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Especial Resident Evil | As 6 criaturas mais bizarras da franquia

Listamos alguns dos monstros que deixaram e ainda deixam muitos aterrorizados e de olhos vidrados durante a noite…

Foto: Divulgação/Capcom

Resident Evil apresenta uma quantidade absurda de inimigos perturbadores, que reuni-los em uma só lista é uma prática quase impossível. Por esta razão, já adiantamos: este pequeno especial possui alta probabilidade de ganhar uma segunda parte, ou até mesmo uma terceira. Quem sabe? Tudo dependerá do feedback de vocês!

Dito isso, mostraremos, a seguir, algumas das aberrações mais aterrorizantes da renomada franquia de terror, que causaram e ainda causam diversos pesadelos entre os fanáticos da saga pelo Brasil e mundo afora. Sentem, pega a pipoca e vem com a gente!

MR. X

Antes de Nemesis, outro stalker em potencial já dava as caras pelas ruas de Raccoon City.

T-103 (ou Mr. X para os íntimos) não é popularmente conhecido por suas boas maneiras.  Vez ou outra, o seu caráter hostil o faz invadir alguns lugares sem ser convidado. O que não agrada nenhum pouco os protagonistas de Resident Evil 2, Leon Kennedy, Claire Redfield e Ada Wong.

Por diversos momentos em jogo, os passos largos e pesados ressoam ao fundo indicando a sua incômoda presença. E assim como fazemos como uma visita indesejada, realizamos de tudo para evitá-lo. Aqui, esquivas são bem-vindas, gerenciamento de recursos, primordiais, e correr, uma ação mais do que necessária.

O vilão, como a sua categorização numérica indica, é uma versão aprimorada das armas biológicas vistas no título antecessor, Resident Evil, e na prequela, Resident Evil 0 (ainda que lançada posteriormente).

Este promissor modelo busca, em Raccoon City, resgatar uma amostra do G-Virus e com a ajuda de seu elegante sobretudo e mãos brutais, ele incomodará (um eufemismo para matar) quem estiver a sua frente para atingir tal objetivo.

Ok! Brincadeiras à parte, Resident Evil 2 não poupa sustos com esta figura grotesca. O seu visual excêntrico, aliado a um silêncio entorpecedor pelos corredores da devastada cidade, criam momentos tensos e únicos, onde a dúvida e ansiedade tomam lugar da razão e a sobrevivência torna-se cada vez mais um sonho distante.

RACHAEL OOZE

Em Resident Evil: Revelations, Rachael Fooley apresenta as diversas facetas de uma mente destruída e conturbada pelo agravante do bioterrorismo, um tema recorrente na franquia. Mas, adiante dos terrenos antes explorados, que focavam constantemente na aparência física das vítimas das armas biológicas e vírus mutantes, o diferencial da personagem reside em sua complexa personalidade, ressaltada por suas vozes exploradas em divergentes graus de entonação.

Em momentos oportunos de terror, a criatura, que anteriormente foi uma inestimável agente da FBC (uma organização que luta contra o bioterrorismo), dispara diálogos perturbadores, que soam, superficialmente, sem nexo. Contudo, analisando com mais impassibilidade, exibem um desespero quase inocente, proveniente pela falta da compreensão dos reais acontecimentos que a assolaram e decretaram o “final” de sua vida como uma mera humana.

Muitas das vezes, explorando os corredores do navio abandonado, Queen Zenobia, não detectamos a origem de sua voz divagante que ressoa misteriosamente ao fundo. E, diante disto, criamos paranoias e medos à mente. Aliás, uma hora, as falas de Rachael emergem frágeis, em outros momentos, agressivas, atiçadoras, ou mesmo desesperadoras, apelando até pelo vitimismo. Portanto, quando menos se espera, a faceta ameaçadora retorna e, para os desatentos, um momento fatal às suas vidas.

Ouça se tiver coragem.

No fim, Rachael Ooze apresenta uma rara complexidade monstruosa entre as suas confusas multifacetas. Um feito alcançado pelo magnífico design de som e também pela inestimável dublagem da vilã.  

E assim como outros da lista, Rachael é encontrada pela protagonista (neste caso Jill Valentine) por diversas vezes em jogo. Além disso, a criatura está frequentemente acompanhada com amigos nada agradáveis. E por esta razão, são momentos intensos, frenéticos e brutais, dado a quase invencibilidade da criatura. Muitas das vezes, o melhor é correr e se esquivar (quando possível).

LISA TREVOR

A inclusão de Lisa Trevor na versão remasterizada do primeiro Resident Evil, apenas evidenciou que o título poderia alcançar novos patamares no terror.

Lisa é definitivamente a última criatura viva que gostaríamos de encontrar na enigmática Mansão Spencer. Os seus passos lentos, que entoam o nítido som de correntes sendo arrastadas pelo chão, junto de seus pontuais grunhidos de desespero, são alguns dos charmes que a garota apresenta.

Apesar de a encontrarmos em apenas alguns momentos limitados do jogo (o que, na verdade, é um grande alívio para muitos), Lisa Trevor é a verdadeira personificação de um pesadelo. Acima disso, a sua história de origem, que a levou tornar-se a criatura que vemos em jogo, é de partir o coração. E até gastaríamos mais tempo lamentando a sua trágica jornada de vida, se ela não estivesse, a todo custo, tentando nos matar em todas as oportunidades.

No final, quantos likes essa princesa merece?

NOSFERATU

Apesar de possuir uma breve participação em Residente Evil: Code Veronica, Nosferatu consegue, em poucos segundos de aparição, amedrontar os jogadores com o seu visual nada natural.

O conjunto de sua obra, que inclui olhos vendados, mãos amarradas, tentáculos medonhos e afiados, uma pele pálida e um coração exposto em sua caixa torácica, torna Nosferatu um dos inimigos mais bizarros encontrados em Resident Evil. Para incrementar a fórmula, toda esta tragédia é patrocinada por ninguém menos que a sua própria filha, a vilã do Code: Veronica, Alexia Ashford.

Por esta razão, o fim que damos a ele, em batalha, pode ser o seu único momento de alívio e libertação, após uma longa vida miserável, acorrentado em uma jaula.

REGENERATOR

Regenerator, uma das criaturas mais populares entre os fãs, não poderia ficar de fora.

Começamos, aqui, por sua respiração ofegante e agonizante, que em constância, ressaltam a ameaça que este inimigo nos apresenta. Outros pontos a serem destacados são a sua aparente invencibilidade, devido a sua enorme capacidade regenerativa (daí o seu nome). Para os iniciantes e desatentos, isto significa tentativas frustradas de matá-lo. Aliás, ao contrário de muitos inimigos, Regenerator requer uma tática particular para ser derrotado.

A criatura, assim como as demais armas biológicas de Resident Evil 4, é gerada a partir das Las Plagas, um parasita secular que apresenta efeitos diversos entre os seus hospedeiros. No caso do nosso amigo Regenerator, as suas particularidades, como premeditado, residem em sua alta capacidade de recompor membros e órgãos em um curtíssimo período de tempo.

Para derrotá-lo de vez, é necessário que o jogador adquira miras telescópicas que forneçam visão infravermelha para as suas armas. Tendo ela em mãos, basta visualizar, com a sua assistência, as posições das Las Plagas espalhadas corpo da criatura. Depois disso, voilá, basta atingi-las, para dar fim a sua vida. 

Infelizmente, há diversos deles espalhados pelo jogo, mais precisamente em sua reta final. Alguns, inclusive e exclusivamente, possuem diversos espinhos distribuídos por toda a sua pele, que próximo de suas vítimas (nós), tornam-se fatais.

Resta apenas correr e chorar.

NEMESIS

Incapaz de aceitar um ‘não’ como resposta, Nemesis quebrará qualquer barreira (literalmente) para aproximar-se da estrela do jogo, Jill Valentine. Aliás, em nenhum trecho do jogo, ela sente-se confortável com a presença do monstrão, ao lado de seus agressivos tentáculos e ilimitados tiros de lança-mísseis.

(Nota-se que as criaturas de Resident Evil necessitam urgentemente de aulas de etiquetas).

Trocadilhos à parte, a missão do grotesco vilão é caçar e eliminar os membros do grupo tático de Raccoon City, conhecido como S.T.A.R.S. Entre os seus membros, temos rostos conhecidos dos jogos anteriores, como Chris Redfield, Barry Burton e Rebecca Chambers. Mas para este jogo, temos a protagonista de Resident Evil 3, garota de top azul Jill Valentine, que também detém o humilde título de uma das personagens mais icônicas e populares criadas nos jogos eletrônicos. Sentiu o poder?  

Mas para alcançar esse mérito não foi fácil, aliás, a sua luta contra o Nemesis não é muito justa. De um lado temos o grandão, com um lança-mísseis, habilidades sobre-humanas e uma cura acelerada, do outro, uma jovem com a moda em dia, mas com munições e recursos escassos, em uma cidade à beira do colapso.

E é justamente por esta razão que as aparições invasivas de Nemesis nos faziam entrar em desespero, suar frio e correr desesperadamente na busca de um abrigo aparentemente inalcançável. Não há avisos prévios, diga-se de passagem, e ataques cardíacos são possíveis.

Curtiram a lista? Quem vocês esperam que apareça na próxima? Deixem nos comentários!

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Game Jam Plus chega à sua 3ª edição

A 1ª etapa da Edição 2019 acontece simultaneamente em São Luís e em mais de 30 cidades

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Em agosto, acontece a primeira etapa da Game Jam Plus 2019, a terceira edição do evento em que os participantes são desafiados a criar um jogo em 48 horas. No total, serão três etapas, que funcionam como oportunidade para dar voz e autonomia aos jovens criadores e desenvolvedores de games.

A competição acontece simultaneamente em 33 cidades ao redor mundo, entre elas São Luís. Na primeira etapa, que será realizada entre os dias 2 e 4 de agosto, os participantes desenvolverão um protótipo de jogo em um prazo de 48 horas.

Os jogos serão apresentados, no formato Pitch, a uma banca de jurados locais que vão avaliar e decidir o jogo finalista de cada cidade. Os jogos restantes terão ainda uma chance de representar sua cidade, em uma campanha de divulgação para conquistar votos do público, por meio de um sistema de votação em uma plataforma online.

Na segunda etapa, as equipes dos jogos classificados terão acesso a mentorias direcionadas e oficinas online com profissionais renomados da área de desenvolvimento de games, com o objetivo de aperfeiçoar os produtos em um ciclo que dura 3 meses.

Na terceira e última etapa, as equipes estarão reunidas na cidade do Rio de Janeiro, no mês de novembro de 2019, para celebrar juntos e premiar os melhores jogos vencedores em categorias como Melhor Arte, Melhor Estratégia de Marketing e Melhor Som, além das premiações das categorias principais e de patrocinadores.

Em São Luís, a primeira etapa da edição 2019 da Game Jam Plus é organizada pela AMAGames com apoio do Sebrae, e será realizada no Sebraelab, (Sítio do Rangedor – Av. Jerônimo de Albuquerque, Cohafuma).

Para se inscrever na Game Jam Plus 2019, é só acessar o site http://www.gamejamplus.com/ e buscar a página de inscrições de São Luís. Para participar, não é obrigatório ter experiencia com desenvolvimento de jogos.

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Especiais

Um breve passeio pela história das trilhas sonoras de Final Fantasy (Parte 2)

Novos compositores e participações inesperadas marcam a nova fase da música de Final Fantasy.

Foto: Divulgação/Square Enix

Até o décimo título principal da franquia Final Fantasy, as composições eram comandadas pela renomado Nobuo Uematsu, ao qual retratamos na primeira parte desse especial. Após a sua saída, diversos compositores passaram pelas trilhas da saga, e nomes conhecidos da música também fizeram ponta, como Ariana Grande e Katy Perry.

Com diferentes abordagens, inspirações e ritmos, conheça as suas principais contribuições para a aclamada franquia de RPG da Square Enix.

NOVOS COMPOSITORES E RITMOS

Os novos compositores, tais como Masashi Hamauzu, Junya Nakano, Noriko Matsueda, Hitoshi Sakimoto, ainda que trilhassem, vez ou outra, o caminho de Nobuo Ueamtsu, e inspirassem em suas clássicas composições, buscaram, em seus trabalhos, sons inovadores e refrescantes para as suas respectivas trilhas sonoras.

A soundtrack de Final Fantasy X-2, por exemplo, foi a primeira sem a colaboração de Nobuo, ainda que fosse sequência do aclamado Final Fantasy X, jogo ao qual participou como compositor principal. Noriko Matsueda e Takahito Eguchi assumiram a posição e seguiram um direcionamento, até então, incomum para a franquia: o pop. Com a abertura do jogo tomada pela jovialidade da música japonesa popular, os ritmos de Final Fantasy X-2 festejavam um clima predominantemente alegre e cômico.

“Real Emotion” e 1000 Words” foram os principais frutos dessa nova abordagem, que ajudaram a alavancar a carreira da cantora Koda Kumi, intérprete das canções e dubladora de Lenne, personagem do jogo.

Já em Final Fantasy XII, Nobuo retornou rapidamente para deixar breves marcas musicais. A canção tema da franquia, aqui, se faz presente, com rearranjos e mixagens. Além disso, o musicista compôs a inédita “Kiss Me Goodbye”, canção interpretada pela japonesa Angela Aki que viria a ser o tema de encerramento do jogo.

Hitoshi Sakimoto, o compositor principal da trilha sonora, revelou que foi uma experiência árdua seguir os passos de Uematsu, por isso, decidiu criar um som único a sua maneira, levando em consideração a contribuição musical deixada por seu antecessor.  Ele também afirmou que as suas faixas foram baseadas nas emoções dos personagens e na atmosfera do jogo. O enredo, por outro lado, não foi levado em consideração para que a trilha não fosse afetada pelas mudanças no desenvolvimento do título, que levou 5 anos para ser finalizado.  

Masashi Hamauzu seguiu uma linha de pensamento parecida ao construir a soundtrack de Final Fantasy XIII, lançado em 2009. Nesse título, o compositor não foi limitado a manter a sua trilha alinhada ao som já estabelecido pela série. Ainda sim, ele não a compôs para se desmembrar do passado da franquia, mas focando no jogo ao qual foi apresentado. Além disso, inspirou-se em diferentes estilos musicais, como o jazz, rock, bossa-nova, eletrônico e o blues, revelando que a gama de gêneros não cansaria o jogador.

Dois anos depois, o musicista retornou para a sequência do jogo, chamada Final Fantasy XIII-2. Aqui, ele explorou ainda mais gêneros musicais, como o hip-hop, o metal e o funk. Naoshi Mizuta e Mitsuto Suzuki também fizeram parte do time. O primeiro desses revelou que sua música favorita da trilha, a “Xanadu, Palace of Pleasure”, foi inspirada na música dos anos 80. Já Suzuki revelou que a sua peça favorita, “Historia Crux”, mixa diferentes tons em um só. Para compô-la, ele utilizou o conceito de viagem do tempo como referência, assim como o jogo em si o fez.

Como um todo, a trilha de Final Fantasy XIII-2, provavelmente a mais eclética e versátil da trilha, agregou ainda mais vocais em suas faixas, tons agressivos e diferentes gêneros musicais.

Anos mais tarde, após finalizar a trilha de Lightning Returns, ao qual exerceu o mesmo papel de maneira semelhante, Masashi foi convocado para compor as faixas do spin-off World of Final Fantasy. Em entrevista para a Nova Crystallis, em 2016, o musicista revelou que, ao contrário de suas últimas soundtracks, que possuíam um tom mais sombrio, ele foi capaz de criar peças musicais bastante otimistas, devido ao universo amigável do título.

Outro fator pertinente, devido a essa natureza incomum de World, são o retorno de inúmeras canções clássicas da franquia. Aqui, todas foram rearranjadas para combinarem com a atmosfera leve do jogo.

PARTICIPAÇÕES ESPECIAIS

Apesar de inicialmente atingir um público nichado, a franquia Final Fantasy foi alcançando, cada vez mais, novos ares, popularizando-se pela Europa e Américas. E como um dos principais produtos atuais da Square Enix, a série buscou se “globalizar” ainda mais, e a música é um dos caminhos para atingir tal objetivo.

Como visto anteriormente, os principais temas eram, até certo ponto, interpretadas por cantores e bandas japonesas. Apesar de normalmente não serem artistas populares do país, o patriotismo exercia o seu papel.

Contudo, para o lançamento de Final Fantasy XIII, em 2009, a companhia decidiu escolher a música “My Hands”, da cantora britânica Leona Lewis, para representar a versão internacional do jogo, substituindo a faixa “Kimi ga Iru Kara”, da trilha original. Segundo o presidente da Square Enix, a proposta inicial era ter criado uma faixa inédita para a versão ocidental do jogo, mas como o time americano era pequeno, acabaram por escolher uma música já licenciada.

De modo oposto, a sequência do jogo, Final Fantasy XIII-2, produziu simultaneamente as duas versões de sua música tema. Enquanto a estrela filipina de Glee, Charice, foi convocada para cantar o tema internacional do título, chamado “New World”, a japonesa Mai Fukui ficou responsável pela versão local. As diferenças entre ambas residem majoritariamente na letra e na língua cantada.

Um passo mais largo foi finalmente dado em 2016, com Florence + The Machine. A banda britânica foi previamente escolhida para contribuir com a trilha sonora do último título da saga principal, Final Fantasy XV. Ao contrário dos casos anteriores, não houve substituição de nenhuma faixa pré-existente, sendo assim, “Stand By Me, canção originalmente de Ben E King, regravada por Florence, foi utilizada na versão nacional e internacional do título.

Sobre o processo de gravação, a vocalista da banda comentou que Final Fantasy sempre foi caracterizada por ser “épica, mística e bela” e, em um vídeo de divulgação, destacou:

“Stand By Me é uma das maiores canções, provavelmente de todos os tempos, e você não pode realmente fazer nenhuma melhoria nela, você apenas tem que fazer com que ela se torne sua. Para mim isso significou trazê-la para o mundo de Florence + The Machine e de ‘Final Fantasy’.”

Já em 2017, de modo inusitado, a franquia convidou Ariana Grande para ser uma de suas personagens no jogo Brave Exvius, título exclusivo e gratuito para Androids e IOs.

Com o visual baseado na capa do seu disco “Dangerous Woman”, Ariana Grande tornou-se uma lutadora pixelizada, que lança poderosos ataques musicais contra os seus inimigos. Junto desse inesperado lançamento, a cantora, em parceria com a Square Enix, divulgou uma nova versão da canção “Touch It” como faixa promocional do jogo.

Por fim, a estrela Katy Perry foi a última grande grata surpresa a aparecer nos jogos da franquia. No final de 2018, a cantora foi anunciada como uma personagem do jogo Brave Exvius, assim como a sua colega Ariana Grande anteriormente. E para promover o novo lançamento, a cantora também divulgou uma música inédita, chamada “Immortal Flame”, junto a um vídeo promocional.

Como visto, a nova era musical de Final Fantasy é marcada por experimentações, diversidade de estilos e diferentes contribuições musicais. As mesclagens das recentes trilhas sonoras, ainda que fincadas nas raízes da franquia, em sua grande maioria, foram bem-sucedidas. Também mantiveram o renome de excelência musical que a franquia orgulhosamente possui.

Para a próxima e última parte desse especial, passaremos para o universo do morno Final Fantasy XV, que ainda que seja um título divisor de águas, sonoramente trouxe uma das melhores trilhas da franquia. E tudo isso graças ao impecável trabalho de Yoko Shimomura.

Enquanto não sai, preparamos uma playlist com as melhores faixas da franquia, incluindo as citadas no artigo. Confira abaixo:

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Final Fantasy VII e as diferenças entre Remake, Remaster e Reboot

O tão aguardado jogo será lançado em 3 de março de 2020; ouça nosso podcast.

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A E3 deste ano trouxe muitas novidades e dessa vez falamos sobre Final Fantasy VII e as diferenças entre Remake, Remaster e Reboot. Ouça clicando no player abaixo.

O tão aguardado jogo será lançado em 3 de março de 2020 e será exclusivo para o PlayStation 4. A Informação foi confirmada pela Square Enix em comunicado enviado nos primeiros minutos de hoje. Junto com a informação, foi divulgado também um vídeo de pouco mais de um minuto com algumas novas cenas e gameplay do remake.

O episódio 07 da segunda temporada do 220 Podcast contou com a participação de Daniel Sousa, Niel Filho e Saylon Sousa.

https://open.spotify.com/episode/12EDQ7P9Oj3pjmXJDcTJNF
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