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Em ‘Perry Mason’, HBO conta a origem do detetive mais famoso da ficção americana

Personagem de Erle Stanley Gardner ganha série semanal.

Foto: Reprodução

Perry Mason, a produção original que vai ao ar todos os domingos, às 22h, exclusivamente na HBO e na HBO GO, revela a história por trás do detetive mais famoso da ficção norte-americana.

O personagem do escritor Erle Stanley Gardner, vivido na série pelo ganhador do Emmy®, Matthew Rhys, surgiu em 1933 como protagonista do livro O Caso das Garras de Veludo. O nome do personagem foi inspirado na infância de seu criador, que lia uma revista publicada pela The Perry Mason Company. Após o primeiro livro, Gardner publicou uma longa série de mais de 80 romances e contos policiais baseados no investigador. Com raízes na literatura pulp (histórias curtas, ficcionais e feitas para o grande público), suas histórias venderam milhões de exemplares e ganharam adaptações para o cinema, o rádio e a televisão.

Quase um século depois, Perry Mason segue como um mito. Uma das características que contribui para o sucesso de suas aventuras é sua habilidade de resolver casos complexos, provando a inocência de seus clientes, quase todos acusados injustamente de assassinato. Outro atributo clássico é sua preferência por ocorrências inusitadas, em que é movido pela curiosidade. Muitas vezes, o detetive chega a financiar suas próprias investigações. A maioria dos livros apresenta dois caminhos possíveis para solucionar o mistério: em um deles o cliente de Mason é culpado do crime e, no outro, ele surpreende a Justiça, provando a inocência do acusado. Nos primeiros romances, em mais de uma ocasião, o investigador atingiu seu objetivo manipulando provas ou testemunhas, dentro e fora das restrições legais.

A vida pessoal de Mason foi pouco explorada por Gardner que, em seus livros, focava apenas no crime e na investigação conduzida pelo protagonista. Ao longo dos anos, as diversas interações do personagem permitiram aos fãs acompanhar sua evolução. Sua ética, vida amorosa e relações profissionais ficaram em evidência com a incorporação de novos personagens, tramas e cenários. Porém, sua origem e sua jornada de consagração nunca foram abordados.

A nova série da HBO, produzida por Robert Downey Jr., mostra o início da trajetória de Mason na década de 1930. Os episódios semanais se concentram em seus primeiros anos de carreira, procurando se estabelecer como detetive particular em Los Angeles. Enquanto o resto dos Estados Unidos enfrentava o impacto da Grande Depressão, a cidade encontrava-se no auge, vibrante graças ao petróleo, aos Jogos Olímpicos, ao cinema e ao fervor religioso.

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Flamengo inicia time oficial de Free Fire

Time participará da LBFF 2020.

Foto: Divulgação

Além dos campos de futebol, o Flamengo incentiva outros estilos de jogos, principalmente no E-sports.
Famoso pelo seu time no League of Legends, o “mengão” agora arrisca o cenário competitivo de Free Fire.

https://twitter.com/flaesports/status/1296481548875833344

Com anúncio no Twitter, o time acaba de entrar oficialmente no jogo de estilo Battle Royale, com jogadores escolhidos a dedo. 

DeadGOD, Minuzzi, Reei, Kauelok e Modéstia farão o time vermelho e preto, além do treinador Machado, que antes disputavam pela B4. Agora irão competir pelo novo time, B4 Flamengo, no segundo split da Liga Brasileira de Free Fire (LBFF) 2020, que começa nesse sábado (22). 

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Madagascar ganha série com personagens em versão criança

Série mostrará infância dos personagens originais.

Foto: Divulgação

Franquia de sucesso no cinema, Madagascar continua fazendo sucesso e ganhando algumas continuações, sendo por séries de TV e filmes derivados.
A nova ideia da DreamWorks é uma série reunindo o elenco original em versão criança.  

Veja o trailer abaixo: 

Madagascar: A Little Wild será apresentada no Hulu e no Peacock, serviços de streaming norte-americano. Na série, os personagens já conhecidos, Alex, Melman, Marty e Gloria, serão mostrados em aventuras de sua época quando crianças, já morando no zoológico do Central Park. 

A produção ficou por conta de Johanna Stein, da série de Kung Fu Panda e Dana Starfield de Monster High, e chegará nos Estados Unidos, por via straming, no próximo dia 7 de setembro. 

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Novo clipe de Katy Perry tem trabalho de animadores brasileiros

Smile traz a cantora jogando vídeo game e uma temática circense.

Foto: Reprodução/Smile

Se jogando no universo dos games, Katy Perry apresenta Smile, novo clipe com uma temática que mistura games e circo. 

O clipe foi inicialmente lançado no Facebook dia 13, graças uma parceria da cantora com a rede social, sendo liberado no Youtube apenas no dia seguinte (14). 

Experimentando um vídeo-game com um avatar inspirado nela própria, Perry se diverte e ostenta o belo barrigão de grávida.  

O arquétipo de palhaço, muito presente na nova fase de sua carreira, surge no jogo vivendo diferentes situações, todas contextualizadas na temática de circo.  

A produção mostra muitas cores, como típico de muitos trabalhos da cantora e tem como direção Matthew Cullen, responsável por grandes clipes de Katy, como Dark Horse (Feat. Juicy K) e California Gurls (feat. Snoop Dogg). 

Misturando cenas live-actions com animação, parte do trabalho de computação gráfica do clipe Smile foi feita por um estúdio brasileiro.  

A Flooul Animation trabalhou no clipe junto ao estúdio Nathan Love e Little Zoo, dos EUA. 

A produção ocorreu durante o período de isolamento social por conta da pandemia do COVID-19, e a equipe desenvolveu personagens, cenários, efeitos de iluminação e foi responsável pela finalização do vídeo. 

Pedro Conti, um dos criadores da Flooul Animation, comenta que a parceria foi uma iniciativa da empresa americana: 

A comunidade da animação tem conseguido posicionar o Brasil de uma forma relevante e positiva dentro de um cenário mundial. É muito legal ver uma empresa americana procurar um estúdio brasileiro pela qualidade do trabalho. Estamos sendo reconhecidos não só por fazer as coisas, mas por ter um diferencial de qualidade dentro de uma indústria onde a maioria dos estúdios são americanos.” Relata

O animador já trabalhou anteriormente nos efeitos visuais do filme Moana, da Disney. 

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