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Música

Daniela Spielmann lança seu primeiro CD autoral em 20 anos de carreira

Há 15 anos sem lançar álbum solo, saxofonista lança “Afinidades”.

Foto: Divulgação/Daniela Spielmann

Lá vem ela de novo com sua luz e musicalidade. Depois de dois anos de ensaios, arranjos e gravações, a saxofonista e flautista Daniela Spielmann está lançando o CD “Afinidades”, o primeiro disco autoral em 20 anos de carreira, a contar do álbum de estreia do grupo Rabo de Lagartixa, lançado em 1998.

Instrumentista virtuose, o novo disco ganhou ainda diversas participações especiais, como Sheila Zagury (piano), Anat Cohen (clarinete), Silvério Pontes (trompete e flugel), Alexandre Romanazzi (flauta), Dudu Maia (bandolim), IdrissBoudrioua (sax alto), Beto Cazes (percussão), Nando Duarte (violão de 7; Cordas), viola (DhyanToffolo), violoncello (Matheus Ceccato) e nos violinos Oswaldo Carvalho, Rogério Rosa, Glauco Fernandes, William Doyle.

A atmosfera de sintonia, amizade e afeto é o que permeia todo o trabalho e se reflete em seu próprio nome: “Afinidades”. “A afinidade ocorre quando há encontros verdadeiros, quando a gente se sintoniza com ideias, gostos e sentimentos de outra pessoa. Todas as músicas do álbum são dedicadas a pessoas e situações onde a afinidade aconteceu”, explica Dani Spielmann.  O CD contém faixas para estudo musical, sem os solos, e partituras em PDF para vários instrumentos.

A saxofonista compôs, arranjou e produziu um repertório com composições inspiradas em situações e afetos que vivenciou. Estudiosa da música brasileira, musicalmente, o CD abraça diversos gêneros brasileiros e hibridações como: maracatu, samba-choro de gafieira, afoxé, baião, samba-latino e bossa-nova, um reflexo também da pluralidade musical do quarteto. Fortemente marcado pela brasilidade, seja pelo repertório ou pela maneira de tocar, o quarteto se inspira na premissa jazzística de criação coletiva, ao vivo, primando por sutilezas de comunicação que só o tempo e o conhecimento profundo da alma musical permitem.

O quarteto começou a se apresentar em 2001, período de lançamento do primeiro CD da saxofonista,“Brazilian Breath”, indicado ao Grammy Latino em 2002. Ao longo do tempo, os shows contaram com as participações de Aurea Martins, Sivuca, Ricardo Silveira, Zé Menezes, Anat Cohen, Nicolas Krassic , Silvério Pontes e Zé da Velha, Zélia Duncan, entre muitos artistas. Desde então, o quarteto vem participando de inúmeros festivais nacionais e internacionais.

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Música

Como seriam os artistas pop atuais nos anos 80

Um artista colombiano recriou diversos músicos pop com características singulares da época do new wave

Já imaginou se em 2080 a cultura pop voltasse a ser exatamente como foi nos anos 1980? Agora, indo mais a fundo, já imaginou como os artistas que nós conhecemos nos dias atuais seriam, fisicamente, com características marcantes dessa época?

Os anos 80 foram um marco na industria, principalmente fonográfica, trazendo artistas como Madonna, Michael Jackson, Bon Jovi e Prince ao auge de suas carreiras. Levando tais nomes como fonte de inspiração, o artista colombiano Fulaleo lançou uma série de trabalhos intitulada The 2080’s: Past Is The Future.

Em sua conta do Instagram, o designer fez releituras de artistas atuais, tais como Beyoncé, Rihanna, Cardi B, Drake e Justin Bieber, com visuais característicos da época do new wave. As releituras trazem elementos bastante coloridos, cortes de cabelo e barba conceituais e a impressão nítida de imagens de VHS. Incrível!

Saca só o trabalho do artista Fulaleo abaixo:

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Filmes

Por que a trilha sonora de Capitã Marvel não foi um desperdício

O filme, que estreou na quinta-feira (7), gerou discussões a cerca de sua trilha sonora.

Quem assiste os filmes da MCU sabe muito bem que a utilização de músicas dentro dos filmes (para além da trilha original), é feita de forma muito discreta. Enaltecemos aqui a franquia Guardiões da Galáxia, por se manter como os dois longas da MCU que trabalham fielmente músicas, principalmente dos anos 70, na composição de suas cenas.

Diferente do que algumas abas ao lado opinaram, não podemos deixar de revelar que a trilha de Capitã Marvel não foi, em nenhum momento, desperdiçada. Percebe-se que Anna Boden e Ryan Fleck resolveram atiçar um pouco mais do conhecimento musical do telespectador – ao, diferente de James Gunn –, inserirem na trilha músicas conhecidas, mas não verdadeiramente os hits da época.

A maioria das músicas é apenas ouvida na ambientação de alguns lugares, como quando Carol Danvers (Brie Larson) entra em um típico café da época, ou enquanto dirige uma motocicleta. Porém, há algumas que se destacam nas cenas, como Whatta Man, do Salt-N-Pepa, quando a heroína deixa um confuso guarda de uma loja de locadoras para trás.

Listamos algumas das músicas e seus momentos de aparição (sem spoilers) no longa. Acompanhe abaixo e curta esse som conosco!

Come As You Are, do Nirvana

A música surge num vinil e acompanha um flashback da personagem. O som cai perfeitamente na cena, considerando, ainda, que a personagem relembra ser fã de artistas como Janis Joplin e Guns ‘n Roses.

A canção da banda grunge estadunidense Nirvana, escrita por Kurt Cobain, foi lançada como segundo single do segundo álbum da banda, Nevermind, em 1992. Foi a segunda canção da banda a entrar tanto no American Top 40 e no UK top 10, alcançando a posição de número 32 na Billboard Hot 100, e número nove no UK Singles Chart. O videoclipe de Come As You Are foi dirigido por Kevin Kerslake, que se inspirou na arte de capa do Nevermind para fazê-lo.

Waterfall, da TLC

Waterfalls embala uma das cenas de diálogo entre Carol e Nick Fury (Samuel L. Jackson). A canção fala de temas duros de forma suave, e cai como luva para dar vida a situação – que não citaremos, por presarmos contar histórias sem spoilers.

A música foi escrita pela integrante da banda Lisa “Left Eye” Lopes, Marqueze EtheridgeOrganized Noize. Fez parte do segundo álbum do TLC, CrazySexyCool (1994). Waterfalls foi lançada como o terceiro single do álbum, em 29 de maio de 1995, nos Estados Unidos, seguido por um lançamento no Reino Unido em 5 de agosto de 1995.

Muitas vezes considerado como a canção assinatura do grupo, se tornando um verdadeiro foi um sucesso internacional e chegando ao topo das paradas em territórios diferentes, incluindo #1 por sete semanas na Billboard Hot 100.

Just A Girl, do No Doubt

Um fato interessante é que não apenas a melodia das músicas, mas também as suas letras são um complemento perfeito do que está acontecendo na cena. Como uma boa dose de ironia, assim como o presente em todo o longa, Just A Girl toca em um dos momentos mais definitivos da trajetória de Carol Danvers.

Just A Girl foi o primeiro single do No Doubt. Composta por Gwen Stefani e Tom Dumont, a canção mescla o rocj e ska punk. Lançada em 1995, chegou à posição #23 na Billboard Hot 100 e #10 na Billboard Modern Rock.

Only Happy When It Rains, do Garbage

A letra dessa música conta a história de uma garota que gosta de um bom drama, mas que não se abala quando… chove! Seria mesmo a voz de Shirley Manson cantarolando a história de nossa queridíssima Carol Davers? Mesmo quando a jornada se torna solitária e o mundo parece duvidar de sua capacidade, ela chega lá. A teimosia deu bons resultados aqui, aposto que vocês viram.

Only Happy When It Rains foi escrita e produzida pela banda de rock alternativo Garbage para o álbum de estreia auto-intitulado (1995). Foi lançada em 18 de setembro como o terceiro single da banda. Ela recebeu críticas positivas, principalmente sobre a produção e os vocais de Shirley Manson. Teve estadia no UK Singles Chart e o Billboard Hot 100.

Celebrity Skin, de Hole

Com a Capitã Marvel já chegando com status de celebridade no MCU, a música parece trazer uma indireta sobre alcançar o estrelato, mas ainda se mantendo fiel aos seus princípios e com os pés fincados no chão. Sabemos que ela já uma das personagens mais importantes desse universo. Mas não podemos esquecer o que, um dia, o Homem-Aranha disse: “com grandes poderes vêm grandes responsabilidades”.

Celebrity Skin é o décimo single da banda americana de rock alternativo Hole, lançado em 1º de setembro de 1998. Foi single de estreia de terceiro álbum de mesmo nome da banda, e é o mais bem sucedido single de Hole.

A música foi usada no filme American Pie, mas não apareceu na trilha sonora, além de ser apresentada na introdução do videogame NHL Rock The Rink, bem como nos videogames Rock Band e Sing Star como uma faixa jogável. Também recebeu duas indicações ao Grammy de Melhor Canção Rock, perdendo para Uninvited, de Alanis Morissette, e Melhor Performance de Rock por um Duo ou Grupo, perdendo para Pink do Aerosmith.

E então? A trilha deixou mesmo a desejar? Fica o questionamento.

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Música

Mariah Carey lança clipe dançante de “A No No” – assista

Filho da cantora também aparece no clipe do novo single.

Por

A rainha dos falsetes, Mariah Carey, lançou, nesta sexta-feira (08), o clipe da música “A No No”, faixa de seu 15º álbum, Caution, que, em breve, pode até ganhar um remix com Lil’ Kim e Cardi B. Assista ao clipe clicando no vídeo acima.

No clipe, Mariah incorpora a diva do metrô, cercada por bailarinos e modelos de vários perfis, incluindo os próprios filhos e o atual namorado.

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