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Especial Resident Evil | 5 lugares inesquecíveis

Cada canto, um poço de nostalgia para os fãs.

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Foto: Divulgação/Capcom

Repleto de memórias nostálgicas, ou rancores de muitos fãs ao redor do globo, algumas locações de Resident Evil apresentam tudo que uma franquia de terror necessita para marcar, traumatizar ou nos deixar atônitos diante a perfeição arquitetônica, ou sinas perturbadoras do local.

E com a proximidade do lançamento de Resident Evil 2, nada melhor do que celebrar a franquia relembrando alguns desses locais que guardam melancolias, felicidades, traumas, e tudo que as fazem inesquecíveis para a nossa história e a história de Resident Evil.

Prontos? Vem com a gente!

MANSÃO SPENCER

Não há nada de aterrorizante em uma mansão abandonada em um canto isolado do mundo, repleta de armadilhas e monstruosidades mutantes prontos para nos assassinar. Eu toparia este passeio e vocês?

Infelizmente, esta não foi opção para a trupe de Jill Valentine, Chris Redfield, Albert Wesker e Barry Burton, que infelizmente não possuíam muitas alternativas a não ser aventurarem-se na Mansão Spencer no primeiro Resident Evil. O que nenhum deles (ou quase nenhum) imaginaria é que dali para frente as suas vidas mudariam para sempre.

Aliás, o mérito de toda a popularidade da mansão vai para George Trevor, que, como arquiteto, projetou diversos truques entre os corredores estreitos e escuros da mansão. Aliás, designada, também, para guardar os segredos mais temíveis de Spencer e de sua Corporação, Umbrella, o local esconde tudo à 7 chaves, com enigmas complexos, fatais, junto de armadilhas ainda mais bizarras e ameaçadoras.

Como se não bastasse a salada mista de violência gratuita, o local está repleto de adoráveis criaturas. Entre eles, os clássicos zumbis, entre humanos e animais, mutações grotescas, que investindo na inclusividade, envolve até plantas colossais, e um Tirante, que viria a torna-se um inimigo clássico da franquia.

Com isto, repito a pergunta: Toparia este passeio?

A VILA – ESPANHA

A vila, um local desolado do mundo comandando por um culto religioso que prega o bioterrorismo. Há destino melhor que este?

Aparentemente para Leon S. Kennedy, não.

Entre homicídios e locais à beira da imundice, Leon depara-se com estranhos moradores da localidade, que não prezam estrangeiros, incluindo o protagonista, que é logo ameaçado por palavras cruéis: “detrás de ti, imbecil!

Mas nada abala a autoestima e impecável franja de Leon em Resident Evil 4, que segue o seu rumo entre diversas subáreas da vila, incluindo lago, vale, caverna, igreja e tudo que você puder imaginar que incremente uma boa história de terror.

Os nossos companheiras espanhóis também não deixam a desejar, sofrem de diferentes formas de mutações ao longo do jogo. Para reforçar à ameaça, utilizam armas de combate, como machados e motosserras. Aposto que muitos perderam a cabeça por aí, não? (Ba dun ts). Mas não satisfeitos, os desenvolvedores do jogo também criaram inimigos de estaturas colossais, que encontramos pela terra, e até mesmo em ambientes aquáticos.

Ou seja, 0 lugares seguros para se habitar neste vila.

QUEEN ZENOBIA

Quem aí nunca desejou passar férias em um navio luxuoso?

Criado em 1978 pelo renomado arquiteto da Mansão Spencer, George Trevor, o Queen Zenobia foi projetado seguindo os moldes de seus trabalhos: corredores estreitos, confusos e difíceis de navegar.

Ainda assim, o navio mantem um resquício de que foi, há algum tempo, um local de luxúria e formosidade. Aliás, ele ainda resguarda consigo, um ar de elegância e requinte, que só alguém da realeza, de fato, poderia viver. Características que fazem jus a homenagem do navio à rainha do império Palmira do século III, Zenóbia, da onde o seu nome se origina.

Outro fato curioso, que eleva tais apurações, é a inspiração arquitetônica no Palais Garnier, a popular casa de ópera da França, construída no século XIX.

Suas estruturas, que mesclam a arte barroca e renascentista, auxiliaram a equipe de desenvolvimento de Resident Evil: Revelations a construírem o salão principal do Queen Zenobia. E o resultado disso, vocês podem conferir a seguir:

Infelizmente, todo este requinte permanecerá nos anseios particulares e privilégios do imaginário, pois abordo do navio, estaremos à constância do perigo, diante das visitas indesejadas, os infectados pelo abominável T-Abyss. Além disso, enfrentaremos graves problemas técnicos e de manutenção; locais que expelem ar de homicídio, quando não estão inundados; e quedas de energia frequentes.

Infelizmente a arquitetura deslumbrante do Queen Zenobia ficará para depois.  

KIJUJU – AFRICA

Não há nada de tão amedrontador nas terras desoladas de Kijuju, na África, local fictício e sede de Resident Evil 5. Contudo, isto não quer dizer que esta belíssima representação, e pouco apresentada nos games, diga-se de passagem, não passe despercebida.

Aliás, a sua iluminação, uma das visualmente mais belas entre os jogos da franquia (ainda mais para a época), é de preencher os olhos. As paisagens deslumbrantes (e algumas sombrias), que variam entre cidades, aldeias, rios, cavernas e por aí em diante, nunca deixam a desejar, pelo contrário, são ricas em detalhes, não envelhecem e até hoje são motivos de orgulhos para a Capcom.

Também não é por menos, como se pode observar no making of acima, houve um investimento em peso nos aspectos cinemáticos do jogo, adotando tudo que há de melhor na respectiva indústria do cinema, o que incluiu técnicas da área, estúdios colossais e o primeiro uso da tecnologia criada para o filme Avatar (coisa pouca, não?).

A preocupação, neste título, como se pode observar, foi muito além e o resultado? Elogios da crítica especializada e muito, mas muito dinheiro.

RACCOON CITY

Entre a alegria e o infortúnio, Raccoon City é, indiscutivelmente, o palco dos momentos mais célebres da franquia. Em dois títulos (Resident Evil 2 e Resident Evil 3: Nemesis), conseguiu reunir alguns dos rostos mais idolatrados da franquia (Claire, Jill e Leon) e desenhar, para os seus futuros, um novo destino, envolvido pela teia emaranhada de vírus, armas biológicas e organizações anti-bioterroristas.

Os eventos em Raccoon City, relembrado, ainda, nos títulos atuais, não só ajudou a definir um novo curso para estes heróis, mas também para o mundo sediado pela franquia. Desse momento em diante, o bioterrorismo seria definido como um assunto de emergência entre os acordos políticos mundiais, criando, a partir dali, novas leis, organizações e grupos especializados para combater as suas ameaças.

Há algumas reinterpretações e citações do incidente em Raccoon. Além de reviver em live-action, no filme Resident Evil Apocalypse, que preferimos não adotar e alongar nesse discussão, os eventos de Raccoon City foram revisitados, rapidamente, na animação, Degeneration. Quanto á citação, há diversas, como nesta mesma animação citada, além dos jogos posteriores: Resident Evil 4, 5 e 6, que retratam sobre o ocorrido e suas consequências no respectivos jogos.