LOONA

O ano de 2019 trouxe diversas conquistas para as meninas do LOONA. O grupo sul-coreano de música pop lançou em fevereiro um dos melhores MVs do ano passado, tendo a coreografia de Butterflyconquistado diversos prêmios. Além disso, após meses de lançamento, sem nenhuma divulgação, o grupo alcançou o primeiro lugar no Top 200 álbuns do iTunes norte-americano, com o mini-álbum ‘[X X]’ (2019).

Desde o fim das promoções de ‘Butterfly‘, a BBC, empresa responsável pelo grupo, divulgou as teasers do próximo comeback. Os três vídeos trazem elementos presentes nos MVs solos de alguns membros e, também, dos dois últimos MVs do grupo. Infelizmente, neste comeback, o LOONA retornará com apenas 11 membros. A integrante Haseul precisou se afastar devido crises de ansiedade.

# está previsto para 5 de fevereiro.

2. Father Of All Motherfuckers; Green Day

Com mais de duas décadas na ativa, os estadunienses do Green Day vão voltar mais dosados. O 13º álbum de estúdio contem 10 faixas e irá ter 26 minutos de duração. A decisão foi do próprio Billie Joe Armstrong, vocalista da banda, que confessou ter, hoje em dia, preferência a musicas com menos de três minutos.

Antes do lançamento do álbum, o Green Day deve divulgar, no dia 16 deste mês, o próximo single do disco, que será a faixa ‘Oh Yeah‘.

Father Of All Motherfuckers está previsto para 7 de fevereiro.

3. High Road; Kesha

Após o ótimo ‘Raibow‘ (2017), álbum que marca o retorno de Kesha após os problemas enfrentados com Dr. Luke, a norte-america já está pronta para entregar novo material. Assim como no registro anterior, Kesha segue mais orgânica e, pelos singles já lançados, deve preservar as batidas dançantes que tanto embalaram os primeiros trabalhos de sua carreira. 

Em sua rede social, a cantora confessou que não sabe se esse será seu último registro pop, mas que ainda quer se despedir do gênero com um “estrondo”. O quarto álbum de estúdio de Kesha possui 15 faixas e contará com a participação inusitada de artistas como Ke$ha (é isso mesmo que você está lendo, Ke$ha).

High Road está previsto para o dia 13 de fevereiro.  

4. The Slow Rush; Tame Impala

Os australianos psicodélicos do Tame Impala possuem uma das melhores discografias da década e estão prestes aumentar o portfólio. ‘The Slow Rush‘ é o quarto disco da banda e já possui quatro singles lançados. Kevin Park (vocalista e produtor) mostra manter a mesma qualidade e a inclinação pop explorada em ‘Currents’ (2015).

Ainda que sejam um dos principais responsáveis pelo resgate do rock-psicodélico dos últimos 10 anos, Kevin Park teve que lidar com um sério bloqueio criativo, o que atrasou o lançamento do novo trabalho. Em uma entrevista, o australiano confessou ter se controlado para não fazer alterações em músicas que estarão presentes no novo álbum, caso da já conhecida ‘Patience’.

The Slow Rush está previsto para o dia 14 de fevereiro.

5. Miss Anthropocene; Grimes

Numa narrativa espacial repleta de seres alienígenas e alta tecnologia, Grimes faz o seu retorno. O novo álbum da cantora e produtora sucede o aclamado ‘Art Angles’ (2015), mas foge completamente da sonoridade apresentando no disco, levando Grimes a um universo mais sinteticamente sombrio, difícil não se lembrar da proposta presente em ‘Visions’ (2012).

Contudo, na semana passada, a internet foi pega de surpresa. No Instagram, Grimes publicou uma foto com os seios à mostra e um bebê desenhado na barriga e anunciou estar grávida do seu primeiro filho com o empresário Elon Musk. Rapidamente a cantora virou um dos assuntos mais comentados no Twitter, rendendo bons memes. Será que a gravidez vai afetar a divulgação do novo trabalho?

Miss Anthropocene está previsto para o dia 21 de fevereiro.       

      

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