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Em cinco dias, Bruno Shinoda faz 14 shows no Carnaval 2020 no Maranhão

Carnaval no Maranhão foi regado à voz do artista local que bateu próprio recorde de shows

O ano de 2020 foi excelente para o carnaval do Maranhão. Foram mais de 300 atrações, entre artistas locais e nacionais, só nas programações oficiais do estado nesses dias de folia. Entre esses artistas, o cantor maranhense Bruno Shinoda foi um dos mais requisitados, segundo o jornal O Estado do Maranhão, na programação carnavalesca no Maranhão.

Foram 14 cidades diferentes cantando para públicos grandes, rodando pelo Maranhão por 2.133km. Em algumas, conseguiu reunir, em praça pública e outros espaços de folia, cerca de 20 mil pessoas. E ao todo quase 1 milhão de maranhenses assistindo suas apresentações.

Foi com a companhia de Kleber Moreira, seu empresário, junto com um grupo de dez músicos e de seis componentes de produção, que o cantor seguiu para o interior em seu ônibus exclusivo e iniciou sua linha de shows carnavalescos. O primeiro show iniciou em Zé Doca, na microrregião de Pindaré, na Sexta-feira Gorda. Na mesma noite, o cantor foi para a Praça José Sarney, localizada em Pinheiro, na Baixada Maranhense, animando o público até a madrugada de quarta-feira.

E não parou por aí. Os 14 shows foram realizados em cerca de cinco dias, fazendo assim com que Shinoda batesse seu próprio recorde pessoal.

O cantor apresentou um repertório que relembra músicas de carnaval, swingueira, sertanejo e forró, também com canções homenageando os artistas locais e nacionais, assim como um pouco de seus próprios sucessos da atualidade, e as novas músicas de sua autoria: “Eu não me recomendo” e “Malvadinha”.

No sábado, o artista foi de Vitória do Mearim a Itapecuru Mirim e no domingo, foram quatro apresentações sem parar, começando por Cajari, seguindo Lago do Junco, Igarapé Grande e São Luís Gonzaga.

Não foram poucos os fãs do cantor em suas apresentações. Onde chegava eram gritos, aplausos e uma energia forte de um público animado. “Antes de subir no palco, a gente sempre pede proteção a Deus, para que tudo ocorra bem e, a partir daí, é só alegria”, disse Shinoda que já possui oito anos de carreira com a mesma simpatia e humildade.

Na Segunda-feira Gorda, foi a vez dos municípios de São João Batista, Olinda Nova e São Bento. E foi em São Bento que o cantor conquistou um público de 20 mil pessoas. Seguindo para o último dia de carnaval, o cantor desembarcou com sua banda em Alto Alegre e Timbiras, seguindo para finalizar sua maratona de shows em Codó. Shinoda deixou bem claro que o carnaval de 2020 foi o melhor de sua carreira.

Nós fomos recebidos com muito carinho em todas as cidades e conseguimos incendiar os circuitos com a nossa alegria e entusiasmo. O Carnaval do Maranhão está cada vez melhor e isto nos dá orgulho e vontade de fazer um trabalho cada vez mais focado”, disse o cantor que retornou à capital na Quarta-feira de Cinzas e, no fim de semana, retomará sua agenda de shows, desta vez seguindo para o município de Nina Rodrigues.

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Em entrevista, Josh Gad diz que Frozen não receberá terceiro filme

Produtor e roteirista afirmam uma ideia igual.

Foto: Divulgação/Frozen II

Frozen 2 já se tornou o filme animado com a maior bilheteria de todos os tempos, mas, provavelmente Frozen nunca será uma trilogia. Quem afirma isso é Josh Gad, ator responsável pela voz do icônico Olaf, o boneco de neve da animação apaixonado por “abraços quentinhos”.

Em entrevista ao site Pop Culture, Gad revelou que para ocorrer uma terceira parte das animações, tudo depende do surgimento de uma história que, segunda palavras do próprio, “valha a pena ser contada”.

“Não sei. Quer dizer, a questão é a seguinte: Frozen 2 não era Frozen 2 até haver uma razão para existir. E, igualmente, não sei se ou quando haverá um Frozen 3. Está muito acima da minha alçada, mas posso te dizer isso: houve uma oportunidade de pegar esses personagens e trazer novamente uma sensação de esperança e inspiração. E é por isso que o time da Disney e eu nos unimos nas últimas semanas para fazer At Home With Olaf. E então a saga Frozen continua, mesmo que não necessariamente na forma de um terceiro filme.”

O ator comenta sobre a série “At Home With Olaf” (Em casa com Olfa, em português), que foi ao ar em abril com o objetivo de entreter as crianças na quarentena. O ator ainda continuou:

“Mas veremos! Se houver uma história que valha a pena ser contada, tenho certeza que [a diretora e roteirista] Jennifer Lee e o incrível time no Disney Animation a contarão um dia.”

Na entrevista, o site questiona sobre um spin-off focado no boneco de neve Olaf e Josh Gad não hesitou em afirmar que não faria:

Provavelmente não, e vou te dizer por que. Sinto que Olaf é realmente parte da engrenagem de histórias que incluem Anna, Elsa, Kristoff e etc. E para mim, separá-lo desse grupo não é necessariamente garantido e não parece merecido. (…) Tendo dito isso, a única coisa que disse publicamente que faria, é alguma série em que Olaf pudesse recapitular outros filmes, como ele fez em Frozen 2. Isso é algo que eu faria.”

Em Frozen 2, Olaf e os outros personagens deixam o reino de Arendelle para viajar até uma antiga floresta de uma terra encantada. Quando chegam na floresta, o boneco de neve conta tudo que ocorreu antes de sua chegada, numa cena hilariante e única.

Quando questionados pelo Cinema Blend, Peter Del Vecho e Jennifer Lee, respectivamente, produtor e roteirista de Frozen 2, concordaram que a história de Elsa e Anna foi muito bem construída para durar apenas dois filmes, dando ainda mais força na negativa de tornar a animação uma trilogia.

“Acho que quando olhamos para estes dois filmes juntos, o que eu amo sobre eles é que nós fizemos um ótimo trabalho em juntá-los em uma história só, e tudo parece uma jornada completa”. Respondeu Vecho na entrevista.

Lee completou: “Parece completa para mim”. A diretora, no entanto, diz que Chris Buck, co-roteirista e co-diretor da animação pensa diferente: “Chris fala para perguntar novamente daqui um ano”.

Na ordem da esquerda para direita: Peter Del Vecho, Jennifer Lee e Chris Buck
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Crítica

Crítica | Chromatica – Lady Gaga

Sexto álbum de inéditas da Gaga é uma viagem pela house music dos anos 1990 em um estilo sci-fi

Há sempre uma cobrança excessiva aos artistas que produzem música pop, e ela intensifica quando a voz é feminina. Roupas extravagantes, singles explosivos que precisam dominar os charts, performances grandiosas e divulgação excessiva são só algumas das exigências que essas artistas precisam atender, caso contrário, são colocados no hall do esquecimento e suas músicas ignoradas nas rádios. 

A norte-americana Lady Gaga sentiu isso da pior forma. Fruto de uma ascensão explosiva e rápida que, com apenas um álbum e um relançamento, logo foi enquadrada como ‘rainha do pop’, Gaga se viu perdida no próprio mundo bizarro que criou por não corresponder às expectativas de um público ambicioso. Talvez, a própria Gaga tenha alimentado essa ambição ao prometer obras que revolucionariam a música pop, mas que não mostraram tal desempenho. 

Em meio a essa histórico, Chromatica, sexto e mais novo álbum de inéditas da cantora, se encaixa de forma assertiva e equilibrada em uma discografia que há anos afastou-se da música pop e das implicações que é ser uma cantora do gênero. É um disco que resgata as batidas dançantes e o pop teatral que Lady Gaga sustentou nos primeiros anos de sua carreira, entregando faixas radiofônicas e completamente viciantes. Tudo isso dentro de uma estética atrativa e bem construída, abandonando as extravagâncias de outrora e dando vida a um disco deliciosamente despretensioso. 

Ainda sim, Gaga não se poupa de utilizar elementos e referências em seu novo trabalho. A cantora cria um novo universo, onde cada batida e transição de faixa constrói os contornos que o delimitam e o caracterizam. Para isso, ela adota uma narrativa quase cinematográfica e torna Chromatica num experimento imersivo ao ouvinte, em que a estética sci-fi não se resume apenas à direção de arte dos registros visuais. E isso é audível nos segundos iniciais, quando a interlude ‘Chromatica I’ desponta como uma orquestra digna de trilha sonora de uma produção de ficção-fantástica e abre espaço para que as luzes rosa-neon de ‘Alice’ dominem e convidem o ouvinte às pistas de dança. 

Tudo torna-se ainda mais colorido e pop quando ‘Stupid Love’ surge, momento que os sintetizadores se expandem juntamente com os vocais e dissipam a atmosfera ficcional criada no início. Já ‘Rain On Me’, parceria com Ariana Grande, transita em uma das principais referências sonoras da nova era da Gaga, a House Music dos anos 1990. Durante todo o disco, a cantora passeia pela sonoridade noventista para levantar os alicerces que tornam esse trabalho tão coeso. Um catálogo repleto de hits efusivos que propõem um resgate ao passado, mas que soam tão atual. 

Faixas como ‘Replay’ e ‘Enigma’ reafirmam as referências retrô de Chromatica. São instantes em que a cantora mergulha o ouvinte em um setlist das boates e passarelas dos anos 1990. Os bailes também são resgatadas em ‘Babylon’, faixa de encerramento, que adota as batidas típicas das competições de vogue. Não é difícil se lembrar de hits da época, como ‘Supermodel (You Better Work)’ de Rupaul, por exemplo. 

Mesmo afastada da música pop, Lady Gaga se mantém como um grande nome do gênero e isso é notório nas parcerias feitas neste disco. Além de Ariana Grande, Gaga evoca a própria credibilidade em meio a artistas veteranos, com Elton Jhon, em ‘Sine From Above’, e mostra-se aberta às tendências atuais na parceria com o grupo feminino de K-pop BLACKPINK, na ótima ‘Sour Candy’. Verdadeiro exercício de renovação em meio a um mercado em constante mudança. 

Chromatica está longe de ser uma grande obra da música pop, mas, talvez, esse seja o trunfo do disco. Livre das expectativas infladas de trabalhos anteriores de Lady Gaga, o álbum chega despretensioso, divertido e dançante. É um exemplar que pulsa o pop-eletrônico típico da cantora do início ao fim, sem soar desconexo ou avulso. Ainda sim, há uma mensagem nesse disco e que reflete vivências difíceis da cantora. Em meio a tantas turbulências, Chromatica é um universo de escape para quem quer esquecer as dores enquanto se entrega a uma pista de dança.

Ano: 2020
Selo: Interscope
Gênero: Pop; Eletrônico
Faixas: 16
Duração: 43min

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Chris Evans afirma que não voltará como Capitão América nos cinemas

Ator não descarta possibilidade, mas afirma não ter intenção e até mesmo ser arriscado.

Foto: Divulgação/Marvel

Pela Comic Book, em entrevista ao The Graham Norton Show, o ator afirmou que há muitos riscos em voltar como o Capitão e por isso não pretende:

Foi uma ótima jornada e terminou de um jeito tão bom que seria arriscado revisitá-lo na minha opinião. Foi uma experiência muito boa e acho que é melhor deixá-la dessa forma.”

Evans, em seu twitter oficial, fala sobre Vingadores: Ultimato, onde o personagem teve seu desfecho final, passando seu legado pra frente e, aparentemente, não existem planos para que o Capitão retorne aos cinemas.

Mas ainda há esperanças para os fãs, já que o ator deixou claro em uma entrevista recente para o site Variety que, “nunca diria nunca” para a Marvel:

“Não é um não difícil, mas também não é um sim fácil. Há outras coisas em que estou trabalhando agora. Acho que Cap teve um ato tão complicado e eles fizeram um trabalho muito bom, deixando-o completar sua jornada. Se você vai revisitá-lo, não pode ser apenas por dinheiro. Não pode ser apenas porque o público quer vê-lo novamente. O que estamos revelando? O que estamos adicionando à história? Muitas coisas teriam que se unir. Não parece, neste momento, que seria uma coisa certa.”

“Nunca diga nunca. Eu amo o personagem, mas eu não sei. Não é um não definitivo, mas também não é um sim. Estou trabalhando em outras coisas agora. Eu acho que o Capitão teve um desfecho complicado, e eu fiz um bom trabalho ao completar a jornada dele. Se você revisitar o personagem, pode ser apenas por lucro e não para agrafar os fãs. O que isso traria de novo para a história? Teria que ser um motivo muito forte para trazê-lo de volta.”

Outro caso sobre interpretação de super-herói foi, na internet, um grande número de notícias sobre o ator Henry Cavill no papel de Superman.

Recentemente o site americano Hollywood Reporter falou abertamente sobre a notícia do retorno do ator e revelou ser falsa.

Embora fontes afirmem para o Heat Vision, a newsletter do site, que o estúdio tenha sim interesse em contratar o ator novamente para o papel, fica claro que ainda não há negociações para tal feito.

“Fontes contam para o Heat Vision que Cavill não está em negociações para nenhuma participação. E Superman não está em nenhum roteiro atualmente. Não está em Adão Negro, Tha Batman ou The Flash, que seriam as escolhas mais óbvias para a aparição do kryptoniano, já que os filmes lidam com viagens no tempo e realidades alternativas que serviriam de porta de entrada”, alega o site.

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