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Televisão

Contratação de diretoras negras bate recorde nos Estados Unidos

Elas estão ocupando cada vez mais espaços nos bastidores da televisão.

DeMane Davis dirige em 'Queen Sugar' (Foto: Reprodução)

Dados divulgados pelo Sindicato dos Diretores Norte-americanos (DGA) mostram um crescimento do número de mulheres negras escolhidas para dirigir um episódio de série na TV pela primeira vez. Esse número representa um recorde de inclusão racial e de gênero nas temporadas entre 2017 e 2018.

De acordo com o levantamento, o salto vai de 2%, em 2009/2010, para 13% do ano passado para cá. Outro índice que cresceu foi o de mulheres para dirigir séries inteiras também cresceu. No último ano, 83 delas foram contratadas, o que representa elas somaram 41% das novas contratações. Em 2009/2010, quando esses dados começaram a ser colhidos, o número era de 11%.

“A melhora na inclusão mostrada pelo estudo indica que a indústria está no caminho certo”, comentou Thomas Schlamme, presidente do DGA. “Mas serve também para nos incentivar a aumentar a diversidade”, completou ele, referenciando as próximas temporadas de séries.

Pilotos para os mais experientes

A direção de episódios pilotos, o primeiro de uma série, é bastante disputada por ser o que é usado para vender a ideia da produção a um canal de TV ou streaming. Dando certo, só a partir desse aprovação, a série ganha vida. Dessa forma, a tendência de escolha dos diretores preferencia pessoas com mais experiência e a ausência de mulheres sempre foi sentida.

Na temporada 2016/2017, nenhuma diretora foi escolhida para dirigir os pilotos da época. No entanto, na temporada 2017/2018, oito mulheres dirigiram pilotos aprovados e com boa notícia em relação aos projetos que vingaram após a apresentação dos pilotos às empresas: a taxa de aproveitamento das mulheres foi de 57% e dos homens 46%.

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