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Filmes

Disney | Conheça os próximos live-action

Mulan, A Pequena Sereia e Cruella serão ganharão suas versões live-action

O Rei Leão estreia no próximo dia 18 e estamos muito animados para rever (ou ver pela primeira vez) as aventuras de SimbaTimão Pumba. E pelos anúncios que acompanhamos até aqui, a Disney não vai parar em O Rei Leão e está empenhada em reviver seus filmes clássicos.

Quer dizer, nós meio que já vimos isso com Aladdin, Cinderella, A Bela e A Fera e Mogli – O Menino Lobo. Agora, a Disney já sabe a fórmula do sucesso e vai continuar o trabalho. Mas depois de O Rei Leão, você sabe quais as próximas histórias a ganhar uma adaptação em live-action? Confere aqui com a gente:

1 – Mulan

O filme original foi lançado em 1998 e conta a história de Mulan, uma jovem chinesa que sofre a angústia de ver o seu pai, doente, ser convocado para a guerra contra os mongóis. Não há outra opção: ele precisa servir na batalha para honrar a família. Numa decisão arriscada, a jovem se disfarça de homem e se apresenta no lugar do pai. Agora, ela precisa lutar na guerra e voltar viva. E esse enredo ainda se mantém no remake live-action, que conta com a direção de Niki Caro (Encantadora de Baleias, Terra Fria). No elenco, diversas estrelas do cinema chinês, como:
Liu Yifei, Cheng Pei-Pei, Jet Lie,Donnie Yen, Li Gong, Jason Scott Lee e Ron Yuan. A estreia está prevista para março de 2020.

Liu Yifei como Mulan

2 – A Dama e o Vagabundo

Com data ainda a ser anunciada, A Dama e o Vagabundo são na verdade uma cadelinha com pedigree cocker spaniel e um vira-lata de rua, que se apaixonam e passam por diversas aventuras juntos. O clássico é de 1955 e marcou a época com sua bela trilha sonora. No remake, Charlie Bean (Lego Ninjago: O Filme) assume a direção, enquanto Andre Bujalski fica no roteiro. Tessa Thompson, Justin Theroux, Ashley Jensen, Kiersey Clemons, e Thomas Mann fazem parte do elenco. O filme vai ser exclusivo da nova plataforma de streaming do estúdio, Disney+.

Animação A Dama e o Vagabundo

3 – A Pequena Sereia

A jovem sereia Ariel está curiosa sobre a vida na terra, depois de ficar insatisfeita com o fundo do mar. Ela acaba se apaixonando por um príncipe humano e faz um acordo com a bruxa Úrsula: ela quer se tornar humana. E nessa história, lançada em 1989, Ariel tem que enfrentar muita coisa para viver seu grande amor. No remake de A Pequena Sereia, os desafios começam desde a escalação do elenco: Halle Bailey foi escolhida para viver a sereia no live-action. Até aí, tudo bem. Porém, a decisão gerou críticas na Internet: muitos internautas alegam que uma sereia não pode ser interpretada por uma atriz negra (oi?). Aqui no Volts já falamos sobre a importância de um elenco diversificado. Não temos dúvidas que Halle fará um bom trabalho nessa adaptação, que contará com canções originais e com o retorno de Alan Menken, compositor da trilha sonora da animação original. Na direção, Rob Marshall (Mary Poppins Returns). A data de estreia ainda será anunciada.

Halle Bailey será Ariel nos cinemas

4 – Cruella

Eu tenho certeza que Cruela veio de um lugar que é bem cruel” essa são as palavras que Roger canta para sua esposa Anita, ao falar de Cruella de Vil, na animação 101 Dálmatas. Uma das vilãs mais aclamadas da Disney, Cruella roubava filhotes de dálmatas para fazer um casaco. O filme live-action não será um remake, já que acompanha a vida da personagem em sua juventude e mostra de onde surgiu seu ódio por dálmatas, além do início da parceria com seus capangas. Emma Stone viverá a personagem e há rumores de que Nicole Kidman possa ser a antagonista do filme. Craig Gillespie (Eu, Tonya) está responsável pela direção. A previsão de estreia de Cruella é dezembro de 2020.

A icônica vilã Cruella de Vil

5 – Pinóquio

A história do boneco que tenta se tornar um menino de verdade, apesar de estar na lista de próximas produções, está sofrendo alguns problemas ao longo do caminho. Paul King (Paddington 2) havia assumido a direção, mas abandonou o comando do projeto por motivos pessoais. Agora, a Disney procura um novo nome para diretor. Não se sabe ainda o quanto a saída de King alterou o andamento do projeto, já que ele, ao lado de Chris Weltz e Simon Farnaby, assinam o roteiro. Quanto ao elenco, os rumores são que Tom Hanks possa assumir o papel de Gepetto, mas a Disney nunca se pronunciou oficialmente sobre o assunto. Apesar dos problemas, a expectativa é que tudo dê certo, já que Pinóquio tem uma história especial: foi o segundo lançamento da Walt Disney e venceu dois Oscars: melhor trilha sonora original e melhor canção original.
A Netflix está desenvolvendo uma animação stop-motion com a história do boneco, mas em uma versão mais sombria.

Pinóquio

A Branca de Neve e os Sete Anões, O Corcunda de Notre Dame, filmes baseados no Príncipe Encantado e na Tikerbell também estão cotados para serem adaptados para live-action. Entre lançamentos para o cinema e para o serviço de streaming, sabemos que a Disney não vai parar. E o lançamento imediato após O Rei Leão é a sequência de Malévola, que traz de volta Angelina Jolie no papel principal, que chega aos cinemas no dia 18 de outubro.

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Crítica de Filme

Crítica | Sonic – O Filme

Live-action entrega história simples, mas divertida na telona.

Todo aquela história de que o próprio Yuji Naka (ex-presidente da Sonic Team e um dos criadores do ouriço azul) ficou chocado com a aparência de Sonic nas primeiras imagens divulgadas pela Paramount Pictures pode até ser verdade, mas o resultado do longa-metragem nas telonas me fez pensar se no fim tudo não passou de estratégia de marketing.

Digo isso porque embora não seja mais do que o esperado para um filme adaptado de videogame, Sonic é um live-action divertido e que consegue contemplar a essência da personagem mais famosa da SEGA e um dos ícones dos jogos eletrônicos entre todas as épocas.

Temos nos 99 minutos de filme um roteiro bem humorado e contemplativo sobre a figura do ouriço, afinal de contas protagonismo é isso e precisa ser bem executado. Por mais surpreendente que pareça, a trama amarra muito bem diversos elementos da franquia sem abrir mão de certa originalidade em seus desdobramentos. É o caso da origem de Sonic e os poderes dos Anéis, que ganham uma conotação mais universal e que vão para além de evitar que o personagem chegue ao game over.

Por falar nisso, o filme tem muitos easter eggs bem criativos como a adaptação da famosa primeira fase Green Hills na cidade cenário da aventura. Entre os outros tantos, protagonizados nas falas e ações de Sonic, nada é tão divertido do que vê-lo chamar seu antagonista pelo nome original (Dr. Eggman) numa referência às armas usadas por ele, já que na versão em live-action a personagem vivida por Jim Carrey não é um homem em forma de ovo como nos jogos.

E já que Dr Eggman/Dr. Robotnik está em evidência, o que dizer de Jim Carrey? Novamente uma atuação memorável e que coloca a personagem na nossa memória afetiva como um dos bons trabalhos do ator. O duelo entre o ouriço azul e o gênio do mal é dinâmico durante todo o filme e satisfaz na medida do possível.

Reúne-se a isso a trilha sonora que reúne temas clássicos de Sonic the Hedgehog com hits famosos dos anos 1990 e scores bem elaboradas por Junkie XL, que contam a história do filme em momentos que misturam a linguagem do audiovisual e elementos do jogo eletrônico com um bom resultado.

Por fim, a deixa criada desde o começo do filme com personagens similares a Knuckles, a promessa de vingança de Robotnik e a aparição de Tails nos levam a crer que poderemos ver em breve um Sonic 2 com quem sabe um “Sonicverso”.

É por isso que termino esse texto levantando a mesma hipótese do início: E se o “Sonic deformado” não passou de estratégia de marketing para nos convencer a ir ver Sonic nos cinemas? Se for isso, os envolvidos estão muito enganados ao pensar que não iríamos ao cinema ver o ouriço mais famoso do mundo em ação. Antes isso que comprar a história de que os estúdios responsáveis pelo visual do Sonic se inspiraram no urso Ted para dar realismo ao herói velocista. Quanta bobagem! Não tinha como o Sonic do cinema ser diferente do que esse que aparece na telona.

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Filmes

Vencedor do Oscar 2020, Parasita pode ganhar série com Mark Ruffalo na HBO

Imprensa americana recebeu informações sobre minissérie de cinco ou seis episódios.

Por

Mark Ruffalo pode estrelar minissérie da HBO, diz site (Foto: Divulgação / Parasita / Arte - Volts)

Parasita, fenômeno sul-coreano vencedor do Oscar 2020 em quatro categorias, pode ganhar uma minissérie na HBO, de acordo com o site especializado Collider. A adaptação já tem até o nome de Mark Ruffalo especulado para o papel principal.

Segundo a publicação, as negociações estão em estágio inicial e Ruffalo é o nome mais falado dentro do canal, que ainda não confirmou nada sobre o assunto.

Em janeiro, o próprio diretor Bong Joon Ho revelou o desejo de produzir uma série como uma espécie de material expandido do filme. “Quando penso em minissérie, realmente penso nisso como um filme expandido. Como Fanny e Alexander de Ingmar Bergman, você tem a versão do cinema de três horas e a televisiva, que tem cinco. Então meu objetivo é criar uma versão expandida e de alta qualidade de Parasita’”, disse o diretor.

Ainda que os rumores apontem Ruffalo como protagonista da adaptação, a direção do longa seria do próprio Bong Joon Ho, vencedor do Oscar de melhor diretor, que já estaria até trabalhando ao lado de Adam McKay. Especula-se que a série tenha cinco ou seis episódios.

Sucesso no Oscar

Para a surpresa do mundo inteiro, o longa sul-coreano “Parasita” foi o grande vencedor do Oscar nesse domingo (9), em Los Angeles, Estados Unidos. O filme de de Bong Joon Ho é o primeiro filme de língua não inglesa na história da premiação a ganhar na categoria “Melhor Filme”. E melhor ainda é receber o anúncio pela maravilhosa Jane Fonda. No total, o filme levou 4 estatuetas.

Além do principal prêmio, o cineasta Bong Joon Ho também ganhou como roteiro original, diretor e filme internacional.

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Filmes

Com quatro prêmios, ‘Parasita’ é o grande vencedor do Oscar 2020

Pela primeira vez, a Academia premia um filme não falado em inglês, derrotando Tarantino, Scorcese e mais um monte de favoritos na premiação.

Por

Bong Joon Ho recebe o Oscar de melhor filme internacional por 'Parasita' (Foto: Chris Pizzello/AP)

Para a surpresa do mundo inteiro, o longa sul-coreano “Parasita” foi o grande vencedor do Oscar nesse domingo (9), em Los Angeles, Estados Unidos. O filme de de Bong Joon Ho é o primeiro filme de língua não inglesa na história da premiação a ganhar na categoria “Melhor Filme”. E melhor ainda é receber o anúncio pela maravilhosa Jane Fonda. No total, o filme levou 4 estatuetas.

Além do principal prêmio, o cineasta Bong Joon Ho também ganhou como roteiro original, diretor e filme internacional.

De Sam Mendes, 1917 foi o segundo com mais prêmios da noite: três no total. Coringa, filme adaptado dos quadrinhos, levou duas estatuetas. Ao receber o reconhecimento como melhor ator, Joaquin Phoenix discursou sobre consciência coletiva. “Não quando nos cancelamos pelos erros do passado, mas quando nos guiamos para crescer, por redenção, esse é o melhor da humanidade”, disse ao ganhar seu primeiro Oscar.

A produção brasileira “Democracia em Vertigem” estava concorrendo na categoria de melhor documentário, mas perdeu para “Indústria Americana”, produzido pelo casal Obama. O título aborda os contrastes entre a cultura americana e chinesa durante a abertura de uma fábrica em Ohio, nos Estados Unidos.

Veja, abaixo, a lista completa de vencedores do Oscar 2020:

Filme

  • “1917”
  • “Parasita”
  • “Ford vs Ferrari”
  • “O irlandês”
  • “Jojo Rabbit”
  • “Coringa”
  • “Adoráveis mulheres”
  • “História de um casamento”
  • “Era uma vez em… Hollywood”

Ator

  • Antonio Banderas – “Dor e Glória”
  • Leonardo DiCaprio – “Era uma vez em… Hollywood”
  • Adam Driver – “História de um casamento”
  • Joaquim Phoenix – “Coringa”
  • Jonathan Price – “Dois papas”

Atriz

  • Cynthia Erivo – “Harriet”
  • Scarlett Johansson – “História de um casamento”
  • Saoirse Ronan – “Adoráveis Mulheres”
  • Charlize Theron – “O escândalo”
  • Renée Zellweger – “Judy: Muito Além do Arco-Íris”

Diretor

  • Martin Scorsese – “O irlandês”
  • Todd Phillips – “Coringa”
  • Sam Mendes – “1917”
  • Quentin Tarantino – “Era uma vez em… Hollywood”
  • Bong Joon Ho – “Parasita”

Atriz coadjuvante

  • Kathy Bates – “O caso Richard Jewell”
  • Laura Dern – “História de um casamento”
  • Scarlett Johansson – “Jojo Rabbit”
  • Florence Pugh – “Adoráveis mulheres”
  • Margot Robbie – “O escândalo”

Ator coadjuvante

  • Tom Hanks – “Um lindo dia na vizinhança”
  • Anthony Hopkins – “Dois papas”
  • Al Pacino – “O irlandês”
  • Joe Pesci – “O irlandês”
  • Brad Pitt – “Era uma vez em… Hollywood”

Roteiro adaptado

  • “O irlandês” – Steven Zaillian
  • “Jojo rabbit” – Taika Waititi
  • “Coringa” – Todd Phillips e Scott Silver
  • “Adoráveis mulheres” – Greta Gerwig
  • “Dois papas” – Anthony McCarten

Roteiro original

  • “Entre facas e segredos” – Rian Johnson
  • “História de um casamento” – Noah Baumbach
  • “1917” – Sam mendes e Krysty Wilson-Cairns
  • “Era uma vez em… Hollywood” – Quentin Tarantino
  • “Parasita” – Bong jooh Ho e Han Jin Won

Documentário

  • “Indústria americana”
  • “The cave”
  • “Democracia em vertigem”
  • “For Sama”
  • “Honeyland”

Edição

  • “Ford vs Ferrari”
  • “O irlandês”
  • “Jojo rabbit”
  • “Coringa”
  • “Parasita”

Fotografia

  • “O irlandês”
  • “Coringa”
  • “O farol”
  • “1917”
  • “Era uma vez em… Hollywood”

Maquiagem e cabelo

  • “O escândalo”
  • “Coringa”
  • “Judy: Muito além do arco-íris”
  • “1917”
  • “Malévola: Dona do mal”

Mixagem de som

  • “Ad astra – Rumo às Estrelas”
  • “Ford vs Ferrari”
  • “Coringa”
  • “1917”
  • “Era uma vez em… Hollywood”

Edição de som

  • “Ford vs ferrari”
  • “Coringa”
  • “1917”
  • “Era uma vez em… Hollywood”
  • “Star Wars: A ascensão Skywalker”

Curta-metragem

  • “Brotherhood”
  • “Nefta football club”
  • “The neighbors’ window”
  • “Saria”
  • “A sister”

Figurino

  • “O irlandês”
  • “Jojo rabbit”
  • “Coringa”
  • “Adoráveis Mulheres”
  • “Era uma vez em… Hollywood”

Canção original

  • “I can’t let you throw yourself away” – “Toy Story 4” – Randy Newman
  • “(I’m gonna) love me again” – “Rocketman” – Elton John e Bernie Taupin
  • “I’m standing with you” – “Breakthrough” – Diane Warren
  • “Into the unknown” – “Frozen 2” – Kristen Anderson-Lopez e Robert Loopez
  • “Stand up” – “Harriet” – Joshuan Brian Campbell e Cynthia Erivo

Trilha original

  • “Coringa” – Hildur Guadnotóttir
  • “Adoráveis mulheres” – Alexandre Desplat
  • “História de um casamento” – Randy Newman
  • “1917” – Thomas Newman
  • “Star Wars: A ascensão Skywalker” – John Williams

Animação

  • “Como treinar seu dragão 3”
  • “Perdi meu corpo”
  • “Klaus”
  • “Link perdido”
  • “Toy story 4”

Curta de animação

  • “Dcera (daughter)”
  • “Hair love”
  • “Kitbull”
  • “Memorable”
  • “Sister”

Curta documentário

  • “In the absence
  • “Learning to skateboard in a warzone”
  • “Life overtakes me”
  • “St Louis Superman”
  • “Walk run cha-cha”

Filme internacional

  • “Corpus christi” – Polônia
  • “Honeyland” – Macedônia do Norte
  • “Os miseráveis” – França
  • “Dor e glória” – Espanha
  • “Parasita” – Coreia do Sul

Design de produção

  • “O irlandês”
  • “Jojo Rabbit”
  • “1917”
  • “Era uma vez… em Hollywood”
  • “Parasita”

Efeitos visuais

  • “Vingadores: Ultimato”
  • “O irlandês”
  • “O rei leão”
  • “1917”
  • “Star Wars: A ascensão Skywalker”
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