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Otaku

Dois anos após lançamento filme de Yu-Gi-Oh! é confirmado no Brasil

Sem aparecer nas telonas, longa-metragem chega aos fãs através de serviços de streaming.

Durante as comemorações de 20 anos da franquia Yu-Gi-Oh!, em 2016, a Nihon Ad Systems e o Studio Gallop presentearam o público fã da série com o filme longa-metragem inédito Yu-Gi-Oh! The Dark Side of Dimensions, que reuniu as personagens clássicas de autoria de Kazuki Takahashi em um roteiro original produzido por ele mesmo com acontecimentos pós-eventos da versão clássica do animê.

Agora, após dois anos, o filme finalmente ficará disponível de forma oficial aos fãs brasileiros. Com versões dublada e legendada o longa-metragem será novidade nos catálogos dos seguintes serviços de streaming: NOW, Looke, Google Play, Vivo Play, Microsoft Store e iTunes. A disponibilidade está prevista para 1° de novembro.

Sobre a dublagem já foi confirmado que o elenco original foi mantido com destaque para Marcelo Campos nas vozes de Yugi Muto e Atem (Faraó, Yami Yugi) e Mauro Eduardo na voz de Seto Kaiba. Para o antagonista Aigami a dublagem ficou por conta de Marco Aurelio Campos. Por aqui o título do filme ficou Yu-Gi-Oh! O Lado Negro das Dimensões.

Confira abaixo o terceiro trailer (em japonês) de Yu-Gi-Oh! The Dark Side of Dimensions:

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Otaku

Filmes do Studio Ghibli estarão disponíveis na Netflix a partir de fevereiro

Os 21 filmes serão distribuídos em três meses diferentes no Brasil.

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A Netflix adquiriu os direitos de transmissão mundial de todos os 21 filmes do Studio Ghibli, a partir de 1º de fevereiro, exceto nos Estados Unidos, Canadá e Japão. Nos EUA, eles estarão disponíveis no HBO Max.

My Neighbor Totoro, Princess Mononoke, Spirited Away, Arrietty, Howl’s Moving Castle, Ponyo On The Cliff By The Sea e When Marnie Was There são alguns dos nomes confirmados para distribuição mundial, graças a um acordo com a Wild Bunch International.

Os filmes serão disponibilizados em três meses diferentes e, segundo a Netflix, essa será a primeira vez que o catálogo terá legendas em mais de 28 idiomas, sendo também dublado em mais de 20 idiomas. Veja, abaixo, a lista de filmes e as datas de distribuição:

A partir de 1º de fevereiro, 2020:
– Castle in the Sky (1986)
– My Neighbor Totoro (1988)
– Kiki’s Delivery Service (1989)
– Only Yesterday (1991)
– Porco Rosso (1992)
– Ocean Waves (1993)
– Tales from Earthsea (2006)

A partir de 1º de março, 2020:
– Nausicaä of the Valley of the Wind (1984)
– Princess Mononoke (1997)
– My Neighbors the Yamadas (1999)
– Spirited Away (2001)
– The Cat Returns (2002)
– Arrietty (2010)
– The Tale of The Princess Kaguya (2013)

A partir de 1º de abril, 2020:
– Pom Poko (1994)
– Whisper of the Heart (1995)
– Howl’s Moving Castle (2004)
– Ponyo on the Cliff by the Sea (2008)
– From Up on Poppy Hill (2011)
– The Wind Rises (2013)
– When Marnie Was There (2014)

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Crítica

Crítica | No Game No Life: Zero

Animação já está disponível na Netflix.

Amor. Essa é a palavra que define o roteiro de No Game No Life: Zero, filme recém-chegado no catálogo da Netflix, mas que deu as caras em 2017 nos cinemas japoneses. A animação é uma prequela do animê homônimo de 2014, que por sua vez é adaptado da light novel escrita pelo nipo-brasileiro Yuu Kamiya.

Falar sobre esse filme desconsiderando a narrativa da série de TV é muito fácil e muito bom, pois o filme dirigido por Atsuko Ishuzuka e roteiro de Jukki Hanada apresenta uma consistência fluída e chega a ser muito cativante em diversos momentos pela forma como insere elementos tão reflexivos como a aceitação pessoal, o altruísmo, a mágoa e o amor.

Recontando de forma a evocar um quê de épico ao fatídico fim da Grande Guerra de 6 mil anos atrás no mundo de Disboard, o filme nos apresenta o imanity, Riku Dola, e a ex-machina, Schwi, que se reúnem primeiramente sem um propósito tão válido (se desconsiderarmos as escolhas de Schwi enquanto uma máquina) até chegar num clímax intenso.

O filme tem muitas referências que servem de gancho para os apreciadores da franquia entender os eventos do presente. Um desses links nos fazem até mesmo odiar uma personagem querida quando somos confrontados com seus atos naquela época.

Mas falemos de amor. Mesmo que a história nitidamente careça de elementos mais significativos para seu desenvolvimento, a relação estabelecida entre o casal de protagonistas é profunda e nos permite refletir sobre o poder do perdão e a força do amor. Não importa quem você é, o que importa é que quero estar ao seu lado. Nas entrelinhas ou diretamente essa é a mensagem que é joga na tela. Animações que seguem essa premissa sempre são bem recebidas, pois trabalham o visual com uma proposta mais reservada ao sentimento do espectador.

No Game No Life: Zero é a adaptação direta do volume 06 da light novel de Yuu Kamiya e segue uma construção narrativa bem diferente do restante da obra ao trazer um contexto mais soturno ao universo narrativo. Vale a pena dedicar um tempo para apreciar o filme, mesmo se nunca leu ou assistiu nada de NGNL. Com dublagem em português na Netflix, a animação é aposta do serviço de streaming neste fim de ano.

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Artigo Otaku

Artigo Otaku | Mais um feito dos Sete Pecados Capitais

Mangá foi eleito pelo público como o “Livro do Ano” no Google Play.

Na última terça-feira (03) foram divulgados os resultados do Google Play Choice Awards 2019, uma premiação promovida pela Google junto aos usuários da sua loja oficial de aplicativos que define – em voto popular – os melhores do ano em quatro categorias: App, Game, Filme e Livro.

Entre os vencedores do ano destaque para Avengers: Endgame na categoria Melhor Filme. Nas categorias Melhor App o vencedor foi Dollify (app de criação de caricaturas) e em Melhor Jogo o vencedor foi Call of Duty Mobile. Na quarta e última categoria, Melhor Livro, uma surpresa chamou a atenção de todos.

O público que votou indicou o volume 30 do mangá The Seven Deadly Sins (Nanatsu no Taizai, no original) como o grande campeão do ano.

A partir dessa situação o breve artigo reflete agora sobre as consequências disso. Embora de início há quem defenda uma certa jocosidade por parte dos eleitores do prêmio (a qual não descarto), se faz mister dizer também que há nisso um prognóstico do que se esperar para o mercado.

Contextualizando o vencedor, o que se pode dizer é que The Seven Deadly Sins vol.30 foi publicado digitalmente no ocidente em 2019 (um anos depois do seu lançamento no Japão em 2018). No Brasil, o título é publicado tanto no formato físico quanto no digital pela JBC Editora. Aqui, vale ressaltar, além dos volumes compilados ainda podemos consumir os capítulos simultaneamente com o lançamento no Japão também no formato digital.

O volume em questão abrange os capítulos 241 a 249 incluindo dois extras. Seus principais ato são: o duelo entre o Rei dos Gigantes, Drole, e o Rei das Fadas, Gloxínia, contra o demônio Chandler; Meliodas e os poderes dos Dez Mandamentos e a verdadeira forma de Merlin. Até é um volume interessante, mas bem mediano num olhar mais apurado. The Seven Deadly Sins vem tomando a bastante tempo um caminho arrastado e pouco empolgante (na reta final melhorou um pouco, mas bem pouco mesmo!), o que nos leva a questionar a escolha do título para vencedor em Melhor Livro do Google Play Choice Awards.

Fonte: Google Play Choice Awards 2019

Não tenho dados, e nem é de meu interesse no momento refletir sobre eles, mas o que nos leva a crer é que a presença do mangá no formato digital não é uma aventura sem fundamento. Há público, e esse público responde colocando-o no mais alto lugar do pódio de uma premiação simbólica, mas de repercussão.

Ainda em novembro, a Japan House em São Paulo-SP, em virtude de sua exposição “Isto é Mangá” realizou algumas palestras com foco no tema onde profissionais de diversos setores da indústria editorial envolvidos com esse universo puderam falar abertamente com o público sobre isso. Uma dessas palestras focou justamente no assunto dos mangás digitais e reuniu representantes da própria JBC, além de Kobo Rakuten (empresa especializada em livros e leitores digitais) e BookWire (especializada em marketing e distribuição de livros digitais).

Conforme o relato feito pelo blog Mais de Oito Mil, entre os muitos assuntos levantados figuraram temas como “combate à pirataria” com os palestrantes lembrando que uma cultura de leitura do digital já existe entre fãs de mangás (os scanlators) e que o foco é pensar em como tornar o hábito de fazer isso por vias legais deve ser melhor pensado e aproveitado pelos licenciadores e editores. Outro tema é o que diz respeito a “desterritorialização dos espaços de venda” ao tornar mais prático e acessível a leitura digital do mangá, visto que para a indústria existe uma crise de mercado quando se fala de distribuição e material para confecção de versões físicas (o que está nos levando para um boom das edições de luxo, outra pauta importante que deve ser questionada, mas não aqui).

Dito isso, a aposta no mercado digital de mangás é uma realidade tão presente que The Seven Deadly Sins vence em popularidade justamente por atingir um público de fato interessado no conteúdo e no formato. É lógico que esse conteúdo pode – e será – questionado pelo próprio público, mas com o passar dos tempos poderemos ver mangás considerados de alto nível vencendo em outras ocasiões. Tudo depende do binômio investimento do mercado + aceitação do público quanto ao desapego com o físico.

Assim, seja para o bem ou para o mal, os sete pecados capitais deixam seu nome marcado por mais esse feito: agora fora do Reino da Liones.

Até a próxima e… Sayonara!

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